Inscrições para Mostra de Profissões da UP estão abertas

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Um dia inteiro para conversar sobre carreira, vivenciar o dia a dia das profissões, conhecer um dos mais belos campi universitários do Brasil e tirar as últimas dúvidas antes de escolher o curso superior. É o que propõe a Universidade Positivo (UP) com a Mostra de Profissões. Realizado desde 2001, o evento é esperado todos os anos por estudantes do Ensino Médio da capital e do interior do Paraná e Santa Catarina. Este ano, a Mostra de Profissões da UP acontece no dia 1° de agosto, das 8h às 21h30, no câmpus Ecoville.

Para oferecer aos jovens e suas famílias uma experiência completa no câmpus, o evento conta com food trucks, bandas, oficinas gratuitas, feira de cursos, visitas guiadas pelo câmpus, além de atrações durante todo o dia. Os estudantes que cumprirem cinco atividades específicas terão isenção na taxa de inscrição para o vestibular de mais de 50 cursos da instituição. Para participar da Mostra de Profissões UP 2018, os interessados devem se inscrever gratuitamente no hotsite do evento: up.edu.br/mostra.

Mostra de Profissões UP 2018

Data: quarta-feira, 1° de agosto

Local: Universidade Positivo (R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Ecoville)

Informações e inscrições: up.edu.br/mostra

Curitiba recebe III Fórum de Economia Criativa em julho

James Marins é um dos 12 articuladores multidisciplinares

James Marins é um dos 12 articuladores multidisciplinares

Nos dias 07 e 08 de julho, a capital paranaense recebe o III Fórum de Economia Criativa. O objetivo é difundir o intercâmbio de conhecimento, desenvolvimento técnico e geração de novos negócios, trazendo profissionais reconhecidos no Brasil para uma interlocução em diversos setores, de uma forma dinâmica e divertida.

O fundador e presidente do Instituto Legado e sócio do escritório Marins Bertoldi Advogados, James Marins, é um dos 12 articuladores convidados para debater a economia criativa no campo das experiências sensoriais. Ele se junta ao time da coreógrafa Isabel Marques (SP), do PhD em Educação Rafael Parente (SP), do escritor Fábio Brazil (SP), do produtor cultural Thiago Vinícius (SP), do bailarino Jhean Allex (SP), professor Jomar Mesquita (MG), André e Leonardo Cardoso (MG) executivos da Plataforma HASHTAGTHEWORLD, Roberto Marcelino (PR) que é engenheiro agrônomo, do mestre em administração Juliano Seabra e Fernando Nascimento (PR), mestre em educação.

Marins vai participar do debate sobre Empreendedorismo Sociocultural e falar sobre o Movimento Transformador Massivo, em um encontro que vai reunir empreendedores que usam seus negócios para mobilizar a sociedade e transformar o mundo à sua volta. Esse encontro está marcado para o dia 07, às 16h30.

Além das Mesas de Debate, o Fórum possibilita o acompanhamento e mentoria de projetos por profissionais de forma gratuita. Mais informações no site http://connecthub.art.br/

III Fórum de Economia Criativa

07 e 08 de julho

Universidade Positivo | Expo Unimed – Asa 3

Informações e inscrições: http://connecthub.art.br/

Grupo Positivo recebe cônsules do Reino Unido em Curitiba

A Universidade Positivo (UP) e o Colégio Positivo Internacional receberam, na última semana, a visita do cônsul honorário do Reino Unido, Adam Paul Petterson, e da cônsul-geral britânica em São Paulo, Joanna Crellin.

No Colégio Positivo Internacional, a visita foi guiada pelo diretor da unidade, professor Pedro Daniel Rodrigues da Silva Oliveira, que apresentou a estrutura das instalações e explicou a proposta de ensino internacional da escola.

Na Universidade Positivo, os cônsules foram recebidos no Prédio da Reitoria pelo professor José Pio Martins, reitor da instituição, e Alessandro Brawerman, professor dos cursos de Engenharia. Eles conversaram sobre parcerias com empresas e universidades britânicas.

As visitas foram acompanhadas pelo Glavio Leal Paura, diretor do Departamento de Assuntos Internacionais, e Ricardo Rio, responsável técnico do Departamento de Assuntos Internacionais.

Curitiba recebe Simpósio de Cirurgia Bariátrica e Metabólica

O curso de Nutrição da Universidade Positivo (UP) realiza, nos dias 22 e 23 de maio, o 1º Simpósio de Cirurgia Bariátrica e Metabólica. Com apresentação de trabalhos científicos, palestras e mesas redondas, o evento tem o objetivo de integrar os profissionais que compõem as equipes multidisciplinares de cirurgia bariátrica e metabólica de Curitiba e região. O Simpósio acontece no Bloco Azul do câmpus Ecoville da UP, às 14h, e é aberto ao público, mas é necessário se inscrever pelo site www.up.edu.br/simposio-nutricao. Os profissionais interessados em apresentar trabalhos científicos devem enviar o projeto até o dia 18 de maio para o e-mail simposiodenutricao@gmail.com.

De acordo com a coordenadora do Simpósio e professora do curso de Nutrição da UP, Telma Gebara, é crescente o número de indivíduos no mundo que desenvolvem sobrepeso e se tornam obesos. “A falta de atividade física regular ou o excesso da ingestão de calorias e até mesmo a associação dos dois processos são os principais motivos desse cenário”, explica. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a projeção é que, em 2025, cerca de 700 milhões de adultos estejam obesos e 2,3 bilhões com sobrepeso.

1º Simpósio de Cirurgia Bariátrica e Metabólica: uma Abordagem Multidisciplinar

Data: 22 e 23 de maio

Local: Universidade Positivo – Câmpus Ecoville | Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Ecoville | Bloco Azul – Acesso pelo estacionamento 9

Investimento: R$ 25 para alunos da UP | R$ 35 para estudantes | R$ 60 para profissionais da área

I Jornada de Psicologia Organizacional e do Trabalho acontece em Curitiba

Burnout, assédio moral e sexual e empregabilidade em cenário de inovação. Esses são alguns dos desafios enfrentados atualmente por profissionais de todas as áreas e que serão debatidos na I Jornada de Psicologia Organizacional e do Trabalho. O evento, que acontece nos dias 13 e 14 de abril, na Universidade Positivo (UP), é promovido pelo Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR) e a Universidade Positivo.

De acordo com a professora do curso de Psicologia da UP e coordenadora do evento, Janete Knapik, a Psicologia traz inúmeros benefícios ao ambiente de trabalho, como qualidade de vida e realização pessoal aos funcionários, melhor aproveitamento das potencialidades de cada um, mapeamento do clima organizacional, prevenção e identificação de bullying e assédios moral e sexual. “Essas são apenas algumas das contribuições do psicólogo e cada uma delas, sem dúvidas, direta ou indiretamente contribui para os resultados da empresa e do colaborador”, explica.

Sobre o reconhecimento da profissão, às vezes muito confundida com a área administrativa, a professora pontua que é fundamental que a Psicologia esteja em posições estratégicas da empresa. “É preciso investir nas duas áreas: da Psicologia Organizacional e do Trabalho e também em ferramentas de gestão. Dessa forma, conseguimos ocupar cargos de gestão, mais estratégicos, e pensar a empresa de cima para baixo. Se falamos a linguagem da gestão com o expertise da psicologia, conseguimos encontrar a linguagem adequada que desperte a confiança do nosso trabalho e, como consequência, o respeito”.

Durante dois dias, psicólogos, estudantes e outros profissionais interessados poderão participar de mais de 20 palestras, mesas-redondas e workshops com diversos profissionais renomados da área. As inscrições podem ser feitas pelo link http://crppr-eventos.jelasticlw.com.br/ e custam R$ 80 para psicólogos e outros profissionais e R$ 40 para estudantes. Após a compensação do pagamento do boleto e confirmação da inscrição, o participante receberá por e-mail o link para a escolha das salas das discussões que deseja participar. A escolha será realizada por ordem de acesso ao sistema e, caso não seja realizada de modo antecipado, o participante poderá optar por uma das salas que tiverem vagas disponíveis no momento do evento.

I Jornada de Psicologia Organizacional e do Trabalho

Programação: goo.gl/zpjfL3

Data: 13 e 14 de abril, sexta-feira e sábado

Horário: 7h30 às 21h (13 de abril) e 8h30 às 17h30 (14 de abril)

Inscrições: http://crppr-eventos.jelasticlw.com.br/
Investimento: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia)

Pós-Graduação: UP apresenta novidades para 2018

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Tecnologia 3D, realidade virtual, neurociência, hibridismo e flexibilidade de disciplinas e horários fazem cursos cada vez mais personalizados

O sofá de casa pode ser a nova carteira universitária. Com um óculos de realidade virtual é possível assistir à aula sentindo-se parte de uma turma completa, como se estivesse em sala de aula. Essa é a proposta do MBA em Marketing Digital com ênfase em Neuromarketing, oferecido pela Universidade Positivo (UP). Com uma metodologia inédita no Brasil, que utiliza a neurociência no processo de aprendizagem, as aulas podem ser assistidas a distância ou presencialmente. Óculos de realidade virtual e um aplicativo que permite visão em 360º potencializam a experiência das aulas a distância.

A tecnologia utilizada permite interação diferenciada, competição entre os alunos e gameficação, tornando o processo de aprendizagem muito mais atrativo e inovador. A neurociência é utilizada até mesmo no momento de indicar ao estudante o melhor horário para ele assistir determinado módulo ou realizar exames, de acordo com seu estado emocional e o desempenho em outras disciplinas. A metodologia garante que as diferentes formas de validação dos conteúdos criem no aluno a consciência sobre a própria compreensão e aprendizagem. Ainda na área da neurociência, a UP oferece o MBA em Gestão de Pessoas e Coaching com ênfase em Neuroliderança.

Em 2018 a Universidade Positivo lança mais de 160 opções de cursos em mais de 30 cidades, de Norte a Sul do país, nas modalidades presencial e a distância, nas áreas de saúde, tecnologia, engenharia, meio ambiente, agronegócio e ciências humanas. O coordenador da Pós-Graduação da UP, Dario Luiz Dias Paixão, afirma que uma das principais preocupações da instituição é garantir inovação em todos os setores, oferecendo diferenciais para quem busca atualização e aprofundamento em áreas específicas da profissão. “Os cursos seguem as tendências das últimas demandas do mercado de trabalho, que tem mudado rapidamente com a evolução da tecnologia e da sociedade”, afirma.

Entre as novidades que a UP traz para 2018 estão novos cursos planejados para atender aos inúmeros perfis de profissionais e às demandas do mercado. Na área da saúde, a universidade abriu vagas para dois cursos que devem atrair profissionais que trabalham ou querem atuar no setor de Cosmética: Biomedicina Estética e Enfermagem em Dermatologia e Estética. Com laboratórios e equipamentos de última geração e professores reconhecidos e atuantes no mercado, ambos os cursos suprem necessidades de qualificação e especialização de profissionais que atuam numa área que, mesmo em períodos de crise, não para de crescer no Brasil.

Mais uma exclusividade da UP é a especialização em Design Centrado no Usuário – Design de Interação. O curso permite que profissionais que trabalham com Inovação, Design, Business e Engenharia se especializem por meio de uma perspectiva centrada no usuário. “Ao realizar o design de produtos, serviços e sistemas, é essencial levar em consideração a experiência do usuário. Por isso, o real conhecimento das características humanas é importante e deve servir de guia na hora de propor e criar soluções”, afirma Dario Paixão.

Na área gastronômica, além dos cursos já ofertados em anos anteriores, a UP lança, em 2018, a especialização em Enologia e Enogastronomia. É o único curso de Pós-Graduação no tema em Curitiba. As aulas contam com Sala Bar, equipamentos modernos e quatro laboratórios de Gastronomia. Os professores são profissionais reconhecidos e premiados e 80% das atividades são práticas, com degustação e harmonização. O setor aeronáutico também ganha uma especialização exclusiva na UP em 2018. O curso Liderança, Gestão e Práticas Eficazes no Setor Aeronáutico trata com profundidade temas como mercado aeronáutico, novas regulações, ferramentas de gestão do fluxo aéreo e preparação individual para a tomada de decisão.

Para facilitar a vida dos profissionais que buscam um curso de Pós-Graduação e precisam de soluções cada vez mais personalizadas, a UP oferece a chance do estudante adaptar as aulas à sua rotina. Os cursos do programa Pós-Flex podem ser iniciados a qualquer momento, conforme a conveniência e disponibilidade do profissional, que também pode escolher parte das disciplinas que quer cursar e em quanto tempo quer concluir a especialização. Mais informações e inscrições pelo site www.up.edu.br/pos.

Menos barulho, mais análise!

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Por Leide Albergoni

O polêmico relatório do Banco Mundial “Um ajuste justo: Uma análise da eficiência e da equidade do gasto público no Brasil” não traz grandes novidades para os economistas mais lúcidos e críticos ao obeso Estado brasileiro. Encomendado pelo então ministro da Fazenda Joaquim Levy – bem intencionado, mas ingênuo –, o trabalho elaborado por uma equipe de mais de 20 especialistas reúne vários pontos criticados há anos por economistas a favor da redução do tamanho do Estado na economia, com dados estatísticos e modelo de análise de referência internacional.

O pressuposto do relatório é apontado logo no prefácio: garantir um Estado que cumpra seu papel de corrigir as distorções e injustiças para promover a redução da pobreza. Os dados apresentados, no entanto, apontam que o Estado brasileiro tem gerado efeito contrário, já que alguns programas beneficiam os mais ricos em vez dos mais pobres e, se revistos, melhorariam a equidade e eficiência. Das 19 medidas apontadas para melhorar a eficiência dos gastos, sete delas melhorariam também a equidade e quatro são incertas, pois não têm medidas de avaliação. Nenhuma, no entanto, piora a equidade distributiva.

A maior polêmica gerada nas mídias sociais foi em relação ao fim da gratuidade do ensino superior, rendendo manifestações superficiais e distorcidas, mas barulhentas. O trabalho aponta que os gastos com educação superior são ineficientes, já que 65% dos estudantes de universidades públicas pertencem aos 40% mais ricos da população. Educação superior gratuita deveria ser destinada aos que não tem condições de pagar, mas no caso brasileiro acentuam a desigualdade de renda. Ainda que atendessem aos mais pobres, os gastos por aluno em universidades federais são entre duas e cinco vezes superiores aos de universidades privadas.

De modo geral, a educação é ineficiente no Brasil e o problema não é falta de recursos, mas seu mau gerenciamento. A média da proporção aluno/professor no ensino fundamental e médio é baixa, mas em determinados locais a relação é absurdamente elevada. Tentativas recentes de fechar escolas para melhorar a eficiência da relação aluno/professor resultaram em protestos.

Mas o relatório vai muito além disso. Aponta, por exemplo, a disparidade dos salários do funcionalismo público em relação ao setor privado, que são em média 67% superiores em igual nível de escolaridade e experiência para os servidores federais e 30% para os servidores estaduais. Os salários são mais elevados nos poderes Legislativo e Judiciário. Esta atipicidade em relação ao padrão internacional contribui para aumentar a desigualdade social, já que 83% dos servidores públicos integram os 5% mais ricos da população.

A disparidade continua e se acentua na aposentadoria: enquanto quase todos os servidores se aposentam com salário integral e benefícios, na iniciativa privada isso é exceção e ocorre especialmente para trabalhadores com renda muito baixa.

Não fica de fora a análise dos incentivos e subsídios destinados ao setor produtivo. O trabalho aponta que são concentrados em grandes empresas, muitas vezes estrangeiras (do setor automotivo e de eletrodomésticos, por exemplo) ou que contribuem para a redução da concorrência e mortalidade de pequenas empresas (frigoríficos, eletrônicos, alimentos, vestuário, entre outros). Não há avaliação da eficiência dos programas e não se sabe se efetivamente geram emprego e renda à população.

Mesmo os programas de proteção social são descoordenados e sobrepostos, gerando ineficiência em seu gerenciamento e em má distribuição dos recursos. Os programas para o mercado de trabalho são do tipo passivo, de apoio à renda, em vez de incentivar o emprego formal e estável. O relatório elogia o programa Bolsa Família como “bem direcionado e eficaz em termos de custo”.

Outro ponto abordado é a ineficiência na contratação de serviços da iniciativa privada por meio de licitações. Além dos preços acima da média de mercado, a falta de planejamento nas aquisições resulta em estoques vencidos em alguns lugares e falta de suprimentos em outros.

A vinculação obrigatória de receitas a gastos, como na educação e saúde, também é ineficiente, pois municípios muito pobres continuam gastando pouco e municípios com grande arrecadação precisam alocar os recursos naquela despesa para cumprir a meta. Se a vinculação tivesse como objetivo melhorar a qualidade de vida, deveria ser um valor em relação ao número de habitantes, não em relação ao orçamento, já que isso acentua a desigualdade regional.

Talvez o ponto mais frágil do relatório seja em relação ao sistema previdenciário. Embora mostre que 35% dos subsídios previdenciários beneficiam os 20% mais ricos, ao passo que somente 18% dos subsídios beneficiam os 40% mais pobres da população, a fragilidade do relatório é justamente apontar que a proposta de reforma enviada em maio para o Congresso reduziria o déficit pela metade e amenizaria a desigualdade entre os aposentados. De fato a reforma é necessária, mas o mesmo relatório aponta que o principal problema é o regime previdenciário do setor público, cujo impacto na reforma seria bem menor que do setor privado. O apoio à reforma, no entanto, serviu de argumento para criticar o relatório como apoio ao governo atual.

Outro ponto que o relatório não aborda é o custo com a classe política, que, se reduzido pela metade, não impactaria o desempenho do país e certamente renderia alguns milhões de economia anualmente.

De modo geral, o relatório quantifica críticas conhecidas há décadas no país, mas que não foram e dificilmente seriam implementadas em sua totalidade, pois mexeriam no bolso de grupos muito articulados, como servidores públicos e estudantes de universidades públicas.

Um grupo de economistas publicou um “manifesto” contra o relatório cheio de adjetivos pejorativos, o que já indica a fragilidade dos argumentos. Este grupo faz parte da corrente que defende que a carga tributária brasileira não é alta e que, mesmo que fosse, é difícil reduzi-la, pois os gastos são engessados e qualquer corte teria pouco impacto. O relatório, no entanto, aponta cortes que variam de 0,2% a 2% do PIB, totalizando uma economia anual de 7% – quase o déficit fiscal atual, que é de 8% do PIB. Mas a solução apontada pelos que protestam é o aumento da carga tributária.

Os autores não são ingênuos e concluem que as medidas são profundas e sua implementação dependeria de mais de um mandato presidencial, além de diálogo com os demais níveis de governo, movimentos sociais, sindicatos, associações empresariais, entre outros. Ou seja, depende da vontade política de uma nação em mudar seus rumos, mas ninguém quer abrir mão de seus privilégios, pois os problemas são sempre os outros. Quem critica o relatório não o leu, ou é um dos privilegiados que seriam prejudicados.

Leide Albergoni é economista, professora da Universidade Positivo e autora do livro “Introdução à Economia – Aplicações no Cotidiano”.

Universidade Positivo é a mais lembrada de Curitiba, segundo Ibope

A Universidade Positivo foi escolhida como a universidade particular preferida dos paranaenses no Prêmio IMPAR 2017. A pesquisa, realizada pelo Ibope Inteligência, em parceria com o Grupo RIC Paraná, revela os hábitos de consumo e preferências do consumidor paranaense, além de oferecer conteúdo e dados estratégicos ao mercado regional. Segundo o resultado, na categoria Faculdade/Universidade Particular, a UP foi destacada como preferida por 29% dos entrevistados.

O IMPAR – Índice das Marcas de Preferência e Afinidade Regional – foi divulgado nA terça-feira (12), no Buffet du Batel, em Curitiba. Ao todo, o Ibope entrevistou 1.260 pessoas em cinco cidades do Estado: Curitiba, Maringá, Londrina, Cascavel e Toledo. O nível de confiança da pesquisa é de 95%.

A Universidade Positivo concentra, na Educação Superior, a experiência educacional de mais de quatro décadas do Grupo Positivo. A instituição teve origem em 1988 com as Faculdades Positivo, que, dez anos depois, foram transformadas no Centro Universitário Positivo (UnicenP). Em 2008, foi autorizada pelo Ministério da Educação a ser transformada em Universidade. Atualmente, oferece 57 cursos de Graduação presenciais (35 cursos de Bacharelado e Licenciatura e 22 Cursos Superiores de Tecnologia), três programas de Doutorado, quatro programas de Mestrado, centenas de programas de Especialização e MBA e dezenas de programas de Extensão. A UP conta com sete unidades em Curitiba, uma unidade em Londrina (PR), além de polos de Educação à Distância (EAD) em mais de 30 cidades espalhadas pelo Brasil. É considerada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação (MEC), a melhor universidade privada do Paraná, pelo sexto ano consecutivo.

Universidade Positivo é considerada pelo MEC a melhor universidade privada do Paraná

A Universidade Positivo (UP) foi considerada, pela sexta vez consecutiva, a melhor universidade privada do Paraná, com nota 4 no Índice Geral de Cursos (IGC), que vai de 1 a 5. Divulgado na última segunda-feira (27) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação (MEC), o IGC é o indicador oficial de qualidade das instituições de Educação Superior do Brasil.

Para entrar na categoria de excelência, uma instituição precisa chegar às faixas 4 ou 5 no levantamento. Em 2016, das 2.132 instituições avaliadas, apenas 1,5% conquistaram nota máxima; 17,4% nota 4; 66,7% nota 3; 14% nota 2; e 0,4% nota 1. Segundo o MEC, as públicas obtiveram desempenho melhor: 28,8% conseguiram conceito 4 e 5,7% conceito 5. Entre as particulares, os números foram 15,7% e 0,9%, respectivamente.

O índice é calculado anualmente e leva em conta a qualidade dos cursos de graduação, por meio do Conceito Preliminar de Curso (CPC) do último triênio, e também o conceito da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que mede o desempenho na pós-graduação (mestrado e doutorado) das instituições. A avaliação foi realizada com base em resultados levantados em 2016.

Os indicadores de qualidade originam-se do desempenho de concluintes no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), que é realizado para avaliar os conhecimentos, competências e habilidades desenvolvidas pelo estudante ao longo do curso. Em 2016, foram avaliados os bacharelados nas áreas de Agronomia, Biomedicina, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Serviço Social e Zootecnia; além dos Tecnólogos em Agronegócio, Estética e Cosmética, Gestão Hospitalar e Gestão Ambiental.

Cursos em Destaque

Os cursos de Enfermagem e Fisioterapia da Universidade Positivo foram considerados pelo MEC os melhores de Curitiba entre instituições públicas e privadas. Odontologia também foi considerado o melhor do sul do Brasil entre instituições privadas, o sexto melhor do país entre privadas e o 11° melhor entre públicas e privadas. Além disso, o curso de Medicina é o segundo melhor do Paraná entre instituições privadas. Já o curso de Gestão Ambiental é considerado o segundo melhor do Paraná entre públicas e privadas.

De acordo com o reitor da Universidade Positivo, professor José Pio Martins, a avaliação do Ministério da Educação (MEC) é o reconhecimento mais importante e relevante do mercado, já que supervisiona as instituições com o olhar sobre três pontas: estrutura física, projeto pedagógico e corpo docente. “São itens essenciais em uma universidade, mas o desafio vai além, pois é preciso manter toda essa estrutura atualizada e possibilitar uma formação universitária completa”, diz.

Startup Weekend volta a Curitiba

Evento traz palestras e oficinas gratuitas sobre tecnologia e comunicação

Um dos principais eventos de tecnologia e empreendedorismo do mundo, o Startup Weekend volta a Curitiba nos dias 17 e 18 de novembro, na Universidade Positivo (UP). Organizado pelo curso de Jornalismo da UP, em parceria com o Sebrae, o Startup Weekend traz palestras e oficinas sobre os principais temas para quem quer criar um produto digital unindo comunicação, programação e empreendedorismo. Todas as atividades são gratuitas e as vagas são limitadas. Os interessados podem se inscrever pelo site https://www.eventbrite.com.br/e/startup-weekend-registration-39232862548.

Entre os temas abordados estão SEO, Marketing Digital, linguagens de programação e impressão 3D. Na palestra “SEO para empreendedores”, a jornalista Isabela Sperandio, gerente de SEO do Grupo Abril, vai ensinar técnicas de otimização de conteúdo para alcance de leitores. Na oficina “Empreendendo com impressão 3D”, os participantes aprenderão como uma impressora 3D funciona, modelando e imprimindo um produto durante o evento.

Confira a programação completa*:

17/11 – Sexta-feira
8h30 – Palestra Marketing Digital e Google Local Business com a ICherry
14h – WordPress
15h – Impressão 3D
19h30 – Drone e Fotografia com Daniel Castelano

18/11 – Sábado
8h30 – PHP e MySQL
9h – Python
10h – O que você sabe sobre quem te vê?
13h30 – SEO para empreendedores
15h30 – SEO para jornalistas
15h – Papo sobre podcasts com Ivan Mizanzuk (Anticast)

*A programação poderá sofrer alterações.

Startup Weekend
Dia: 17 e 18 de novembro
Local: Universidade Positivo – Unidade Santos Andrade (XV de Novembro, 904 – Centro)
Inscrições: https://www.eventbrite.com.br/e/startup-weekend-registration-39232862548.

Estudos mostram que formação do executivo de finanças no Brasil ainda é incompleta

Se uma boa gestão já é fundamental para uma empresa quando a economia do país vai bem, em tempos de crise ela se torna essencial para a sobrevivência de qualquer negócio. Com a área financeira, é a mesma coisa. Muitas organizações acabam por colocar os gestores financeiros em segundo plano por não conseguirem encontrar um profissional adequado para esse departamento. Especialistas orientam que para ser um bom CFO (Chief Financial Officer) é preciso aliar a prática financeira do dia a dia com um conhecimento sistêmico do negócio. Para o presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF), Claudio Lubascher, o CFO deve ser um elo estratégico no crescimento e desenvolvimento da companhia. “Ele deve ser o braço direito do CEO, ajudando na alavancagem do negócio”, explica Lubascher. De acordo com o presidente do IBEF, a formação completa de um CFO deve incluir experiência acadêmica com práticas específicas da área de finanças, aliadas ao conhecimento do negócio e do mercado.

Pensando nisso, o IBEF desenvolveu com a Universidade Positivo (UP) um curso de especialização para Formação de CFO. De acordo com o vice-presidente do IBEF, Maurício Carvalho, o curso é resultado de dois anos de estudos em conjunto com empresas de consultoria para entender o que falta para a formação de um bom CFO. Uma pesquisa realizada com 100 CEOs de todo o Brasil revelou que eles não enxergam hoje no profissional de finanças atributos como liderança e capacidade para o desenvolvimento de time e de equipes auto disciplinares. “Pesquisamos o mercado, analisamos a realidade do Brasil e o que existe fora do país e, então, chegamos em um modelo, que é formar um CFO não só para as questões técnicas, mas também desenvolver algumas outras competências”, destaca Carvalho. Segundo o vice-presidente, o tripé do curso é liderança, negócios e finanças. Ele garante que 30% do programa será voltado para finanças estratégicas e os outros 70% se concentrará em negócios e liderança. “O profissional da área financeira hoje está muito focado no operacional. Ao trazer módulos de lideranças bastante específicos, a gente quer tentar mudar o mindset deste executivo”, ressalta.

A primeira turma está prevista para começar no dia 18 de novembro. Para o reitor da UP, José Pio Martins, a parceria com o IBEF vai permitir à universidade oferecer muito mais que conceitos acadêmicos. “O Instituto é uma entidade de profissionais das finanças preocupada com a formação mais ampla dos CFOs e a UP tem as ferramentas pedagógicas. Poderemos aliar o conhecimento dos nossos professores com a expertise de mercado do IBEF e oferecer uma formação que fará do executivo um profissional de alta performance”, finaliza o reitor.

Curso de Formação em CFO

Quando: de 18 de novembro de 2017 a 13 de outubro de 2018

Sábados e domingos, das 8h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h30 (mensalmente)

Inscrições: www.up.edu.br / até 13 de novembro de 2017

Carga horária: 180 horas

Onde: Câmpus sede – Ecoville (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Curitiba/PR)

Mais informações: http://www.up.edu.br/cursos-livres/Forma%C3%A7%C3%A3o-em-CFO%E2%80%93Parceria-UP-e-IBEF

Com ajuda de Incubadora, três novos escritórios de advocacia são criados no Paraná

O sonho de muitos advogados de se lançar como empreendedores está se concretizando graças à Incubadora de Escritórios de Advocacia, uma iniciativa pioneira no Brasil e no mundo que começa a dar os primeiros resultados. Criada no Paraná em uma parceria entre a Universidade Positivo e o Instituto Internacional de Gestão Legal (IGL), a Incubadora já ajudou a lançar três novos escritórios: Campos Klein e Advogados Associados, com foco em agronegócios; Fidelis & Velasco Advogados, com foco em entretenimento; e um outro grupo incubado está no momento abrindo o seu escritório, o Kern Di Scala, Moreto e Silva Advogados, que tem foco em startups. Os três são de Curitiba.

A Incubadora faz a ponte entre o mercado e o conhecimento obtido pelos recém-formados nas universidades, com a experiência de mentoria em Inovação e Gestão Legal. Surgiu com o propósito de ampliar o campo de atuação dos advogados recém-formados que desejam ingressar em áreas inovadoras do Direito, possibilitando que em um ambiente propício ao empreendedorismo e com apoio gerencial, os escritórios tenham melhores condições de deslanchar e obter sucesso no mercado jurídico.

“A Incubadora proporciona novos conhecimentos, em uma prática diferente de tudo o que esses advogados viram quando eram alunos, pois não há disciplina de Gestão Legal nas faculdades de Direito. E o mais importante, são abertos novos campos e perspectivas na profissão, já que a ideia é orientá-los para que possam desenvolver um trabalho inovador, em uma área que mais os agrade”, explica a professora Thais Paschoal Lunardi, coordenadora do projeto pela Universidade Positivo.

Em dois anos já passaram pela Incubadora de Escritórios de Advocacia mais de 130 participantes. Só os melhores foram incubados. Na fase de pré-incubação, que tem duração de oito semanas, os acadêmicos de Direito e jovens advogados aprendem a estruturar o Legal Canvas – ferramenta empresarial de gerenciamento estratégico adaptada para escritórios de advocacia – do seu futuro escritório. Adquirem também amplo conhecimento do mercado e aprendem metodologias de gestão estratégica, gestão de equipes e sociedade de advogados.

Durante esse período, eles se reúnem e participam de palestras, dinâmicas e mentorias para preparar o projeto que será analisado pela Comissão Julgadora. Apenas os melhores planos de negócio passam para a fase de incubação, que tem duração de 12 meses. Nesta fase, os incubados têm apoio nas áreas de desenvolvimento técnico-jurídico e de Gestão Legal e são orientados pelo escritório Selem Bertozzi Consultoria, especialista no assunto.

De acordo com Rodrigo Bertozzi, que além de sua empresa de consultoria faz parte também do Conselho de Administração do IGL, a ideia é revolucionar a área jurídica e atrair novos talentos. Ele conta que os participantes da Incubadora ganham em pouco tempo conhecimentos e experiência que os advogados levam geralmente cerca de 10 anos para adquirir.

“O resultado é a formação de jovens advogados preparados para atuar em áreas especializadas do Direito, com capacitação gerencial e administrativa. O projeto de incubadora na advocacia é o primeiro do gênero no mundo. Foi inspirado nos modelos de incubadoras já existentes em outras áreas, entendendo que o Direito também precisa inovar”, ressalta o especialista.

Lara Selem, uma das fundadoras do Instituto Internacional de Gestão Legal, destaca, por sua vez, que o objetivo principal do IGL é multiplicar o conceito de Gestão Legal pelo país por meio da Incubadora, de Projetos de Pesquisa e da Certificação de Gestores Legais. “Para colocar em prática a Incubadora de Escritórios de Advocacia precisávamos de um parceiro educacional e, diante disso, apresentamos o projeto à Universidade Positivo, que aceitou o desafio. Estamos muito felizes com os primeiros resultados”, conclui a advogada e consultora.

Um dos requisitos para os jovens advogados participarem da Incubadora é terem sido aprovados no Exame de Ordem da OAB.

UP incentiva empreendedorismo com espaço Coworking dentro do câmpus

Uma pesquisa realizada com mais de 12 mil jovens de 27 países, entre eles o Brasil, aponta que a geração Y, também conhecida como Millennials, é mais empreendedora que gerações anteriores. E muitas vezes, é nas universidades que estes jovens começam a exercitar este perfil empreendedor. As instituições de ensino superior precisam hoje estar em sintonia com este público, preparando o estudante não apenas para o mercado de trabalho, mas também ajudando os alunos a tirarem as ideias do papel. Nessa fase, aulas de negócios, mentorias, incubadoras ou aceleradoras são fundamentais para garantir o pontapé inicial.

Focada em empreendedorismo e na interação de estudantes dos diferentes cursos da instituição, a Universidade Positivo criou o Coworking Espaço Empreendedor. Funcionando dentro da universidade e com uma estrutura física à disposição dos alunos da UP, o espaço permite a troca de experiências e ampliação do networking, ajudando estudantes empreendedores a colocarem em prática suas ideias.

Para inaugurar o espaço, a universidade promoveu o concurso Seja um Coworker Residente, no qual diversos projetos de empreendedorismo foram inscritos. Seis deles foram selecionados e poderão ser desenvolvidos com o apoio de mentores especializados. Professores da UP e empreendedores de Curitiba vão oferecer assessoria nas áreas de negócios, tecnologia, finanças, jurídica e recursos humanos. Entre os projetos selecionados estão startups voltadas para venda de serviços culturais, energia renovável, comércio varejista, economia e ciências contábeis. Para garantir a interdisciplinaridade dos projetos, as equipes são compostas por alunos de diferentes cursos da universidade.

Para o professor Renato Buiatti, responsável pelo espaço Coworking, o objetivo é oferecer a alunos a chance de exercitar o empreendedorismo em todas as suas esferas. “Aqueles estudantes que têm boas ideias, mas não têm como tirá-las do papel, terão a ajuda da universidade para começar. Além da orientação de profissionais da área, terão à disposição uma infraestrutura sem custos como aluguel e outras despesas”, explica Buiatti. Os estudantes selecionados no concurso também terão contato com investidores-anjo e poderão conhecer de perto grandes startups de São Paulo, em visitas técnicas previstas para acontecer em novembro.

Esse tipo de apoio é, na maior parte das vezes, fundamental para o sucesso de um negócio que está começando. A Eng Hive, empresa na área de automação residencial, comercial e industrial, surgiu em 2013, dentro da Universidade Positivo, a partir da iniciativa de estudantes de Engenharia Elétrica. O diretor da Eng Hive, Guilherme Kmiecik, afirma que as assessorias exclusivas, nas áreas de Marketing, Gestão de Negócios, Finanças, Recursos Humanos, Jurídica e de Planejamento, que receberam da Universidade, desde o início, foram fundamentais para o sucesso e consolidação da empresa. “Sem recursos financeiros e conhecimento administrativo, com certeza já teríamos encerrado as atividades”, admite. Para ele, o patamar de maturidade em que a empresa se encontra atualmente levaria pelo menos mais quatro anos para ser alcançado fora da Universidade. “As assessorias mostraram formas, conceitos e atalhos para desenvolvermos um projeto estruturado capaz de se tornar algo viável no mercado”, conta.

A empresa conta hoje com uma equipe de 21 colaboradores e tem uma expectativa de faturamento em torno de 1 milhão de reais para este ano. “Isso representa um crescimento de 80% comparado com o ano de 2016”, comemora Kmiecik.

Universidade Positivo recebe CEO’s da Copel, Madero e Grupo Thá

Antonio Guetter, presidente da Copel

Antonio Guetter, Junior Durski e Arsênio de Almeida Neto participam de talk show discutindo dificuldades e fatores de sucesso na crise

Nesta quinta-feira (17), a Universidade Positivo (UP) recebe os CEO’s da Copel, Madero e Grupo Thá – Antonio Guetter, Junior Durski e Arsênio de Almeida Neto, respectivamente -, no talk show: Impactos da Maior Crise Financeira das Últimas Décadas, Reflexões e Fatores de Sucesso. O evento, destinado ao público empresarial, é realizado pelo IBEF PR e acontece no câmpus Ecoville da UP, com intermediação do reitor da instituição, José Pio Martins. As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas. O evento é promovido pelo Comitê de Finanças do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças.

Palestra IBEF PR: Impactos da Maior Crise Financeira das Últimas Décadas, Reflexões e Fatores de Sucesso.

Dia: quinta-feira, 17 de agosto

Local: Auditório do Bloco Azul da Universidade Positivo (Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Ecoville), das 18h30 às 21h.

Mais informações e inscrições no site www.ibefpr.com.br

Universidade Positivo recebe mais de 10 mil pessoas na Mostra de Profissões

Com 14 horas ininterruptas de oficinas, shows, palestras, bate-papos e atrações para toda a família, a Mostra de Profissões da Universidade Positivo (UP) recebeu mais 10 mil pessoas na quarta-feira (9), em Curitiba. Entre estudantes de escolas públicas e privadas do Paraná e Santa Catarina, universitários e público em geral, o evento ofereceu atividades para ajudar os vestibulandos na escolha da profissão. Realizada desde 2001 nos meses que antecedem o vestibular de verão, o evento recebeu, nos mais de 400 mil metros quadrados do câmpus Ecoville, um número recorde de visitantes.

O estudo realizado com 6.983 vestibulandos, por meio de questionário na ficha de inscrição para a Mostra de Profissões da UP, revelou que 37% dos estudantes são de fora de Curitiba e 77% terminam o Ensino Médio no final do ano, enquanto 12,4% já concluíram. Apenas 32% vão prestar um único vestibular – a maioria (63%) planeja se inscrever em 2 a 5 concursos. Entre os fatores que mais pesam na escolha da universidade, o principal é o programa e a qualidade do curso (40%), seguido pela avaliação da instituição pelo MEC (26%) e reputação da universidade no mercado (12%). Os fatores menos citados foram corpo docente (2%), localização (2%), infraestrutura (6%), preço (8%) e reconhecimento dos egressos (6%).

A pesquisa também mostra que mais de 30% dos entrevistados ainda não decidiram qual curso pretendem seguir. Entre os que já escolheram, um dado interessante: quase 20% apresentam como primeira e segunda opções cursos de áreas muito diferentes, como por exemplo Arquitetura e Ciências Biológicas. Segundo a professora do curso de Psicologia, Samarah Freitas, o resultado reforça a complexidade da escolha profissional. “Hoje em dia, o estudante não precisa apenas conhecer todas as inúmeras profissões, mas também é importante ter autoconhecimento e não confundir habilidade com o fato de gostar da área”, explica.

Para ajudar os jovens nessa missão tão importante para o futuro, os cursos de Psicologia e Engenharia da Computação da UP desenvolveram um aplicativo: o Quiz Profissões. Disponível para os sistemas Android e IOS, com download gratuito, o aplicativo traz situações comuns às mais variadas profissões. A cada passo, o usuário deve escolher com qual delas mais se identifica. O teste ajuda o estudante por meio do autoconhecimento, fazendo-o pensar nas situações apresentadas e se imaginar desempenhando determinados trabalhos. O resultado mostra com qual área – Humanas, Exatas ou Biológicas e Saúde – o usuário tem mais afinidade.

Positivo lança aplicativo para ajudar estudante na escolha da profissão

Escolher a profissão é, para muitos jovens, tarefa quase tão difícil quanto passar no vestibular. Pesquisa realizada pela Universidade Positivo (UP) com 6.983 estudantes mostra que mais de 30% deles ainda não decidiram qual curso pretendem seguir. Entre os que já escolheram, um dado interessante: quase 20% apresentam como primeira e segunda opções cursos de áreas muito diferentes, como por exemplo Arquitetura e Ciências Biológicas. Para ajudar os jovens nessa missão tão importante para o futuro, os cursos de Psicologia e Engenharia da Computação da UP desenvolveram um aplicativo: o Quiz Profissões. A ferramenta é uma das atrações da Mostra de Profissões UP 2017, que será realizada na próxima quarta-feira, 8 de agosto, das 8h às 22h, no câmpus Ecoville da Universidade Positivo.

Disponível para os sistemas Android e IOS, com download gratuito, o aplicativo traz situações comuns às mais variadas profissões. A cada passo, o usuário deve escolher com qual delas mais se identifica. O teste ajuda o estudante por meio do autoconhecimento, fazendo-o pensar nas situações apresentadas e se imaginar desempenhando determinados trabalhos. O resultado mostra com qual área – Humanas, Exatas ou Biológicas e Saúde – o usuário tem mais afinidade. “O aplicativo não pretende oferecer respostas prontas, e sim ajudar o estudante a fazer as perguntas certas que vão levá-lo à tomada de decisão”, observa a professora do curso de Psicologia da UP, Samarah Freitas, que participou do desenvolvimento do quiz.

De acordo com o psicólogo Ivo Carraro, orientador educacional do Curso Positivo e autor do livro “Profissões: pais preocupados, filhos inseguros’’, o jovem precisa conhecer a diversidade de opções que o mercado oferece e identificar quais atividades mais lhe agradam. “Para ser um profissional bem-sucedido, é preciso gostar do que faz”, ressalta. O orientador aconselha que o candidato procure vivenciar o dia a dia das profissões que mais lhe encantam. “Entre dois caminhos a seguir, o cérebro prefere o mais prazeroso. E ele vai apontar qual a direção”, garante.

Conceito escorregadio – Por José Pio Martins

Na década de 1930, o mundo enfrentou uma terrível depressão econômica. Convencionou-se dizer que há “recessão” quando a produção nacional cai um pouco e por algum tempo. Mas, se a produção cai por vários anos seguidos e a queda é grande, então temos uma “depressão”. Mas, oito décadas atrás, como os governos mediam a produção nacional e podiam afirmar que havia uma depressão?

Naquela época, não existia uma metodologia científica para mensurar a economia nacional, nem computadores para processar o arsenal de informações complexas. A identificação do mal se dava por seus efeitos. Comida faltando, fábricas fechando, pessoas perdendo o emprego, desabastecimento generalizado, fome se espalhando, devedores não pagando dívidas, bancos quebrando… eram alguns sintomas de que uma grave doença econômica estava em curso.

Não era preciso mapa contábil para saber que a produção nacional havia despencado e uma tragédia social estava instalada. Métodos de cálculo da renda nacional já existiam, mas eram rudimentares e pouco confiáveis. Em 1933, os Estados Unidos elegeram Franklin Roosevelt, sob a expectativa de que algo seria feito para pôr fim à depressão e fazer a economia crescer e gerar empregos.

O novo presidente convocou estudiosos para ajudar a entender o problema e propor soluções. Mas, para entender, era preciso medir. “Só se gerencia o que se conhece; só se conhece o que se mede”, esta é uma frase de que gosto. Coube ao notável economista Simon Kuznets, um russo naturalizado americano, a criação de um complexo sistema de “contas de renda nacional”. Foi um grande avanço metodológico.

A principal peça contábil do sistema recebeu o nome de Produto Interno Bruto (PIB). É “produto” porque soma todos os bens e serviços produzidos pela nação. É “interno” porque computa o que é fabricado dentro do espaço geográfico do país. É “bruto” porque não considera o desgaste (depreciação) do estoque de capital usado no processo (terra, estradas, prédios, máquinas, equipamentos etc.).

Mas o PIB é um conceito escorregadio. É também um tanto impreciso. Primeiro, tudo deve ser somado por uma medida única. Não é possível somar litros de leite, massagem relaxante, pílulas para dor de cabeça, cortes de cabelo, cirurgias, sacas de arroz, sessão de cinema, roupas, quilowatts de energia. Um país produz mais de 1 milhão de itens de bens e serviços diferentes em forma e substância. Para somá-los, é preciso adotar uma medida comum. Essa é o “preço”. Aqui começam os problemas.

Por exemplo, uma massagem e um banho numa sauna de luxo custam (valor monetário) o mesmo que toda a comida consumida por uma família pobre durante um mês. O PIB não entra no mérito do “valor” (grau de utilidade e satisfação) que as pessoas atribuem a uma massagem e a uma cesta de comida. O máximo que a contabilidade faz é somar o quanto de dinheiro a população está disposta a pagar por alguma coisa.

Se um livro de língua portuguesa é vendido pelo mesmo preço de uma revista pornográfica, eles são idênticos para efeitos de PIB. O cálculo do PIB não faz julgamentos nem leva em conta se, para muita gente, uma revista pornográfica proporciona mais satisfação que um livro de gramática.

Neste momento, alguns deputados estão propondo tributar os chamados “bens supérfluos”. O problema é: quem vai julgar o que é e o que não é supérfluo? No mínimo, os parlamentares têm a obrigação de estudar e conhecer os assuntos sobre os quais legislam.

José Pio Martins é economista e reitor da Universidade Positivo.

UP abre inscrições para Mostra de Profissões

Sistemas de Informação ou Engenharia da Computação? É preciso gostar de tecnologia para cursar Biomedicina? Qual a diferença entre Engenharia Elétrica e Engenharia de Energia? Jogos Digitais ensina a programar? Essas e outras dúvidas comuns na época do vestibular podem ser sanadas na 17ª edição da Mostra de Profissões da Universidade Positivo (UP). O evento, que acontece no dia 09 de agosto, é esperado todos os anos por estudantes do Ensino Médio do Paraná e Santa Catarina. Durante todo o dia, os visitantes podem participar de oficinas e dinâmicas de cursos, conhecer a infraestrutura da universidade e interagir com a comunidade acadêmica. A mostra acontece das 8h às 22h, no câmpus Ecoville.

Nesta edição, os visitantes receberão um passaporte na entrada do evento. Com cinco adesivos representando a participação em cinco atividades da mostra, o vestibulando consegue isenção na taxa de inscrição para a prova de quase todos os cursos de graduação. Essas tarefas podem ser realizadas em atividades como oficinas, visita aos estandes dos cursos e interação nas redes sociais da instituição. Entre as atrações culturais, os estudantes poderão assistir a apresentações da Banda Firecracker e aos pocket shows do grupo de humor Tesão Piá.

Para visitar a UP durante a Mostra de Soluções 2017, os interessados devem se inscrever gratuitamente por meio do hotsite http://www.up.edu.br/blogs/mostra-de-profissoes/inscricao/. As informações complementares sobre programação e dinâmicas do evento também podem ser consultadas no site.

Mostra de Soluções Universidade Positivo

Onde: Universidade Positivo – Câmpus Ecoville (Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300, Ecoville – Curitiba)

Quando: 9 de agosto

Quanto: Entrada gratuita

Informações: up.edu.br/mostra

Aplicativo leva inovação ao ensino de anatomia

A tecnologia 3D como ferramenta de aprendizagem está ganhando cada vez mais espaço nas salas de aulas, e se estende da Educação Básica ao Ensino Superior, passando pela pesquisa. Pensando nas vantagens da solução no aprendizado, a Universidade Positivo (UP) desenvolveu o aplicativo Face 3D, um atlas craniano interativo, para facilitar o estudo da complexidade da anatomia da cabeça e do pescoço. De acordo com a professora do Programa de Graduação e Pós-Graduação em Odontologia da UP, a PhD Rafaela Scariot, o app é um modelo tridimensional do crânio no qual as estruturas anatômicas foram desenhadas de forma isolada, podendo ser visualizadas de forma individual ou no conjunto com outras.

“Além disso, o app apresenta correlações clínicas e um quiz para teste de conhecimento”, assinala a professora. Ela explica que o usuário pode adicionar e remover as estruturas anatômicas da cabeça e visualizar como elas se relacionam e se posicionam. “Desenvolvido pelo Centro de Pesquisa, pela produtora de Soluções Digitais e pela Pós-Graduação em Odontologia da Universidade Positivo, o Face 3D foi construído utilizando a ferramenta Unity. Professores do curso de Odontologia da UP contribuíram na construção e na revisão de todo o conteúdo do aplicativo”. O aplicativo já está instalado em todos os computadores dos laboratórios de anatomia e de informática da universidade.

Pela grande interação das telas de toque, o Face 3D foi idealizado para dispositivos móveis e está disponível nos sistemas operacionais iOS e Android. Além disso, pode ser utilizado em computadores por meio da versão WEBGL nos navegadores de internet, o que permite a rápida implantação e total independência, evitando o deslocamento de uma equipe ao local para fazer a instalação e configuração do app para parceiros.

A Universidade Positivo também oferece estrutura de suporte de retaguarda que conta com ferramenta de localização, de tradução do app para qualquer língua e de adição de textos e imagens para expandir o conteúdo. Além disso, está prevista a criação de um portal de compra para universidades, integrado com um gateway de pagamento. Segundo Rafaela, foi feito um trabalho extensivo, tanto por parte dos docentes, quanto dos desenvolvedores, para oferecer a alunos, profissionais e professores uma ferramenta de fácil acesso a um custo reduzido e com interação maior do que se pode ter em um livro convencional. “A nossa pretensão não foi substituir o livro, mas criar uma solução que possa estender o aprendizado muito além do que temos hoje em dia”, observa.

Do ponto de vista de desenvolvimento, é uma ferramenta leve, multiplataforma e que foi testada em inúmeros gadgets, desde equipamentos com pouca performance e desempenho aceitável, até os mais modernos, que apresentam uma experiência fluida e fantástica. “É, no mínimo, recompensador finalizar um trabalho como este. O detalhe é que não finalizamos ainda. Ao fecharmos o escopo inicial, vimos oportunidade de expandir o trabalho para outras estruturas da cabeça, de modo a estudá-las mais a fundo. Mas chegar até aqui já é uma vitória e os downloads espontâneos já são um vislumbre do que pode ser o futuro do Face 3D e dos apps de anatomia em geral”, ressalta a professora.

Equipe

Além de Rafaela, integram a equipe do Face 3D: Suyany Weiss (aluna de Mestrado em Odontologia da UP); Aline Monise Sebastiani (aluna de Doutorado em Odontologia da UP); Fernando Amaro dos Santos (técnico de Anatomia da UP): Paula Porto Spada (MsC, professora do Programa de Graduação em Odontologia da UP); Carmen Muller Storrer (PhD, professora do Programa de Graduação e Pós-Graduação em Odontologia da UP); Tatiana Miranda Deliberador (PhD, professora do Programa de Graduação e Pós-Graduação em Odontologia da UP) e Flares Baratto-Filho (PhD, coordenador da Pós-Graduação em Odontologia da UP). Fazem parte da equipe produtora do aplicativo: Rafael Dubiela (professor de Design e coordenador do curso de Jogos Digitais da UP e veterano na indústria de jogos do Brasil), Rafael Lagos (professor da Pós-Graduação de Jogos Digitais, veterano da indústria de jogos brasileira); programador Cleverton Zili (engenheiro e programador de jogos há mais de 4 anos); artista 3D: Saulo Bonatto (engenheiro e modelador 3D há mais de 3 anos); Lucas Galvão e Bruno Perry (estudantes do curso de Graduação em Engenharia da Computação da UP), Breno Otavio (estudante do curso de Graduação em Design da UP) e Michelle Aguiar (professora dos cursos de Graduação em Design e Jogos Digitais da UP).

Outro Brasil – Por José Pio Martins

“Eu não quero morar em outro país. Eu quero morar em outro Brasil.” Ouvi essa expressão em palestra do consultor Marcelo Karam, e ela me provocou várias reflexões. A recessão, a corrupção, o desemprego e a violência social são as causas mais citadas por pessoas que manifestam o desejo de ir embora do Brasil. O desencanto com o país é compreensível, pois nossas mazelas são graves e formam um quadro desolador que faz muitos perderem a esperança de melhorias no curto e médio prazo.

Tenho uma filha que atualmente mora e trabalha em Londres, depois de ter residido na Itália e na Alemanha, e isso me faz acompanhar de perto a Europa, principalmente a Inglaterra. Emigrar para Londres, cidade glamourosa e centro importante da história mundial, e lá viver é o sonho dourado de muitos. Mas, quando se tornam reais, os sonhos revelam seus espinhos. A Inglaterra, apesar das vantagens, apresenta vários problemas para o imigrante.

O país aderiu à União Europeia (28 países), porém, com mais oito países, não adotou o euro como moeda comum. No ano passado, o Reino Unido (Inglaterra, Escócia, Irlanda do Norte e País de Gales) decidiu se retirar da União Europeia, o que implicará mudanças na política de imigração na região. Três milhões de cidadãos da União Europeia vivem no Reino Unido e 1,1 milhão de cidadãos do Reino Unido vivem nos demais países da Europa. Os ingleses têm certa restrição aos imigrantes, aos quais gostam de reservar os empregos de menor remuneração.

A vida do imigrante na Inglaterra não é fácil. A maioria mora em residências pequenas e frequentemente é lembrada de que ele é imigrante, não cidadão nacional. Nas pequenas cidades, a hostilidade no mercado de trabalho é maior, e foi o interior que deu a maioria dos votos para aprovar o Brexit (a retirada britânica da União Europeia). O país é organizado, a violência urbana é quase nula, o povo é educado, as coisas funcionam e há muito que admirar na Inglaterra. Mas o imigrante é sempre um estrangeiro e, mais adiante, muitos podem ser instados a deixar o país.

O exemplo da Inglaterra mostra que ser imigrante em qualquer país nos tempos atuais não é exatamente uma coisa fácil. Uma coisa é o glamour, outra é a realidade. Para a maioria dos 207,2 milhões de habitantes do Brasil, a hipótese de ir embora do país não se coloca. A expressão “eu não quero viver em outro país; eu quero viver em outro Brasil” é apropriada e um bom motivo para sabermos que cabe a nós, sociedade e governo, construir outro Brasil, menos pobre, menos corrupto, menos violento e com melhores hábitos; um país onde morar seja seguro e onde se possa ter alegria de viver.

Muitos que manifestam o desejo de ir embora talvez tenham desistido do Brasil e não acreditam que verão um país melhor. A questão é que, apesar dos problemas, a maioria não irá embora, e o melhor é fazermos nossa parte e contribuir para melhorar a nação, superar a pobreza e reduzir o elevado grau de violência contra a vida. Aceitar passivamente a pobreza, o caos e a marca de 60 mil pessoas mortas por assassinato a cada ano não é razoável.

No plano pessoal, as crises e as derrotas produzem lições e nos ajudam a mudar para melhor. Resta saber se o Brasil, como sociedade, aprenderá algo com a tríplice crise atual (a econômica, a política e a moral) e será capaz de melhorar sua economia e as condições sociais. Só o tempo dirá.

José Pio Martins, economista, é reitor da Universidade Positivo.