Curitiba está entre as regiões metropolitanas com as melhores conexões WiFi públicas do Brasil

O aplicativo Instabridge, considerado a maior comunidade de compartilhamento de WiFi público no mundo, fez um levantamento entre as 1 milhão de pontos de internet móvel públicos no Brasil compartilhados por seus usuários para identificar as áreas metropolitanas com as melhores conexões de internet móvel disponíveis para acesso e utilização dos seus 11,5 milhões de usuários somente no Brasil – no mundo, o Instabridge soma mais de 19,5 milhões de downloads.

Entre as áreas metropolitanas mapeadas, Recife ocupa o primeiro lugar do ranking com 41,31% do total de redes disponíveis na região (20 mil) com maior probabilidade de conexão pelo usuário. A classificação do ranking Instabridge leva em consideração a estabilidade da internet, a quantidade de vezes em que o ponto WiFi foi utilizado desde seu compartilhamento por um usuário no aplicativo, atualizações recentes da conexão pela comunidade, entre outros fatores.

Em seguida, ainda entre as cinco primeiras posições estão Campinas (38.40%), Fortaleza (38.22%), Curitiba (38.08%) e Salvador (36.54%). Já as três maiores capitais brasileiras por população, São Paulo, Rio de Janeiro, e Brasília estão nas últimas colocações no top 10 de redes WiFi públicas do Instabridge com probabilidade de conexão e navegação pelo usuário: apenas 33.27%; 33.71%; e 34.03%; respectivamente, do total de pontos WiFi no aplicativo oferecem, de fato, uma boa conexão para o usuário. Em relação ao número de redes WiFi cadastradas no Instabridge, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte têm as áreas metropolitanas com a maior soma de pontos WiFi: 115 mil, 74 mil, 25 mil, respectivamente.

O Brasil é o quarto país com maior número absoluto de usuários de Internet, ficando atrás de Estados Unidos, Índia e China, segundo relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) do ano passado. Entre os usuários da Internet com 10 anos ou mais de idade, 94,6% se conectaram via celular, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua 2016, especificamente para acesso a TV, celular e internet, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Somado a isso, 94% usaram a internet para trocar mensagem (de texto, voz ou imagens).

“Os brasileiros estão usando a internet como uma forma de comunicação alternativa, por isso, a demanda por boas conexões também aumenta. Nossa missão não é apenas trazer internet para todos, mas também oferecer o acesso à internet de qualidade. A rede encurta distâncias, fortalece laços, facilita burocracias”, comenta Niklas Agevik, CEO na Instabridge.
Confira o ranking das dez áreas metropolitanas com maior probabilidade de conexão à internet via redes WiFi do Instabridge:

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Saiba como localizar uma rede WiFi com melhor conexão:

No último trimestre do ano passado, a Instabridge alterou seus algoritmos para que os usuários pudessem se conectar ainda mais facilmente ao aplicativo e, consequentemente, às redes WiFi ali cadastradas. “Com esta melhoria, o número de usuários que se conectaram à internet com o Instabridge na sua primeira semana de uso aumentou cinco vezes. Essa melhoria se reflete também no dia-a-dia dos usuários. Se você não tem internet móvel e confia no WiFi para as mensagens do WhatsApp, por exemplo, você terá mais chances de receber mensagens ao caminhar pela cidade do que antes dessas mudanças, uma vez que há mais chances de se conectar às redes automaticamente à medida que você passa por elas”, diz Ben Summers, Backend Developer na Instabridge.
A Instabridge, startup sueca de tecnologia que desenvolve o aplicativo mobile de mesmo nome – disponível para iOS e Android –, tem investido continuamente para aprimorar a sua conectividade para que os usuários possam usufruir ao máximo de seus recursos. Um deles é o indicador de redes WiFi com melhor conexão – apenas na versão Android – aplicado em um raio de até 1.250 metros (ou 20 minutos de caminhada) em que o usuário se encontre. Após se conectar automaticamente ao aplicativo, o usuário tem acesso a uma lista com as redes adicionadas ao aplicativo categorizadas pelos sinais verde, amarela e vermelha, indicando da maior a menor probabilidade de conexão e navegação, respectivamente. Outro diferencial do Instabridge é que mesmo que o usuário não esteja conectado a nenhuma rede de internet, ele ainda assim pode acessar o mapa de redes WiFi próximas a ele que estão cadastradas no aplicativo por meio do Mapa Off-line e, assim, se conectar.

O Instabridge possui atualmente 2 milhões de pontos WiFi, sendo metade do total de redes compartilhadas por usuários do Instabridge (1 milhão) no Brasil. São Paulo (245 mil), Rio de Janeiro (105 mil), Minas Gerais (95 mil), Bahia (80 mil), Paraná (60 mil), Rio Grande do Sul (40 mil), Distrito Federal (15 mil) e Paraíba (23 mil) aparecem no ranking brasileiro com o maior número de pontos de WiFi cadastrados. Esse aumento do número de redes no País reflete um crescimento de 200% comparando o último trimestre de 2017 e 2016, período que somava 300 mil redes. O número de downloads somente no Brasil também cresceu: de 3,6 milhões de usuários no último trimestre de 2016 para 11,7 milhões no mesmo período do ano passado, o que representa um crescimento de 225%. No mundo, o Instabridge soma 19 milhões de usuários.

No dia da Internet Segura, confira quatro dicas para garantir a segurança dos dados do seu negócio

Facilitadora da rotina pessoal e corporativa, a internet também guarda alguns perigos. Foi assim que em 2003, na Europa, por iniciativa da Comissão Europeia, a partir da rede INSAFE, foi criado o dia da Internet Segura. A data, neste ano celebrada dia 6 de fevereiro, tem como objetivo conscientizar e mobilizar usuários e instituições, bem como estimular o uso livre e seguro da rede.

Para quem possui um site, seja empresa, vendedor autônomo ou blogueiro, um dos pontos mais preocupantes no ambiente digital são as ameaças que chegam por meio da internet. A exposição de dados, o acesso a partes importantes do sistema por pessoas não autorizadas e vírus, por exemplo, podem trazer enormes problemas estratégicos e operacionais. Pensando nisso, Rafael Abdo, gerente de segurança da informação da Locaweb, separou quatro dicas para que todos mantenham suas informações sempre protegidas.

1 – Controle de acesso – Procure definir uma política de senhas que exija complexidade na combinação de dígitos e sua troca periódica, além de ter uma exclusiva para cada serviço. Também é importante criar perfis para cada usuário, liberando apenas os acessos necessários para cada atividade, sem esquecer-se de registrar todas as informações para o caso de uma eventual auditoria ou mesmo um incidente. Além disso, deve-se sempre utilizar protocolos seguros, como HTTPs, SMTPs, IMAPs para ajudar a garantir a segurança adequada;

2 – Software – Mantenha seu software sempre atualizado e nunca utilize versões piratas ou de procedência duvidosa. Caso opte por um opensource, é importante saber se o projeto possui um bom suporte da comunidade e se tem desenvolvimento frequente com atualizações recentes. Se decidir pelo uso de um software proprietário, leve em consideração pontos como o ciclo de correções de vulnerabilidade, SLA, como é o processo de abertura de chamados e se há base de conhecimento (knowledge base). Também é altamente recomendada a adoção de ferramentas de segurança que complementem a arquitetura da aplicação, entre elas antivírus principalmente aqueles que possuem controles de navegação; o uso de web application firewall (WAF), para ajudar a prevenir ataques na web; IPS (intrusion detection system), prevenindo, detectando e bloqueando acessos não autorizados; e antiddos (ddos, distributed denial of service), prevenindo a exploração de recursos, largura de banda ou falhas no software;

3 – Backup e disponibilidade – Mantenha o backup em local seguro e avalie a possibilidade de ter cópias em lugares fisicamente distintos do local da atividade. Além disso, realize testes periódicos de restauração e tenha um plano de recuperação em caso de desastres. Outra recomendação é a implementação de sistemas redundantes ou tolerantes a falhas em todas as camadas da aplicação;

4 – Engenharia social – Sempre verifique a origem de e-mails suspeitos, principalmente propagandas de produtos milagrosos, com valores muito abaixo do mercado, heranças de príncipes milionários, e não se esqueça de confirmar se as URLs enviadas são redirecionadas para o local correto, um truque é passar o mouse em cima do hiperlink e verificar no rodapé do navegador qual endereço aparece. E, claro, jamais divulgue informações sensíveis na internet. Às vezes sem querer, em um print, por exemplo, acaba-se expondo dados confidenciais ou restritos que podem expor clientes e ações estratégicas do negócio.

Internet da Copel Telecom se mantém como a mais rápida do país

A internet da Copel Telecom permanece como a mais rápida entre os 10 maiores provedores do País – e como a mais veloz do Paraná, entre empresas de todos os portes. O levantamento divulgado a cada três meses é resultado de 18 milhões de testes feitos pelos usuários. Desde novembro, a Copel Telecom aparece no topo da lista dos provedores nacionais.

A média da velocidade de navegação da Copel ficou em 25,4 Mbps (megabits por segundo), a mais alta do Brasil. ‘A nossa internet é sete vezes mais rápida que a do último colocado da lista, e quase o dobro das grandes empresas do mercado, que oferecem média dos 15 Mbps”, analisa o diretor da Copel Telecom, Adir Hannouche. “Somos o único Estado 100% coberto por fibras ópticas, o que possibilita uma conexão de altíssima qualidade para o comércio, indústrias e para as casas dos paranaenses”.

Entre os maiores provedores de internet do Brasil, a Copel Telecom lidera e fica à frente da Live TIM e Net Virtua. Na listagem estadual, também mantém a liderança. A segunda colocação ficou com a Net Virtua e a terceira com a Ligue.

Com investimentos de infraestrutura de cerca de R$ 40 milhões apenas no primeiro trimestre de 2017, a Copel Telecom atende o público corporativo com soluções de conectividade em todos os municípios do Paraná, além de internet para 63 cidades.

RANKING – O ranking baseia-se na média das velocidades de download dos usuários e é divulgado trimestralmente pelo portal Minha Conexão. Na contabilização não são considerados os testes feitos por meio de dispositivos móveis.

A avaliação aponta as velocidades entre os 10 maiores provedores do País, os provedores mais rápidos em cada Estado e as cidades com as maiores velocidades. O site também faz um comparativo entre as capitais brasileiras que têm a internet de maior velocidade. São Paulo é a capital de conexão mais rápida do Brasil, seguida por Porto Alegre e Curitiba.

Fonte: Agência Estadual de Notícias

Manter-se conectado é um dos maiores erros de usuários da internet – Por Juarez Araújo

Você sabe por que os sites de Internet (especialmente os de redes sociais) mantêm um “check-box” pedindo pra você MANTER-SE CONECTADO na hora em que você faz o seu login? Não é somente pela facilidade de você não ter de colocar o usuário e as senhas todas as vezes que entrar no site. Parece muito cômodo não ter que fazer isso e é realmente o que eles querem que você pense.

Na verdade essa enorme facilidade está atrelada à captura de seus dados de navegação, costumes de compras, redes sociais visitadas, posts, pesquisas, localização e uma infinidade de dados que não percebemos estar disponibilizando. Os sites que possuem esse mecanismo estão coletando todos esses dados sem que você perceba, porque na verdade você deu a eles essa autorização. No momento em que você clicou no check-box autorizando MANTER-SE CONECTADO a captura dos dados já começou.

Mas aí você pode se perguntar: mas eu não autorizei a coleta de dados, eu simplesmente pedi para “manter-me conectado”. Não é verdade. Em todos esses sites existe um TERMO DE ACEITE em que é dito, com todas as palavras, que os seus dados poderão ser utilizados por eles. Quando você instala um desses aplicativos em seu smartphone ou em seu tablet, esse “termo de aceite” vem logo como primeira página e certamente você clica em EU ACEITO. Após isso você (e todos) que provavelmente não leram o “termo de aceite”, aceitou que seus dados sejam capturados e que sejam utilizados. Uma simples e inocente permissão de “mantenha-me conectado” disponibiliza toda essa infinidade de dados.

Uma das maneiras de se proteger dessa coleta é não clicar para se manter conectado quando for entrar no aplicativo. Sempre que precisar utilizá-lo, coloque seu usuário e senha (como você faz no seu Internet Banking), será muito mais seguro e evitará pelo menos uma coleta vasta dos seus dados.

Uma medida importante é: se fizer login no seu navegador com alguma conta, sempre que for sair dele, não clique simplesmente na tecla FECHAR (que é representada pelo “X” no canto superior direito da tela). Faça logoff, saia do aplicativo ou do navegador para que seus dados fiquem pelo menos não tão expostos.

Outra dica importante é não manter históricos em seus navegadores, eles são exatamente o que as empresas procuram para lhe fazer ofertas e tudo mais. Configure o seu navegador para que apague os históricos e o que chamamos de COOKIES, que são os rastros deixados por eles na sua utilização. Essa dica vale também para todos os aplicativos como uma forma de proteger seus dados de navegação, costumes de compra, etc., principalmente para aqueles aplicativos em que você teve que deixar o número do seu cartão de crédito e dados de cobrança.

Não é muito agradável ter que colocar usuário e senhas todas as vezes que formos utilizar esses aplicativos e navegadores, mas é uma forma de proteger-se. Lembre-se sempre: utilize todos os demais aplicativos e navegadores, como se fossem o seu INTERNET BANKING, sempre faça log off e limpe todos os seus dados de navegação e cookies. Afinal, imagine se os seus dados de navegação e costumes caem em mãos erradas.

Juarez Araújo, diretor comercial da DBACorp

Norton oferece dicas no dia Internacional da Internet Segura

O phishing, golpe virtual que visa roubar dados pessoais das vítimas, se tornou mais complexo em 2015 e continua sendo a opção mais efetiva para os criminosos¹. A proporção de brasileiros que já receberam mensagens fraudulentas ultrapassa os 90% e o mais preocupante é que 32% não sabe diferenciar uma mensagem verdadeira de um golpe, de acordo com uma pesquisa da Norton². Além disso, 80% das vítimas que caíram na armadilha sofreram consequências. Em comemoração ao Dia Internacional da Internet Segura, a Norton fornece dicas aos usuários para evitar este tipo de golpe:

1. Os criminosos costumam enviar mensagens que intimam o usuário a tomar alguma ação. Um exemplo muito comum são e-mails de cobrança com boletos anexados. Por isso, sempre verifique a veracidade da cobrança e tenha cautela ao abrir arquivos anexados;

2. Sempre verifique a URL antes acessar o link. Posicione o mouse em cima do hyperlink, sem clicar, e espere para ver a URL. Não acesse caso o endereço seja suspeito;

3. Desconfie de promoções tentadoras demais e faça pesquisas em outros sites;

4. Se o e-mail contém o logo da empresa, preste atenção nele. Muitas vezes, os criminosos usam versões antigas ou destorcidas do logo oficial;

5. Nunca forneça informações pessoais em pop-ups, janela que abre no navegador ao visitar uma página web;

6. Instale soluções de segurança, como o Norton Security e o mantenha atualizado.

“As mensagens fraudulentas enviadas pelos cibercriminosos estão evoluindo e está cada vez mais difícil de identificá-las. Antes, era possível observar erros gramaticais e de digitação no texto, e-mail com domínios estranhos e layout mal construído. Atualmente, essas falhas já não existem. Além disso, os criminosos estão usando cada vez mais a engenharia social para convencer as vítimas a acessarem links e baixar arquivos maliciosos”, afirma Nelson Barbosa, engenheiro de segurança da Norton.

Para mais informações sobre phishing, acesse o blog ou agende um horário com nossos porta-vozes.

¹ ISTR 2016

² Norton Cybersecurity Insights Report 2016

Curitiba recebe o Fórum de Marketing Digital 2015 em outubro

No dia 27 de outubro, Curitiba será a sede da 4ª edição de 2015 do Fórum de Marketing Digital. Promovido pelo Digitalks, o evento vai reunir profissionais do mercado, que terão a oportunidade de participar de palestras e debates sobre investimentos da área, tecnologia, tendências, estratégias e tudo que envolve o marketing digital no país e no mundo.

Durante todo o dia, das 9h às 18h, profissionais com interesse em alavancar negócios, fazer networking e trocar experiências sobre o setor terão contato com um time de especialistas composto por representantes das principais agências e empresas que atuam no segmento. Entre os Keynotes, estão Baidu, IBM e Twitter.

Um dos maiores eventos itinerantes do setor na América Latina, o Fórum de Marketing Digital vai percorrer 6 capitais do país, em 2015. No primeiro semestre, os fóruns percorreram Florianópolis, Recife, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Após Curitiba, será a vez de Belo Horizonte.

“Os Fóruns de Marketing Digital ocuparam um espaço bastante representativo no mercado global, principalmente pelo formato, que privilegia o conteúdo, a troca de informações, novidades e networking entre os profissionais do setor”, declara Flávio Horta, diretor do Digitalks.

O Fórum de Marketing Digital acontece no Shopping Estação/Estação Eventos, que fica na Avenida Sete de Setembro, 2.775, Rebouças, das 9h às 18h, e o valor do investimento vai de R$ 99,00 a R$ 299,00 por pessoa. A inscrição deve ser feita no site do Digitalks, através do link http://digitalks.com.br/eventos/forum-digitalks-curitiba-2015/. Informações através do e-mail forum@digitalks.com.br ou do telefone (11) 3159-1458.

Sobre o Digitalks

O Digitalks, empresa do Grupo iMasters, líder no setor de marketing digital, é especializado em difundir e promover conteúdo relacionado ao setor de marketing digital em todas as mídias. Para tanto, realiza atividades para desenvolver e fomentar o mercado digital, que possibilitam a abertura de novos mercados e a geração de negócios entre as empresas do setor em todo o país.

Com 6 anos de atuação no mercado, o Digitalks já atingiu mais de 10 mil profissionais que participaram dos treinamentos e congressos de marketing digital ao longo dos anos. Em 2015, os eventos passarão por todas as capitais do país, em formatos diferenciados. Este ano, o congresso realizado anualmente em São Paulo ganhou ainda mais corpo e se transformou no grande Expo Fórum de Marketing Digital. Realizado em agosto, o evento reuniu mais de 2.000 pessoas.

O projeto é um oferecimento de Baidu, IBM e Twitter e é mantido pelas empresas AD.Dialeto, Beats Brasil, ChannelAdvisor, Dinamize, Easy Easy Apps, Goomark, Iagente, IgnitionOne, KingHost, Live Target, Media Response, Performa Web, Scup, Seekr, Uol Host, Vitrio e Zanox. O projeto tem o apoio dos Business Partners: 80 20 MKT, Apiki WordPress, Convert.Rocks, +Digital Institute, Goobec, Link Brand, Maple Brasil, Putz Filmes, Siegel Press, Venda e Cia, Video Click e WebStorm.

Serviço – Fórum de Marketing Digital Curitiba
Data: 27 de outubro (terça-feira)
Horário: das 9h às 18h
Local: Shopping Estação/Estação Eventos – Av. Sete de Setembro, 2.775, Rebouças
Investimento: de R$ 99,00 (inscrições antecipadas até 29/09) a R$ 299,00
Inscrições: http://digitalks.com.br/eventos/forum-digitalks-curitiba-2015/
Informações: forum@digitalks.com.br e (11) 3159-1458

Copel Telecom inicia entrega de Protocolo IPv6

A Copel Telecom é uma das primeiras operadoras do Brasil a fornecer a mais recente versão do protocolo de comunicação na internet – o IPv6, já disponível a cerca de 15% dos clientes residenciais da operadora. No país, a média é de 4,52%.

A transição do protocolo na versão antiga, IPv4, para a nova, IPv6, é uma força-tarefa internacional, iniciada em 2012, mas que começou efetivamente a ser feita no Brasil em junho deste ano. “A Copel Telecom trabalha com o novo protocolo desde 2007, quando começamos a usar internamente e depois quando passamos a oferecê-lo a clientes corporativos. Desde então, estivemos à frente de todos os debates, investimos em infraestrutura e agora somos uma das primeiras operadoras no país a oferecer IPv6 a clientes de varejo”, afirma o diretor-presidente da Copel Telecom, Adir Hannouche.

O protocolo IP (Internet Protocol) é um conjunto de regras para que computadores e outros dispositivos eletrônicos possam conversar entre si. Cada aparelho – computador, smartphone, tablet – tem um endereço numérico que permite que as informações transitem pela rede.

Em 1983, quando a internet era ainda um experimento, seus inventores lançaram uma versão de protocolo, o IPv4, que tinha um determinado número de endereços. Tais endereços esgotaram e, por isso, foi preciso lançar um novo modelo. “É semelhante à questão do número de telefone com oito dígitos, que em alguns locais precisou ganhar um 8 ou um 9 no início”, explica o engenheiro de sistemas do departamento de Engenharia da Copel Telecom Joelson Vendramin.

Protocolo IPv6

Em 2012, provedores de internet, fabricantes de dispositivos eletrônicos e empresas de tecnologia de todo o mundo anunciaram oficialmente o início de implantação da versão IPv6 – tendo em consideração que o número de protocolos IPv4 já havia acabado em 2010. O movimento de transição começou sob coordenação da organização sem fins lucrativos Internet Society (ISOC), que divide a tarefa com organizações regionais.

Nos últimos três anos, os países passaram a usar blocos residuais de protocolos na versão antiga. Em junho do ano passado, o Comitê Gestor da Internet no Brasil anunciou que liberaria os endereços IPv4 restantes de forma gradual – cada provedor poderia solicitar apenas um bloco de 1.024 IPs a cada seis meses. “Cada dispositivo com acesso à internet usa um único endereço IP, ou seja, esse número era muito pequeno para qualquer operadora atender seus clientes, por isso, ficou ainda mais urgente a necessidade de trabalhar com a nova versão IPv6”, explica Hannouche.

Para trabalhar com o protocolo IPv6, no entanto, foi preciso modificar diversas estruturas. A Copel Telecom adaptou toda a cadeia de equipamentos de sua rede GPON (Gigabit Passive Optical Network) – desde aparelhos instalados na casa do cliente até roteadores de agregação, passando por banco de dados, servidores de autenticação e controle de políticas.

“Fizemos um projeto-piloto em 2014 com uma pequena amostra de usuários, tendo a missão de identificar possíveis problemas com o IPv6. Além disso, acompanhamos grupos de estudos ao redor do mundo que estavam desenvolvendo diversas técnicas de transição”, afirma Vendramin.

Dual stack

A transição de um modelo para outro não é tão simples. Para usar IPv6, todos os provedores, sites e aparelhos eletrônicos precisam comportar o novo modelo. Até atingir esse nível, os usuários manterão os dois tipos de protocolo, em sistema chamado dual stack. “Nós disponibilizamos IPv6 e mantemos o endereço IPv4, dessa forma, o sistema opta por qual protocolo navegar, dependendo do que o site ou o dispositivo comportar”, explica Vendramin.

Os dois protocolos conviverão juntos por muitos anos, até que todos os sistemas e dispositivos estejam operando com IPv6. Por conta dessa interdependência, é necessário que os agentes se adaptem ao novo modelo. “A tendência mostra que teremos internet em cada vez mais dispositivos, na chamada Internet das Coisas, por isso, é fundamental que essa transição aconteça de forma sincronizada. A Copel Telecom está pronta para a internet do futuro e espera ansiosamente por seu uso massivo em todo o mundo”, comenta Hannouche.

IPv6 no mundo

O uso do novo protocolo está crescendo rapidamente, embora os índices ainda sejam baixos. De acordo com o Google, 8,38% de seus usuários em todo o mundo acessam o site de busca por IPv6. No Brasil, esse índice é de 4,52%.

Na América Latina, quem lidera é o Peru, com 15,12%. Estados Unidos têm 21,05% de usuários com IPv6 e quem lidera o ranking mundial são os belgas, com 35,48%.

No IPv4, o campo do cabeçalho reservado para o endereçamento possui 32 bits. Esse tamanho possibilita um máximo de 4,3 bilhões de endereços diferentes. Na época do surgimento da internet, esse número era considerado suficiente, no entanto, hoje estima-se que haja no mundo 5,5 bilhões de dispositivos conectados à internet.

O IPv6 tem espaço para endereçamento de 128 bits, o que possibilita obter 340 undecilhões de endereços. Esse valor representa aproximadamente 79 octilhões (7,9×1028) de vezes a quantidade de endereços IPv4 e representa, também, mais de 56 octilhões (5,6×1028) de endereços por ser humano na Terra, considerando a população estimada em 6 bilhões de habitantes.

Usuário final

Para o usuário final, não é necessário fazer nada, apenas esperar que as empresas se adaptem ao novo sistema. Hoje, a maior parte dos computadores e dos smartphones já estão sendo fabricados com capacidade para usar IPv6, o mesmo vale para sites de redes sociais e grandes portais.

Além disso, o endereço IP não interfere na velocidade da conexão. “É a mesma coisa que enviar uma carta ou um e-mail – os endereços do destinatário ou do remetente não interferem na velocidade do envio”, conta Vendramin.

A Copel Telecom

A Copel Telecom é subsidiária de telecomunicações da Companhia Paranaense de Energia. Atua há 40 anos no mercado e tem estrutura instalada em todos os 399 municípios do Paraná, o que tornou o Estado o primeiro 100% digital do país. A rede de fibra óptica chega a 25 mil quilômetros e permite à empresa atuar na comercialização de internet de banda extralarga, além de soluções de conectividade para clientes corporativos em todo o Estado.

Internet emprega 56 mil na região Sul do Brasil, revela Abranet

O segmento de empresas de Internet nos estados da região Sul do Brasil registrou crescimento de 21% na geração de postos de trabalho nos últimos três anos, chegando 56 mil pessoas empregadas.

Outro dado relevante é que o aumento da massa salarial foi ainda mais expressivo: 61%. Ou seja, cresceram tanto o número de trabalhadores como os salários. O faturamento das empresas, também em ascensão, foi de R$ 22,3 bilhões no ano passado.

Essas informações integram um estudo inédito, feito pela Associação Brasileira de Internet (Abranet), que será apresentado na íntegra durante a Conferência Regional Abranet Sul. O encontro ocorre nos dias 1 e 2 de setembro, na Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em Curitiba, Paraná. As inscrições para o evento estão abertas e podem ser feitas pelo site oficial (www.conferenciaregionalabranet.eventize.com.br/).

O estudo a ser apresentado contempla um conjunto de dados que revelam as características e particularidades do segmento de empresas de Internet dos três estados da região Sul, como faturamento, empregabilidade, massa salarial e arrecadação de tributos, dentre outros. Ele mostra, por exemplo, que o segmento de Internet na Região Sul gerou cerca de 9.700 empregos no período 2011-2014, em atividades como tratamento de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na Internet, provedores de acesso às redes de comunicações, e suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação.

A Conferência Regional Abranet Sul vai tratar do tema “Cadeia de valor entre provedores de Internet e oportunidades e desafios das empresas”. Destina-se a empresas da Internet, profissionais liberais, gestores de órgãos públicos, pesquisadores e consumidores.

Haverá palestras de especialistas, apresentação de cases de sucesso e uma exposição de novas tecnologias em equipamentos, serviços e soluções em Internet, além de rodadas de negócios. A programação será dividida em quatro módulos temáticos: Economia e dimensões da Internet nos estados da região Sul; Aspectos jurídicos e o Marco Civil da Internet; Aspectos regulatórios; Inovação, startups, cidades inteligentes e Internet das Coisas.

Serviço:
Conferência Regional Abranet Sul
1 e 2 de setembro
Centro de Eventos da Fiep – Curitiba.
Av. Comendador Franco, 1341 – Jardim Botânico.
www.conferenciaregionalabranet.eventize.com.br/

Segurança móvel: alguns pontos deixados de lado pelos usuários

Blogueira da PSafe dá dicas para proteção extra em smartphones

Os smartphones já são os aparelhos que mais fazem parte da nossa vida e, em muitos casos, é o principal eletrônico da casa. Só no Brasil, de acordo com a consultoria eMarketer, já são mais de 38 milhões de celulares inteligentes, e a tendência é que esse número aumente consideravelmente nos próximos anos.

Com a popularização crescente, hackers mal intencionados ficam na espreita para explorar as vulnerabilidades e roubar dados confidencias. Por isso, é sempre bom ficar atento à segurança do dispositivo. Neste post, confira alguns pontos importantes que, muitas vezes, são deixados de lado pelos usuários.

Phishing

Links suspeitos com o objetivo de roubar informações confidenciais são enviados para qualquer dispositivo, seja ele um PC, Mac ou smartphone. Nos gadgets, eles podem ser ainda mais efetivos, muito por causa dos navegadores que não possuem a mesma eficiência na identificação de sites falsos. Por isso, é sempre bom não clicar em links, enviados por e-mail, WhatsApp ou redes sociais. Mesmo que a pessoa seja de confiança, se achar necessário, pergunte sobre o que a URL trata.
Aplicativos

Os apps dão vida nova ao aparelho inserindo diversas novas funções. Eles também são, muitas vezes, a porta de entrada para a infecção por vírus nos gadgets. Baixar aplicativos (ou apks) de sites desconhecidos aumenta ainda mais a probabilidade de instalar um malware no dispositivo. Entretanto, a Google Play também está infestada de arquivos maliciosos. Em 2013, milhares de aplicativos com vírus foram baixados direto da loja oficial do Google. Neste caso, a dica para não correr esse risco é evitar baixar apps desconhecidos, ficar atento às funções exigidas, a classificação e ao comentário de outros usuários.

SMS

“Em época de WhatsApp, SMS é prova de amor”. É verdade que as mensagens de SMS não estão nos seus melhores dias, mas mesmo assim é preciso ter cuidado. Além de spam de tudo quanto é tipo, elas podem ser utilizadas para enganar usuários, com textos sobre promoções e concursos falsos. A dica para evitar problemas com SMS é bem simples: ignore qualquer mensagem de número desconhecido pedindo para depositar dinheiro ou colocar crédito; mesmo se no texto estiver dizendo que você ganhou um avião cheio de prêmios.
Veja também: como evitar receber spam por SMS

Atualização

Atualizar o aparelho pode ser chato e fazer com que você perca alguns minutos preciosos do seu dia. Mas, muitas vezes, a atualização do software do dispositivo vem para corrigir uma série de problemas críticos de segurança. Por isso, sempre quando houver uma nova versão do sistema disponível faça a atualização. O mesmo serve para aplicativos.
Offline

É comum pensarmos que quando ficamos desconectados estamos seguros. Mas não é bem assim. Pesquisadores da Georgia Tech descobriram que, mesmo offline, os gadgets são hackeados. Com a ajuda de rastreadores, é possível espionar e identificar todas as atividades do aparelho. A tendência é que está prática se torne cada vez mais comum.

Antivírus

Do usuário mais hardcore ao mais leigo, ninguém está 100% seguro contra arquivos maliciosos. Os smartphones estão mais populares e os hackers estão investindo cada vez mais nos dispositivos móveis. Por isso, é sempre bom manter um antivírus ativo no gadget. O PSafe Total, além de excluir e prevenir contra malwares e spywares, tem a função cofre, que protege os aplicativos, como o WhatsApp, de bisbilhoteiros.

por Ana Clara Nogueira

No Brasil, mulheres estão em maioria na internet

No Brasil, mulheres superam os homens na internet. De acordo com uma pesquisa do IBOPE Inteligência, 53% dos usuários de internet no país são mulheres e 47% são homens. No total, 53% da população acessou a web ao menos uma vez por mês nos últimos três meses.

Por classe, de acordo com a atualização do Critério de Classificação Econômica Brasil, modelo que classifica economicamente a população brasileira, em vigor desde 1º de janeiro deste ano, a classe A, que representa apenas 2% da população, possui 4% dos usuários de internet do país, enquanto a maioria se concentra nas classes B (34%) e C (52%). Por outro lado, as classes D/E representam 21% da população, mas reúnem apenas 10% dos internautas. Ainda assim, significa que uma em cada cinco pessoas das classes D/E acessa a internet.

Segundo a pesquisa, os brasileiros com idade entre 35 e 54 anos são os que mais acessam a internet. Eles representam 34% dos acessos totais no país, seguidos pelos jovens de 25 a 34 anos (32%) e de 16 a 24 anos (28%). Por outro lado, a população acima de 55 anos ainda não caiu na rede, pois representa apenas 7% dos internautas brasileiros.

A região mais conectada do país é o Sudeste, que concentra 49% dos que acessam a internet. O Nordeste possui 22% dos internautas do Brasil, seguido das regiões Sul (14%), Centro-Oeste (8%) e Norte (7%).

A pesquisa revela ainda que metade dos usuários de internet do país completou o ensino médio, índice acima da média da população brasileira, que é de 37%. Os internautas que possuem curso superior também aparecem em proporção maior do que a da população: 29% dos internautas concluíram o ensino superior ao passo que na população total do país esse índice é de 17%. Por outro lado, os usuários de internet que estudaram até o ensino fundamental são minoria na rede (20%), mas maioria no país (45%).

Quando levada em conta a penetração da internet, 90% daqueles que concluíram o curso superior têm acesso à internet, percentual que recua para 71% entre os que têm ensino médio e 24% para aqueles que têm apenas o ensino fundamental.

A pesquisa foi realizada entre julho e dezembro de 2014 com a população acima de 16 anos.

Aumentam os ataques cibernéticos a sites brasileiros, alerta Abranet

A Associação Brasileira de Internet (Abranet), que representa as empresas de internet no Brasil, vem registrando um aumento no número de associados que sofreram ataques cibernéticos DDoS (Distributed Denial of Service, sigla em inglês para Ataques Distribuídos de Negação de Serviços) do exterior. Esse tipo de ataque costuma derrubar sites de comércio, de notícias e data centers, causando prejuízos aos usuários e empresas. “Nossos associados investem muito em segurança, de forma que o usuário pouco percebe o problema, mas é um fator preocupante”, atesta Eduardo Parajo, presidente do Conselho Consultivo da Abranet.

Os ataques DDoS tornaram-se um fenômeno mundial. O 10º Relatório Global de Segurança de Infraestrutura (WISR – World Infrastructure Security Report), apresentado recentemente pela Arbor Networks, mostra que aproximadamente 50% dos 287 provedores de serviço, hospedagem, serviços móveis e corporativos e outros tipos de operadores de redes pesquisados enfrentaram ataques DDoS no período de novembro de 2013 a outubro de 2014. Quase 40% deles tiveram comprometimento na conexão à internet. No relatório anterior, mais de um quarto dos entrevistados registrou 21 ataques por mês. Nesse último relatório, esta porcentagem chegou a 38%.

O DDoS é uma técnica de ataque de múltiplas fontes com um destino específico. IPs de vários locais do mundo são direcionados para acessar um site ou data center ao mesmo tempo, esgotando maliciosamente a capacidade de resposta por sites que estão sendo atacados. “O DDoS espalha diversos boots em várias máquinas pelo mundo e começa a atacar. Como técnica para mascarar o endereço de origem, usam vários IPs que não são possíveis de ser localizados, conseguindo, assim, despistar sua origem”, explica o executivo.

Os ataques DDoS ocorrem diariamente, várias vezes, conforme mostra o mapa http://www.digitalattackmap.com/.

Um exemplo de prejuízo causado pelos DDoS está nos data centers. Mais de um terço dos provedores de data center ouvidos pela pesquisa passou por ataques DDoS, sendo que 44% deles enfrentaram perdas de receita.

De acordo com o relatório da Arbor Networks, “os ataques DDoS agora são uma ameaça séria à continuidade do negócio e às operações das organizações. Atualmente, os ataques DDoS integram campanhas complexas de ameaças avançadas, geralmente duradouras”.

Oito promessas de cibersegurança que você deve fazer este ano

Quando você se conecta a internet, tanto o seu computador pessoal quanto o seu celular se transformam em guerreiros solitários em um território hostil e desconhecido. Na maioria dos casos, seus dispositivos não são capazes de detectar quem está do outro lado, podendo se tratar de um amigo, mas também de um perigoso cibercriminoso.

“Existem inúmeras soluções de segurança desenhadas para manter as informações e dispositivos dos usuários protegidos. No entanto, estas ferramentas dependem da vontade do usuário e, por isto, não são 100% eficientes. Em outras palavras, somos nós que determinamos se nossas informações ou nosso dinheiro correm risco de serem roubados. Somos nós que clicamos em links suspeitos, que fazemos download de arquivos suspeitos e que ignoramos as advertências de segurança dos aplicativos” adverte Dmitry Bestuzhev, Diretor do Time de Investigação e Análise para Kaspersky Lab América Latina.

“Além disso, nenhuma solução de segurança pode funcionar em um dispositivo sem que o dono a autorize. Por isso, é importante entender quão importante é prestar atenção na segurança do seu sistema”, conclui Bestuzhev.

Para o especialista, a Kaspersky Lab oferece as seguintes 8 promessas de cibersegurança que devemos traçar como metra para 2015:

– Prometo me informar sobre como criar e lembrar uma senha forte. Vou utilizar uma chave única para cada uma das minhas contas e uma senha completa para minha conta de e-mail pessoal.

– Vou entender porque é tão importante instalar todas as atualizações do sistema e prometo faze-lo assim que chegarem as notificações.

– Prometo fazer back up dos meus dados mais relevantes e não perder acesso a fotos, arquivos médicos, de trabalho e outros “tesouros preciosos”. Inclusive, prometo chegar seu bom funcionamento. Isto porque não quero gastar dinhero para recuperar arquivos perdidos.

– Prometo ser cuidadoso ao me conectar a uma rede wi-fi pública. Vou assistir a este video e entender porque não devo ingressar em qualquer rede.

– Vou ler sobre phishing, como evita-lo e não serei vítima de cibercriminosos. Prometo não ser enganado tão facilmente: vou olhar com atenção os links e as páginas da web de todas as mensagens (e-mails, Facebook e outros recursos) e as extensões dos arquivos de todos os sites.

– Prometo não baixar nenhum conteúdo pirata. Também vou ser cuidadoso quando usar uma rede de download de torrents.

– Prometo ser cauteloso para proteger a mim e a minha família de surpresas indesejadas quando me conectar e desconectar.

– Por último, mas não menos importante, sempre prestarei atenção aos conselhos dados por mina solução de proteção antivírus para estar protegido o ano todo.

Orçamentos de marketing digital irão aumentar 8% em 2015, diz Gartner

De acordo com estudo feito pelo Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, junto a executivos de marketing, os orçamentos de marketing permaneceram saudáveis no ano de 2014. Em média, as empresas gastaram 10,2% do seu faturamento anual de 2014 em atividades gerais de marketing, e 50% das companhias entrevistadas planejam aumento em 2015. Os gastos com marketing digital, por sua vez, tiveram média de um quarto do orçamento de marketing em 2014. O estudo revela também que, para 51% das empresas que planejam aumentar seus orçamentos de marketing digital em 2015, o crescimento médio será de 17%.

Todas essas informações estão no relatório ‘Digital Marketing Spending do Gartner’, que se baseou em um estudo com 315 pessoas nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. Os pesquisados representam empresas com um faturamento anual superior a US$ 500 milhões em seis indústrias: serviços financeiros, alta tecnologia, manufatura, mídia, varejo e transportes e hospitalidade.

“O montante do orçamento de despesas de marketing com experiência dos clientes em 2014 é consistente em todas as principais demografias do estudo, com uma média de 18%”, diz Jake Sorofman, Diretor de pesquisas do Gartner. “O estudo também descobriu que o maior investimento em tecnologia de marketing em 2014 é para a experiência dos clientes, também considerada por muitas empresas como o principal projeto de inovação, pouco acima da inovação de produtos”.

Os orçamentos de marketing continuam saudáveis. Quanto maior a empresa, maior o orçamento de despesas com marketing, como porcentagem do faturamento – aquelas com faturamento de US$ 5 bilhões ou mais reportaram 11%, comparados com 9,2% para aquelas com faturamento entre US$ 500 milhões e US$ 1 bilhão. Os orçamentos de marketing como porcentagem do faturamento variam muito, com 46% gastando menos que 9% do faturamento, 24% gastando entre 9% e 13% do faturamento, e 30% gastando mais de 13% do faturamento. Os 50% das empresas que planejam um crescimento reportam um aumento médio de 10,4% em 2015. Dessas, as que reportam e superam seus concorrentes, disseram que planejam um aumento de 13,6% em 2015.

“A linha entre o marketing digital e o tradicional continua nublada”, comenta Laura McLellan, Vice-presidente de pesquisas do Gartner. “Para os executivos, o ano de 2014 significou menos marketing digital do que marketing em um mundo digital. Portanto, houve um mix de marketing mais equilibrado e integrado do que em anos anteriores, que eram caracterizados por silos on-line e off-line. A experiência digital resultante move os clientes na direção de um modelo de compras self-service, permitindo reduções nos orçamentos de vendas que foram projetados em função de modelos físicos mais antigos”.

Cerca de 68% dos pesquisados disseram que suas empresas tinham um orçamento separado para marketing digital. Porém, é difícil avaliar como as empresas estão gastando com o marketing digital, porque o tratamento dos orçamentos varia conforme a empresa. Algumas têm orçamento de marketing digital no total (32% dos pesquisados), outras em detalhe (36%) e outras ainda que incorporaram o marketing digital em cada função do orçamento de marketing (23%) ou nenhuma das anteriores (8%).

Como em anos anteriores, o estudo revelou que, quando se trata da alocação do orçamento de marketing digital por atividade, a propaganda digital está no topo. Porém, há menos diferença entre essa e outras atividades no ano, comparado ao ano passado, pois os negociantes protegem suas apostas. Os gastos com propaganda digital vão crescer em 2015. As marcas, agências de propaganda e editores (publishers) investem em maneiras de entregar propaganda mais relevante às pessoas. Um fator que alimenta essa tendência é o uso de mídia programática, que permite aos negociantes mirar na audiência que querem e automatizar regras de negociação para as propagandas com base no valor de negócio que entregam. Apesar disso, o estudo sugeriu que, em 2015, a propaganda digital compartilhe sua posição de topo com o marketing móvel.
Com os gastos do marketing digital em ascensão, foi perguntado aos pesquisados de onde demandava o financiamento adicional:
“A pesquisa 2014 CEO Survey do Gartner descobriu que o marketing digital é a prioridade nº 1 dos CEOs para capacidade de negócio viabilizada por tecnologia para investimento durante os próximos cinco anos”, diz Yvonne Genovese, Vice-presidente de gerenciamento do Gartner. “Portanto, não é surpresa o estudo sobre gastos em marketing digital revelar que 60% das empresas que justificaram um aumento no orçamento de marketing para o marketing digital obtiveram um financiamento adicional de algum outro local na organização”.

Informações adicionais estão no relatório “Presentation for CMO Survey 2015: Eye on the Buyer”. Esse relatório pode ser encontrado no website do Gartner: http://gtnr.it/1nWqjpL.
Essa pesquisa faz parte do programa do Gartner para Líderes de Marketing. Esse programa oferece diretrizes personalizadas e em tempo real para o marketing digital, da visão à execução. O foco do Gartner for Marketing Leaders é ajudar os negociantes digitais em oito áreas: tecnologia de marketing emergente e tendências, marketing social, marketing móvel, comércio digital, marketing multicanal, marketing dirigido por dados, gestão de marketing e experiência do cliente.

Participe do PARANÁTIC 2014, maior evento estadual de tecnologia

O PARANÁTIC 2014 conecta você ao futuro da tecnologia. Saiba mais em www.paranatic.com.br

Inovação, marketing digital e o futuro da economia brasileira estão entre os principais assuntos a serem abordados no Paraná TIC 2014. Nos dias 30 e 31 de outubro, no Teatro da Universidade Positivo, em Curitiba, o maior evento paranaense de tecnologia da informação também vai tratar de startups, desenvolvimento de games e o ambiente de tecnologia de grandes corporações como a Itaipu Binacional. Dois palestrantes de renome nacional abrem a programação de cada dia. Uma das principais palestras vai ser do jornalista William Waack, âncora do Jornal da Globo. A outra palestra magna é do executivo de comunicação Walter Longo, com passagem em grandes corporações e autor dos livros “Tudo que você queria saber sobre propaganda e ninguém teve paciência de explicar” – Ed. Atlas” e “O Marketing na Era do NEXO – Ed. BestSeller”.

Nas demais apresentações, haverá espaço para discussão sobre gestão de vendas e serviços, comércio eletrônico, varejo e TI, internacionalização de empresas, cidades digitais, Nota Fiscal Eletrônica, mobilidade elétrica, tecnologia educacional e ações governamentais voltadas para o desenvolvimento do setor. O Paraná TIC reúne empresários de tecnologia da informação de todo o estado e também conquista a atenção de compradores de tecnologia, entidades empresariais, setor acadêmico e poder público. As inscrições podem ser feitas em www.paranatic.com.br com os seguintes valores:

Inscrição livre: R$ 300,00;
Associados ASSESPRO e APL: R$ 200,00;
Estudantes e participantes do Startup Curitiba: R$ 100,00.
Cada 4 convites pagos  (do mesmo CNPJ) ganha o 5º convite.


Reservas também podem ser feitas pelo e-mail
assespro@assespropr.org.br.

O dia em que o dono da Amazon fez SEO

Por Diego Ivo*

“Os registros da Internet mostram que, durante aquele período [meados de 1994], eles registraram os domínios Awake.com, Browse.com e Bookmall.com. Bezos [o fundador da Amazon] também considerou Aard.com, de origem irlandesa, por um curto tempo. A ideia era usar a palavra para aparecer no topo da maioria das listas de websites, que na época seguiam a ordem alfabética.” (A Loja De Tudo – Jeff Bezos E A Era Da Amazon, de Brad Stone)

O trecho acima, do excelente livro A Loja de Tudo, que conta a história de Jeff Bezos e, portanto, da Amazon.com, narra as peripécias que levaram ao nome do maior e-commerce do mundo. O que poucos sabem é que ele surgiu levando em conta as práticas de SEO daquele tempo, em que os sites eram ordenados nos buscadores (na verdade, diretórios de sites) em ordem alfabética. Bezos, durante essa época, consultou todas as palavras com a letra “A” em um dicionário até chegar ao “Amazon”.

Desde os primórdios da Internet, Bezos sabia que os buscadores eram grandes responsáveis pelo tráfego a sites na web. Até hoje, segundo um levantamento feito pela Conversion, os mecanismos de busca são um dos grandes responsáveis por visitas a sites, respondendo por 50% das visitas a sites no Brasil. Desse tráfego, 34,5% dos acessos são oriundos da busca natural, cujo trabalho de SEO é responsável por otimizar.

Amazon refere-se ao Rio Amazonas, imenso e gigante, cuja grandeza Jeff Bezos julgou que descrevia perfeitamente seu projeto ambicioso. Sem contar a letra “A”, que há mais de 20 anos praticamente garantia o primeiro lugar nos mecanismos de busca. Vale ressaltar que essa é uma técnica dos primórdios de SEO e que está completamente ultrapassada.

Mas a lição de investir em SEO dada por um dos mais bem sucedidos e-commerces do mundo continua viva. Só a título de estatística, em agosto de 2014 o tráfego de busca orgânica da Amazon foi estimado em cerca de 230 milhões de visitas por mês.

*Diego Ivo é CEO da Conversion, maior empresa especializada em otimização de sites (SEO) do Brasil

Consolidação do Marco Civil acelera corrida por profissionais de Compliance nas empresas de Internet

O marco civil da Internet entrou em vigor em junho deste ano, obrigando muitas empresas a repensar suas práticas na rede. O que antes era cuidado passou a ser obrigação. As organizações passaram a rever suas práticas e até a criar áreas especializadas, cujo foco é o desenvolvimento de políticas para a Internet de acordo com a nova legislação. Segundo especialistas da LEC – Legal Ethics and Compliance, empresa brasileira focada na divulgação e promoção do conhecimento em Compliance, já é possível notar o crescimento de um novo mercado para os profissionais de Compliance neste cenário, mas ainda falta qualificação e embasamento para atuação desses profissionais.

O Marco Civil interfere na área de compliance em especial para os provedores de Internet e de conteúdo, porque a eles aplicam-se importantes regras a serem seguidas, como a neutralidade da rede e a guarda dos registros e logs. Mas há outra perspectiva, que é a de por o compliance em discussão no seu aspecto digital de forma mais ampla.

O Marco Civil considera a Internet uma ferramenta fundamental para a liberdade de expressão e defende alguns pontos fundamentais para que esse objetivo se cumpra como a neutralidade da rede e a responsabilidade por conteúdo. Muito se discute hoje sobre segurança da informação e profissionais que atuam como “guardiões” dessas informações na empresa estão sendo cada vez mais disputados no mercado de trabalho. “O Marco Civil da Internet torna imprescindível a criação ou reforço do Compliance em segurança da informação e em privacidade”, afirma Alessandra Gonsales, sócia da LEC.

As mudanças práticas trazidas pela nova lei atingem diversos segmentos de mercado, em especial empresas que fornecem conexão de Internet, mídias sociais, comércio eletrônico, bancos, empresas de armazenagem de dados, hospedagem e fornecimento de serviço de cloud computing, toda a administração pública no tocante a contratação de recursos de TIC e, é claro, o próprio Judiciário.
Um das áreas que mais sofre mudanças com a chegada do Marco é a das empresas de mídia, pesquisa e estatísticas on-line, que trabalhavam, até então, com análises do comportamento dos internautas para gerar seus negócios. É preciso agora entender como obter os mesmos resultados atuando de acordo com o que pede a lei.

“O compliance na área digital está cada vez mais forte, mas ainda há muito o que crescer e aprimorar. Estar em conformidade com as leis e demais normas só faz sentido se feito de formal global, abrangente e hoje essa responsabilidade passam, invariavelmente, pela Internet”, explica Gonsales.

Para que isso seja possível, é preciso qualificar os profissionais de Compliance que irão atuar com as questões referentes ao Marco Civil. Ainda não existem no País cursos especializados apenas na área, mas diversos escritórios de advocacia têm prestado consultoria a empresas interessadas. A LEC, por exemplo, já está investindo em cursos rápidos com essa temática e promoverá em setembro o Compliance Day com a temática “Compliance além da lei anticorrupção”, no qual abordará o impacto do Marco Civil e a importância do Compliance Digital, dentre outros assuntos.

“Há muito a se fazer neste sentido, como pensar em medidas que impeçam vazamento de dados das empresas, evitando divulgação indevida de conteúdo sensível e que pode acarretar até mesmo crimes, como os de concorrência desleal. Os casos de empresas que são vítimas de crimes digitais estão cada dia mais comuns, por isso o compliance deve abranger também questões digitais e criminais. Nas aulas do curso dedicamos um amplo espaço para a troca de experiências e essa troca é fundamental para questões ainda muito recentes, como é o caso do Marco Civil”, finaliza Gonsales.

O Compliance Day acontecerá no dia 25 de setembro, das 13h30 as 17h30, no Hotel Golden Tulip Belas Artes, na Rua Frei Caneca, 1199, em São Paulo.

Como baixar e transferir arquivos gigantes na internet

Baixar e transferir grandes arquivos não é tarefa das mais difíceis, desde que você tenha uma internet banda larga com uma velocidade razoável. Atualmente, um dos maiores acervos da rede é distribuído por meio do protocolo BitTorrent.

Usar esse sistema exige um programa receptor e o aprendizado de alguns termos. Outro detalhe: dependendo do tamanho do arquivo e do número de pessoas que compartilham o conteúdo, um download pode durar dias.

Os programas que usam o BitTorrent não possuem buscadores que mostram diretamente os arquivos. É preciso entrar em sites de conteúdo e baixar um documento que indica ao software o caminho até o filme, o jogo ou o pacote de dados desejado.

A velocidade da rede BitTorrent depende da quantidade de usuários que estão baixando o mesmo conteúdo. Por isso, o ideal é escolher arquivos que tenham o maior número de seeds, ou sementes. Dessa forma, os trechos do documento estarão disponíveis em um número maior de fontes e a cópia será mais veloz.

Depois de escolher e de copiar um arquivo torrent para sua máquina, será preciso usar um programa especial que interpretará as direções e começará o download. Entre as opções mais populares estão uTorrent, Azureus, Shareaza, BitComet, entre outros.

Quando o download terminar, o arquivo continua sendo compartilhado. Essa tarefa ajuda os outros usuários a baixar conteúdo com mais rapidez, mas não é obrigatória. Se quiser, é possível cancelar o upload e apagar o arquivo torrent de sua máquina.
Mas se seu problema não é baixar, e sim transferir arquivos grandes, páginas na internet podem dar um bom auxílio.

Sites que transferem arquivos

O YouSendIt tem a capacidade de armazenamento de arquivos até 1 Gb e não indica limites quanto ao tamanho de cada arquivo a subir. Ele garante a privacidade de dados usando codificação e outras medidas de segurança. Não interfere com o uso de firewall. Os arquivos são apagados do servidor em uma semana.

Já o RapidShare não exige que o usuário complete nenhum dado, só se busca o arquivo no PC e faz o upload. Ele gera um link para baixar o arquivo. Em seguida, o próprio usuário envia um e-mail para o destinatário com o link para que faça o download.
A vantagem é que se pode mandar o mesmo arquivo para muitas pessoas. Ao baixá-lo, todos são informados de que há um serviço pago que suporta aceleradores de download. Ele apresenta um limite máximo de arquivos de até 30 Mb, mas mantém o material no servidor por 30 dias.

O SendThisFile é a versão gratuita de um serviço criado para profissionais e empresas. Nele, o arquivo enviado é apagado em três dias. Por outro lado, o sistema não limita a quantidade nem o tamanho dos arquivos, e permite até três descargas por envio.

O ponto negativo do SendThisFile é que ele não permite enviar um arquivo a múltiplos destinatários. Somente suas versões pagas possibilitam essa função, protegendo também o material com encriptação de 128 bits SSL, entre outras possibilidades.

O Dropload, por sua vez, permite subir arquivos de até 100 Mb cada, mas não indica se há limite para a quantidade de arquivos a ser enviada. Ele some do sistema quando o destinatário o baixa, ou depois de passada uma semana.

Antes de usá-lo, é preciso se cadastrar. O destinatário vai receber um e-mail com instruções para baixar o arquivo. Para enviar o mesmo a várias pessoas, deve-se pagar pelo serviço.

O MEGA é um serviço de armazenamento em nuvem que oferece 50 GB de espaço totalmente grátis para qualquer pessoa hospedar seus arquivos.

Todo o conteúdo armazenado no MEGA é criptografado. Essa medida foi implementada para isentar Kim Dotcom e a equipe do MEGA de qualquer responsabilidade sobre os documentos hospedados no serviço, uma vez que somente o dono dos itens sabe seu conteúdo.
O 4shared Desktop, programa para Windows, Mac e Linux, é o famoso serviço que permite ao usuário fazer upload de seus arquivos. Depois que o envio é feito, um link é gerado para que a pessoa possa compartilhar o conteúdo com amigos e parentes.

Com ele é possível fazer upload gratuitamente de até 10 GB, bastando para isso realizar um cadastro simples e fácil no site do serviço. Caso opte pela conta paga, você terá muitas outras vantagens, como velocidade de download ilimitada, além de 500 MB de upload.
Já o MediaFire é um site que oferece a opção de compartilhar um arquivo mais fácil e muito simples. Basta escolher as pessoas que abrirão os seus arquivos. Nele, só é preciso carregar os dados para upload uma vez. O site foi reestruturado recentemente e virou um serviço de armazenamento na nuvem com um bom atrativo: possui espaço ilimitado.

Porém, os arquivos armazenados em contas gratuitas devem ter tamanho máximo de apenas 200 MB.
Outra opção é o WeTransfer, uma solução cloud computing que ajuda na tarefa de transferir arquivos pesados. Em sua versão gratuita, o usuário não precisa fazer qualquer cadastro para utilizá-lo e pode enviar arquivos com tamanho de até 2 GB (não há limite de uso por dia, envie quantas vezes quiser) para até 20 endereços de e-mail diferentes.

O arquivo enviado na versão gratuita fica nos servidores da empresa por cerca de 15 dias e depois é automaticamente apagado. Na versão premium, o internauta pode enviar arquivos de até 10 GB e terá à disposição espaço de 50 GB para armazenar arquivos sem data de validade. Custa US$ 10 por mês e pode ser paga anualmente.

O Sendspace é um serviço gratuito para transferir arquivos até 300 MB. Ele é capaz de enviar de 1 a 5 ficheiros simultaneamente para um endereço de e-mail a escolher, acrescentando uma mensagem extra ao envio.

Para enviar arquivos maiores que 300 MB é preciso ter a conta premium, cujo valor varia de acordo com o pacote. A conta paga permite editar os arquivos enviados e verificar se já foi realizado o download.

O DropBox é um software desenvolvido para a sincronização de arquivos entre vários dispositivos (computadores, iPhones e iPad). Com uma conta grátis você tem direito a até 2 GB de arquivos. Os usuários também podem usar o serviço online, sem baixar programa.
Uma das grandes vantagens é ter sempre disponíveis os ficheiros mais importantes. Caso eles sejam apagados sem querer, é possível ir ao site e colocá-los novamente na pasta.

Os usuários de smartphones com sistema operacional Android possuem diversas formas de personalizá-los. Entre elas está a criação de atalhos na tela de bloqueio do dispositivo. Você pode fazer isso por meio de aplicativos ou nas opções próprio aparelho. Diretamente do celular, apenas para quem tem a partir da versão 4.2 do Android.

Os benefícios da criptografia para os negócios

Por Gabriel Silva, Arquiteto de Software da Stone Age

Ao contrário do que pode parecer à primeira vista, a criptografia é um campo de conhecimento que está presente regularmente na vida da maioria dos cidadãos. Por exemplo, na hora de realizar uma compra online, consultar um extrato bancário e até mesmo enviar conversas e imagens através de aplicativos de smartphones ou nas comunicações internas em empresas. Apesar de ser muito utilizada em atividades cotidianas, essa tecnologia ainda é cercada de mistério. Então o que é exatamente a criptografia e por que deve ser usada?

A palavra criptografia, que vem do grego “grafia escondida”, é um ramo da matemática cuja função é permitir que mensagens sejam trocadas de modo que apenas o destinatário veja o conteúdo. Isto é, ninguém pode saber qual o saldo da sua conta ou ler seus e-mails sem sua autorização. A criptografia é feita através de cálculos matemáticos complexos, o que torna o conteúdo da mensagem indecifrável para alguém que não deveria ter acesso àquela mensagem. Desde o desenvolvimento das primeiras formas de criptografia, a técnica tem sido usada extensivamente no campo militar para transmissão de ordens e troca de informações sensíveis. Com a criação da Internet e do aumento do tráfego de informações pessoais, como conversas, fotos e informações bancárias, tornou-se indispensável desenvolver uma forma de proteger esses dados, e o uso da Criptografia chegou para fazer isso.

Quando não há preocupação com a proteção dos dados dos clientes, as empresas podem acabar sendo alvo de ataques e sofrer um grande baque na confiança de seus serviços. Dentre casos recentes, podemos destacar o da Sony, que em abril de 2011 teve vazados dados de aproximadamente 77 milhões de usuários da PSN (PlayStation Network), serviço que disponibiliza jogos e outros conteúdos de entretenimento, incluindo dados pessoais como nome, endereço, senha, números de cartão de crédito, dentre outros. Isso aconteceu porque hackers conseguiram acesso a máquinas da rede interna da Sony e os dados dos clientes estavam armazenados sem nenhum tipo de criptografia. O resultado foi que a Sony ficou mais de 20 dias com seu serviço fora do ar, estimando suas perdas em U$171 milhões no período, entre atualizações de segurança e suspensão do serviço.

Em junho de 2013, surgiram as primeiras publicações de documentos vazados da NSA (National Security Agency) por Edward Snowden, ex-funcionário da CIA, que mostravam que os serviços de inteligência norte-americanos obtinham acesso a informações secretas através de uma rede de grampos e parcerias com grandes empresas. Essa vigilância se dava na forma de gravações de ligações, acesso a contas de e-mail, monitoramento do tráfego de informações na rede, além de outras fontes de informações armazenadas por empresas. A revelação levantou a discussão sobre a validade da violação da privacidade de informações pessoais em favor de assuntos de segurança nacional, como a NSA categorizou seus esforços. Essas informações foram obtidas, principalmente, por meio de dados não criptografados na Internet.

Com o aumento na veiculação de notícias sobre perdas financeiras e de dados por conta de falhas de segurança, as empresas têm tido um cuidado maior com a segurança das suas informações e de seus clientes. A criação de equipes responsáveis pela segurança dos dados armazenados é uma prática que tem se tornado cada vez mais comum. Para evitar o uso de métodos criptográficos inseguros, existem órgãos como o NIST (National Institute of Standards and Technology, dos EUA) que mantêm listas atualizadas de modelos considerados seguros.

Atlético Paranaense garante que WI-FI vai funcionar normalmente na Arena da Baixada durante a Copa

O Clube Atlético Paranaense divulgou comunicado em que desmente notícias de que a Arena da Baixada não teria condições de oferecer serviço de internet WI FI durtante os jogos da Copa do Mundo.

Veja o que diz o clube:

Muito tem se falado a respeito da qualidade do sinal de telefonia móvel nos estádios brasileiros durante a Copa do Mundo. Chega a ser até engraçado ouvir das operadoras e suas entidades representativas que a culpa de um mau serviço durante a competição da FIFA é dos administradores dos estádios. Tal afirmação até teria lógica caso os usuários de telefones celulares tivessem um serviço de excelência no dia a dia, ao contrário, todos conhecem a precariedade de tal serviço e prova maior são as milhares de reclamações feitas aos órgãos de defesa do consumidor. A mídia noticia diariamente a situação pela qual passam os usuários de telefonia celular no Brasil, as centenas de multas aplicadas as operadoras em função de serviços de péssima qualidade vendidos são a prova que a situação calamitosa não acontece apenas quando realizam-se grandes eventos em nosso país.

As exigências da FIFA em relação a melhoria do sinal de telefonia nos estádios da Copa 2014 tratam única e exclusivamente da instalação de sistema de antenas, sendo que o serviço de Internet WI FI nunca foi solicitado. Para melhor entendimento, descrevemos abaixo como está a situação do sinal de telefonia móvel e WI FI na Arena do Atlético Paranaense:

1 – Dentre as exigências da FIFA para os estádios está a melhoria do sinal de telefonia móvel, o que exige a instalação de um Sistema de Distribuição de Antenas (DAS). Para isto, é necessário um espaço físico para a sala de controles e a permissão para a instalação de antenas em vários pontos do estádio;

2 – As operadoras constituíram um consórcio para negociar com os estádios a utilização destes espaços. A líder do consórcio para a negociação com o Atlético Paranaense é a TIM;

3 – Recebemos do consórcio uma proposta para a utilização do espaço, que foi prontamente rechaçada pois iria contra os interesses do Clube. Tentamos de todas as formas um acordo, mas, infelizmente o consórcio se mostrou irredutível em suas pretensões para obter a autorização do uso do estádio em condições extremamente prejudicais ao CAP;

4 – Fomos então à procura de alternativas para podermos atender às exigências da FIFA e fizemos uma parceria com a Lemcon Américas, empresa especializada neste tipo de serviço. Esta parceria não só atende as exigências da FIFA em prover para os torcedores durante a Copa do Mundo um ótimo sinal de telefonia como também dá ao Atlético Paranaense condições de oferecer excelentes serviços de comunicação aos frequentadores do seu estádio no legado;

5 – Quanto ao WI FI, apesar desta tecnologia não ser exigência FIFA para a Copa, nós a teremos sim disponível em nosso Estádio

O Atlético Paranaense vem demonstrando seu compromisso em dotar seu estádio do que há de melhor para recebermos os aficcionados de diversas partes do mundo para as disputas da Copa do Mundo FIFA 2014. No caso do sinal para a telefonia celular, estamos realizando tarefas além das exigências da FIFA – caso do WI FI – como forma de colaborar para o sucesso do evento. O que não podemos admitir é que as operadoras de telefonia, que prestam um serviço no nível que seus usuários bem conhecem, queiram jogar a responsabilidade de prover sinal de qualidade durante a Copa do Mundo aos proprietários dos estádios.

Conforme está demonstrado acima, o Atlético Paranaense tomou todas as providências necessárias para dotar o estádio de excelência na área tecnológica, mas o fez pensando também nos seus interesses e de seus torcedores não permitindo ser a instituição explorada por quem quer que fosse!

Fonte: Atlético Paranaense

73% dos usuários de Internet consomem conteúdo multimídia

A Qualcomm, líder mundial em tecnologia sem fio, realizou o estudo Índice Qualcomm da Sociedade da Inovação (QuISI), em parceria com a Convergencia Research, para entender o grau de adoção, assimilação e uso das novas tecnologias na sociedade. Os dados da amostra apontaram que 73% dos usuários de Internet consomem conteúdo multimídia de seus dispositivos móveis. Nos critérios da pesquisa, usuários multimídias são os que assistem vídeos e escutam músicas.

Os primeiros resultados da pesquisa trouxeram dados sobre “Pessoas e Conectividade”, apontando que a Internet mudou a forma de como o público usa os dispositivos móveis para o entretenimento. Os dados da amostra apontaram que o consumo multimídia é o mais universal na Internet, e mais comum que qualquer outro, como: acessar bancos online, e-commerce e games. As diferentes categorias foram denominadas ‘Basic’, ‘Smart’ e ‘Hyper’, com os seguintes perfis de adoção tecnológica:

• Basic: Tem um feature phone e outros dispositivos. Conectou-se à Internet por pelo menos um desses dispositivos. Dos usuários de Internet pesquisados, 36% enquadraram-se na categoria Basic.

• Smart: Tem um smartphone e outros dispositivos. Usa até dois dispositivos para se conectar a Internet. Dos ouvidos pelo estudo, 41% se enquadram nessa categoria.

• Hyper: Tem um smartphone e outros dispositivos. Usa pelo menos três dispositivos para se conectar a internet e abrange 21% dos pesquisados.

Principais características de conteúdos multimídia:

• O consumo multimídia aumenta quando a faixa etária é mais baixa, chegando a um nível máximo de 88% de usuários de 16 a 25 anos no perfil Hyper

• 64% dos usuários de smartphone consomem conteúdo multimídia.

• 88% dos usuários ‘Hyper’ consomem conteúdo multimídia por meio do dispositivo móvel.

• 46% das pessoas que têm um smartphone utilizam redes móveis para escutar música.

• Do total de 80% dos usuários da Internet que assistiram a vídeos online nos últimos três meses, 57% assistiram através de seus smartphones.