Dez startups de Curitiba estão entre as 100 mais inovadoras do Brasil

Mais de 1.500 relacionamentos estabelecidos entre startups e grandes empresas, quase o dobro comparado a 2017. Esses são os números apresentados pelo movimento 100 Open Startups, plataforma que conecta startups a grandes empresas, durante o anúncio do Ranking 100 Open Startups 2018, que ocorreu nesta quarta-feira (04), no CUBO, em São Paulo.

A lista é resultado de um processo anual que envolve especialistas do mercado, como aceleradoras, investidores e grandes empresas, e reconhece as startups que mais despertaram interesse em grandes instituições. Além das 100 startups mais atraentes na visão do mercado e prontas para investimento e das companhias mais engajadas no ecossistema de inovação brasileiro, o movimento também apresentou a lista de startups de destaque em 24 categorias.

Dez startups curitibanas aparecem nessa importante lista:

1. GoEpik

Indústria 4.0 – inteligência de processos. Criamos inteligência de processos que inova, conecta e transforma a gestão da organização.

2. Loox Studios

Precursora em conteúdo e tecnologia de realidade virtual e aumentada no Brasil.

3. Eruga

Desenvolvemos treinamentos operacionais e de segurança em um ambiente virtual e gamificado.

4. Pipefy

Pipefy empowers managers to quickly deploy, automate and connect any end-to-end workflow in a matter of hours without the need of IT.

5. Beenoculus

A Beenoculus Tecnologia é líder em soluções de realidade virtual, aumentada e mediada na América Latina atendendo o mercado com infraestrutura, produção e distribuição de conteúdo dessas novas mídias.

6. Vidya Techology

We develop and sell hardware and software to asset integrity and corrosion monitoring for complex industrial plants operation.

7. Ubivis

A Ubivis fornece serviços contínuos de digitalização industrial aderente ao padrão Industria 4.0 através de sistema pronto para uso via SaaS.

8. Send4

Conectamos os meios online e offline, fazendo com que o recebimento e devolução de compras online sejam simples, rápidos e práticos.

9. 33 Robotics

Logística Indoor robotizada – Transporte autônomo de cargas em locais fechados através de unidades robóticas.

10. O Polen

O Polen é uma estratégia de melhoria na experiência de compra do ecommerce que usa impacto social para diminuir o abandono de carrinho.

“Em 2018, 275 startups obtiveram pontuação para o ranking que mede o relacionamento delas com grande empresa, o que constata a consolidação deste mercado. Open Innovation já é uma realidade no Brasil e vem crescendo exponencialmente, o que é comprovado pelos números apresentados. Estamos extremamente satisfeitos em termos ajudado a fomentar no país um ambiente de colaboração que gera oportunidades reais de negócios inovadores. Há três anos, quando lançamos o primeiro Ranking era ousado pensar em encontrar 100 startups qualificadas para esse tipo de relacionamento”, comenta Bruno Rondani, fundador e CEO da 100 Open Startups.

Entre os setores que se destacaram estão: varejo, agricultura, construção, serviços financeiros, alimentação e para PMEs. Já entre as tendências de crescimento identificadas estão Marketplace, Big Data, Biotech, Visão Computacional, IoT, Realidade Virtual e Realidade Aumentada.

O evento contou ainda com a presença de uma das pesquisadoras em empreendedorismo mais influentes do mundo, professora Saras Sarasvathy, responsável por introduzir o conceito de Effectuation e que reconheceu o movimento 100 Open Startups como um case de validade global.

Números do Movimento em 2018

4.600 startups ativas

9000 executivos avaliadores

800 grandes empresas conectadas

32 mil avaliações registradas

Mais de 1.500 relacionamento estabelecidos entre 275 startups e 243 grandes empresas.

Veja o Ranking TOP 100 Open Startups.

Incubadora da Fiep abre vagas para startups de impacto social

Curitiba acaba de ganhar um programa de aceleração voltado exclusivamente a startups de impacto social, em áreas como mobilidade, energia, educação, segurança, resíduos, logística e equipamentos públicos. A Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) abriu, nesta quarta-feira (13/6), as inscrições para incubar em sua sede, na capital, cinco novas empresas que ofereçam produtos e soluções para cidades inteligentes.

“Este novo programa, denominado Startup Smart Cities, visa incentivar o empreendedorismo de alto impacto para criar soluções para cidades inteligentes e combina aceleração e conexão entre as empresas nascentes, as indústrias e todo o ecossistema de inovação da cidade”, explica Filipe Cassapo, gerente do Centro Internacional de Inovação da Fiep.

As inscrições para a incubação já estão abertas e a primeira banca de avaliação irá ocorrer no dia 29 de junho. A iniciativa é uma parceria da Fiep com o Sindicato das Indústrias Eletroeletrônicas (Sinaees) e a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

“Quando a gente pensa em cidades, há muitos desafios que precisam ser superados e as startups podem ter um papel fundamental no desenvolvimento de soluções inovadoras. Do melhor manejo do lixo ao trânsito caótico das metrópoles, o que não falta é opção a ser explorada”, afirma Frederico Lacerda, diretor da Agência Curitiba, órgão ligado à Prefeitura e responsável pelo fomento do Vale do Pinhão, o movimento de todas as áreas do município e do ecossistema de inovação da capital para tornar Curitiba a cidade mais inteligente do país.

Lacerda, que representou a Prefeitura no lançamento do programa da Fiep, lembra também que as cidades inteligentes unem qualidade de vida e desenvolvimento econômico por meio da tecnologia aplicada nas operações do dia a dia. De acordo com o Ranking Connected Smart Cities 2017, que avalia as cidades mais inteligentes do país usando 70 indicadores, Curitiba é a 2ª colocada.

Segundo Cassapo, o ecossistema de inovação que se formou na cidade nos últimos anos certamente tem influência nesta posição de destaque. “Órgãos públicos e privados, academia e demais organizações encontram o cenário ideal para o desenvolvimento de projetos capazes de tornar a cidade cada vez mais inteligente”, completou o gerente do Centro Internacional de Inovação da Fiep.

Atualmente, a Fiep já oferece um programa de incubação, em sua sede, na capital, para 11 startups, que recebem ajuda para estruturar planos de negócio, desenvolver produtos e serviços e contatar empresários interessados em investir e contratar as soluções. São empresas como GoEpik, Metha, Prevention (Adam Robô) e Exy9br, que apostam em negócios relacionados à automação, inteligência artificial, realidade virtual e internet das coisas (IoT), que estão entre os pilares da chamada indústria 4.0.

De acordo com Cassapo, as cinco novas startups ficarão incubadas em uma nova área na sede da entidade, junto ao Instituto de Veículos Híbridos e Elétricos. “Como no caso, das 11 outras empresas que fazem parte do programa de incubação, esperamos que as novas startups criem uma sinergia com os projetos voltados a mobilidade desenvolvidos pelo instituto”, justifica o gerente da Fiep.

Cassapo observa ainda que os editais de seleção são abertos e contínuos, com opções para duas formas de incubação: residente – na qual a empresa fica nas dependências da incubadora – e não residente. O programa tem duração de um ano, período no qual são realizadas reuniões para monitoramento de desempenho por meio de indicadores e metas.

Para apoiar no seu desenvolvimento, as empresas recebem suporte de rede de mentores e consultores especializados do Sistema Fiep e parceiros.

Palestra e debate

Antes do lançamento oficial da Startups Smart Cities, Josep Maria Buades Juan, representante da Agência Catalã de Competitividade, fez a palestra O Estado da Arte das Cidades Inteligentes.

Em seguida, houve um debate sobre a importância do ecossistema de startups para as cidades inteligentes, que teve a participação de Frederico Lacerda; do presidente do Sinaees, Alvaro Dias Junior; do gerente da Regional Paraná da Abinee, Jorge Paulo de Aguiar; e do coordenador do Programa Inovativa MDIC, Rafael Wandrey.

Mais informações sobre inscrições para a incubação de startups na Fiep podem ser obtidas pelo site.

Fonte: Prefeitura de Curitiba

Grupo de alunos da Uninter está entre os 10 finalistas do prêmio Renault Experience

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Com a criação da startup SENSCAR – uma solução voltada ao mercado automotivo –, três alunos do Centro Universitário Internacional Uninter estão entre os 10 finalistas do prêmio Renault Experience, ao lado de grandes universidades do país. Buscando incentivar o empreendedorismo universitário, o programa oferece um guia completo que vai desde a identificação de uma oportunidade, passando pela ideia e desenvolvimento, até, por fim, virar uma startup. “Estamos muito felizes com o reconhecimento do nosso produto. Acreditamos que a dedicação e a persistência nos colocaram entre os 10 finalistas do prêmio Renault Experience”, comemora Jean Pierre, Carlos Cunha e Gabriele Mirian, que integram a equipe de alunos do curso de Relações Internacionais.

Para o professor e orientador, André Ziegmann, a participação da equipe aponta para o engajamento da instituição não apenas no projeto, mas na formação dos estudantes. “A interdisciplinaridade entre professores e estudantes contribuiu para a troca de experiências”, explica Ziegmann. De acordo com o docente, a Uninter cumpre a sua missão ao incentivar o empreendedorismo e o desenvolvimento tecnológico em âmbito nacional.

Robô curitibano está entre vencedores da etapa latino-americana da Imagine Cup 2018

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A Microsoft anunciou os vencedores da etapa latino-americana da Imagine Cup, competição global da companhia que transforma projetos acadêmicos em startups de sucesso.

Os vencedores Adam Robô (Brasil),desenvolvido em Curitiba, Eranoi (México) e LEXA (Argentina) foram anunciados em cerimônia realizada em São Paulo, onde reuniu, pela primeira vez, competidores da América Latina. A vitória da etapa garante três das 34 vagas na final global que será realizada em Seattle, EUA, no mês de julho.

A grande campeã da Imagine Cup 2018 será premiada com mais de US$ 100 mil dólares, somando dinheiro, viagens e créditos em nuvem, como subsídio ao desenvolvimento do projeto, além de mentoria de Satya Nadella, CEO da Microsoft.

“Foi uma etapa muito difícil de decidir, pois tivemos projetos inovadores em um nível que nos surpreendeu, especialmente porque temos três projetos focados em saúde e acessibilidade. Estamos com grandes expectativas para a final global”, comemora Rodrigo Dias, gerente de Programas Acadêmicos e Startups da Microsoft Brasil.

Ao todo, foram inscritos mais de 5 mil competidores e 183 projetos, sendo que estavam entre os selecionados oito brasileiros, três mexicanos, um argentino e um chileno, de universidades públicas e privadas.

Os finalistas foram avaliados de acordo com critérios como inovação, caraterísticas técnicas, aplicabilidade e modelo de negócio. A banca julgadora foi formada por empresários e especialistas em startups.

Veja mais detalhes dos projetos campeões da etapa latino-americana da Imagine Cup 2018:

ADAM Robô – Centro Europeu (Brasil – PR)

Uma solução que utiliza inteligência artificial para identificar problemas oftalmológicos como miopia, hipermetropia, astigmatismo, presbiopia (vista cansada), e obter o resultado em até cinco minutos a preço acessível.

Eranoi – Instituto Tecnológico de Veracruz, Instituto Tecnológico de Culiacán, Universidad Insurgentes (México)

A solução é um sistema de monitoramento que mede, em tempo real, os sinais vitais de um paciente como temperatura, umidade, frequência cardíaca, oxigênio no sangue e atividade elétrica do coração por meio de máquina de aprendizado e inteligência artificial.

LEXA – ITBA (Argentina)

Usando a tecnologia de blockchain pública aberta, a solução armazena prescrições médicas, a fim de viabilizar as informações do paciente para futuras consultas e evitar fraudes.

Sobre a Imagine Cup

A Microsoft criou a Imagine Cup em 2003, uma competição estudantil, que tem o objetivo de transformar trabalhos acadêmicos em startups. Os alunos das mais variadas disciplinas colocam nos seus projetos toda a criatividade e conhecimento.

Fonte: Microsoft Brasil

Bossa Nova investe na curitibana SmartHint

A Bossa Nova Investimentos, maior investidora de venture capital brasileira em número de startups, que atualmente possui 340 empresas em seu portfólio, continua a todo o vapor selecionando empresas para fomentar. A escolhida da vez é a SmartHint, startup curitibana que atua com foco em aumentar a taxa de conversão no varejo de pequeno e médio porte.

Presente em cinco países da América do Sul, a SmartHint é um sistema SaaS (Software as a Service) de recomendação inteligente de produtos e retenção de clientes.

Segundo João Kepler, partner da Bossa Nova Investimentos, a expectativa da empresa e chegar ao final de 2018 com 450 startups investidas. “Temos muito interesse em auxiliar empesas que estão ampliando os horizontes para novos mercados e assim contribuindo para o ecossistema”, explica.

No Brasil é frequente uma pessoa entrar em uma loja virtual procurar por um produto desejado, não encontrar e sair do site sem comprar nada. Os números mostram a realidade desse fato, a baixa taxa de conversão de vendas pelo e-commerce chega a 1,65% ou seja, para cada 1.000 visitas apenas 16 pedidos são realizados.

Criada em 2017, a SmartHint foi objetivada para ser uma solução de aumento de vendas para o comércio eletrônico. Através de vitrines inteligentes os produtos possivelmente desejados pelo cliente são recomendados na tela como um incentivo para que ele faça a compra.

O uso do sistema de inteligência artificial facilita o trabalho do lojista, pois a vitrine funciona de forma autônoma e automática aplicada de acordo com o perfil de navegação do consumidor dentro da loja virtual.

Além disso, para ser realmente inteligente, o sistema manipula as vitrines para se adequar ao público de cada lojista, por exemplo, algumas vendem produtos com maior valor agregado enquanto outras destacam o preço.

A ferramenta é um pacote de assinatura mensal recorrente e permite que o lojista ative o serviço no momento que desejar com apenas 1Click, sem ajuda de um programador.

O varejista tem como testar por sete dias grátis para conhecer a ferramenta e acompanhar os primeiros resultados antes de fazer a adesão ao plano recomendado para a loja.

Nos primeiros quatro meses do ano de 2018 a startup faturou 3 vezes mais do que o ano inteiro de 2017 e já conquistou 3.500 lojas ativas, esse crescimento aumenta em média 20% ao mês com uma previsão de alcançar 10.000 lojas virtuais ativas até o final do ano.

Incubada do Sistema Fiep é selecionada em programa nacional e receberá R$ 1 milhão para investir em geração de energia renovável

A Metha Soluções é a única empresa do Paraná selecionada no programa Empresa Brasileira de Inovação e Pesquisa (Finep). A startup receberá um aporte de R$ 1 milhão para colocar em prática o plano de negócios apresentado durante o processo seletivo. A empresa tem como foco principal a geração de energia renovável e um de seus produtos, a Micro Central Hidrelétrica (MCH), um equipamento de pequenas dimensões, é capaz de gerar energia elétrica a partir dos menores pontos de disponibilidade de água para até cinco casas de porte médio. “Esse investimento é fundamental para que possamos desenvolver nosso plano de negócios”, disse Felipe Wotecoski, um dos sócios da Metha Soluções.

Ao todo, foram 503 empresas inscritas para participar do programa Finep Startup. A seleção das vencedoras foi realizada em três etapas. Na primeira, em que os inscritos estruturaram um plano de negócios, o número de concorrentes caiu para 75. Na segunda etapa, as selecionadas se apresentaram para uma banca composta por especialistas e a última etapa teve a participação de apenas 25 empresas, que foram avaliadas presencialmente, para verificar se elas cumpriam o que disseram no plano de negócios. A Metha Soluções foi uma das 19 startups selecionadas. “É uma oportunidade incrível. Estamos felizes e ansiosos para dar continuidade em nosso trabalho”, disse Felipe.

Desde 2016, a Metha Soluções faz parte do programa Incubadora Sistema Fiep. Para Felipe, essa parceria foi essencial. “O Sistema Fiep esteve presente durante todo o processo seletivo do programa Finep. Eles nos ajudaram com assistência jurídica para organizar toda a documentação necessária para participar do programa. Além disso, a reunião presencial, que ocorreu na terceira etapa, foi realizada na Incubadora Sistema Fiep”, disse.

Para Priscilla Assahida, Consultora do Sistema Fiep, a Incubadora Sistema Fiep promove o desenvolvimento da indústria, apoiando e acelerando empreendimentos inovadores e auxiliando empresas com alto potencial de crescimento a obter acesso ao mercado, capital e gestão. “Quem participa do nosso projeto tem acesso a um ambiente propício ao desenvolvimento de ideias inovadoras, além de ter acesso ao mercado, consultorias especializadas, network orientado e outros benefícios”, afirma.

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A Incubadora do Sistema Fiep promove o desenvolvimento das startups que possuem um negócio com perspectiva de mercado e crescimento em escala. Trabalha com os empreendedores até que atinjam maturidade e estejam preparados para o mercado e para contribuir com o aumento da competitividade da indústria paranaense.

Quando uma startup nasce de um legado

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Por Maria Teresa Fornea

Fintechs, insurtechs, biotechs, agrotechs, independente do prefixo, o que une essas empresas é a transformação através da tecnologia. São as já famosas startups, que estão mudando a cara do mercado tradicional, propondo inovações para os diferentes nichos em que atuam.

Geralmente, as startups nascem do zero, a partir da identificação de uma ineficiência de mercado a ser resolvida por uma ideia, muitas vezes, disruptiva. Nesse caso, contudo, nem sempre o empreendedor tem a bagagem de produto necessária para fazer o negócio funcionar. Esse é um dos fatores que, infelizmente, levam uma em cada quatro startups a fechar com menos de um ano de funcionamento, e outras 50% pararem de funcionar depois de menos de quatro anos, de acordo com informações da Fundação Dom Cabral.

Por outro lado, o que poucas pessoas sabem é que as startups também podem surgir dentro de uma empresa que já existe. Assim como ocorre no cinema, quando o personagem de um filme faz tanto sucesso que depois acaba ganhando uma sequência só dele, essa mesma movimentação também acontece nas companhias. Dependendo do sucesso de um produto e do seu potencial de crescimento, essa “empresa-mãe” pode fazer um spin-off, ou seja, criar uma nova empresa a partir desse produto. Ao pé da letra, startups spin-off são empresas subsidiárias de outras companhias já consolidadas no mercado, que passam a viver de forma autônoma e independente, caminhando pelas próprias pernas.

Com a tecnologia avançando a todo vapor, inovar é justamente o principal foco de empresas que adotam essa estratégia. Isso porque implementar mudanças e transformar o legado de uma instituição tradicional não é tarefa das mais simples, então o spin-off surge como alternativa para a startup já nascer com uma cultura própria, apostando fortemente em tecnologia e pessoas que pensam fora da caixa para alavancar o novo negócio, ao mesmo tempo que a empresa-mãe mantém seu core business.

Ou seja, o objetivo é trazer o FIN para o TECH, e não ao contrário. Assim, a empresa criada se torna competitiva e acompanha a velocidade do mercado, movendo dados, produtos e clientes para uma nova infraestrutura escalável.

Justamente assim nasceu a Bcredi, fintech do Conglomerado Financeiro Barigui, criada a partir da experiência consolidada de mais de 10 anos do grupo em crédito imobiliário, 500 milhões de crédito já contratados e mais de 5 mil clientes. A Bcredi surge aliando grande expertise de produto à tecnologia de ponta para se tornar a maior empresa de geração e prestação serviços de produtos de crédito imobiliário do Brasil.

E essa é a principal e grande diferença entre startups que surgem do zero versus as que nascem de um spin-off: a expertise adquirida no legado. Desta forma, as startups spin-off saem na frente, oferendo um serviço já amplamente testado e que entrega o que o cliente está buscando!

Maria Teresa Fornea é cofundadora da Bcredi, fintech que oferece crédito imobiliário de forma rápida e descomplicada em um processo 100% online. www.bcredi.com.br

AB2L promove 1º Meetup sobre Inovação e Tecnologia no Direito

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A Associação Brasileira de Lawtech e Legaltechs reuniu dezenas de pessoas no espaço JUPTER, em Curitiba. para uma conversa sobre tecnologia, empreendedorismo e investimento em inovação na área do Direito.

As mediadoras foram as advogadas Thaina Cavalcanti e Bibiana Espíndola e a Mesa Redonda foi formada por Maurício Kavinski, diretor da Preâmbulo, Dayana Dallabrida, Advogada e Consultora na Vernalha Guimarães & Pereira, Márcia Beatriz Cavalcanti, Angel Investor, empresária e PhD em inovação e Bruno Doneda, Co-Founder da Contraktor.

Maurício Kavinski mostrou como startups atuam no exterior, especialmente no Estados Unidos, em comparação com o que se desenvolve em tecnologia para o setor no Brasil. Deixou claro que há um vasto campo a ser explorado. Mas enfatizou o baixo investimento que cada advogado faz em tecnologia, anualmente, no país, algo em torno de 600 reais. O empresário também alertou que departamentos jurídicos das empresas estão cada vez mais atentos a inovações e cobram maior investimento da parte dos escritórios, chegando a internalizar demandas e soluções.

Dayana Dalabrida falou sobre advocacia para startups. Explicou que a atividade exige criatividade e atuação em equipe de diversas áreas de um escritório, saindo, muitas vezes, de uma conduta tradicional de atendimento. Ela ressaltou a importância de um retorno rápido, assertivo e simplificado para as startups.

Márcia Cavalcante apresentou o trabalho da Curitiba Angels, grupo de 45 investidores que apoiam ideias e negócios inovadores. Ela falou sobre características que marcam empreendedores de startups e negócios exponenciais que têm maiores chances de receber grandes investimentos.

Bruno Doneda tratou de contratos digitais. Disse que um contrato nativo digital nasce eletrônico, não tem papel, mas tem backup e rastreamento, facilitando ações de governança e compliance. Explicou conceitos de blockchain e mostrou o que essa novidade tecnológica pode agregar para advogados e escritórios de advocacia. No final, ao comentar sobre inovação no direito, salientou que cultura interna e falta de informação atuam contra a transformação digital.

O Meetup no JUPTER foi o primeiro da AB2L em Curitiba. A Associação tem como objetivo criar um espaço de diálogo entre as empresas de tecnologia, os advogados, os escritórios de diferentes portes, os departamentos jurídicos e as instituições jurídicas existentes para incentivar as boas práticas e contribuir com esse momento de grandes transformações tecnológicas.

Veja, abaixo, as empresas que participam da AB2L:

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Leis de incentivo à inovação devem estimular a criação de startups

O Governo Federal regulamentou na quinta-feira, 8/2, medidas de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo. O decreto já foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) e tem aplicação imediata.

Para o advogado Fabio Sertori, sócio da área de Infraestrutura do escritório Cascione, Pulino, Boulos & Santos e sócio fundador da think tank Startup 4 Cities, o decreto irá facilitar o trabalho de empresas inovadoras e startups voltadas para o desenvolvimento de soluções aplicadas ao aumento da competitividade no setor industrial, além de estimular o surgimento de outros produtos e processos inovadores. O texto regulamenta as Leis 10.973/2004 e 13.243/2016, que trazem o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação. Fabio Sertori ressalta que, além do decreto federal, apenas o Estado de São Paulo já havia regulamentado o marco legal. Para Sertori, o texto da União é mais flexível do que o estadual: “O decreto federal regulamenta com clareza a participação das agências de fomento e empresas públicas/de economia mista como investidoras diretas em empresas públicas de inovação ou por meio de fundos de venture capital. Também confere flexibilidade na disciplina da propriedade intelectual decorrente de projetos apoiados pelo governo. O do estado de SP é mais tímido em relação a esses temas”, analisa.

Segundo o advogado, a União poderá ser investidora minoritária em projetos de inovação atrelados ao aumento da produtividade por meio de inovação na indústria e no setor de serviços. Além de regular as fontes de financiamento, o decreto abre oportunidades para a geração de ambientes promotores de inovação, seja colocando prédios públicos e laboratórios de pesquisa à disposição do ecossistema de inovação e empresas, seja organizando coworkings públicos. Em outra frente, o decreto federal promove o desenvolvimento de pesquisas aplicadas à produção com isenção aduaneira para a importação de insumos e permite a contratação de encomenda tecnológica sem licitação para o desenvolvimento de produtos e serviços com empresas inovadoras. “Não é PPP (Parceria Público-Privada), não é concessão, é um instrumento jurídico que permite a formação de alianças estratégicas entre Governo e a iniciativa privada, com investimentos e transferência de tecnologia, entre instituições públicas e empresas de inovação, viabilizando patentes e produtos. É muito flexível e avançado”, afirma Sertori. Para tanto, o projeto precisa estar de acordo com as diretrizes e as prioridades definidas nas políticas de ciência, tecnologia, inovação e desenvolvimento da indústria. “As novas regras criam mecanismos para integrar as instituições cientificas e tecnológicas e empresas privadas inovadoras, com potencial para alavancar o setor”, afirma.

Startups que cresceram no Vale do Pinhão estarão na Smart City Expo

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Imagine você chegando em uma clínica de olhos e, antes de entrar no consultório do oftalmologista, ser pré-avaliado por um robô que irá fazer um teste para auxiliar o médico a diagnosticar doenças como miopia, hipermetropia, presbiopia (vista cansada) e astigmatismo. Parece ficção científica? Pois saiba que esta tecnologia já existe e foi desenvolvida aqui em Curitiba dentro do Vale do Pinhão.

O Adam Robô, criado pela startup Prevention, ainda é inédito e será uma das estrelas do Smart City Expo Curitiba 2018, evento de cidades inteligentes que ocorrerá, de 28 de fevereiro a 1º de março deste ano, no Expo Renault Barigui.

Programa de incentivo à inovação criado pela Prefeitura no ano passado, o Vale do Pinhão tem aumentado a conexão entre os empreendedores da área de tecnologia e irá mostrar em seu espaço no Smart City Expo as ações integradas voltadas à inovação de startups, aceleradoras, investidores, empresas e instituições públicas e privadas de Curitiba.

“O Smart City Expo irá reunir cerca de cinco mil participantes, que poderão conhecer e vivenciar de perto todos os projetos que estão surgindo no Vale do Pinhão, o ecossistema de inovação da cidade”, salienta Frederico Augusto Munhoz da Rocha Lacerda, presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, empresa de economia mista vinculada à Prefeitura e que é responsável pelo gerenciamento do programa.

Durante os dois dias do Smart City, quem visitar o estande do Vale do Pinhão poderá participar de uma programação de palestras de representantes de startups da capital e também conhecer as propostas de revitalização dos bairros Rebouças e Prado Velho, que fazem parte do projeto do Vale do Pinhão. Além disso, serão apresentadas iniciativas pioneiras da capital, como o Centro de Agricultura Urbana (também no Vale) e o Saúde Já Curitiba, aplicativo de pré-agendamento de consultas nos postos de saúde do município.

Avant-première

Com lançamento nacional programado para meados de março, o Adam Robô fará sua avant-première no Smart City Expo. “Acreditamos que a apresentação desta nova tecnologia no evento deverá impulsionar ainda mais o crescimento da Prevention e potencializar o surgimento de novos negócios”, prevê Juliano de Moraes Santos, 40 anos, criador da startup curitibana especializada em equipamentos de pré-teste de visão.

Ele lembra que a empresa surgiu no fim de 2016, mas ganhou impulso no começo de 2017 com o lançamento do Vale do Pinhão pela Prefeitura. “Participando do Vale do Pinhão, começamos a produção da primeira versão do Adam e conseguimos impulsionar o crescimento do negócio, pois nos conectamos com outros empresários de Curitiba e fizemos parcerias com fornecedores de hardware e software”, justifica.

Santos salienta ainda que, graças as conexões criadas no Vale do Pinhão, a startup começou suas atividades no Worktiba Barigui (coworking público e gratuito da Prefeitura) e hoje também está incubada dentro da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), onde desenvolveu o Adam Robô, uma evolução do primeiro equipamento, que surgiu para auxiliar os oftalmologistas no diagnóstico de doenças oculares.

“Esta nova geração é mais leve, tem melhor ergonomia e lentes e softwares mais modernos, além de contar com um aplicativo de operacionalização”, conta ele. Para 2019, está previsto o lançamento do Adam Autônomo, que eliminará a necessidade de uma pessoa para operar.

O Sistema Fiep, por meio do Instituto Senai de Inovação (ISI), apoia o Vale do Pinhão e aposta nesse incentivo para o crescimento do empreendedorismo na capital.

Sobre o Vale do Pinhão

Idealizado pelo prefeito Rafael Greca, o Vale do Pinhão é a denominação dada ao Ecossistema de Inovação de Curitiba. O ecossistema de inovação é composto por todos e quaisquer atores cujo objetivo é o desenvolvimento de inovação, como por exemplo, universidades, aceleradoras, incubadoras, fundos de investimento, centros de pesquisa e desenvolvimento, startups, movimentos culturais e criativos e a sociedade.

Além da Prefeitura de Curitiba, através da Agência Curitiba, outras instituições fomentam o ecossistema, como o Sebrae-PR, a FIEP, o sistema Fecomércio-PR, a PUCPR, a UTFPR, a UP e a UFPR.

Confira toda a programação de eventos e como se inscrever nos programas para startups no site www.valedopinhao.agenciacuritiba.com.br.

Sobre o Smart City Expo Curitiba 2018

É o evento de cidades inteligentes do Smart City Expo World Congress, chancelado pela Fira Barcelona, que ocorrerá na capital paranaense entre os dias 28 de fevereiro e 1º de março. É a primeira vez que o Smart City Expo ocorrerá em uma cidade brasileira. Foi trazido e está sendo organizado pela iCities, empresa pioneira no Brasil na temática de Cidades Inteligentes.
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Fonte: Prefeitura de Curitiba

Gustavo Caetano, da Samba Tech, participa de evento apresentado pela Uninter

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Gustavo Caetano é hoje a grande voz da inovação. Sua startup foi eleita três vezes uma das 100 empresas mais inovadoras do mundo. É ele que a Uninter, em parceria com a Gazeta do Povo, convida para dar o tom do evento FUTURIZE-SE, que marca o lançamento das novas pós-graduações da instituição. O encontro acontece na próxima quinta-feira (1), no Espaço Thá, a partir das 9h.

Lá, gestores, empreendedores e convidados especiais se encontrarão para uma manhã de discussões sobre o futuro do trabalho e da educação. “A Uninter está lançando diversos novos cursos que vão ao encontro do perfil profissional que o mercado do futuro espera. Nós estamos trabalhando para formar os profissionais que o mercado precisa.”, avalia Benhur Gaio, reitor da Uninter.

Headhunters, especialistas em tendências e gestores de coworkings serão alguns dos âncoras que vão conduzir os debates. O evento será transmitido ao vivo pelo link da Gazeta do Povo.

O futuro já começou

Afinal, como se preparar assertivamente para um mercado de trabalho com tantas mudanças? O diretor da Escola Superior de Gestão, Comunicação e Negócios da Uninter, Elton Schneider, explica que a sociedade tem exigido novas respostas do mercado de educação. “O aluno do futuro quer flexibilidade para poder gerir seu tempo; nossas pós-graduações agora são personalizáveis, ou seja, podem ser ajustadas de acordo com a demanda pessoal de cada aluno”, afirma.
Nova Pós Uninter

A partir deste ano, a Uninter passa a oferecer a Pós-Graduação Flex, um novo formato que possibilita aos alunos escolherem as próprias disciplinas de acordo com a sua realidade profissional.

O formato Flex pode ser feito nas modalidades semipresencial e a distância. Se o aluno tiver dúvida sobre quais escolher, a Uninter disponibiliza a plataforma virtual Carreiras Aconselhadas, que monta uma grade direcionada para a área desejada.

Evento Futurize-se

Dia: 01/02

Local: Espaço Thá

Palestras

“Carreiras do Futuro” – Gustavo Caetano, da Samba Tech

“As Tendências em especialização” – Elton Schneider, no Momento Uninter

Painel com âncoras locais

Anderson Godzikowski – Advisor e Investidor em Projetos, Startus e Governança Corporativa

“Impacto da Nova Economia nas grandes organizações”

Andrea Greca – Pesquisadora de tendências da BERLIM

“Principais tendências que impactam o futuro do trabalho”

Vitor Torres – Cofounder e CEO da Contabilizei Contabilidade Online

“Oportunidades de futuro para startups brasileiras”

Projeto concede isenção de impostos para atrair investidores-anjo em ‘startups’

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A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) deverá analisar o projeto de lei (PLS 494/2017-Complementar) do senador Alvaro Dias (Pode-PR) que isenta do Imposto de Renda, da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins os rendimentos decorrentes da remuneração ligada à participação e ao direito de resgate do aporte de capital feito por investidores-anjo.

O termo refere-se a pessoas físicas ou jurídicas autorizadas por lei a entrar com aporte de capital para incentivar atividades de inovação e investimentos produtivos das microempresas ou das empresas de pequeno porte. Investidor-anjo, segundo a Lei das Microempresas (Lei complementar 123/2006), é aquele que sem ser sócio, aporta recursos em empresas com grande potencial de inovação, as chamadas startups.

Norma da Receita Federal
Na justificativa do projeto, Alvaro Dias chama de “um grande equívoco” a norma editada recentemente pela Receita Federal (Instrução Normativa 1.719/2017) que dá aos investidores-anjo o mesmo tratamento concedido às aplicações financeiras de renda fixa e variável.

“Isso leva a alíquotas entre 15% a 22,5%. Cria-se um descompasso tributário, pois enquanto se tributa o investidor-anjo, os sócios ficam isentos do imposto. Diminui o incentivo ao investimento”, criticou o senador.

Alvaro Dias acrescenta que a norma da Receita foi amplamente criticada por especialistas. Para o advogado Alessandro Finck, ela “acaba com a possibilidade de o Brasil virar um Vale do Silício”. Já a diretora-executiva da Anjos do Brasil, Maria Spina Bueno, disse que com a medida “o Brasil entra na contramão do mundo”, pois a prática é incentivada na maioria dos países.

O senador cita ainda a Carta de Gramado, divulgada em agosto durante a Gramado Summit, evento de empreendedorismo digital. No documento, argumenta-se que a norma “pune de forma contundente os empreendedores brasileiros, que já não contam com apoio do poder público e correm agora o risco de perderem também o importante instrumento de capital de risco oriundo do investimento-anjo. E isso num momento em que ele caminhava para sua consolidação no Brasil”.

Fonte: Agência Senado

Evento reúne startups de Curitiba no Engenho da Inovação

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O primeiro encontro coletivo do programa “Curitiba, cidade das Startups” lotou o espaço de eventos do Engenho da Inovação, nesta quinta-feira (7/12). Mais de 100 empresas estiveram presentes e acompanharam a apresentação sobre o programa para startups, o Vale do Pinhão e ao final fizeram uma rodada de negócios entre eles.

A primeira startup a chegar no encontro e com grande expansão nos últimos meses é a Dimmi Auto, uma plataforma que conecta motoristas com concessionárias, oficinas e mais de 400 mil fornecedores de acessórios, peças e serviços relacionados aos veículos.

A ideia surgiu no começo deste ano de uma análise de mercado feita por 3 amigos, hoje sócios da empresa, que juntaram mais de 30 anos de experiência de tecnologia da informação em serviços prestados para concessionárias de veículos em uma nova solução.

A solução 100% curitibana conecta de forma inteligente, intuitiva e georreferenciada os prestadores de serviços e fornecedores com os clientes, atendendo diretamente eles por meio de chat, aplicativo de mensagem ou contato telefônico. Outro diferencial é o custo para as empresas, a assinatura mensal da plataforma custa até cinco vezes menos que os produtos que apresentam soluções mais simplificadas para o setor.

O sócio criador da plataforma Dimmi Auto ressaltou a importância do programa “Curitiba, cidade das startups” e os contatos feitos na rodada de negócios: “É muito importante esse tipo de evento para o compartilhamento de ideias e contato entre os empreendedores. Nós estamos em fase de aceleração e devemos expandir em breve, contratando mais gente”, comenta Marcos Nahon Otoni.

Novas conexões

Sobre o Vale do Pinhão e as ações previstas no programa “Curitiba, cidade das startups” o diretor técnico da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, Tiago Francisco da Silva, ressaltou as ações de fomento e conexões que estão sendo feitas para fortalecer os empreendedores e a inovação da cidade.

A Agência Curitiba deu o apoio e promoção a mais de 46 eventos de inovação e empreendedorismo até agora neste ano, a lei de inovação encaminhada à Câmara Municipal, o maior evento de cidades inteligentes do mundo que acontece pela primeira vez no Brasil e aqui em Curitiba em 2018, ações de internacionalização, os coworkings públicos, as ações de experimentação de novas tecnologias na cidade, entre outras ações. “Apresentamos e debatemos as ações de fomento a inovação e o empreendedorismo que estão acontecendo na cidade, o “Curitiba, cidade das startups” se conecta com as demais ações do Vale do Pinhão no fomento ao ecossistema de inovação da cidade”, disse Tiago.

O coworker do Worktiba Barigui Fernando Cruz, criador e desenvolvedor da plataforma meis.com.br, que divulga os trabalhos dos Microempreendedores Individuais MEIs, aproveitou o evento para trazer novas empresas para o seu sistema e fez boas conexões para desenvolver o negócio. “O evento foi ótimo para entender melhor o que vem por aí de projetos para a inovação e o empreendedorismo, além disso fiz contatos e ampliei a base de trabalho do meis.com.br”, comenta.

A participação no programa “Curitiba, cidade das startups” é gratuita e aberta a qualquer empresa ou empreendedor de Curitiba e do Brasil, para isso apenas é preciso se cadastrar no site: http://valedopinhao.agenciacuritiba.com.br/cadastre-sua-startup

Fonte: Prefeitura de Curitiba

5 integrações essenciais para alavancar um e-commerce

A rotina operacional de um e-commerce demanda um alto investimento de tempo e de recursos humanos para administrar todas as etapas do negócio de forma manual, o que aumenta consideravelmente as despesas da empresa. Diante deste cenário, a integração de sistemas é a aposta dos proprietários de comércio eletrônico para automatizar processos, economizando tempo e, consequentemente, aumentando os lucros.

Thiago Lima, especialista em inovação digital e CEO do LinkApi – startup que automatiza a integração de plataformas para e-commerce – listou as 5 integrações essenciais para o bom funcionamento de uma loja virtual. Confira:

Sistemas de gestão ERP – integrar o sistema de gestão, ou, ERP (Enterprise Resource Planning) facilita a operação de um e-commerce, pois otimiza a troca de informações entre a plataforma e o sistema responsável pela administração das principais áreas do negócio, como as fiscais e contábeis. Unir os dois sistemas diminui as chances de erros administrativos e fraudes.

Sistemas de relacionamento com o consumidor – CRM – outro sistema que, quando integrado, diminui o tempo gasto com operações de rotina é o CRM (Customer Relationship Manager). Utilizado para administrar o relacionamento com o consumidor, a integração com o CRM permite obter informações sobre o cliente de forma mais rápida, ideal para tomar decisões e planejar estratégias com agilidade.

Financeiro – integrar os sistemas utilizados para a área financeira da loja traz segurança para as transações, gerando mais tranquilidade tanto para o cliente quanto para o lojista.

Marketplaces – para os empreendedores que apostam também na venda em marketplaces, a integração é essencial para facilitar a administração das vendas, pois automatiza atualizações e sincroniza informações importantes nas duas plataformas, como as de preço e estoque.

Marketing e comunicação – por último, as integrações de sistemas para envios de e-mails, redes sociais e outros recursos utilizados nas estratégias de marketing e comunicação de um e-commerce traz mais eficácia para as ações e facilita a captação das informações essenciais para colocá-las em prática.

Novas tecnologias facilitam integração para PMEs

Mesmo com todos os benefícios, as integrações costumam exigir um alto investimento, o que inviabiliza a aplicação para pequenos e médios lojistas, além dos gastos com manutenções recorrentes. Para solucionar essa questão, a startup brasileira LinkApi automatiza a integração com planos a partir de R$ 1 mil reais por mês.

“O nosso objetivo é simplificar a forma de fazer uma integração. Por meio de uma plataforma intuitiva que automatiza todo o processo, o próprio cliente pode fazer a configuração em poucos cliques”, explica Thiago Lima.

Por meio da plataforma, é possível integrar o sistema de e-commerce aos mais de 50 conectores disponíveis e contar com atualizações automáticas diariamente para assegurar o funcionamento das integrações.

Startup Weekend volta a Curitiba

Evento traz palestras e oficinas gratuitas sobre tecnologia e comunicação

Um dos principais eventos de tecnologia e empreendedorismo do mundo, o Startup Weekend volta a Curitiba nos dias 17 e 18 de novembro, na Universidade Positivo (UP). Organizado pelo curso de Jornalismo da UP, em parceria com o Sebrae, o Startup Weekend traz palestras e oficinas sobre os principais temas para quem quer criar um produto digital unindo comunicação, programação e empreendedorismo. Todas as atividades são gratuitas e as vagas são limitadas. Os interessados podem se inscrever pelo site https://www.eventbrite.com.br/e/startup-weekend-registration-39232862548.

Entre os temas abordados estão SEO, Marketing Digital, linguagens de programação e impressão 3D. Na palestra “SEO para empreendedores”, a jornalista Isabela Sperandio, gerente de SEO do Grupo Abril, vai ensinar técnicas de otimização de conteúdo para alcance de leitores. Na oficina “Empreendendo com impressão 3D”, os participantes aprenderão como uma impressora 3D funciona, modelando e imprimindo um produto durante o evento.

Confira a programação completa*:

17/11 – Sexta-feira
8h30 – Palestra Marketing Digital e Google Local Business com a ICherry
14h – WordPress
15h – Impressão 3D
19h30 – Drone e Fotografia com Daniel Castelano

18/11 – Sábado
8h30 – PHP e MySQL
9h – Python
10h – O que você sabe sobre quem te vê?
13h30 – SEO para empreendedores
15h30 – SEO para jornalistas
15h – Papo sobre podcasts com Ivan Mizanzuk (Anticast)

*A programação poderá sofrer alterações.

Startup Weekend
Dia: 17 e 18 de novembro
Local: Universidade Positivo – Unidade Santos Andrade (XV de Novembro, 904 – Centro)
Inscrições: https://www.eventbrite.com.br/e/startup-weekend-registration-39232862548.

Projeto de chatbot vence o II Hackathon da OAB Paraná

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Com a criação de um chatbot – programa que simula uma conversa humana – a equipe Tesla foi a vencedora do II Hackathon da OAB Paraná, cuja etapa final foi realizada neste fim de semana (28 e 29), na sede da seccional. Como em 2016, a maratona de programação teve como objetivo a produção de soluções tecnológicas para o exercício da advocacia. A Tesla é composta por Philip Gonçalves Pencal, André Luís da Silva Praxedes, Daniel Waldschmidt de Alencar, Daniel Ribeiro Skorski e pela advogada Bibiana Oliveira Espíndola. A advogada integrou também a equipe vencedora do I Hackathon da OAB Paraná, com um projeto de jurimetria digital.

A equipe vencedora ganhou R$ 15 mil em dinheiro, um ano de aulas de idiomas para todos os integrantes, 1 bolsa integral para um dos participantes da equipe estudarem pelo programa de aceleração do Founder Institute e crédito em serviços e suporte no Microsof BizSpark.

O segundo lugar da maratona de programação foi conquistado pela equipe Jobs, composta pela advogada Hanna Paterno Coutinho Ferreira, por Leonardo Garcia Custódio, João Pedro de Goes Novochadio, Meline Rodrigues Garcia e por Lohann Paterno Coutinho Ferreira. Seu prêmio foi de R$ 10 mil em dinheiro e mais 50% de bolsa para o programa do Founder Institute. Em terceiro ficou a equipe Shaw, formada pelo advogado Lucas Zapater Bertoni, por Valdir Fogassa Júnior, Laís Graf Ribas, Wanner Cavagnolle Mota e João Pedro Medeiros de Farias. Por seu desempenho, a equipe Shaw recebeu R$ 5 mil em dinheiro.

A premiação foi feita pelo presidente da OAB Paraná, José Augusto Araújo de Noronha. “Somos pioneiros nesse tipo de evento que une os universos jurídico e tecnológico. Isso é resultado de nossa busca permanente pela inovação e pelas respostas às necessidades e desafios da advocacia”, afirmou. A secretária-geral da seccional, Marilena Winter, também participou da cerimônia.

Além da ideia

A realização criativa – e não apenas a conceituação do produto – foi a grande marca da segunda edição do Hackathon. Por isso, a competição foi dividida em duas fases. A primeira etapa ocorreu no dia 30 de setembro, com a presença de 21 das 24 equipes inscritas. Desse total, 18 tiveram seus projetos selecionados. Metade dos grupos cumpriram as entregas exigidas pelo regulamento para a criação de um MVP (Minimum Viable Product ou, em português, Produto Mínimo Viável), contemplando o tripé codificação, design e viabilidade comercial.

Após um mês inteiro de trabalho, a maratona deste fim de semana reuniu 8 times – um dos que chegaram ao MVP se ausentou da disputa. Os projetos foram analisados por auditores especializados nas áreas de Direito, Design e Negócios. As equipes também receberam um desafio extra: implementar melhorias sugeridas pelas concorrentes em feedback cruzado.

Responsável pela organização do evento, o presidente da Comissão de Inovação e Gestão da OAB Paraná, Rhodrigo Deda, faz um balanço muito positivo do II Hackathon. “Foi um mês intenso que culminou com as 36 horas de trabalho deste fim de semana. Dividir a maratona em fases funcionou muito bem. Premiamos, de fato, os realizadores criativos. As competições desse tipo são marcadas, em geral, por um baixo nível de execução. Trabalhamos para mudar isso e conseguimos. O resultado efetivo é o caminho para elevarmos o nível de colaboração e favorecer o ambiente de conhecimento tecnológico que nós, advogados, precisamos cultivar”, declarou Deda.

Aprendizado

A advogada Bibiana comemora a participação — e a vitória — nas duas edições do Hackathon. “Trabalhar com uma equipe inteiramente nova, em um projeto completamente diferente foi engrandecedor. Perceber o quanto aprendi nesse ano entre os dois eventos e ter a possibilidade de colocar em prática o que vivenciei dentro de aceleradoras, eventos de tecnologia e mentorias foi uma oportunidade única. Quero muito participar do próximo, mas como mentora. Poder dividir minha singela experiência com outras equipes já será uma vitória. E é sempre um prazer voltar à casa da OAB e fazer parte dessa história de inovação e pioneirismo da advocacia”, diz.

Fonte: OAB Paraná

Com ajuda de Incubadora, três novos escritórios de advocacia são criados no Paraná

O sonho de muitos advogados de se lançar como empreendedores está se concretizando graças à Incubadora de Escritórios de Advocacia, uma iniciativa pioneira no Brasil e no mundo que começa a dar os primeiros resultados. Criada no Paraná em uma parceria entre a Universidade Positivo e o Instituto Internacional de Gestão Legal (IGL), a Incubadora já ajudou a lançar três novos escritórios: Campos Klein e Advogados Associados, com foco em agronegócios; Fidelis & Velasco Advogados, com foco em entretenimento; e um outro grupo incubado está no momento abrindo o seu escritório, o Kern Di Scala, Moreto e Silva Advogados, que tem foco em startups. Os três são de Curitiba.

A Incubadora faz a ponte entre o mercado e o conhecimento obtido pelos recém-formados nas universidades, com a experiência de mentoria em Inovação e Gestão Legal. Surgiu com o propósito de ampliar o campo de atuação dos advogados recém-formados que desejam ingressar em áreas inovadoras do Direito, possibilitando que em um ambiente propício ao empreendedorismo e com apoio gerencial, os escritórios tenham melhores condições de deslanchar e obter sucesso no mercado jurídico.

“A Incubadora proporciona novos conhecimentos, em uma prática diferente de tudo o que esses advogados viram quando eram alunos, pois não há disciplina de Gestão Legal nas faculdades de Direito. E o mais importante, são abertos novos campos e perspectivas na profissão, já que a ideia é orientá-los para que possam desenvolver um trabalho inovador, em uma área que mais os agrade”, explica a professora Thais Paschoal Lunardi, coordenadora do projeto pela Universidade Positivo.

Em dois anos já passaram pela Incubadora de Escritórios de Advocacia mais de 130 participantes. Só os melhores foram incubados. Na fase de pré-incubação, que tem duração de oito semanas, os acadêmicos de Direito e jovens advogados aprendem a estruturar o Legal Canvas – ferramenta empresarial de gerenciamento estratégico adaptada para escritórios de advocacia – do seu futuro escritório. Adquirem também amplo conhecimento do mercado e aprendem metodologias de gestão estratégica, gestão de equipes e sociedade de advogados.

Durante esse período, eles se reúnem e participam de palestras, dinâmicas e mentorias para preparar o projeto que será analisado pela Comissão Julgadora. Apenas os melhores planos de negócio passam para a fase de incubação, que tem duração de 12 meses. Nesta fase, os incubados têm apoio nas áreas de desenvolvimento técnico-jurídico e de Gestão Legal e são orientados pelo escritório Selem Bertozzi Consultoria, especialista no assunto.

De acordo com Rodrigo Bertozzi, que além de sua empresa de consultoria faz parte também do Conselho de Administração do IGL, a ideia é revolucionar a área jurídica e atrair novos talentos. Ele conta que os participantes da Incubadora ganham em pouco tempo conhecimentos e experiência que os advogados levam geralmente cerca de 10 anos para adquirir.

“O resultado é a formação de jovens advogados preparados para atuar em áreas especializadas do Direito, com capacitação gerencial e administrativa. O projeto de incubadora na advocacia é o primeiro do gênero no mundo. Foi inspirado nos modelos de incubadoras já existentes em outras áreas, entendendo que o Direito também precisa inovar”, ressalta o especialista.

Lara Selem, uma das fundadoras do Instituto Internacional de Gestão Legal, destaca, por sua vez, que o objetivo principal do IGL é multiplicar o conceito de Gestão Legal pelo país por meio da Incubadora, de Projetos de Pesquisa e da Certificação de Gestores Legais. “Para colocar em prática a Incubadora de Escritórios de Advocacia precisávamos de um parceiro educacional e, diante disso, apresentamos o projeto à Universidade Positivo, que aceitou o desafio. Estamos muito felizes com os primeiros resultados”, conclui a advogada e consultora.

Um dos requisitos para os jovens advogados participarem da Incubadora é terem sido aprovados no Exame de Ordem da OAB.

7 TED’s para entender o universo dos Negócios Digitais

Os novos modelos de negócios são criados por empresas disruptivas e que estão revolucionando mercados com produtos inovadores em um ritmo nunca experimentado anteriormente. De acordo com o coordenador da Pós-Graduação em Negócios Digitais da Universidade Positivo (UP), Renato “Minas”Buiatti, essas organizações possuem alguns pontos de conexão: “são tecnologicamente inteligentes, possuem alto poder de adaptação e abrangência e são capazes de transformações que vão além da inovação incremental”, enumera.

A própria forma de adquirir conhecimento está mudando numa velocidade impressionante. As palestras chamadas TED – criadas pela fundação americana Sapling e apresentadas numa sequência bem encadeada de falas rápidas, nunca maiores do que 18 minutos, surpreendentes, emocionantes e inspiradoras, são um excelente exemplo de como as pessoas buscam o conhecimento e a disseminação de ideias na plataforma digital. Em 2009, o TED passou a permitir que qualquer pessoa traduza qualquer palestra para qualquer língua e, em quatro anos, 11 mil tradutores voluntários fizeram 37 mil traduções para 97 línguas. Bilhões de pessoas já assistiram às palestras do TED no YouTube.

Para quem quer entender melhor não apenas o que está por trás de conceitos como economia criativa, disrupção, startups e sharing economy, mas também o segredo de inovação e empreendedorismo voltados a esse novo cenário no mundo dos negócios, Buiatti selecionou as palestras do TED que considera imperdíveis sobre negócios digitais:

1. Joe Gebbia – how Airbnb designs for trust

O cofundador do Airbnb fala sobre a importância do design para a promoção da confiança e das conexões entre as pessoas. O negócio, iniciado em 2007 como um simples serviço de compartilhamento de quarto, está presente, hoje, em mais de 190 países ao redor do mundo, representando uma grande força disruptiva para a indústria hoteleira. http://www.ted.com/talks/joe_gebbia_how_airbnb_designs_for_trust#t-6387

2. Travis Kalanick – Uber’s plan to get more people into fewer cars

Travis Kalanick, empresário e investidor-anjo, junto com seu sócio Garrett Camp, é o responsável por transformar o Uber em uma plataforma global que reinventou o universo do transporte urbano. Em sua palestra no Ted, Kalinck fala sobre o UberPOOL, serviço que tem como objetivos a redução do tráfego e poluição das cidades. http://www.ted.com/talks/travis_kalanick_uber_s_plan_to_get_more_people_into_fewer_cars

3. Bill Gross – the single biggest reason why startups succeed

O fundador da Idealab, incubadora de empresas com foco em novas ideias, reuniu dados de centenas de empresas e observou cinco elementos essenciais para o sucesso: ideia, time e execução, modelo de negócios, capital e timing. Em sua palestra ao TED, Bill Gross apresenta os resultados e se diz surpreso com o elemento que mais se destacou na pesquisa. http://www.ted.com/talks/bill_gross_the_single_biggest_reason_why_startups_succeed#t-41894

4. Don Tapscott – how the blockchain is changing money and business

Analista de inovação, co-autor de mais de 15 títulos sobre os novos caminhos da sociedade e economia – entre eles Wikinomics e The Blockchain Revolution -, Don Tapscott desmistifica o blockchain, abordando seu funcionamento, construção de confiança, a maneira como essa tecnologia transformará a internet e o impacto na sociedade e no mundo dos negócios. http://www.ted.com/talks/don_tapscott_how_the_blockchain_is_changing_money_and_business

5. Lisa Gansky – the future of business is the “mesh”

Autora do livro Mesh – porque o futuro dos negócios é compartilhar, fundadora de empreendimentos de alto impacto e diretora da fundação ambiental Dos Margaritas, Lisa Gansky aborda o futuro dos negócios e a economia do compartilhamento nos mais diversos segmentos de mercado. http://www.ted.com/talks/lisa_gansky_the_future_of_business_is_the_mesh

6. Elon Musk – the mind behind Tesla, SpaceX, SolarCity …

Cofundador do PayPal, Tesla Motors e SpaceX, Elon Musk é o convidado do curador do TED, Chris Anderson, nessa entrevista que fala sobre os negócios, incluindo um carro elétrico, uma empresa de leasing de energia solar e um foguete reutilizável. http://www.ted.com/talks/elon_musk_the_mind_behind_tesla_spacex_solarcity

7. Seth Godin – how to get your ideas to spread

Autor de livros como Marketing IdeiaVírus e a Vaca Roxa, Seth Godin, um dos mais renomados profissionais de marketing no mundo, fala sobre os formatos tradicionais de comunicação, incluindo a compra de mídia e apresenta formatos que considera disruptivos para espalhar ideias, como, por exemplo, focar no design, correr riscos e ser notado. https://www.ted.com/talks/seth_godin_on_sliced_bread

Coworking: oportunidades em tempos de crise

Compartilhar espaços pode reduzir custos, além de oferecer vantagens como mais oportunidades de negócios, parcerias e networking. Esta é a proposta dos coworkings, que estão cada vez mais populares e mostram que o conceito é uma forte tendência que veio para ficar. Especialmente em tempos de crise, em que surge a necessidade de buscar novas alternativas.

A opção vem conquistando profissionais autônomos, novos empreendedores, pequenas empresas, e até mesmo as empresas de grande porte, que buscam possibilidades diferentes das tradicionais. “O formato de coworking pode ser interessante para vários tipos de negócios e de profissionais. Desde a pessoa que trabalha sozinha e prefere ter um local de trabalho fora de casa, até empresas que têm lojas ou sedes, mas veem vantagens em alocar seus profissionais em espaços assim”, diz Carla Boabaid, sócia-proprietária do Coworking Plano Forte, que é segmentado para as áreas de arquitetura, decoração e construção civil.

Após deixar o trabalho fixo em uma construtora, o engenheiro eletricista Max da Silva passou a trabalhar como profissional autônomo e optou pelo coworking como local de trabalho. A boa localização e a proximidade com a sua residência influenciaram a escolha, além do custo acessível. “O local e a equipe são excelentes e ainda me deparei com uma estrutura ótima, além de não ter que utilizar o carro para ir trabalhar”, comenta.

Eventos e capacitação profissional

Outro atrativo dos coworkings são eventos e cursos, que contribuem para a capacitação dos profissionais e o networking entre eles e as empresas. O Coworking Plano Forte, por exemplo, realiza mensalmente encontros com palestras e workshops de seus parceiros, voltados para o seu público específico.

O último evento realizado foi uma palestra sobre tendências, ministrada por um arquiteto especialista da Masisa (fabricante de chapas em MDF), seguida de um jantar no local. Na opinião do coordenador de Projetos e Trade Marketing da empresa, Gelder Souza, a experiência foi muito positiva. “Ações como essa contribuem para nos aproximarmos dos profissionais deste segmento. Pudemos transmitir as novidades e particularidades da empresa e assim conseguimos ser lembrados por estes profissionais”, avalia.

Visionnaire comemora 20 anos “experiente como sempre e jovem como nunca”

Os sócios Manoel Camilo Penna, Sergio Mainetti Jr e Célio Faria

Reconhecida pela expertise em software para tecnologia bancária, pela visão de futuro ao movimentar o mercado de tecnologia com grandes eventos, ainda nos anos 90, e com fôlego para apostar em um núcleo de criação de startups, a Visionnaire Informática comemora 20 anos de fundação.

Em 1996, quatro jovens, que voltavam de grandes experiências acadêmicas, se uniram para fundar uma empresa visionária de tecnologia. Flávio Bortolozzi, Manoel Camillo Penna, Vinicius Malucelli e Sergio Mainetti Jr tinham, como ponto comum de contato, a PUCPR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná). Os quatro haviam voltado de programas de Mestrado e Doutorado no Brasil e no exterior: Flávio e Manoel com Doutorado na França, Vinicius com Mestrado no Rio e Sergio com Mestrado nos EUA.

O grupo alcançou grandes resultados logo de início. A Visionnaire foi uma das primeiras empresas do Brasil a desenvolver software para a internet. Também foi uma das primeiras empresas a desenvolver software em tecnologias modernas para a época (linguagem Java, Orientação a Objetos, Objetos Distribuídos). Era representante oficial da OMG (Object Management Group) e criou o que foi, na época, o principal evento de desenvolvimento de software corporativo do Brasil – o “Objetos Distribuídos”, que durou nove anos.

Manoel Camilo Penna conta que a Visionnaire foi uma startup dos anos 90. “As empresas estavam saindo do que se chamava de plataforma alta, que eram os mainframes. A grande novidade era trazer para as plataformas baixas, para os computadores pessoais. Pudemos amadurecer processos e enxergar como a tecnologia evoluiu para conseguirmos antecipar tendências. A Visionnaire busca conectar experiências: a do cliente com o nosso conhecimento em desenvolvimento de software”, completa.

Experiente como sempre, jovem como nunca

Em vinte anos de história, a Visionnaire se estabeleceu como uma empresa de Tecnologia da Informação capaz de atender grandes demandas do setor bancário e fornece soluções, por exemplo, para os terminais de atendimento da Tecban, responsável pela Rede Banco24Horas.

O futuro da empresa está no trabalho focado na consumerização da informática, com a integração de todas as novas tecnologias em sistemas de software únicos com foco, também, no consumidor final. A Visionnaire criou, recentemente, um núcleo para desenvolvimento de startups. Já tem cases de sucesso como o projeto CaridadX, uma plataforma de crowdfunding voltada para a caridade.

Assim como se consolidou no mercado, com o tempo, a Visionnaire enfrentou os altos e baixos da economia nacional, teve a saída dos sócios Vinícius e Flávio e ganhou mais um sócio. Célio Faria conta que faz parte de um pouco mais da metade dos vinte anos de história da empresa. Ele destaca o fato de a evolução da tecnologia ter facilitado a vida das pessoas: “Estamos trazendo, sempre, melhorias para nossos clientes. Conseguimos sentir o valor agregado que se entrega com a satisfação de quem trabalha e é atendido nos projetos desenvolvidos.

O futuro da empresa está no trabalho focado na consumerização da informática, com a integração de todas as novas tecnologias em sistemas de software únicos com foco, também, no consumidor final.

Sergio Mainetti Jr afirma que a Visionnaire tem a experiência de uma empresa madura e o espírito de um jovem de 20 anos. “Não é por acaso que o termo visionário está no nosso nome. Trabalhamos com os mesmos conceitos atuais do Vale do Silício, com programação moderna, aplicativos móveis, realidade virtual, inteligência artificial. A gente tem o espírito de uma startup. Há vinte anos, esse nome nem era tão comum. A Visionnare se comporta com uma startup, mas com a experiência de uma empresa de vinte anos no mercado corporativo, trabalhando com tecnologias complexas”, conclui.