ACP vai lançar Dia da Inovação

O Instituto ACP para Inovação, por intermédio de seu coordenador, Eduardo Aichinger, comunica a realização no próximo mês de abril do Dia da Inovação ACP 2015. Segundo ele o “evento tem como objetivo discutir e estimular o diálogo sobre o tema inovação, além de incentivar a adoção de práticas inovadoras por parte das empresas”.

Aichinger também convida os integrantes e entidades representadas no Instituto ACP para Inovação para o café da manhã dessa quinta-feira (5), às 8h30 na sede da instituição, quando será discutida a implantação e definição de data para o dia da inovação.

Participante do comitê de inovação do Fórum Permanente Futuro 10 Paraná, o organismo criado pela ACP está inserido no projeto que engloba uma série de atividades importantes como a aprovação da Lei de Inovação e regulamentação de seus dispositivos por decreto, além de trabalhar pela subvenção econômica para empresas inovadoras, obter financiamento reembolsável com juros equalizados, bolsas de estudo da Fundação Araucária e outros incentivos fiscais.

Estão em discussão também a criação do Conselho Estadual de Inovação, aplicação de um curso prático de empreendedorismo inovador em universidades paranaenses, curso de formação de agentes empresariais de inovação, bem como a criação e operação de um fundo “seed Money” para o Paraná, visando implantar redes de investidores-anjo em todas as macrorregiões para facilitar a atração de venture capital e private equity.

Fonte: Associação Comercial do Paraná

Comerciante curitibano está pessimista com relação a 2015

Os empresários do comércio curitibano vislumbram um 2015 difícil para o setor. De acordo com dados apurados pela pesquisa ACP/ Datacenso, a expectativa das vendas para o primeiro mês do ano, negativa em 10% com relação a dezembro de 2014 para 71% dos entrevistados, é um exemplo preocupante do que poderá se repetir até a próxima virada do ano.

Do total de empresários ouvidos, 47% estão preocupados com seus negócios em 2015. A realidade é totalmente inversa à apresentada em 2014, quando quase metade dos comerciantes estava entusiasmada para este ano (49%). A inquietação tem motivo: para 58% ela é motivada pela crise econômica, para 17% é proveniente do receio gerado pelo baixo desempenho das vendas em 2014, 15% pela preocupação com aumento de impostos, 3% porque o consumidor está gastando menos e 2% pelo aumento da inflação.

Segundo o diretor do Instituto Datacenso, Cláudio Shimoyama, “esta preocupação é reflexo do momento econômico, com o baixo volume de vendas e constante aumento dos preços, principalmente dos serviços que têm os preços controlados pelo governo”.

Para os 200 lojistas ouvidos entre os dias 12 e 14 de janeiro, a previsão negativa é explicada porque, principalmente, os consumidores estão pagando dívidas e evitando gastos. Outro fator importante: o período de férias, com muitos consumidores viajando, sendo também época de pagamento de impostos.
Apesar de o Natal passado ter sido o pior dos últimos quatro anos em relação ao faturamento, o mês de dezembro registrou alta de 8% comparado ao mês anterior, conforme afirmaram 64% dos comerciantes ouvidos, e queda de 3% com relação a dezembro de 2014. Já no acumulado do ano de 2015, as vendas foram negativas em 1%

Apenas um setor está otimista com relação a janeiro: o de materiais de construção, que espera incremento de 4% nas vendas. O segmento de cosméticos e perfumaria é o que calcula os piores resultados, 28% de queda. Também prevêem queda no faturamento as áreas de informática e eletrônicos (1%), brinquedos (2%), móveis e eletros (6%) e calçados (16%).

Fonte: Associação Comercial do Paraná

Comércio curitibano teve o pior Natal dos últimos quatro anos

Pela primeira vez nos últimos quatro anos o desempenho das vendas de Natal no comércio curitibano apresentou uma queda de 2% em relação ao acréscimo de 4% registrado nesse mesmo período do ano passado. Assim sendo, foram confirmados os prognósticos generalizados dos efeitos negativos da conjuntura econômica. O dado foi levantado pela pesquisa ACP/Datacenso que ouviu 200 comerciantes e 480 consumidores de ambos os sexos, na proporção de 200 que compraram presentes e 280 que se abstiveram da tradição de presentear na data festiva.

Segundo o economista Cláudio Shimoyama, diretor do Instituto Datacenso e responsável técnico pela pesquisa, a análise da série mensal realizada em 2014 “apresenta sistematicamente índices de crescimento abaixo do esperado e sempre aquém dos resultados apurados o longo de 2013”. Nos últimos quatro anos, constatou, as vendas do comércio da capital “apresentaram um crescimento médio de 5,5% em comparação com o exercício imediatamente anterior”.

Em 2014, como era previsto, o comércio sofreu com a instabilidade da economia, fato que interferiu de forma realista no ânimo dos consumidores no último mês do ano: “De cada grupo de dez curitibanos seis deixaram de comprar presentes, sob a alegação de dificuldade financeira, juros altos, inflação, crédito difícil e endividamento da maior parte dos possíveis compradores”, comentou Shimoyama com base nos números da pesquisa ACP/Datacenso, salientando que “esse foi o pior desempenho do comércio de Curitiba desde o Natal de 2011”.

Vendas inferiores
Para a maioria dos comerciantes ouvidos em entrevistas pessoais (60%), o volume de vendas natalinas de 2014 foi inferior em 2% quando comparado a 2013, cujo resultado do período superou em 4% a temporada de festas de 2012. Para otimizar as vendas mais da metade dos estabelecimentos comerciais (56%) se valeu de promoções especiais, com destaque para descontos, sorteios e distribuição de brindes.
A pesquisa confirmou também o dado anterior de que a contratação de pessoal efetivo seria feita apenas por 17% dos empresários do comércio, ao passo que 83% preferiram mão de obra temporária que alcançou em média quatro pessoas.

A estimativa do próprio Datacenso era que o consumidor estava disposto a presentear três pessoas (esposa, filhos e parentes próximos), gastando a média de R$ 97 por presente. A pesquisa pós-Natal constatou que o gasto por presente foi de R$ 95, totalizando R$ 285 por consumidor que foi às compras. “Em comparação com o período igual de 2013 verificou-se uma queda nominal de 34% no dispêndio com presentes, pois o valor médio por presente daquele ano chegou a R$ 128”, explicou Shimoyama.

A maioria dos consumidores pagou as compras em maior escala de roupas e acessórios (56%), brinquedos (34%), perfumes/cosméticos e calçados (16%), além de outros itens em percentuais mais moderados com o cartão de crédito, nas modalidades à vista ou parcelado.

Fonte: Associação Comercial do Paraná

Edson Ramon assume novo mandato na Associação Comercial do Paraná

da comunicação da ACP

Convicto da necessidade de dar prosseguimento a vários projetos iniciados na gestão que findou nessa terça-feira (14), o presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Edson José Ramon, assumiu o segundo mandato, que vai perdurar por dois anos (2012/2014). Ramon agradeceu aos diretores, vice-presidentes e coordenadores pelo apoio e relembrou algumas conquistas que ajudaram a fortalecer a imagem e presença da ACP junto aos associados.

Em constantes reuniões com agentes públicos, além de entendimentos com as associações de bairros e outras entidades, a administração de Edson Ramon se destacou pela afirmação da imagem político-institucional da ACP. A instituição mostrou também capacidade de influir nas grandes decisões como referência em questões de natureza social, política e econômica.

Durante a assembléia geral ordinária, realizada na sede da ACP, os vice-presidentes José Eduardo Sarmento, Dalton Zeni Rispoli, Airton Hack, Sinval Zaidane Machado e o gerente geral, Olívio Zotti, fizeram um balanço do último ano da instituição e apresentaram o plano orçamentário para o próximo período. O fortalecimento da ACP no interior também foi destacado. “Hoje, podemos afirmar com satisfação e orgulho que dispomos de 90% da base de dados dos registros de informações sobre crédito no território paranaense”, afirmou o presidente.

Ao fim da cerimônia, todos os membros da diretoria executiva foram apresentados e os conselheiros Omar Rachid Fatuch, Gabriel Veiga Ribeiro e Oclândio José Sprenger assinaram protocolarmente o termo de posse em nome dos demais.

Estiveram presentes, entre outros, o diretor-presidente do Grupo Gazin e conselheiro da Casa, Mário Gazin, o vice-presidente da FIEP, Hélio Bampi e o deputado federal Eduardo Sciarra.