Comerciantes curitibanos estão otimistas com as vendas para o Dia das Mães

De acordo com a sondagem ACP/Datacenso, 73% dos comerciantes ouvidos estão otimistas com o movimento de vendas para o Dia das Mães, a segunda melhor data do ano para o varejo. A expectativa é de um crescimento de 2,9% corrigido pela inflação acumulada dos últimos 12 meses, em comparação ao mesmo período do ano passado. A sondagem apontou que o consumidor deve gastar em média R$ 127,00 na compra do presente.

Um dado importante apurado pela pesquisa, coordenada pelo economista Cláudio Shimoyama, é que 65% dos comerciantes alimentam um sentimento de esperança no aquecimento da economia e melhoria das vendas nos próximos meses para o seu negócio.

Entre as principais opções de presentes 32% optarão por roupas, seguidos por 27% de perfumes e cosméticos, 12% calçados, 9% chocolates e flores e 7% responderam que o presente será almoço ou jantar.

Após dois anos de queda, vendas do varejo paranaense aumentaram em 2017

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O varejo paranaense fechou o ano com aumento de 0,54% nas vendas, segundo a Pesquisa Conjuntural da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR). Ainda que tímida, essa ligeira elevação de faturamento interrompe a sequência de perdas por dois anos consecutivos. Em 2016 o volume de vendas havia caído 3,08% e em 2015 a baixa foi de 8,79%.

Os setores que tiveram melhor desempenho no acumulado do ano passado foram móveis decorações e utilidades domésticas (22,77%), lojas de departamentos (13,95%) e calçados (6,95%), concessionárias de veículos (6,25%).

Vendas do Natal

As vendas de Natal foram 0,19% menores do que em 2016, contrariando a expectativa de alta na comparação com o mesmo mês do ano anterior, como vinha ocorrendo deste julho de 2017. As promoções da Black Friday em novembro (cujas vendas foram 3,04% maiores que 2016), motivaram a antecipação das compras de produtos de maior valor agregado, como móveis e eletrodomésticos. De modo geral, o consumidor deixou para dezembro a compra de presentes para familiares e entes queridos, cujo tíquete médio foi 18% menor do que em 2016, conforme apontava sondagem da própria Fecomércio PR.

Analise regional

A região Oeste registrou o maior aumento no volume de vendas, com 1,82%, motivada pelo movimento das lojas de departamentos, autopeças, concessionárias de veículos, supermercados e materiais de construção, setores de maior representatividade no varejo.

Na sequência vem Londrina, com alta de 1,82%, a região Sudoeste, com 1,03%, e Curitiba e Região Metropolitana, com crescimento de 0,96%. O varejo de Ponta Grossa teve redução de 0,32% e em Maringá a queda foi de 5,53% no acumulado do ano.

Empregos e salários

Ao longo de 2017, o varejo paranaense ampliou o número de empregos em 1,57%, principalmente na região da capital, que teve acréscimo de 6,27% no quadro funcional. Os salários pagos aos trabalhadores do comércio foram 5,79% superiores aos de 2016. Curitiba e Região Metropolitana proporcionaram os maiores rendimentos, com aumento de 9,64% na folha de pagamento.

Inadimplência do consumidor em Curitiba recuou 2,1% em outubro, diz Boa Vista SCPC

Em Curitiba, a inadimplência do consumidor recuou 2,1% na comparação mensal de outubro contra o mês anterior, de acordo com os dados da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), divulgados pela Associação Comercial do Paraná (ACP). Já no valor acumulado, a inadimplência obteve queda de 6,3%, enquanto na variação interanual (mesmo mês do ano anterior) o indicador cedeu 7,1%.

Recuperação de crédito

A recuperação de crédito do consumidor, por sua vez, caiu 5,3% na comparação mensal de outubro contra o mês anterior. No resultado acumulado, a recuperação obteve queda de 13,5% enquanto na variação interanual (mesmo mês do ano anterior) o indicador cedeu 15,1%.

Metodologia

O indicador de registro de inadimplência é elaborado a partir da quantidade de novos registros de dívidas vencidas e não pagas e o indicador de recuperação de crédito é elaborado a partir das exclusões de registros informadas à Boa Vista SCPC pelas empresas credoras. O índice calculado pela média móvel dos últimos 12 meses do mês de referência, tendo como ano base a média desses valores em 2011 (base = 100). A partir de março de 2016, as séries dessazonalizadas (as quais utilizavam o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau) foram descontinuadas.

Vendas para o Dia dos Pais deverão permanecer estáveis em Curitiba

Pesquisa ACP/ Datacenso realizada entre os dias 18 e 19 de julho em Curitiba, indicou que as vendas motivadas pelo Dia dos Pais em 2017 devem permanecer estáveis com relação ao mesmo período do ano passado. Apesar de a maior parte (52%) dos 200 comerciantes consultados esperar o mesmo volume de vendas de 2016, parte significativa dos comerciantes ouvidos (32%) está otimista e aguarda crescimento real de 0,6%, corrigido pela inflação do período de 2,99%.

Apesar do cenário equilibrado, as perspectivas deste ano são consideradas positivas e revelam otimismo dos comerciantes. “Diferente da data em 2016 com relação a 2015, quando houve queda real de vendas de 6,7% na capital paranaense, espelho da crise em curso, conforme apontava a pesquisa ACP/Datacenso”, disse o presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Gláucio Geara.

De acordo com a sondagem, o valor do presente a ser desembolsado pelo consumidor deverá ser de R$119,00 para adquirir, entre os itens mais citados, roupas (57%), perfumes (10%), calçados (8%), almoço/ jantar 6%), eletrônicos (6%), bolsas/ acessórios (4%), ferramentas (2%), joias/ relógios (2%), livros (2%) e outros (8%).

Entre o público consultado pessoalmente pelos consultores do Instituto Datacenso, 59% pertence ao gênero feminino e 41% masculino, universo compreendido na faixa entre 18 e 45 anos com renda entre 1874,01 e R$ 9.730.

Para agradar os pais, a forma de pagamento à vista com cartão (30%) permanece em primeiro lugar na preferência dos consumidores, seguido da forma parcelada com cartão de crédito (26%), à vista com cartão de crédito (21%), à vista em dinheiro (17%), à prazo com carnê (5%) e à prazo com cheque (1%).

Incentivo

Com o objetivo de aumentar a receita e motivar compradores, lojistas planejam promoções para pagamento à vista (42%), campanha nacional de rede (28%), sorteio e distribuição de brindes e prêmios (23%), kits promocionais (12%), promoção de produtos direcionados aos pais (5%), desconto para pagamento no cartão de crédito (5%), ainda não sabem (14%).

Fonte: Associação Comercial do Paraná

Vendas motivadas pelo Dia dos Namorados terão queda real de 2% em Curitiba

A sondagem ACP/Datacenso sobre a expectativa dos comerciantes de Curitiba quanto às vendas motivadas pelo Dia dos Namorados (12 de junho), indica a queda real de 2% no movimento das lojas quando é aplicada a correção da inflação de 4,08%, acumulada nos últimos 12 meses.

Duzentos proprietários, sócios, gerentes ou supervisores de micro (73%) e grandes empresas (1%) foram entrevistados entre os dias 18 e 19 desse mês, admitindo que as vendas serão iguais às do ano passado (64%), superiores (28%) e inferiores (8%).

A pesquisa, que tem a coordenação técnica do economista Cláudio Shimoyama, presidente do Instituto Datacenso, também mostrou que os comerciantes mais otimistas com as vendas (67%) devem preparar promoções especiais, ao passo que 33% dos entrevistados anteciparam decisão contrária, aguardando a opção espontânea dos clientes.

Descontos em compras à vista, sorteio de brindes e prêmios, campanhas publicitárias de rede e promoção de produtos específicos, são os principais argumentos pensados pela maioria dos comerciantes para alavancar a estratégia de vendas do Dia dos Namorados.

Como se verificou nas pesquisas anteriores relacionadas às melhores datas para o comércio, a opção de pagamento preferida pela maior parcela de consumidores curitibanos será o parcelamento com cartão de crédito, recuando os índices de pagadores com cartões de débito, à vista com dinheiro ou parcelamento com cartões de lojas.

Vendas do Dia das Mães devem crescer 1,5%

Depois de três anos de recessão a expectativa do comerciante curitibano em relação ao movimento de vendas motivadas pelo Dia das Mães, segunda data mais importante para o comércio, em comparação com o mesmo período do ano passado é de crescimento nominal de 6% e 1,5% de crescimento real quando o índice é corrigido pela inflação de 4,57%, acumulada nos últimos 12 meses.

Um dado importante apurado pela pesquisa ACP/Datacenso, coordenada pelo economista Cláudio Shimoyama, é que a maioria dos comerciantes locais (60%) alimenta um sentimento de esperança no aquecimento da economia e melhoria das vendas nos próximos meses, a exemplo do que ocorreu na Páscoa depois de dois anos de quedas acentuadas.

O levantamento foi realizado com 200 comerciantes proprietários ou gerentes de microempresas (72%) e pequenas (28%) pela equipe de pesquisadores do Instituto Datacenso para a Associação Comercial do Paraná, nos dias 19 e 20 desse mês.

Segundo o Instituto Datacenso, com base nas revelações dos comerciantes a previsão positiva para as vendas do Dia das Mães está calcada na realização de promoções de vendas, divulgação da marca na mídia, descontos e formas de pagamento facilitadas e, ainda, os saques do FGTS inativo.

No ano passado a queda nominal nas vendas do período atingiu 8% em relação a 2015, em função do agravamento da crise econômica. Dentre os entrevistados para a pesquisa atual, 62% afirmaram que devem vender mais, enquanto 28% devem igualar o volume do ano passado e 11% terão resultado inferior.

Em relação às formas de pagamento, os lojistas consideram que o parcelamento com cartão de crédito será preferido por 40% dos clientes, pagamento à vista com cartão por 21%, à vista no cartão de débito por 16%, a prazo com carnê de lojas por 16%, ao passo que somente 7% dos compradores devem pagar com dinheiro.

Para 63% dos entrevistados as promoções especiais de vendas serão utilizadas como estratégia para a atração de clientes, argumento que não impressionou 37% dos estabelecimentos ouvidos no levantamento. Descontos para pagamento à vista, promoção de produtos ou mercadorias especiais, sorteios e distribuição de brindes, prêmios e decoração das lojas serão algumas das motivações usadas pelos comerciantes curitibanos para esquentar as vendas desse Dia das Mães.

O Datacenso mostrou ainda que os comerciantes se mostram esperançosos (60%), preocupados (27%), aguardando oportunidades (11%) e desanimados (3%), tendo em vista o atual momento da economia e as melhorias que começam a se delinear para os próximos meses.

5 Tendências para o Varejo em 2017

Leandro Krug, coordenador do MBA em Gestão do Varejo e Administração de Shopping Center da Universidade Positivo (UP)

O comércio varejista brasileiro terminou 2016 com o pior resultado da série histórica da Pesquisa Mensal de Comércio, iniciada em 2001 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com retração de 6% nas vendas do varejo, queda de 3.2% no Produto Interno Bruto (PIB), inflação de 6,8% e mais de 12 milhões de desempregados, o cenário econômico brasileiro negativo de 2016 intensificou o nível de exigência do consumidor, que passou a adotar novos comportamentos de consumo.

A Fecomercio SP (Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) projeta para 2017 um crescimento de 2% no varejo. A previsão de retomada do setor é lenta devido a uma perda projetada em R$ 10,5 bilhões, decorrente do grande número de feriados nacionais que emendam com finais de semana. Para o coordenador do MBA em Gestão do Varejo e Administração de Shopping Center da Universidade Positivo (UP), Leandro Krug Batista, este é o ano da “virada do varejo”. “O aumento do índice de confiança do consumidor, a inflação baixa e a queda no juros pode ser a combinação perfeita para uma reação imediata” – comenta Leandro. Para isso o setor precisa se adaptar rapidamente às mudanças e pensar em novas estratégias para atrair e engajar o público e lutar para manter as portas abertas em 2017. “O principal efeito da crise é no comportamento do consumidor, que fica mais seletivo. Por isso, é preciso ajudar o cliente a comprar o melhor e da melhor forma”, explica.

As principais tendências para o varejo mundial em 2017 foram apresentadas na NRF Retail’s Big Show 2017, maior evento mundial do varejo, realizado de 15 a 17 de janeiro, em Nova Iorque. Segundo Batista, algumas das tendências apresentadas na feira já estão sendo aplicadas no mercado nacional e devem se intensificar entre as redes que querem se destacar na cabeça e no coração do consumidor. São elas:

1. Omnichannel

Percebe-se que o varejo tradicional feito da loja física continua forte e continuará por muito tempo, mas presença online, pela combinação de smartphones e ferramentas sociais, faz cada vez mais parte do processo de consumo dos consumidores, desde o despertar do desejo de produtos e serviços até a busca de informações e a tomada de decisão de compra. Por isso, a integração de canais online e off-line é inevitável e a estratégia omnichannel já dá os primeiros sinais aplicados no Brasil. O grande desafio, segundo Batista, não é a tecnologia, que está cada vez mais acessível, mas a mentalidade estratégica das organizações brasileiras, que ainda oferece resistência interna às mudanças.

2. Experiência

A geração Y, também conhecida como millennials, é a geração da experiência. Os jovens nascidos entre 1980 e 2000 valorizam mais a experiência e felicidade do que a posse de produtos. No Brasil, cerca de 30% da população é composta por millennials, segundo o IBGE. Por isso, fica evidente que o varejo não pode mais entregar apenas produtos. As empresas que fizerem apenas isso serão facilmente descartadas. A loja deve estar preocupada com toda a experiência de compra do cliente e essa experiência deve ter uma forte conexão emocional.

3. Tribos em vez de Segmentos

As tribos não podem ser ignoradas no processo de consumo, muito pelo contrário: lojas que conseguem acolher tribos específicas, valorizando as emoções, falando a linguagem dela, seguindo seus valores, seus ritos, conseguem uma maior lealdade. Nesse caso, o consumo assume a forma de culto e os produtos tornam-se objetos de veneração. “Não é mais possível classificar clientes apenas pela idade, renda e gênero” – comenta Leandro

4. Tecnologia e big data

Wi-Fi, Bluetooth, QR Code, sensoriamento RFDI e câmeras usadas para captação de vídeo em aplicações de segurança, mapeamento de tráfego e reconhecimento facial são algumas das tecnologias que vieram para ficar. Será cada vez maior a utilização de painéis de gestão de clientes com muitos dados a respeito dos perfis de consumidores que entram na loja, quanto tempo ficam, o que olham e o que levam. Resta aos varejistas saber utilizar esses dados de forma inteligente e não invasiva.

5. Transparência e agilidade

As empresas estão sendo avaliadas o tempo todo – e em tempo real – na internet. Vídeos, fotos, e relatos são compartilhados e ganham um alcance nunca antes imaginado, capaz de destruir qualquer marca. Como contra fatos não há argumentos, o varejo terá que ser cada vez mais transparente. A agilidade nas respostas às reclamações e denúncias é capaz de desmentir boatos e esclarecer os fatos junto ao público antes que a informação se espalhe e fique fora de controle. É importante também se colocar no lugar do cliente e responder sempre com humildade. Arrogância não combina com lealdade.

Comerciante curitibano tem expectativa otimista para 2017

A pesquisa ACP/Datacenso sobre a expectativa do comércio curitibano para 2017 ouviu 200 comerciantes (proprietários ou gerentes) de micro (67%), média (4%) e pequenas empresas (29%), destacando que a maioria dos entrevistados (60%) estima que o desempenho na economia brasileira e paranaense, em particular, será melhor que a do exercício atual. Para 28% o movimento será igual e pior para 12%.

Em resposta à pergunta específica sobre a contribuição das medidas tomadas pelo governo Michel Temer para a recuperação do desenvolvimento e superação da crise econômica, 31% por entrevistados são de opinião que elas vão ajudar de algum modo, variando os demais comentários entre nenhum pouco (11%), um pouco (20%) e mais ou menos (15%).
Os comerciantes que esperam muito do governo Temer somam a parcela de 19%, caindo para 5% os que esperam “muitíssimo”.
O levantamento foi realizada por meio de entrevistas pessoais entre os dias 4 e 7 de novembro passado, com grau de confiabilidade de 95%.

Desempenho de 2017

A estimativa quanto ao desempenho especificamente do comércio no próximo ano, em relação ao movimento registrado esse ano será superior para 63% dos entrevistados, igual para 31% e inferior para 6%, embora a maioria absoluta dos comerciantes ouvidos (83%) tenha demonstrado o sentimento de que a economia dá sinais claros de retomada do crescimento.

Mesmo com a expectativa otimista, parcela significativa de 62% dos entrevistados não tem planos de novos investimentos na infraestrutura das instalações, intenção revelada por apenas 13% dos comerciantes da capital. No item referente à oferta de produtos quanto à variedade e melhoria da qualidade dos mesmos, 10% dos que responderam estão propensos a investir na realização de mudanças qualitativas.

Quanto aos aspectos externos do entorno dos pontos comerciais e lojas em geral, para a maioria dos empresários (65%) a prioridade é a realização de investimentos na área da segurança pública, seguida de investimentos na divulgação dos estabelecimentos das várias regiões urbanas (17%), investimentos na melhoria de calçadas e iluminação pública (7%), além de outros incentivos como captação de novos empreendimentos (3%), redução de impostos e geração de empregos (3%) e estacionamentos mais em conta para a clientela (2%).

Considerado melhor que o desempenho do período igual de 2015, o balanço geral das vendas do ano que está chegando ao fim é acompanhado pelo prenúncio otimista de que haverá melhoras sensíveis em 2017, tendo em vista os indícios claros do reaquecimento gradativo da economia.

Dentre as expectativas citadas pelos comerciantes curitibanos, porém, uma das mais relevantes diz respeito à queda dos juros para algo em torno de 10% ao ano, assim como o índice inflacionário de 5%. Contudo, segundo a explicação do responsável pela pesquisa “ainda se percebe a apreensão da área comercial diante de um cenário interno desfavorável, que sofre ainda ainda as consequências determinadas pela estagnação dos mercados asiático e europeu”, enfatiza Cláudio Shimoyama.

Curitiba tem aplicativo para celular que ajuda comerciante a vender mais

Comerciantes e usuários já estão sendo beneficiados com o aplicativo para celular “Onde Ir Curitiba”. A ferramenta facilita o encontro entre pessoas e empresas, além de promover a interatividade por meio das diversas funcionalidades oferecidas.

O Onde Ir Curitiba é a nova forma de encontrar e ser encontrado na Capital Paranaense. “Nosso app funciona como um guia de estabelecimentos comerciais, prestadores de serviços e tem a função “Pedidos”, para que os usuários possam pedir comida para entrega em domicílio , em breve anunciaremos mais novidades”, explica Eduardo Sans – franqueado da rede Onde Ir, em Curitiba.

Com alguns cliques, o usuário encontra endereços de estabelecimentos, a localização no mapa, traça rota para chegar ao local escolhido, pode deixar comentários, sugestões, elogios e ainda avaliar a qualidade do atendimento.

O aplicativo Onde Ir Curitiba funciona nos sistemas Android e IOS e está disponível para download gratuitamente nas lojas Apple Store e Google Play. O usuário tem à disposição dezenas de categorias com opções de cafés, bares, restaurantes, farmácias, pontos turísticos, entre outros.

PARA EMPRESAS

No Onde Ir Curitiba, os estabelecimentos podem (mediante contratação de planos) divulgarem suas marcas, produtos e serviços, interagir com os usuários por meio de mensagens e receber pedidos para entrega.

Na prática, estas empresas estarão ampliando seus canais de venda e se aproximando do público consumidor, tornando-se mais atraentes e aumentando as probabilidades de gerarem negócios, além de se posicionarem como marcas inovadoras.

Dados recentes mostram que o brasileiro está cada vez mais habituado com aplicativos, tendo uma média de 15 apps instalados por aparelho. Pesquisa de novembro de 2015 apontou que 45% dos donos de smartphones já realizaram algum tipo de compra “in-app” (isto é, de dentro de um aplicativo) e 26% dos donos de smartphones pedem comida através de aplicativos.

“Segundo o Sebrae, 70% das micro e pequenas empresas ainda não estão presentes no ambiente digital, ou seja, quem aposta em mídias digitais neste momento, está saindo na frente da concorrência. Além disso, compete com as grandes e vende mais, mesmo durante a crise”, afirma Eduardo Sans – franqueado da rede Onde Ir em Curitiba.

PRINCIPAIS UTILIDADES PARA USUÁRIOS

A cidade
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SOBRE A REDE ONDE IR

O aplicativo Onde Ir Curitiba faz parte de uma rede de franquias com mais de 40 unidades espalhadas pelo país. Os fundadores sãos os empresários Junior Talhaferro e Glaucia Sato. A ideia iniciou-se em São José do Rio Preto, interior de São Paulo e em pouco tempo expandiu-se por meio do sistema de franchising para várias cidades brasileiras.

Inadimplência do consumidor na cidade de Curitiba sobe 1,1% no ano, revela Boa Vista SCPC

A inadimplência do consumidor na cidade de Curitiba subiu 1,1% no acumulado do ano (até abril/16), em comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com dados da Boa Vista SCPC divulgados pela Associação Comercial do Paraná (ACP). Já na avaliação interanual (abril de 2016 contra abril de 2015), o aumento foi de 2,7% e houve leve queda de 0,1% na variação mensal (abril de 2016 contra março de 2016).

Recuperação de crédito

O indicador de recuperação de crédito do consumidor na cidade de Curitiba – obtido a partir da quantidade de exclusões dos registros de inadimplência – apontou alta de 1,3% no acumulado do ano (até abril/16). Na avaliação interanual (abril de 2016 contra abril 2015) houve elevação de 5,1%, e na variação mensal (abril de 2016 contra março de 2016) leve queda de 0,3% no pagamento de dívidas.

Metodologia

O indicador de registro de inadimplência é elaborado a partir da quantidade de novos registros de dívidas vencidas e não pagas e o indicador de recuperação de crédito é elaborado a partir das exclusões de registros informadas à Boa Vista SCPC pelas empresas credoras. O índice calculado pela média móvel dos últimos 12 meses do mês de referência, tendo como ano base a média desses valores em 2011 (base = 100). A partir de março de 2016, as séries dessazonalizadas (as quais utilizavam o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau) foram descontinuadas.

Fonte: Boa Vista SCPC

Vereador propõe alargamento do horário comercial em Curitiba

O Projeto de Lei Ordinária (PLO) nº 005.00329.2013, de autoria do vereador Chico do Uberaba, dispondo sobre o horário de funcionamento do comércio em Curitiba, aprovado em primeira discussão pela Comissão de Legislação da Câmara Municipal em sessão realizada nessa terça-feira (31), estabelece que o comércio abrirá de segunda à sexta-feira das 9 h às 22 h, e aos sábados das 9 h às 19 h.

A iniciativa recebeu o apoio da Associação Comercial do Paraná (ACP), e após ser analisada “sob os prismas constitucional e jurídico nada tem contra sua aprovação, sendo também de plena conveniência sob os aspectos social e econômico, especialmente diante da crise vivida pelo país”, sublinhou o presidente Antonio Miguel Espolador Neto.

O referido projeto altera o artigo 2º da Lei 7.482 de 18 de maio de 1992, que disciplina o horário de funcionamento dos estabelecimentos comerciais e de serviços, atualmente assim redigido: “É livre o horário de atendimento ao público, observados os seguintes limites: I – das 9 h às 19 h de segunda à sexta-feira e, II – das 9 h às 13 h aos sábados”.

De acordo com a proposta do vereador Chico do Uberaba o horário de funcionamento do comércio e serviços no município de Curitiba ficará alterado para “das 9 h às 22 h de segunda à sexta-feira e das 9 h às 19 h aos sábados”.

A alteração do horário foi justificada pelo autor do projeto, com base na necessidade de adequação aos hábitos de consumo da sociedade, além de que a mudança “propicia maior tempo de compras para os clientes, de modo a garantir-lhes mais qualidade no atendimento”. Por outro lado, o consumidor poderá ir às compras em horários alternativos “beneficiando inclusive o tráfego urbano de veículos em horários de pico”.

Chico do Uberaba revelou ainda que “a ampliação do horário do comércio servirá aos interesses da iniciativa privada, proporcionando aos estabelecimentos comerciais a oportunidade de competir com os horários praticados por shopping centers”. Contudo, ressaltou que “a duração diária e semanal do trabalho pelos funcionários dos estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços a serem beneficiados pelo projeto de lei será fielmente observada e cumprida”.

Para o vereador “o alargamento do período de funcionamento dos estabelecimentos trará inclusive a possibilidade do aumento do número de vagas para comerciários, uma vez que o atendimento aos consumidores demandará dois turnos”, concluindo que de acordo com a Súmula Vinculante nº 38 do Supremo Tribunal Federal, “é competente o município para fixar o horário de funcionamento de estabelecimento comercial”.

Paraná diz basta! Comerciantes fecharão as portas durante meia hora na quarta, dia 13

Na quarta-feira (13/04), uma grande manifestação contra o estado de coisas que aflige o país, em protesto simbolizado pelo fechamento das portas dos estabelecimentos comerciais por meia hora, das 17h às 17h30, será realizada em Curitiba.

Será um ato cívico contra os desmandos na administração pública brasileira, contra a corrupção, o aumento dos impostos, os juros abusivos, a volta da inflação, a falta de ética e pela retomada do crescimento econômico.

A Associação Comercial do Paraná (ACP), “conclama o empresariado curitibano e paranaense a somar-se a este movimento de dimensão nacional, exigindo respostas das instituições em defesa da democracia, da liberdade e da paz social”, disse o presdidente da entidade, Antonio Miguel Espolador Neto.

O PARANÁ DIZ BASTA !

Dia 13/04 – Quarta-feira, das 17h às 17h30

ACP – Associação Comercial do Paraná
Fiep – Federação das Indústrias do Estado do Paraná
Fecomércio – Federação do Comércio do Paraná
Faep – Federação da Agricultura do Paraná
Fetranspar – Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná
Faciap – Federação das Associações Comerciais E Empresariais do Paraná
IDL – Instituto Democracia e Liberdade
Movimento Pró-Paraná
Fecopar (Federação dos Contabilistas do Paraná)
Sescap – (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado do Paraná)
Movimento Mais Brasil – Eu Acredito
Federação dos Hospitais do Paraná
Associação dos Hospitais do Paraná

10 Tendências para o Varejo em 2016

As perspectivas para 2016 não são das melhores em quase todos os setores da economia. Inflação e taxa de desemprego em alta afetam diretamente o setor varejista. De acordo com a coordenadora do Laboratório de Varejo da Universidade Positivo (UP), Fabíola Paes, o setor precisa pensar em novas estratégias para poder atrair e engajar o público. “O principal efeito da crise é no comportamento do consumidor, que fica mais seletivo. Por isso, é preciso minimizar os efeitos da crise econômica e ajudar o cliente a comprar o melhor e da melhor forma”, explica.

As principais tendências para o varejo em 2016 foram apresentadas na Pós NRF, evento promovido pela Posigraf, na última semana, em Curitiba (PR). O encontro trouxe um resumo do que foi exposto na última NRF Retail’s Big Show 2016, maior evento mundial do varejo, realizado em Nova Iorque. Confira as principais tendências para este ano:

1. Globalização

Cada vez mais o varejo é internacional. Em 2013, 15 das 250 maiores varejistas do mundo estavam presentes no Brasil. Já em 2016, o número deve subir para 33. Ou seja, em dois anos, a presença de marcas internacionais no território nacional subiu – e esse é o maior sinal da globalização. Mesmo que o mercado de um país para outro seja diferente, as marcas precisam se adaptar à cultura local para aumentar a presença global.

2. Experiência

A geração Y, também conhecida como millennials, é a geração da experiência. Os jovens nascidos na década de 80 valorizam mais a experiência e felicidade do que a posse de “coisas”. Uma pesquisa da JC Penney mostra que 100% deles usam a internet para buscar informações antes da compra, mas que 75% consideram a loja física a principal experiência com a marca. Por isso, é necessário que o posicionamento esteja focado no estilo de vida e não mais nas categorias tradicionais.

3. Eficiência e Produtividade

A produtividade do brasileiro está bem abaixo da média mundial. Para se ter uma ideia, são necessários quatro trabalhadores para conseguir a mesma produtividade de um norte-americano. Os processos e estratégias do varejo não são das mais eficazes. “O que não se mede, não se gerencia” – a famosa frase de William Edwards Deming define bem o que é necessário fazer: planejar e medir a eficiência do quadro de trabalho no Brasil.

4. Internet das Coisas

Relógios, geladeiras, carros e óculos inteligentes. Acessórios até então simples, mas com o objetivo de se conectar a internet. A “Internet das Coisas” está cada vez mais presente no dia a dia e surge para complementar o mundo físico e integrar com o digital. Entretanto, para muitos casos, ainda é preciso inovar, para tornar o produto mais “usável”.

5. Zero Atrito

Cada vez mais simplificar o relacionamento e zerar o atrito existente entre marca e cliente é necessário para que o consumidor tenha a melhor experiência com a marca. Hoje em dia, a internet é a maior aliada pois, por meio do digital, é possível dar informações em tempo real para o público. Muitas vezes, o cliente espera o vendedor voltar com uma informação ou produto – e é justamente durante esse pequeno período em que ele analisa se a compra é realmente necessária. Esse é um dos maiores atritos, por isso, é preciso pensar em estratégias e até mesmo no uso da tecnologia para diminuir esse impacto.

6. Colaboração

Em um ano desafiador para todos os setores da economia brasileira, o varejo precisa do engajamento dos colaboradores e de todos os envolvidos no processo para somar forças e se manter forte.

7. Omnichannel

O mundo digital está cada vez mais presente no dia a dia, transformando e impactando a forma de se relacionar. Segundo pesquisa feita pelo Google, no Brasil, 86% das pessoas fazem pesquisas de compras pelo smartphone. Ou seja, o digital cria oportunidades, mas também traz grandes desafios para o varejo. O novo conceito omnichannel, advindo do multicanal, provoca o setor a pensar estratégias para gerar vantagem competitiva, alta performance e inovação nos negócios.

8. Repensar Loja Física

As lojas precisam se reinventar para se adaptar ao estilo de vida, principalmente dos millennials, que buscam experiências de compras – e não apenas um produto. É preciso alinhar o mundo físico com o digital para estimular o desejo do consumidor.

9. Big Data

Com tantas mudanças, é preciso, mais do que nunca, obter dados para gerar informação relevante para a empresa. Além disso, é essencial saber o propósito, para ser efetivo nas ações.

10. Propósito e Cultura

Para sobreviver, a empresa precisa ter uma razão de existir, para motivar e engajar o público, que está cada vez mais preocupado com alguma “causa”. É preciso pensar fora da caixa, mas com a cabeça do cliente.

Fecomércio PR divulga intenção de compras para o Dia dos Pais

Sondagem realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR) mostra que 61% dos paranaenses pretendem presentear no Dia dos Pais, enquanto 39% devem deixar a data passar em branco. A intenção de compra nesta data caiu 11 pontos em relação ao ano passado, o que corresponde a uma queda de 15,27%. Em 2014, 72% dos entrevistados pretendiam comprar um presente para os pais e em 2013 esse percentual era de 71%.

Entre os entrevistados, 60% devem investir entre R$50,00 e R$100,00, enquanto 27% pretendem comprar presentes na faixa de R$101,00 a R$150,00. Os que intencionam desembolsar entre R$151,00 e R$200,00 somam 9% e 4% devem gastar acima de R$200,00. O ticket médio para o Dia dos Pais no Paraná será de R$104,50.

A crise econômica não afetará o valor do presente para 36% dos entrevistados. Porém, 27% planejam gastar menos do que no ano passado, 23% ainda não sabem e 14% querem presentear o pai com algo mais caro.

De acordo com o presidente do Sistema Fecomércio Sesc Senac PR, Darci Piana, as datas comemorativas são uma oportunidade para fomentar o comércio, ainda que em menor proporção do que em anos anteriores. “No atual cenário brasileiro, com juros em alta constante, inflação e desemprego em ascensão, associado à desconfiança política, o consumidor está contendo cada vez mais o consumo. Verificamos redução na intenção de compras ou no valor do ticket médio nas demais datas comemorativas que já passaram, como o Dia das Mães, Páscoa e Dia dos Namorados. O Dia dos Pais segue a tendência de redução dos gastos e por isso os empresários precisarão ser mais criativos na hora de vender e oferecer boas promoções aos clientes”, avalia.

Sapatos e roupas são a preferência dos filhos, com 68% das respostas. Também foram citados livros e outros materiais de livrarias (11%), aparelhos eletrônicos, como tablets e celulares (7%), dinheiro para que o presenteado escolha algo de sua preferência (7%), artigos de pesca (4%), além de viagens e cestas matinais (2%).

Quanto à forma de pagamento, 48% dos paranaenses preferem não se endividar e vão comprar à vista. No ano passado, os que optaram pelo pagamento à vista chegavam a 68%. O parcelamento no cartão de crédito será a opção de 30%, enquanto no último Dia dos Pais essa modalidade de pagamento foi escolhida por 13%. O cartão de crédito no modo rotativo, em que a compra será paga somente no vencimento, é mencionado por 19% dos consumidores neste ano ante 24% em 2014.

Metodologia
Foram ouvidos 300 consumidores de Curitiba e Região Metropolitana, entre os dias 10 e 24 de julho.

Vendas do comércio em junho tiveram queda de 8%

O volume de vendas do comércio de Curitiba durante o mês de junho último apresentou, em média, a queda de 8% em relação a maio, com um índice de elevação de 300%. A queda significativa tem como causas principais o aumento de preços, os juros altos, a inadimplência e a diminuição do poder de compra das famílias.

A maioria dos 200 comerciantes (62%) ouvidos pelo Instituto Datacenso registrou movimento inferior em relação ao mesmo período de 2014, confirmando a retração econômica dos últimos meses. No entanto, quase a metade (42%) dos comerciantes espera a melhoria das vendas em julho, ou pelo menos a manutenção do índice do mês anterior.

A queda mais significativa em junho foi verificada no setor de comercialização de veículos automotivos e reparação, cosméticos e perfumaria, jóias/relógios e vestuário. Os segmentos que apresentaram movimento positivo (4%) foram os de móveis e eletros, artigos esportivos e farmácias

O consumidor que foi às compras em junho (77%) preferiu utilizar o cartão de crédito na modalidade a prazo (58%) e à vista (21%).

Varejo paranaense tem leve melhora em maio, mas acumula perdas de 3,42%

A Pesquisa Conjuntural da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR) mostra que o varejo paranaense teve queda de -3,42% nas vendas no acumulado de janeiro a maio. Na comparação de maio com abril, houve pequena melhora, com alta de 3,17%. No entanto, em relação ao mesmo mês de 2014, verifica-se redução de -8,17%.

A pesquisa também revela que os empresários têm diminuído a formação de estoques. No acumulado do ano, as compras foram -3,52% inferiores às do mesmo período do ano passado e, são ainda menores (-11,69%) ante maio de 2014.

Com a queda nas vendas, o nível de emprego já começou a cair. No período de janeiro a maio, o comércio paranaense teve cortes de -1,88% no quadro funcional e na comparação com maio do ano passado, houve diminuição de -3,67%.

De acordo com o presidente do Sistema Fecomércio Sesc Senac PR, Darci Piana, a crise política e econômica tem afetado a percepção tanto dos empresários quanto dos consumidores. “De um lado, temos o declínio na intenção de compras das famílias, que retêm o consumo por causa da inflação e pelo receio de eventuais demissões. Por outro lado, os empresários veem o movimento de suas lojas cair e por isso acabam freando investimentos e reduzindo estoques”, analisa. Segundo o dirigente, endividamento das famílias e a inadimplência completam o cenário pouco favorável para o comércio.

Os piores indicadores no período são observados pelas concessionárias de veículos (-24,29%), autopeças (-14,03%), calçados (-11,43%) e vestuário e tecidos (-6,21%). Por outro lado, vêm mantendo crescimento as livrarias e papelarias (11,56%), supermercados (8,04%), combustíveis (5,84%), farmácias (5,79%) e lojas departamentos (4,81%). Na variação interanual, os números de maio deste ano são piores do que no mesmo mês de 2014. Tiveram crescimento apenas as livrarias e papelarias (10,06%), supermercados (9,27%) e combustíveis (4,42%).

Dados regionais
Os dados regionais são negativos em todas as regiões pesquisadas no acumulado do ano. A maior redução no faturamento foi apresentada por Ponta Grossa (-8,06%), seguida pelo Sudoeste (-5,81%), Londrina (-3,68%), Curitiba e Região Metropolitana (-3,28%), Oeste (-3,23%) e Maringá (-2,76%).

Frente ao mesmo mês de 2014, maio apresentou retração considerável em todas as regiões, sobretudo para Ponta Grossa (-12,83%), Sudoeste (-12,33%), Londrina (-10,8%), Oeste (-9,36%), Curitiba e Região Metropolitana (-7,11%) e Maringá (-4,65%).

Acesse os dados completos:

· Paraná

· Curitiba e Região Metropolitana

· Maringá

· Londrina

· Oeste

· Ponta Grossa

· Sudoeste

Comércio curitibano continua em queda

O volume de vendas do comércio curitibano no mês de maio apresentou, em média, queda de 2% em relação ao movimento registrado em abril. O dado foi apurado pela sondagem conjuntural ACP/Datacenso, realizada entre os dias 1 e 3 do corrente com 200 comerciantes micro, pequenos, médios e grandes.

A queda considerada significativa foi puxada pelo aumento dos preços, altas taxas de juros, inadimplência e queda do poder aquisitivo das famílias. Apenas os setores de calçados e vestuário tiveram desempenho positivo em maio, com déficits de vendas nos demais como supermercados, artigos esportivos, joalherias/relojoarias/bijuterias, cosméticos/perfumaria e chocolates.

Para 67% dos comerciantes entrevistados pelo Instituto Datacenso, o vilão de maio foi a inflação, ao passo que a estagnação do mercado, a proximidade das vendas da Páscoa e a falta de dinheiro por parte dos consumidores foram citadas pelos demais empresários.

Na comparação das vendas de 2015 e 2014, quase a metade dos comerciantes teve desempenho inferior como reflexo direto da atual conjuntura econômica, com crescimento negativo de sete pontos percentuais entre um ano e outro.

A expectativa dos comerciantes para o mês de junho é que o resultado médio seja o mesmo apurado em maio (2%), com vendas superiores para 36%, iguais para 51% e inferiores para 12%. As vendas em maior volume são esperadas para os setores de chocolates (12%), supermercados (5%), artigos esportivos (2%) e vestuário (2%).

Dia das Mães pode ter queda de 5% nas vendas em Curitiba

A segunda maior data do ano para os comerciantes não deve reanimar o pessimismo dos lojistas, que já têm enfrentado queda nas vendas, reflexo da situação econômica ruim. Em Curitiba, de acordo com a pesquisa Associação Comercial do Paraná/Datacenso, realizada entre os dias 27 a 29 de abril, os lojistas calculam vender 5% menos que no Dia das Mães de 2014, sendo este o primeiro desempenho negativo nessa data nos últimos cinco anos. Em 2014 houve crescimento de 2% em relação a 2013.

O valor despendido no presente também deve cair. Consumidores devem gastar apenas R$ 136,00, com a queda de 20% ante os R$ 168,00 gastos no ano passado. A previsão negativa foi a resposta de 46% dos 200 comerciantes ouvidos, cuja maior parte (74%) são gerentes/supervisores de pequenas empresas (até nove empregados), ou seja, 65% da amostra. Para 33% dos comerciantes, as vendas se equipararão ao mesmo período do ano passado e apenas 21% estão otimistas quanto ao incremento nas vendas.

De acordo com os comerciantes, a previsão negativa se deve principalmente à crise econômica no país, o aumento no preço dos produtos e a percepção do consumidor que o faz gastar menos.

Presentes – Apesar do desembolso de uma quantia menor tudo leva a crer que nenhuma mãe ficará sem um agrado. Entre os 200 consumidores consultados, os presentes mais indicados na intenção de compra são roupas (35%), perfumes (25%), calçados (7%), bolsas/acessórios (6%), chocolates/flores (6%), móveis/eletros (6%), livros (5%), dinheiro (4%), cartão-presente (2%) e outros (4%).

Para levar as sacolas para casa, a principal forma de pagamento que o consumidor deve utilizar será à vista (73%) crédito (36%), débito (20%) e dinheiro (17%). Embora parte dos consumidores ouvidos planeje pagar de forma parcelada (19%), a intenção de pagar no ato da compra está na contramão da prática observada anteriormente, porque “o consumidor está mais endividado, com menor poder aquisitivo e inseguro com o desempenho atual economia”, explicou o coordenador da pesquisa, Cláudio Shimoyama.

O perfil do consumidor curitibano entrevistado está equilibrado quanto ao gênero, com faixa etária entre 18 a 35 anos e renda média familiar mensal entre R$ 1.867,00 a R$ 3110,00.

Estratégia de vendas – De acordo com o presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Antonio Miguel Espolador Neto, no momento vivido pela economia brasileira, os empresários devem colocar em prática sua criatividade para tentar manter o faturamento e continuar a atrair clientes, sem deixar de manter os antigos. Segundo dados da pesquisa, a maior parte deles (67%) buscará inovar para se destacar em meio aos concorrentes mediante promoções especiais com descontos para pagamento à vista (58%), distribuição de prêmios (28%) e promoção de produtos (9%).

Intenção de consumo é a mais baixa dos últimos cinco anos no Paraná

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), medida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), foi a menor dos últimos cinco anos no Paraná. Em abril, o indicador teve a quinta queda consecutiva, e ficou em 109,7 pontos. A retração no consumo dos paranaenses iniciou em dezembro de 2014, mas só chegou a patamar tão baixo nos meses de julho e agosto de 2010, primeiro ano da pesquisa.

A queda mais acentuada ocorreu entre as famílias com renda mensal até dez salários mínimos, entre as quais o indicador ficou em 108,4 pontos neste mês. Em abril de 2014, o indicador era de 139,9 pontos, o que representa um recuo de 22,3% em um ano. Já entre as famílias com rendimento superior, que vinham colocando o pé no freio desde julho do ano passado, a ICF marcou 115,9 pontos em abril, uma redução de 19,4% ao longo de 12 meses.

Dos sete quesitos pesquisados, três estão na zona negativa, abaixo dos 100 pontos: Perspectiva profissional (96,6 pontos), Nível de consumo atual (87,2) e Perspectiva de consumo para os próximos meses (59,3). Este último foi o que apresentou as maiores quedas, tanto no comparativo mensal, de 21,2%, quanto no anual, de 56,2%.

Emprego

O nível de segurança no emprego também caiu na comparação com o mês anterior, passando de 47,1% dos entrevistados em março para 43,3% em abril. Em abril de 2014 esse índice era de 56%.

Situação de Renda

A situação da renda é considerada melhor em relação ao mesmo período do ano passado para 74,3% dos consumidores. Para as famílias com rendimentos mensais de até dez salários mínimos o percentual é de 73,8% e, nas classes mais altas, de 76,5%.

Acesso a crédito

As restrições ao crédito já são percebidas pelas famílias. Para 30,9% dos paranaenses está mais difícil conseguir um empréstimo, percepção parecida com março (30,7%). Há um ano essa limitação era sentida por 19% dos consumidores.

Momento para consumo de bens duráveis

Para 53,2% das famílias, este ainda é um bom momento para a aquisição de bens duráveis, como eletrodomésticos, TV, som, etc. Em março esse percentual era 62,4% e em abril do ano passado era 76,3%.

Vendas de fevereiro caem 5% em relação a janeiro em Curitiba

A movimentação de vendas do comércio curitibano durante o mês de fevereiro acusou a queda de 5% em comparação com janeiro, prosseguindo o ritmo de desempenhos sofríveis nos últimos meses. Exatamente a metade dos comerciantes ouvidos pela pesquisa ACP/Datacenso entre os dias 4 a 6 de março contabilizou resultado inferior ao apurado em janeiro, e as razões apresentadas para a queda foram o feriadão de Carnaval, o crescimento da inflação, a falta de dinheiro no bolso do consumidor e o agravamento da crise financeira.

Segundo a pesquisa ACP/Datacenso os segmentos que tiveram em fevereiro quedas acima da média foram os de móveis e eletros, materiais de construção, celular/smartphones, artigos esportivos, vestuário, cosméticos e perfumaria, que no conjunto sofreram 7% de queda nas vendas.

A série histórica do Instituto Datacenso mostra que fevereiro sempre foi deficitário em relação a janeiro, com índices negativos de 1% a 5% nos últimos quatro anos, ou seja, de 2012 a 2015.

Em fevereiro o volume de vendas a prazo foi de 55%, suplantando os 29% de vendas à vista. A principal forma de pagamento das vendas a prazo continuou sendo o cartão de crédito (86%), com um crescimento significativo de 70% em relação ao mês anterior.

A pesquisa ACP/Datacenso, coordenada pelo economista Cláudio Shimoyama, ouviu 200 comerciantes distribuídos entre gerentes/supervisores (82%) e/ou proprietários/sócios (18%), representando os setores de micro (78%), pequena (19%), média (2%) e grande (2%) empresas.