Setor de consórcio imobiliário expande atuação em Curitiba

imagem_release_1306850 (640x427)

Cada vez mais brasileiros estão optando pelo consórcio na hora de comprar um imóvel – seja para moradia ou investimento. O número de adesões aumentou 21% em 2017, na comparação com o ano anterior. A informação é da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), que registrou crescimento nacional de 8% na venda de novas cotas no primeiro trimestre de 2018.

As empresas do setor seguem esse ritmo positivo. A Ademilar, pioneira na venda de consórcio imobiliário no Brasil, cresceu 57% entre janeiro e maio de 2018, em comparação ao mesmo período de 2017. Somente no Paraná, a empresa registrou aumento de 51% no volume de créditos comercializados nos cinco primeiros meses de 2018.

Para atender o mercado crescente, a empresa inaugurou na noite da última terça-feira, 29 de maio, mais uma unidade em Curitiba. Localizada no bairro Mercês, esta é a terceira aberta este ano na capital do Estado. A Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário já conta com 30 pontos de venda no Paraná e 54 em todo o Brasil.

Para a diretora-superintendente da Ademilar, Tatiana Schuchovsky Reichmann, mais brasileiros estão descobrindo as vantagens do planejamento financeiro e evitando juros abusivos. “O consórcio é um estilo de vida. Quem pesquisa variadas formas de investimento acaba optando pela modalidade. Os resultados divulgados por nós e pelas entidades do setor, assim como as inaugurações de unidades de negócio, comprovam que os brasileiros estão mais conscientes em relação ao orçamento familiar e investindo com segurança no consórcio imobiliário”, ressalta.

Chega de promessas! – Por Tatiana Schuchovsky Reichmann

Editorial_Tatiana_foto_Rodrigo_Torrezan

Ano após ano, ao pular as sete ondas ou observar os fogos de artifício em comemoração ao novo ano que se inicia, refletimos e fazemos promessas como uma forma de mudar ou aprimorar aspectos de nossas vidas. Emagrecer, começar a estudar e comprar um imóvel estão entre os desejos mais comuns de homens e mulheres, mas nem todo mundo consegue cumprir metas.

A melhor forma de tirar do papel essas e outras promessas, sem acumular decepções, é focar no planejamento. Para começar uma dieta ou um curso, por exemplo, é preciso avaliar os hábitos praticados, planejar os próximos passos e quais serão as mudanças necessárias em busca dos resultados almejados.

Quando o objetivo leva em conta a compra da casa própria ou de um imóvel para investimento, a situação não é diferente. Reorganizar as finanças é o primeiro passo para avaliar como o dinheiro está sendo gasto e quais despesas podem ser cortadas do orçamento. Deixar um sonho no plano das ideias talvez faça com que ele nunca saia de lá. Por isso, é preciso agir – sem esquecer de refletir sobre o seu perfil financeiro – e escolher a forma mais adequada de investir.

O consórcio imobiliário é uma das modalidades de compra que mais têm crescido nos últimos anos. Ao adquirir uma cota de determinado valor de crédito, o consorciado paga, ao longo de um período pré-estipulado, parcelas para a formação do saldo do grupo. Por meio de sorteio, realizado pela extração da Loteria Federal, e lance, o dinheiro do grupo é liberado para um ou mais participantes a cada mês. Na contemplação, o crédito pode ser usado para comprar, construir, reformar um imóvel, quitar financiamento imobiliário ou o saldo devedor de imóvel na planta e, até mesmo, para garantir uma aposentadoria tranquila, com a renda do aluguel de imóveis adquiridos através da modalidade.

No consórcio, não há pagamento de juros, apenas de uma taxa de administração, tornando os valores finais até 50% mais baratos em relação a outras formas parceladas de compra. Além disso, o processo para adquirir uma cota de consórcio é menos burocrático em comparação a operações financeiras que também oferecem crédito.

Ou seja, com planejamento é possível economizar, investir em imóveis e garantir uma aposentadoria tranquila. E agora? Chega de promessas?

Tatiana Schuchovsky Reichmann é diretora-superintendente da Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário

Ademilar inaugura 15ª unidade em Curitiba e chega a 50 no País

imagem_release_1217159 (640x427)

O dia 28 de fevereiro marcou mais um passo importante na história da Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário: a inauguração da 15ª unidade da empresa na capital paranaense. Ao todo, já são 28 pontos no Paraná e 50 em todo o Brasil. Para celebrar o momento, a empresa reuniu convidados na noite da última quarta-feira em um coquetel.

A nova unidade, que está localizada na rua Padre Germano Mayer, no Alto da XV, veio para atender à grande demanda dos curitibanos pelo consórcio imobiliário. Em 2017, a Ademilar registrou aumento de 61% nos créditos comercializados, em comparação a 2016. Os resultados de janeiro e fevereiro deste ano também surpreenderam: houve crescimento de 48,6% em relação aos dois primeiros meses de 2017.

Para Tatiana Schuchovsky Reichmann, diretora-superintendente da Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário, o crescimento da empresa acompanha a maior conscientização do consumidor, que cada vez mais se preocupa com a estabilidade financeira. “Investir no consórcio de imóveis é uma decisão inteligente, mostra que o brasileiro está procurando meios para evoluir financeiramente e assegurar a solidez do seu futuro e de sua família”, comentou durante a inauguração.

Vida financeira: cigarra ou formiga?

Por Tatiana Schuchovsky Reichmann

Entre o prazer imediato e o planejamento a longo prazo, em geral, nós brasileiros preferimos o primeiro. Historicamente, nos acostumamos a ser a cigarra e não a formiga da fábula que mostra os prós e os contras de quem se organiza para o inverno e de quem prefere curtir o verão sem pensar no futuro próximo.

Esse comportamento pode ser explicado pela inflação altíssima das décadas de 1980 e 1990, que nos ensinaram a consumir tudo o quanto antes, para que o dinheiro não perdesse valor diante dos aumentos vertiginosos de preço. Fazemos isso até hoje, quando assinamos contratos de financiamento de imóveis para pegar as chaves na hora. O que não vemos é que, com os juros e taxas inclusas no contrato, seria possível pagar pelo menos duas vezes o valor original do imóvel, se não mais.

Mas, a boa notícia é que a época da inflação galopante passou e agora precisamos também olhar com mais carinho para os hábitos da formiga e esquecer a farra da cigarra. Isso significa poupar e planejar mais, e, acima de tudo, olhar para o futuro um pouco mais distante. Um bom exemplo disso são os consórcios, que têm ganhado a preferência dos consumidores, indicando que a educação financeira está cada vez mais presente na hora de optar por uma modalidade de compra. De janeiro até setembro de 2017, cerca de 1,75 milhão de brasileiros escolheram o planejamento com taxas mais em conta em detrimento do imediatismo de possuir o bem a qualquer custo, segundo a Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (ABAC).

Esses dados demonstram que a disciplina e o hábito de poupar com foco em um objetivo têm atraído mais adeptos. No consórcio, não há juros e incidência de impostos, e o hábito de guardar um pouco a cada mês para atingir um objetivo proposto, grande lição que vale a pena passar adiante, é reforçada mensalmente.

Fica aqui a reflexão da antiga fábula de La Fontaine. Vale a pena curtir o aqui e agora, sem pensar no inverno que sempre chega? Ou vale o esforço para aproveitar muitas estações com tranquilidade?

Tatiana Schuchovsky Reichmann é diretora-superintendente da Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário

Diga como investes seu dinheiro e te direi quem és – Por André Marini

Muito se fala sobre poupança, educação financeira e cuidados com o futuro. Mesmo assim, a maioria dos brasileiros simplesmente não tem dinheiro guardado ou planejamento financeiro para os próximos anos. De acordo com dados do Indicador de Reserva Financeira, do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), até março de 2017, mais da metade da população não contava com reserva financeira alguma. É aí que vem a questão: diga-me como se relaciona com o dinheiro e te direi quem és, ou como será o seu futuro.

Quando o assunto é planejamento, a curto, médio e longo prazos, existem diferentes tipos de perfis e cada um com suas características próprias. Há, por exemplo, quem não se preocupe com o assunto. Há também quem não consiga guardar recursos para começar a economizar dinheiro, seja por ter um orçamento apertado ou por gastar demais. Nesse caso, é importante rever as contas e avaliar se o custo de vida está compatível com a renda recebida. Talvez seja preciso contar com alternativas ou, se possível, cortar custos que estejam pesando no orçamento. E, antes que venham as reclamações, digo que é sim possível remanejar os gastos. Basta ter uma boa dose de disciplina e boa vontade. Do contrário, sua vida financeira estará sempre dependendo do próximo salário e, muito provavelmente, do cheque especial ou do limite do cartão de crédito.

Outro perfil comum é o de quem até sabe da importância do planejamento financeiro, gostaria de guardar mais dinheiro, mas sempre que aparece uma promoção dá adeus à poupança. Esse talvez seja o perfil mais perigoso, pois sabe o que deve fazer e também como executar, mas não resiste às tentações e acaba não evoluindo (seja para aumentar seu patrimônio ou para realizar seus sonhos). Se você se identificou com esse perfil, pelo menos já conhece os princípios da educação financeira, mas ainda precisa colocá-los em prática, de uma forma efetiva. O sinal que acende para você não é o vermelho, mas é com certeza um laranja que merece atenção.

E por fim, claro, existe a minoria brasileira, que guarda uma parte de seu salário mensal para garantir um futuro mais tranquilo. Aqui, o importante é saber onde está essa reserva e como será utilizada nos próximos anos.

Independentemente do perfil, o mais importante é saber qual o melhor método para que o futuro seja, de fato, mais tranquilo em termos financeiros. Se você tem a disciplina de economizar parte de seu rendimento, já está muitos passos à frente da maioria da população brasileira. Se ainda não conseguiu desenvolver esse hábito, é importante começar o quanto antes. Para todos os perfis, sempre recomendo o consórcio imobiliário, pois funciona como uma poupança programada, que estimula o hábito de economizar em prol de um objetivo. Para quem tem maior disciplina financeira, é uma maneira prática e econômica para conquistar a casa própria ou aumentar o patrimônio e obter renda extra.

Do ponto de vista de investimento, ao participar de um grupo de consórcio imobiliário é possível economizar até 60% do valor que seria gasto em outras formas parceladas de aquisição, como o financiamento, por exemplo – lembrando que seu crédito será reajustado anualmente. Analisar seu comportamento econômico e traçar metas é a melhor forma de alcançar objetivos. Conte com o apoio de investimentos inteligentes para isso.

André Marini, diretor comercial da Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário

Reaquecimento do mercado imobiliário sinaliza aceleração da economia

Os quatro primeiros meses de 2017 foram marcados pelo aumento do otimismo de empresários e pela retomada de vendas no comércio. Mesmo que sejam sinais tímidos, já é uma demonstração de que a economia está voltando ao rumo do crescimento. O Bank of America Merril Lynch apontou, agora em maio, que o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro do primeiro trimestre deve ter alta de 1,3%. Outras instituições financeiras brasileiras estão de acordo e sinalizam o mesmo cenário positivo.

O mercado imobiliário também dá sinais de reaquecimento. Segundo a ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), o primeiro trimestre de 2017 apresentou alta de 12% nas vendas de novas cotas de consórcio de imóveis, enquanto o volume de créditos comercializados subiu 30%.

A Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário, uma das principais administradoras do segmento, registrou crescimento similar. Nos primeiros quatro meses de 2017, a empresa aumentou em 19,95% os créditos comercializados, em comparação ao mesmo período do ano anterior. No Paraná e em Santa Catarina, onde a Ademilar está consolidada, a alta foi de 14%, e em São Paulo, o índice da empresa foi de 68%, principalmente devido à expansão da rede de atendimento.

Para a diretora-superintendente da Ademilar, Tatiana Schuchovsky Reichmann, o momento reflete a busca do consumidor por planejamento e educação financeira. “Estamos há 25 anos no mercado e o crescimento da procura por consórcio imobiliário é um reflexo claro do comportamento dos brasileiros em relação às finanças. Com um cenário econômico não tão seguro, foi preciso reforçar o planejamento financeiro e estudar as melhores opções para adquirir bens, especialmente imóveis. E, diante dessa análise, o consórcio se sobressai como uma opção inteligente de investimento”, analisa.