Tecpar promove palestra sobre mineração de dados

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) promove nesta sexta-feira (29), em Curitiba, a palestra “Mineração de Dados”. O evento é gratuito e vai abordar definições, tarefas, aplicações e perspectivas da mineração de dados, com a participação da professora do Departamento de Ciência e Gestão da Informação da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Denise Fukumi Tsunoda.

O gerente do Setor de Informação e Vigilância Tecnológica do Tecpar, Rogério Oliveira, disse que a Mineração de Dados é o processo de buscar, em grandes volumes de dados, padrões significativos que permitam, por exemplo, realizar previsões e análises de correlações.

“A mineração de dados utiliza ferramentas especializadas para facilitar esta tarefa, sem as quais seria praticamente impossível minerar tais volumes. Para as empresas, a Mineração de Dados é fundamental no processo de inteligência para definição de estratégias comerciais e operacionais”, destaca.

A palestra vai apresentar as principais definições (KDD, DM), tarefas (associação, classificação e agrupamento), métodos (ID3, Apriori, K-Means e Redes Neurais Artificiais), aplicações práticas da mineração de dados, além de algumas ferramentas e perspectivas, principalmente por meio de computação bioinspirada.

O público-alvo do evento são os profissionais das áreas de Análise de Dados e demais profissionais ligados aos processos de inteligência das organizações.

Serão apresentados o novo curso de MBA em Gestão e Análise de Dados da UFPR e pesquisas que estão em andamento no Programa de Pós-Graduação em Gestão da Informação – Mestrado e Doutorado.

A palestra será das 14h às 16h30, no câmpus CIC do Tecpar, na Rua Professor Algacyr Munhoz Mader, 3775, na Cidade Industrial de Curitiba.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link goo.gl/8NCpgV. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 3016-3054.

Palestra “Mineração de Dados”.

Data: 29 (sexta-feira).

Horário: 14h às 16h30.

Local: Câmpus CIC do Tecpar (Rua Algacyr Munhoz Mader, 3775 – Cidade Industrial de Curitiba).

Inscrições: Pelo link goo.gl/8NCpgV

Informações: Pelo telefone (41) 3016-3054.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

Incubadora Tecnológica do Tecpar apoia empresas inovadoras do setor de saúde

Integrante do Parque Tecnológico da Saúde do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), a Incubadora Tecnológica do Tecpar (Intec) se especializa cada vez mais em atrair empresas para desenvolver novas tecnologias na área da saúde. Das nove empresas incubadas no momento, cinco companhias são do setor da saúde – coincidentemente as últimas que ingressaram no processo de incubação.

No momento, nove empresas passam pelo programa da Intec, com o desenvolvimento de tecnologias em diversas áreas: Beetech/Beenoculus, Werker, Vuk Personal Parts, Compracam, Provena, RR Import, Forrest Brasil Tecnologia, OrangeLife e Neurocel.

Cinco delas entraram na incubadora para atuar com apoio do Parque Tecnológico da Saúde. A Neurocel, por exemplo, desenvolve pesquisa na área da neurocirurgia para produzir uma membrana biológica com a finalidade de substituir a dura-máter – também chamada de meninge – em caso de lesões por tumores ou por traumatismos. O novo produto é fruto de uma pesquisa de 25 anos.

A OrangeLife realiza Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) de novos produtos no Tecpar. Um dos primeiros em desenvolvimento no instituto é um equipamento que diagnostica em tempo real doenças infecciosas, negligenciadas e sexualmente transmissíveis.

Também na área de saúde humana, a RR Import ingressou no processo de incubação para desenvolver um monitor portátil, inédito no País, que vai ser usado quando um paciente for anestesiado. Com o equipamento, o médico tem mais segurança sobre o bloqueio de reflexos do paciente durante uma cirurgia.

A Provena, por sua vez, desenvolve no Tecpar uma prótese cardíaca menos agressiva do que as disponíveis no mercado para resolver problemas congênitos de má formação do coração. A vantagem é que o implante desta prótese é feito por endocirurgia, procedimento minimamente invasivo.=

SAÚDE PÚBLICA – Além de produtos para a saúde humana, a Forrest Brasil Tecnologia assinou o contrato de incubação no Tecpar para desenvolver uma tecnologia inédita voltada à saúde pública. O projeto de Desenvolvimento e Inovação (D&I) vai produzir e liberar na natureza machos estéreis do mosquito transmissor do Aedes aegypti para o controle natural dos insetos. Com o projeto, a tendência é que haja a queda da incidência do mosquito em até 90%, com redução significativa de registros de casos de doença como a dengue, a zika e a chikungunya.

Para o diretor-presidente do Tecpar, Júlio Felix, a incubadora é a porta de entrada do instituto para empresas tecnológicas inovadoras que querem ingressar no parque tecnológico. “A Intec aproxima essas empresas inovadoras para que, após o desenvolvimento de seus produtos e amadurecimento, possam então ganhar o mercado instaladas dentro do parque tecnológico. A chegada dessas empresas da área da saúde na incubadora mostra que empreendedores e empresários confiam no Tecpar como apoiador de suas ideias”, salienta Felix.

INTEC – Empreendedores que queiram participar do programa de incubação do Tecpar podem se inscrever ao longo do ano para concorrer a uma vaga em uma das duas unidades da Intec, em Curitiba e em Jacarezinho.

São ofertadas vagas para a modalidade residente – quando a empresa fica nas dependências da Intec – e para a incubação não residente, quando o empresário não se instala na incubadora, mas conta com o apoio dos especialistas do instituto.

Podem participar do processo de incubação pessoas físicas, como universitários, pesquisadores e empreendedores que tenham um negócio inovador, ou pessoas jurídicas. Ao longo de 27 anos, a Intec já deu suporte tecnológico a mais de 100 negócios.

Fonte: Tecpar/Agência Estadual de Notícias

Tecpar sedia workshop sobre atuação de institutos tecnológicos

Representantes da área de ciência e tecnologia debateram nesta quarta-feira (5), no Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), os caminhos para a atuação dos institutos tecnológicos, sobretudo os públicos. No atual cenário, os especialistas apontam que as instituições precisam se reinventar para continuarem a serem grandes atores para o desenvolvimento tecnológico do país.

O workshop “A atuação sustentável dos institutos de pesquisa face aos novos modelos de desenvolvimento tecnológico e inovação” reuniu representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e do governo paranaense, além da comunidade científica e tecnológica nacional, para avaliar a atuação dos institutos em um cenário caracterizado pela escassez de recursos e de novas formas da Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), parcerias estratégicas, startups, indústria 4.0 e inovação aberta, entre outros.

O diretor-presidente do Tecpar e presidente da Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (Abipti), Julio Félix, que mediou uma das mesas redondas, destaca que uma das principais saídas para as organizações é aprimorar a sua gestão. “Os altos dirigentes das instituições de ciência e tecnologia, em especial as públicas, precisam trilhar caminhos para o seu desenvolvimento, tendo em vista o cenário de escassez de recursos”, afirma.

O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes, ressalta que nenhum país se desenvolve sem investimentos em educação e na ciência e tecnologia. “O nosso desafio na vida pública é trabalhar para que sejam criadas políticas voltadas a essa área, com foco em inovação”, pontua.

Para Paulo Brofman, presidente da Fundação Araucária, o investimento em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) traz resultados benéficos a toda sociedade. “Quando investimos em ciência e tecnologia com foco na inovação, os segmentos da saúde e educação ganham, com novos produtos e processos à disposição da população”, salienta.

Jorge Mário Campagnolo, diretor do Departamento de Políticas e Programas de Apoio à Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), que ministrou a palestra magna sobre as novas formas de organização de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), avalia que os institutos de ciência e tecnologia brasileiros são os grande atores para o desenvolvimento tecnológico. “Por essa razão, temos que fortalecê-los, com políticas de Estado para essa área, que precisa de investimentos contínuos”, ressalta.

O evento, promovido pelo Tecpar e a Abipti, contou com a presença de representantes do MCTIC e do governo paranaense, além da comunidade científica e tecnológica nacional.

Fonte: Tecpar

Incubada na Intec lança impressora 3D de baixo custo

A Werker, empresa participante da Incubadora Tecnológica do Tecpar (Intec) e que desenvolve e produz prototipadoras, lançou seu primeiro produto, uma impressora 3D de baixo custo voltada à indústria brasileira.Curitiba, 06/06/2016.Foto: Divulgação TECPAR

A Werker, empresa participante da Incubadora Tecnológica do Tecpar (Intec) e que desenvolve e produz prototipadoras, lançou seu primeiro produto, uma impressora 3D de baixo custo voltada à indústria brasileira. O equipamento desenvolvido pela empresa chega ao mercado com um custo 25% menor que a de seus concorrentes.

O lançamento do produto foi realizado na última sexta-feira (3), durante o o “XXI Workshop Intec”, que nesta edição teve como tema “Tendências de Tecnologia: Caminhos para Empreender”. A empresa está incubada na modalidade residente, quando recebe o apoio da incubadora com a sede dentro do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar).

Um dos sócios da empresa, o engenheiro José Fárlei explica que o equipamento, apesar de ser básico, atende a todas as funcionalidades de uma impressora 3D. “Fizemos a impressora com as mesmas funcionalidades que têm as nossas concorrentes. A diferença está no fato de ela ter que estar ligada a um computador e a seu software ‘open source’, que utiliza códigos abertos”, salienta.

Fárlei ressalta que quando ele e seu sócio, Thiago Schultz, entraram na incubadora, a empresa estava em fase de finalização do desenvolvimento do produto. “O apoio da Intec foi fundamental a partir deste ponto, nos ajudando a definir o nosso mercado e nos colocando em contato com possíveis investidores”, pontua.

O gerente da Intec, Gilberto Passos Lima, destaca que, mesmo com o lançamento do primeiro produto, a empresa continua ainda na primeira fase do processo de incubação, a implantação. “A incubadora tem como objetivo fazer a empresa chegar ao mercado. Ela vai passando de fase até se graduar conforme desenvolve novos produtos, aumenta as vendas e alcança a sustentabilidade financeira”, afirma.

INTEC – Empreendedores que queiram participar do programa de incubação do Tecpar podem fazer, ao longo do ano, a inscrição para concorrer a uma vaga em uma das duas unidades da Intec, em Curitiba e em Jacarezinho. São ofertadas vagas para a modalidade residente (quando a empresa fica nas dependências da Intec) e para a incubação não residente, quando o empresário não se instala na incubadora, mas conta com o apoio dos especialistas do instituto.

Podem participar do processo de incubação pessoas físicas, como universitários, pesquisadores e empreendedores que tenha um negócio inovador, ou ainda pessoas jurídicas. Ao longo de 27 anos, a Intec já deu suporte tecnológico a mais de 90 companhias. No momento, seis empresas passam pelo programa de incubação: Beetech/Beenoculus, LOT América, Werker, i9algo, Aegis Ideas e Invento Engenharia.

Fonte: Agência Estadual de Notícias

Centro de Inovação Microsoft do Tecpar forma alunos com apoio de empresários

O Centro de Inovação da Microsoft (MIC), instalado no Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), realiza a segunda edição do programa Students to Business (S2B), com cursos na área Tecnologia da Informação (TI). Esta edição tem novidades: agora, empresários poderão propor um desafio aos alunos para que eles criem soluções voltadas ao mercado.

Sessenta alunos foram selecionados para participar da capacitação, realizada até dezembro nas dependências do Tecpar. O S2B tem como objetivo preparar estudantes nas áreas de TI e aproximá-los de oportunidades de emprego e estágio em empresas parceiras. O curso é gratuito e vai capacitar estudantes em duas trilhas – Desenvolvimento de Sistemas e de Infraestrutura de TI.

A novidade desta edição é uma maior aproximação com a iniciativa privada. Empresários da área de TI vão sugerir um desafio aos estudantes, no desenvolvimento de sistemas e aplicativos e em infraestrutura. Os alunos terão o decorrer do curso para desenvolver o projeto, que será apresentado a uma banca de especialistas e empresários do setor.

Os estudantes com as melhores ideias podem ser contratados pela empresa para desenvolvê-la ou ainda ter seu projeto desenvolvido no MIC-Tecpar, com o apoio da iniciativa privada. “O desafio foi pensado para unir a criatividade do aluno às necessidades do empresário, diminuindo a distância entre eles e elevando a possibilidade de uma solução tecnológica desenvolvida durante o curso chegar ao mercado. Além disso, ao apoiar o desenvolvimento da ideia, o empresário encontra uma maneira rápida e barata de investir em pesquisa e desenvolvimento (P&D)”, explica Rogério Oliveira, coordenador do MIC-Tecpar.

Empresários de qualquer ramo de atividade interessados em propor um desafio aos estudantes da segunda turma do MIC-Tecpar podem enviar suas propostas até a quarta-feira (18) pelo e-mail rogerio@tecpar.br.

Além da possibilidade de ser contratado após apresentar o seu projeto, os estudantes podem ainda estagiar em uma das empresas patrocinadoras do programa, que ao término do curso vão apresentar suas oportunidades em uma feira de emprego no Tecpar.

O Programa Microsoft Students to Business já capacitou mais de 100 mil estudantes em todo o Brasil, dos quais mais de 10 mil foram incorporados ao mercado de trabalho durante a feira de empregos.

Centro de Inovação da Microsoft do Tecpar

A Microsoft instalou seu Centro de Inovação no Tecpar em 2013, como parte da iniciativa global da empresa em promover o uso de tecnologia em prol da sociedade, contribuindo para o desenvolvimento de pessoas e suas habilidades, especialmente os jovens.

A novidade do MIC no Paraná, em comparação com os outros centros da empresa instalados no Brasil, é a participação das universidades estaduais. Pela parceria, ficam disponíveis opções de programas e softwares que poderão ser implantadas pelo governo nas áreas de educação, qualificação, inovação e empreendedorismo.

Entre eles estão capacitação básica em tecnologia da informação e design, comunicação instantânea entre alunos e professores, softwares para projetos de alfabetização em informática e desenvolvimento de empresas iniciantes.

Fonte: Tecpar

Iniciativas do Tecpar podem ser avaliadas em audiência pública

Três iniciativas do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) estão entre as ações que fazem parte do Plano Plurianual (PPA) do Governo do Paraná para o período de 2016 a 2019. As propostas do instituto, na área de Ciência e Tecnologia e Saúde, podem ser avaliadas pela população paranaense em uma audiência pública virtual aberta até o final de agosto.

As ações do Tecpar fazem parte do pacote de iniciativas para todo estado em várias frentes, como Educação, Infraestrutura e Administração Pública, por exemplo. O Governo do Estado mantém aberta a audiência pública virtual para que os cidadãos possam avaliar a importância de cada ação para a sociedade. A consulta é feita até o dia 31 de agosto pelo site www.governoecidadao.pr.gov.br.

Na área de Ciência e Tecnologia, dentro do Programa Paraná Inovador, o Tecpar tem duas iniciativas abertas para avaliação da população: a Aplicação de Recursos em Ciência e Tecnologia do Fundo Paraná, para viabilizar, por meio de transferências orçamentárias, as demandas do instituto, como a aquisição de equipamentos e a contrapartida em projetos celebrados com a União; e a Produção, Soluções Tecnológicas, Pesquisa e Inovação, que busca incrementar a produção de vacina antirrábica, desenvolver novas soluções tecnológicas e investir em pesquisa e desenvolvimento na produção de kits diagnósticos veterinários.

Na área da Saúde, dentro do Programa Saúde para Todo Paraná, há a iniciativa do instituto em Gestão de Atividades em Saúde, que tem como finalidade desenvolver novas tecnologias na área de saúde humana, realizar pesquisa e desenvolvimento para atender o Complexo Industrial da Saúde e implementar a área de produção de medicamentos, bem como pesquisar e desenvolver produtos biotecnológicos.

Veja como fazer para avaliar as iniciativas do Tecpar no Plano Plurianual (PPA) do Governo do Paraná para o período de 2016 a 2019:

– Acesse o site www.governoecidadao.pr.gov.br

– Clique na área temática “Ciência e Tecnologia” e na sequência em Paraná Inovador

– Faça o cadastro, que inclui nome, e-mail e cidade

– Procure a iniciativa do Tecpar e a avalie de uma a cinco estrelas, conforme o grau de importância

– Em seguida, clique na área temática “Saúde” e na sequência “Saúde para Todo Paraná”

– Novamente, procure a iniciativa do Tecpar e a avalie de uma a cinco estrelas, conforme o grau de importância

– Ao clicar na quantidade de estrelas, a participação já é computada

– Se quiser, contribua com sugestões no final da página

– Aproveite para avaliar outras áreas temáticas do estado e contribuir com a melhor gestão do governo

Fonte: Tecpar

Empresa ucraniana ingressa na Incubadora Tecnológica do Tecpar

A empresa ucraniana LOT Group, especializada em sistemas de gestão de transporte público, sistemas de pagamento e controle de acesso, assinou nesta sexta-feira (31) o contrato para ingressar na Incubadora Tecnológica do Tecpar (Intec). A modalidade da incubação é residente, ou seja, a empresa vai usar as instalações do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) para desenvolver produtos.

A LOT América, subsidiária criada para entrar no mercado brasileiro, vai ter o apoio da Intec para acessar países da América Latina. A LOT Group reúne empresas do Leste Europeu dedicadas ao desenvolvimento e fabricação de soluções integradas de sistemas de transporte público, de pagamento e controle de acesso. Com sede em Kharkov, segunda maior cidade da Ucrânia, o grupo atende mais de 400 empresas da Europa, Ásia, Norte da África e América Latina.

A empresa ucraniana chegou ao Tecpar por meio da Agência Curitiba de Desenvolvimento. De acordo com Ivan Kryvokin, diretor de Desenvolvimento da América Latina da LOT Group, a escolha do Paraná se deu porque o Estado é o que hoje oferece o melhor ambiente de negócios na área de tecnologia no Brasil. “Além disso, encontrei no Paraná uma forte comunidade ucraniana, que reforça laços culturais entre o Estado e o meu País”, contou Kryvokin.

Plaucius Vinicius, executivo da LOT América, ressaltou que a empresa começará a buscar profissionais paranaenses para atuar na companhia e que a escolha da Intec como parceira se deu pelo suporte que a incubadora pode dar nesta e em outras áreas.

“Estar no Tecpar chancela a nossa empresa junto ao mercado e a Intec nos dá suporte para encontrar fornecedores e novos parceiros. Nossos produtos terão um grau de nacionalização de 70%”, explica Vinicius.

INTERNACIONALIZAÇÃO – Transferir tecnologia ao País é um dos requisitos para uma empresa estrangeira entrar na incubadora, afirma Gilberto Passos Lima, gerente da Intec. Para ele, a atração de companhias internacionais para a incubadora faz parte da estratégia da Intec para se diferenciar no mercado.

“A incubadora busca se diferenciar atraindo empresas internacionais que tenham interesse em entrar no mercado brasileiro e latino-americano. A chegada da LOT America consolida a nossa estratégia de atrair empresas de fora”, pontua Lima.

A entrada da LOT América, segundo Júlio C. Felix, diretor-presidente do Tecpar, mostra que o parque tecnológico do qual o instituto faz parte está se tornando cada vez mais um ambiente internacional.

“A vinda da LOT America para o Tecpar abre caminhos para a aproximação entre a Ucrânia e o Brasil na área de tecnologia. A empresa se junta a outras multinacionais parceiras que em breve vão começar a atuar em nossos campi”, analisa Felix.

Mariano Czaikowski, cônsul honorário da Ucrânia em Paranaguá, que também esteve presente na assinatura do contrato, avalia que o País europeu e o Paraná têm muito a ganhar trabalhando juntos.

“A cooperação mostra que a Ucrânia tem muito em comum com o Paraná e que novas empresas ucranianas podem trabalhar no estado, aumentando o intercâmbio de negócios entre as duas regiões”, avalia.

INTEC – Fundada em 1989, a Incubadora Tecnológica do Tecpar é a primeira de base tecnológica do Paraná e a quinta do país. Duas vezes eleita a melhor incubadora do Brasil, tem sede em Curitiba e atuação também em Jacarezinho, no Norte Pioneiro.

Ao longo de seus 25 anos, a Intec já deu suporte tecnológico a 91 empresas. No momento, seis empresas passam pelo programa de incubação: EngeMOVI, Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), Grupo SaaS, 2IM Impacto Inteligência Médica, Beetech/Beenoculus e LOT América.

Tecpar busca credenciamento para oferecer soluções tecnológias pela Lei da Informática

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) dá os primeiros passos para oficializar o credenciamento da instituição na Lei da Informática, a fim de se tornar um instituto de ciência e tecnologia (ICT) prestador de soluções tecnológicas com as vantagens da lei. A Lei da Informática permite que empresas tenham benefício fiscal ao investir em projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) juntos às ICTs credenciadas.

Para se credenciar como ICT dentro da Lei da Informática, a instituição precisa compor um conselho técnico-científico e ter reuniões periódicas para analisar projetos e discutir propostas no setor. No Tecpar, o Conselho Técnico-Científico de Sistemas e Computação foi criado no mês de março e a primeira reunião entre os membros foi realizada na última segunda-feira (6). Com o documento de criação e a ata da primeira reunião, o Tecpar já pode pedir o credenciamento à lei.

A Lei de Informática reúne três leis, 8.248/91, 10.176/01 e 11.077/04, e concede incentivos fiscais para empresas do setor de tecnologia (áreas de hardware e automação, por exemplo), que tenham por prática investir em Pesquisa e Desenvolvimento. O benefício fiscal às empresas que procurem uma ICT para realizar investimentos em P&D em conjunto é a isenção ou redução do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI).

O pesquisador na área de Sistemas Inteligentes do Tecpar Milton Ramos explica que mais do que se credenciar na lei, a criação do conselho vai beneficiar a instituição na discussão sobre tendências na área de Inteligência Artificial. “Queremos discutir as perspectivas de transformar pesquisas acadêmicas puras em inovação. O conselho se torna um fórum de debate de tendências na área de Inteligência Artificial”, explica.

Conselho

O Conselho Técnico-Científico de Sistemas e Computação do Tecpar tem como membros, além de Ramos, o pesquisador do Tecpar também na área de Sistemas Inteligentes Julio Cezar Zanoni, o professor da Universidade Federal do Paraná e pesquisador do Institutos Lactec Alexandre Rasi Aoki, o professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) Cesar Augusto Tacla e o professor Emerson Cabrera Paraiso, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

Entre as atribuições do conselho está a orientação da equipe da área de Sistemas Inteligentes na discussão de eixos estratégicos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D&I), a avaliação e o acompanhamento de projetos de P&D&I em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e Sistemas de Computação, além da proposição de iniciativas de divulgação e incentivo à formação de pesquisadores em TIC, Sistemas e Computação no Tecpar.

Fonte: Tecpar

Centro de Inovação da Microsoft no Tecpar abre inscrições para capacitação na área de TI

O Centro de Inovação da Microsoft (MIC) instalado no Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) está com inscrições abertas para o programa Students to Business, que tem como objetivo capacitar estudantes nas áreas de Tecnologia da Informação (TI) e oferecer oportunidades de emprego em empresas parceiras. O curso é gratuito e vai capacitar estudantes em duas trilhas: Desenvolvimento de Sistemas e de Infraestrutura de TI.

Esse é a primeira vez que o MIC-Tecpar está realizando a capacitação. O curso, com duração de 80 horas, vai capacitar estudantes no desenvolvimento de sistemas e aplicativos para Windows 8 e Windows Phone, por exemplo. Além disso, na parte de Infraestrutura, a capacitação vai dar noções de sistemas operacionais, rede e segurança para o desenvolvimento.

A data do curso será posteriormente informada aos inscritos, que vão passar por uma seleção para concorrer a uma das 60 vagas disponíveis para a capacitação. Ao término do curso, esses estudantes vão participar de uma feira de emprego promovida pelo próprio MIC-Tecpar, ocasião na qual vão poder disputar uma das oportunidades oferecidas pelas empresas.

De acordo com Rogério Oliveira, gerente do Centro de Informação e Estudos Estratégicos do Tecpar, área do instituto responsável pelas ações do MIC-Tecpar, essa é uma ótima oportunidade para os estudantes chegarem ao mercado de trabalho. “Eles vão estar capacitados e na feira terão a oportunidade de estar próximos de grandes empresas que estarão interessadas neles. Com a capacitação no programa, os alunos vão poder escolher aonde querem realizar seu estágio”, salienta.

As inscrições estão abertas e podem ser realizadas pelo site student2business.azurewebsites.net/Register até o dia 29 de março. Não há limite para o número de inscritos. O Programa Microsoft Students to Business já capacitou mais de 100 mil estudantes em todo o Brasil, dos quais mais de 10 mil deles foram incorporados ao mercado de trabalho durante a feira de empregos.

Sobre o MIC

A Microsoft e o Tecpar assinaram em 2013 o termo de instalação do Centro de Inovação da Microsoft (MIC) no instituto, como parte da iniciativa global da empresa em promover o uso de tecnologia em prol da sociedade, contribuindo para o desenvolvimento de pessoas e suas habilidades, especialmente os jovens.

A novidade do MIC no Paraná, em comparação com os outros 11 da empresa instalados no Brasil, é a participação das universidades estaduais. Pela parceria, ficam disponíveis opções de programas e softwares que poderão ser implantadas pelo governo nas áreas de educação, qualificação, inovação e empreendedorismo. Entre eles estão capacitação básica em tecnologia da informação e design, comunicação instantânea entre alunos e professores, softwares para projetos de alfabetização em informática e desenvolvimento de empresas iniciantes.

Fonte: Tecpar

Júlio Felix segue no comando do Tecpar. Diretoria já assumiu cargos para segundo mandato do governo Beto Richa

A diretoria executiva do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) foi nomeada pelo governador do Estado, Beto Richa, para a gestão no quadriênio de 2015 a 2018 e já iniciou os trabalhos nesta segunda-feira (12). A diretoria executiva segue composta pelo diretor-presidente, Júlio C. Felix, pelo diretor de Biotecnologia Industrial, Julio Salomão, e pelo diretor de Administração e Finanças, José Ciro Costa de Assunção. Assume a diretoria de Desenvolvimento Tecnológico o engenheiro químico Reginaldo Joaquim de Souza.

A nomeação dos integrantes da diretoria executiva do Tecpar pelo governador, Beto Richa, foi publicada em Diário Oficial no dia 9 de janeiro, no Decreto 115. Os diretores serão apresentados aos colaboradores do instituto nesta quarta-feira (14), às 10 horas, pelo secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), professor João Carlos Gomes.

O diretor-presidente, Júlio C. Felix, que está há 35 anos no Tecpar, avalia que o seu primeiro mandato à frente da instituição foi trabalhar na reorganização corporativa e delinear novas oportunidades de negócio para a empresa.

O principal desafio para este quadriênio, na visão de Felix, é desenvolver os principais programas e projetos definidos no Planejamento Estratégico da empresa, que lança olhar para o cenário até 2020. Entre eles, oferecer Soluções Tecnológicas ao mercado, atuar em Educação continuada, desenvolver e produzir medicamentos biológicos com tecnologias recombinantes, atender à demanda nacional de kits diagnósticos veterinários, operacionalizar o Centro de Excelência de Diagnósticos, consolidar a planta de medicamentos farmoquímicos no Campus Ponta Grossa, fortalecer os parques tecnológicos da instituição e buscar uma atuação forte com o Tecpar Inovação.

Biotecnologia Industrial

À frente da diretoria de Biotecnologia Industrial no último quadriênio, Julio Salomão avalia que a gestão da diretoria executiva focou a sua atuação na recuperação tecnológica e de imagem do Tecpar junto aos principais parceiros, como o Ministério da Saúde. “Aproveitamos novas oportunidades com novos projetos e parcerias estratégicas para a instituição e agora vamos trabalhar pela autossuficiência da empresa”, explica Salomão, há 32 anos no instituto.

Administração e Finanças

José Ciro Costa de Assunção reassume a diretoria de Administração e Finanças. Assunção, que está há 30 anos na empresa, analisa que a última gestão do Tecpar cumpriu os objetivos do Governo do Estado ao apresentar resultados positivos em seus balanços nos últimos anos. “Cumprimos o compromisso com o governador de fazer mais com menos, trazendo saldos positivos nas contas da empresa. A expectativa agora é cumprir os objetivos definidos no nosso Planejamento Estratégico”, avalia Assunção.

Desenvolvimento Tecnológico

O diretor de Desenvolvimento Tecnológico, Guilherme Zemke, assume a chefia do Gabinete da Presidência do Tecpar, após consolidar a mudança de visão estratégica dos laboratórios da instituição, que passaram, em sua gestão, a oferecer soluções tecnológicas ao mercado.

Em seu lugar assume o engenheiro químico Reginaldo Joaquim de Souza, que atuou nos últimos quatro anos na assessoria técnica da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema). Com 15 anos de experiência na área industrial, Souza quer trabalhar para o atingimento das metas já definidas e buscar novas oportunidades. “Vou agora conhecer as particularidades de cada unidade de negócio da diretoria de Desenvolvimento Tecnológico e trabalhar alinhado aos planos definidos pela diretoria executiva”,afirma.

Fonte: Tecpar

Microsoft anuncia instalação de novo centro de inovação em Curitiba

Curitiba será sede da final brasileira da Imagine Cup e terá um novo Centro de Inovação da Microsoft em 2015. O projeto do centro será feito em parceria com a Pontifícia Universidade Católica (PUC-PR) e o estúdio de games Signum. Os anúncios foram feitos na noite desta terça-feira (02), durante evento realizado em São Paulo pela empresa norte-americana.

A Copa do Mundo da Computação é organizada pela Microsoft e busca promover inovações de estudantes do mundo inteiro. O secretário da Informação e Tecnologia, Paulo Miranda, representou o prefeito Gustavo Fruet na cerimônia.

A escolha de Curitiba para sediar a final da etapa nacional, que acontecerá em abril, está ligada à crescente onda de inovação na cidade, além do fato de o município ter marcado presença em edições anteriores da Imagine Cup. A cidade teve representantes na final mundial do torneio em 2011 (Nova York-EUA) e 2014 (Seattle-EUA).

“A escolha de Curitiba nos deixa animados. Este é um evento de inovação e criatividade, voltado para um público jovem e empreendedor. Curitiba é reconhecida no Brasil pela qualidade do ensino e já conquistou posição de destaque nesta competição. A Prefeitura apoiou esta iniciativa desde o início porque está alinhada com as diretrizes do programa de governo”, disse Miranda.

Em julho, os representantes brasileiros na final da Imagine Cup 2014 foram recebidos no gabinete do prefeito. O grupo formado por alunos da pós-graduação em Aplicativos para Jogos Digitais da Universidade Positivo desenvolveu o jogo Liaison, no qual um menino e um cachorro precisam desvendar enigmas para conseguir sair do castelo onde estão presos.

O Brasil tem se destacado na competição como um dos países com maior número de inscrições e também com projetos de destaque em diferentes categorias. “A Imagine Cup é uma porta para que jovens consigam mostrar boas ideias usando tecnologia e até mesmo para transformá-las em negócios. Queremos que um número cada vez maior de brasileiros tenha acesso a essa oportunidade”, disse Richard Chaves, diretor de inovação e novas tecnologias da Microsoft Brasil.

Imagine Cup

As inscrições para a Imagine Cup estão abertas e podem ser feitas pelo site http://www.imaginecup.com. Qualquer estudante com mais de 16 anos pode participar da competição. A Imagine Cup é dividida em três categorias: Cidadania Mundial, Jogos e Inovação. As equipes que conquistam o primeiro lugar em cada uma delas levam um prêmio em dinheiro de US$ 50 mil. Mais de 200 mil estudantes brasileiros já participaram da Imagine Cup desde 2007.

Centro de Inovação

Durante o evento também foi anunciada a criação de um novo Centro de Inovação da Microsoft (MIC, na sigla em inglês) em Curitiba.

“Este centro é importante porque compõe um conjunto de iniciativas que caracteriza Curitiba como uma cidade capaz de gerar e apoiar novas empresas inovadoras. O desenvolvimento dos diversos setores da economia criativa é estratégico para o futuro das cidades e nossa capital se consolida como um centro atraente para essas empresas”, explicou o secretário da Informação e Tecnologia.

Com o novo centro, Curitiba passa a abrigar dois MICs, um reflexo do ambiente de fomento à inovação percebido pela Microsoft na cidade. O outro Centro de Inovação foi inaugurado em outubro de 2013 e funciona em parceria com o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar).

Última chamada do processo seletivo da incubadora do Tecpar neste ano se encerra no dia 7 de novembro

As inscrições para a última chamada do processo seletivo de 2014 da Incubadora Tecnológica do (Intec) do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) terminam na próxima sexta-feira (7). Empreendedores que tenham um projeto tecnológico inovador podem participar da seleção e, caso selecionados, vão desenvolver seu produto ou solução dentro do Tecpar. O resultado da seleção será divulgado até o dia 7 de fevereiro do ano que vem.

Os cinco critérios principais para pleitear uma vaga são: inovação (desenvolvimento de produto novo, complementar a algum existente, nacionalização de tecnologias ou desenvolvimento de similar), disposição de capital mínimo para investimento inicial, plano de negócios, equipe com formação em áreas complementares e, ainda, a existência de alguma iniciativa preliminar – no caso de produto, seria um protótipo ou um depósito de pedido de patente, por exemplo.

Ao longo do ano, a Intec mantém o edital de seleção aberto e realiza quatro chamadas, em um processo contínuo, lembra o gerente da Intec, Gilberto Passos Lima. “As inscrições estão abertas durante todo o ano, então caso um empreendedor tenha interesse e não consiga se inscrever para esta quarta chamada, pode participar do processo seletivo na próxima. No início do ano que vem vamos publicar o novo edital, já com novidades”, ressalta Lima.

O edital prevê a incubação de quatro empresas residentes (que estarão fisicamente instaladas nas dependências da incubadora) e dez não-residentes (empreendimentos que já têm sede própria e que vão contar com o apoio tecnológico). Para se inscrever, o interessado deve ler o edital, disponível no site da Intec (http://intec.tecpar.br), e enviar a documentação exigida até o dia 7 de novembro.

Durante o período de incubação das empresas será disponibilizado espaço físico dividido em módulos de 15 m² a 60 m², fornecido com iluminação, pontos de energia, telefonia e internet. Pelas características da incubadora, o empresário tem acesso aos serviços de prototipagem rápida em 3D e circuitos eletrônicos, em laboratório próprio da Intec, bem como serviços de competência do Tecpar, como, por exemplo, calibração, ensaios, certificação da conformidade, propriedade intelectual, informação e extensão tecnológica.

Não há prazo pré-definido para o processo de incubação. Até a graduação, momento em que a empresa está pronta para ir para o mercado, a incubada passa por quatro fases: implantação (estruturação da gestão da empresa e formação da equipe), crescimento (início da comercialização e expansão do quadro funcional), consolidação (cumprimento das metas previstas no plano de negócio e início do faturamento) e liberação (venda em escala e aumento da fatia do mercado).

A incubada residente paga mensalmente, por metro quadrado de área locada, o valor correspondente a 5% do salário mínimo nacional vigente na data da assinatura do contrato. A incubada não residente, por sua vez, paga por mês um salário mínimo. Após alcançar o período de consolidação até ser graduada, a empresa incubada faz, mensalmente, uma retribuição ao incentivo do Tecpar, que corresponde a 3% do faturamento bruto mensal da empresa.

Tecpar credencia soluções tecnológicas em plataforma do BNDES

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) está credenciando suas soluções tecnológicas em uma nova plataforma do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que vai apresentar ao mercado tecnologias que possam vir a ser financiadas pelo banco a empresas que querem inovar.

O BNDES Soluções Tecnológicas é uma nova plataforma que será lançada ainda neste ano para apoiar a comercialização de soluções tecnológicas no país, financiando as empresas brasileiras que desejam adquiri-las para implantar processos inovadores em seus empreendimentos. Atualmente, o portal está em fase de credenciamento de instituições de ciência e tecnologia e de soluções tecnológicas.

Para o gerente da Agência Tecpar de Inovação (AGTI), Marcus Zanon, essa plataforma vai ser uma vitrine para as soluções tecnológicas oferecidas em todo o país e que podem ser adquiridas por empresários em busca de inovação. “Ao estar nesta plataforma, uma instituição tem suas soluções tecnológicas chanceladas pelo BNDES, que pode financiar mais facilmente a compra de soluções para problemas dos empresários brasileiros. Elas podem ser customizadas de acordo com o problema do cliente”, ressalta.

As soluções tecnológicas oferecidas pelo Tecpar hoje estão voltadas à engenharia e sistemas inteligentes, à energia, a medições industriais e a ensaios tecnológicos, nas áreas de materiais, de alimentos e de microbiologia, por exemplo. Todas essas soluções já estão disponíveis aos empresários e muitas delas serão ofertadas na plataforma do BNDES. “O Tecpar já delineou, anos atrás, que havia uma tendência de mudança de serviços laboratoriais para soluções tecnológicas. Por isso, já estamos com essas soluções disponíveis e testadas pelo mercado”, salienta o diretor-presidente da instituição, Julio Félix.

Uma das soluções já cadastradas na nova plataforma é o sistema inteligente de monitoramento e controle de processos. Voltado ao ramo industrial, o sistema permite ao empresário aliar o conhecimento técnico a dados de produção para permitir o monitoramento da produtividade da empresa. “Qualquer processo, seja ele industrial ou não, cuja solução não seja possível entregar com sistemas informatizados convencionais, pode usar esse sistema de monitoramento inteligente. Já tivemos aplicações em análises de eficiência, estudo das especificações de uma linha de produção e de monitoramento de alarmes de telecomunicações”, exemplifica Julio Cezar Zanoni, gerente do Centro de Engenharia de Sistemas Inteligentes do Tecpar.

Antes de ser enquadrada como uma solução e ser aprovada pela plataforma do BNDES Soluções Tecnológicas, tanto a instituição quanto o que ela oferece passa por uma análise criteriosa pelo banco. O BNDES avalia a capacidade do fornecedor, observando a infraestrutura operacional da instituição, a competência do corpo técnico, a complexidade técnica da solução tecnológica e a sua prontidão tecnológica e comercial.

Solução Tecnológica

O BNDES define como solução tecnológica a aplicação de uma tecnologia orientada a satisfazer as necessidades de criação ou modificação de um produto ou processo da empresa. Para tal, essa tecnologia deve estar pronta para ser aplicada no mercado e gerar a solução tecnológica a que se propõe, envolvendo algum nível de adequação às características do produto ou processo do comprador. Além disso, segundo o BNDES, a instituição compradora deve ser capaz de operar a tecnologia que lhe foi fornecida de forma autônoma, proporcionando assim a inovação ao produto ou processo.

Pesquisador do Tecpar constata geração regular de energia solar em Curitiba ao longo do ano

Apesar de ser uma cidade fria e com pouca incidência de sol, Curitiba apresenta condições que permitem a produção regular de energia elétrica ao longo do ano a partir da energia solar, por processo fotovoltaico. A energia produzida poderia, por exemplo, abastecer a casa de uma família de quatro pessoas com consumo mensal de 250 kWh. Essa é uma das conclusões da dissertação de mestrado do pesquisador do Centro de Energias do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), que utilizou a plataforma de energias da instituição para analisar a geração fotovoltaica da capital paranaense.

Essa geração de energia foi constatada na pesquisa de André Gomes após a coleta de dados e simulações computacionais para correlacionar a análise climática da cidade com as expectativas de energia injetada no sistema elétrico do Tecpar. De acordo com o estudo “Instalação e integração de sistemas de microgeração com fontes renováveis para redes elétricas inteligentes”, painéis fotovoltaicos em Curitiba têm capacidade para gerar, em média, 3 mil kW/h ao ano e, mesmo no inverno, as baixas temperaturas ampliam a potência dos módulos fotovoltaicos, de forma a compensar a menor incidência de radiação solar.

A pesquisa considerou três tipos de painéis disponíveis no mercado: módulos monocristalinos, módulos policristalinos e módulos de filme fino (Si-a). A análise constatou que a energia gerada em alguns meses de inverno é similar à produzida nos meses de verão, pois apesar da menor incidência solar nos meses de junho, julho e agosto, o frio mais rigoroso do período aumenta a potência de geração do painel fotovoltaico, o que acaba compensando a baixa incidência solar da estação.

“Isso mostra que Curitiba tem potencial de energia solar ao longo do ano. A informação extraída da dissertação fomenta a microgeração na cidade, que vai ao encontro das políticas públicas na área de energia no Paraná. Ao elaborar e executar um projeto deste porte, a pesquisa mostra que o Tecpar reúne o know-how de plataformas de energias renováveis para essa geração”, explica Gomes.

Redes inteligentes

Outra conclusão do estudo diz respeito à preparação das Redes Elétricas Inteligentes. Ao longo da pesquisa, Gomes elaborou e executou um projeto de integração das geradoras à rede elétrica da plataforma de energias do Tecpar com gerenciamento energético, possibilitando a integração da microgeração às redes inteligentes. O pesquisador constatou que além de produzir energia, o modelo implantado permite a compensação em até 36 meses da energia produzida e não utilizada na própria unidade consumidora, segundo a legislação brasileira atual. Este modelo estabelece a geração distribuída e o gerenciamento das informações energéticas produzidas.

O resultado da pesquisa atende aos objetivos contidos no Decreto Estadual 8.842/2013, que cria o Projeto Smart Energy Paraná, vinculado ao o Programa Paraná Inovador, da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti). O programa consolidará a competência do Paraná em geração distribuída por fontes de energias renováveis conectadas a redes inteligentes. Um dos objetivos do programa, atendido pela pesquisa, é implementar a plataforma de certificação e exposição de tecnologias no Tecpar, que é o executor do programa.

Tecpar recebe visita de representante da Austrália para estudar parcerias

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) recebeu a visita de uma representante da Austrália para discutir assuntos relacionados a uma aproximação do instituto para o desenvolvimento de parcerias nas áreas de inovação, tecnologia e ensino profissionalizante.

Megan Phelan, representante do departamento de Bussines and Innovation do governo de Victoria, na Austrália, foi recebida por diretores e gerentes de várias unidades da organização, para conhecer a atuação do Tecpar e definir áreas que possam render parcerias com a empresa. Pela manhã, Megan já havia estado no Palácio das Araucárias, onde foi recebida por autoridades governamentais.

A vinda de Megan para identificar oportunidades no estado antecipa uma visita ainda maior, programada para abril de 2015, com o objetivo de avançar nas relações de aproximação para atividades de colaboração entre os dois estados e intercâmbio na área educacional e de pesquisa. Na ocasião, representantes estaduais e federais da Austrália estarão no Brasil para fechar parcerias.

Megan apresentou o sistema de educação superior e de treinamento australiano e destacou algumas áreas que são compartilhadas com o Tecpar, que podem gerar parcerias para o desenvolvimento entre o instituto e organizações do estado de Victoria. “Estamos procurando identificar oportunidades para parcerias de benefícios mútuos. Queremos ampliar e construir novos vínculos internacionais. Estamos estabelecendo relações estratégicas com outros países e aumentando a intensidade das relações com a América Latina”, afirmou.

Engemovi desenvolve robô com tecnologia inovadora de nível mundial

Uma tecnologia inovadora desenvolvida em Curitiba está de partida para a última etapa de desenvolvimento antes de ser formatado o seu primeiro protótipo. O Hexaflex, robô que viabiliza técnicas de soldagem por atrito, foi criado e patenteado pela EngeMOVI, empresa incubada na Incubadora Tecnológica do Tecpar (Intec). Após sete anos de desenvolvimento e aportes financeiros e econômicos de R$ 2,5 milhões, o projeto está na sua reta final e vai em breve para Uberlândia (MG), onde passa por uma etapa de aprimoramento até se tornar um protótipo pronto para ir ao mercado.

O Hexaflex é resultado da soma de empreendedorismo, ambiente tecnológico e apoio acadêmico. Os sócios Gustavo Emmendoerfer, Walter Antonio Kapp e Ricardo Artigas Langer sempre estiveram ligados à área de automação industrial e viram na tecnologia de soldagem por atrito um filão a ser explorado. Inscreveram-se na incubadora do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), foram aprovados e então patentearam o projeto do Hexaflex, mecanismo inovador a nível mundial. Hoje com dez funcionários, a EngeMOVI já desenvolveu 40 projetos na área de automação e robótica, vários deles com inovação a nível mundial. Quatro patentes de invenção já foram registrados pela empresa.

Para ver a ideia sair da tela do computador e ganhar forma, os empreendedores inscreveram seu projeto em uma linha de desenvolvimento da Petrobras e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que investiram R$ 1 milhão cada. O projeto contou ainda com o apoio tecnológico de três universidades brasileiras: Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Universidade Federal de Uberlândia (UFU), cada uma testando e ajudando no desenvolvimento em alguma parte do equipamento. “Como o produto é muito inovador, precisávamos de um protótipo para validar o conceito. O diferencial dele está na capacidade de gerar força e na sua versatilidade. Com tecnologia nacional, ele pode ser usado em um trilho longo e recuperar o casco de uma plataforma de petróleo ou ainda na construção de aeronaves, por exemplo. Por contar com um scanner laser 3D, ele consegue mapear a superfície de trabalho e auxiliar o operador no processo sendo executado”, conta Artigas.

A última etapa do desenvolvimento do protótipo vai acontecer em Uberlândia, para onde o robô será enviado em agosto. Lá, vai passar por uma integração de processos, momento em que será instalado o cabeçote que realiza a soldagem por atrito. Depois de seis meses de testes, o protótipo estará pronto para ser apresentado ao mercado, em especial à indústria naval, de óleo e gás, e para a fabricação de material composto, como na indústria aeronáutica e eólica.

Os empreendedores explicam que o suporte da incubadora foi fundamental para ajudá-los a dar o pontapé inicial na empresa, bem como no desenvolvimento de seus projetos. “Tivemos custos reduzidos no início do empreendimento e ainda contamos com apoio de infraestrutura, como o laboratório de prototipagem rápida em 3D, que nos permitiu a fabricação de alguns componentes do produto”, explica Artigas.

Para o gerente da Intec, Gilberto Passos Lima, a integração entre incubadora, centro de pesquisas, empreendedores e academia deu resultado. “A Intec ajudou no desenvolvimento do negócio da empresa, para que ela se consolide agora como uma desenvolvedora de robôs no país. Uma empresa como a EngeMOVI contribui para a inovação regional e nacional. Eles desenvolvem projetos grandiosos”, ressalta Lima.

Fonte: Tecpar

Empresas da Incubadora Tecnológica do Tecpar são selecionadas no Tecnova

Três empresas da incubadora tecnológica do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) foram selecionadas no Programa de apoio à inovação em microempresas e empresas de pequeno porte no Paraná (Tecnova) e vão receber aportes que podem chegar a R$ 600 mil. Atualmente incubada na Incubadora Tecnológica de Curitiba (Intec), a Engemovi foi aprovada na modalidade Petróleo e Gás, enquanto as graduadas SDS Plasma e Pase Hidro vão atuar nas categorias Metalmecânica e Ciências e Tecnologias Ambientais, respectivamente.

Com os recursos do Tecnova, a Engemovi vai desenvolver um sistema de soldagem robotizado portátil para construção em campo de dutos de petróleo e estruturas metálicas. A SDS Plasma, por sua vez, vai produzir um Reator de Processamento de Materiais por Plasma para Aditivação da Superfície de Materiais Metálicos com Incremento na Taxa de Aquecimento. Já a Pase Hidro vai realizar o projeto de desenvolvimento de uma plataforma integrada para Gestão de Recursos Hídricos.

O Tecnova é um programa do Governo Federal que, por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e em conjunto com parceiros regionais, busca criar condições financeiras favoráveis e apoiar à inovação tecnológica, gerando crescimento rápido de empresas de micro e pequeno porte nacional. No Paraná, o programa é executado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e Fundação Araucária, contando com a co-execução da Federação das Indústrias do Estado do Paraná, Instituto de Tecnologia do Paraná, Rede Paranaense de Tecnologia e Inovação e Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação.
O montante de recursos para as empresas paranaenses é de R$ 22,5 milhões para apoio a projetos de inovação de R$ 180 mil a R$ 600 mil. A meta estadual do programa é apoiar cerca de 75 empresas em dois anos.

Fonte: Tecpar

Assespro-Paraná reinaugura sede

Fonte: Assespro-PR

A sede da Assespro-Paraná continua no mesmo local, no Parque de Software de Curitiba, mas com uma estrutura totalmente nova para atender os associados e às necessidades de relacionamento da instituição. “A antiga instalação não estava adequada para o recebimento de representantes e realização de diversas atividades. Agora temos uma estrutura realmente funcional com uma decoração condizente ao ambiente tecnológico em que estamos inseridos”, conta o presidente da associação, Sandro Molés da Silva.

Na recepção, um quadro enorme homenageia todos os ex-presidentes da Assespro-Paraná com foto, nome e período de gestão. Todas essas lideranças que estiveram à frente da entidade foram convidadas a participar da cerimônia de inauguração realizada no último dia 15 de abril.

“A sede reformulada transmite esse novo momento da associação em que percebemos maior sensação de pertencimento e agregação dos empresários, que se sentem mais confortáveis, como parceiros e não como concorrentes”, avalia Sergio Yamada, presidente da gestão 2011/ 2013.
“Este local é muito importante para o setor porque é a ‘casa dos empresários’. Um espaço para congregação e troca de ideias que deve unir as pessoas”, comenta o primeiro presidente da história de Assespro no estado, Eduardo Guy de Manuel, das gestões de 1982/1984 e 1988/1992.

Um mapa do Paraná destacado com as regiões de abrangência das seis subseções da associação decora uma das paredes da sede. “Somos a única regional do país dividida em seções, um modelo que deve ser copiado por outros estados por causa da boa estruturação. Fizemos questão de evidenciar esse diferencial com a nova decoração”, explica Sandro.
“Cada presidente, com uma contribuição distinta, fez parte do processo de construção conjunta da Assespro no estado. Dessa mistura de conhecimentos fizemos uma entidade forte, que atualmente tem reconhecimento nacional”, afirma o presidente da gestão 2009/2011, Mauro Sorgenfrei.

Além de reunir todos os presidentes, a inauguração também deu início à consolidação do conselho superior, previsto no estatuto da entidade. A ideia é reunir os ex-representantes semestralmente para discutir decisões importantes que auxiliarão as ações da atual diretoria. “Queremos valorizar o conhecimento e a experiência dos ex-presidentes com participação ativa deles na Assespro dos dias atuais”, observa o vice-presidente de comunicação e marketing da associação, Adriano Krzyuy.
“Parabenizo a equipe pela inteligência de resgatar o trabalho dos ex-presidentes. Essa união vai evitar a perda da história e será muito importante para a entidade”, elogia Luís Mário Luchetta, presidente da gestão 2005/2008.

Os associados também receberam as novidades com entusiasmo. “A formalização do conselho superior é essencial para o fortalecimento da associação e para evitar que antigos erros não sejam novamente cometidos”, comenta o associado Marcus Friedrich Von Borstel.

Entrega de certificado

Na ocasião, também foi formalizada a entrega da renovação do certificado ISO 9001:2008 da Assespro-Paraná pelo Tecpar – Instituto de Tecnologia do Paraná. “A certificação nos traz a certeza de que estamos pautados em normas e processos bem definidos. Ela transmite aos associados a segurança de que a administração está sendo realizada por meio de processos transparentes e lícitos”, enfatiza o atual presidente.
“O Tecpar é um parceiro da Assespro que sempre estará à disposição para desenvolver e alavancar projetos de tecnologia no Paraná”, concluiu Julio Salomão, diretor de biotecnologia industrial do instituto.

O escritório da Assespro-Paraná fica na Rua Roberto Fischer, 208, Cidade Industrial de Curitiba (CIC) – Prédio Central do Parque de Software.

Tecpar lança plataforma para ensino a distância

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) lançou nesta terça-feira (8), em Curitiba, a Plataforma Tecpar Educação para a modalidade de ensino a distância. Desenvolvida para atender uma necessidade do Tecpar Educação, que já atua com cursos presenciais e semipresenciais, a plataforma vai proporcionar maior agilidade aos cursos em tempo real, com material didático dinâmico e interativo.

A nova plataforma atenderá a demanda na área de gestão, além de oferecer cursos específicos nas áreas pública, acadêmica e privada. O trabalho começa com um projeto pilito interno, com a disponibilização de 300 vagas para colaboradores e parceiros do Tecpar. Serão ofertados 125 cursos a distância, sendo quatro customizados, em que o interessado pode acessar a plataforma e matricular-se. Os cursos poderão ser acessados a partir deste mês de abril, conforme a necessidade de cada aluno.

O vice-governador do Paraná, Flávio Arns, disse que a educação a distância vem crescendo no Estado, com números cada vez maiores, onde o desempenho dos alunos é igual ou superior ao da educação presencial. “O que precisamos é que a educação seja de acordo com a realidade local e regional. O ensino a distância é importante, irreversível e pode ser de muita qualidade”.

Na ocasião, também foi assinado o termo de cooperação técnico/científico para atividades de ensino, pesquisa e extensão com as universidades estaduais do Paraná. O secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes, explicou que a parceria entre o Tecpar e as universidades estaduais é uma demonstração do trabalho que está sendo feito no Estado. “O Tecpar tem realizado programas de qualidade e quem ganha é a sociedade. Não tenho dúvida do sucesso da Plataforma Tecpar Educação”.

O diretor-presidente do Tecpar, Júlio Felix, explica que o Tecpar Educação, com sua nova plataforma de educação a distância, irá capacitar os colaboradores do Instituto. “O trabalho é focado em alguns temas específicos, aproveitando o capital intelectual disponível internamente e as carências do mercado para atender às necessidades educacionais de qualquer natureza”.

A Plataforma Tecpar Educação é considerada importante pelos reitores das universidades estaduais. O presidente da Associação dos Reitores do Paraná, Aldo Nelson Bona, avaliou que esta será uma parceria de ação conjunta entre o Tecpar e universidades. “A Plataforma Tecpar Educação para a modalidade de ensino a distância não concorrerá com o que já oferecemos e sim irá complementar ações”.

O projeto da plataforma atende ao estatuto do próprio Tecpar, com base na universalização das suas ações, “colaborando com o desenvolvimento educacional, científico e tecnológico dos setores público e privado, primordialmente no campo da aplicação aos setores produtivos do Estado do Paraná, apoiando os esforços do Governo Federal nesse campo e atuando sob o princípio da indissociabilidade entre serviços especializados, ensino, pesquisa e extensão”.

TECPAR EDUCAÇÃO – Já em atividade, o Tecpar Educação inclui em seu planejamento a oferta de cursos de capacitação profissional de excelência. A base é o uso das tecnologias educacionais e inovadoras para dar capilaridade em todo o território nacional.

Para o diagnóstico dos futuros conteúdos dos cursos e do modelo educacional, o caminho foi dialogar com um grupo de especialistas em educação de renome internacional para desenvolvimento do planejamento estratégico e do plano de negócio do novo empreendimento do Tecpar, atendendo a uma determinação de seu Conselho de Administração.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

Intec recebe nova empresa incubada

A Incubadora Tecnológica de Curitiba (Intec), que funciona no Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), conta com uma nova incubada, a SaaS Ambiental, empresa constituída em Joinville, desde 2010, que produz um software especialista voltado para atendimento da norma NBR ISO/IEC 17025:2005 para laboratórios analíticos e de medição.
Desde sua fundação, a SaaS Ambiental vem investindo em projetos de apoio à pesquisa. De 2010 a 2012 a empresa não atuou comercialmente no mercado, dedicando-se exclusivamente à construção e a implantação do software.
Em 2013 se estabeleceu no mercado local, aumentando consideravelmente a carteira de clientes. A empresa considera que em 2014, com a incubação, terá o aumento de novos projetos. Para o diretor comercial da SaaS Ambiental, Julio Cezar Sary, a parceria será um sucesso. “Entendemos que uma visão crítica da Intec pode nos dar a certeza que estamos no caminho certo. Trouxemos dois projetos para a incubadora e esperamos mais visibilidade no mercado”, diz Sary.
Segundo o diretor-presidente do Tecpar, Júlio Felix, o sucesso da empresa é o sucesso do Tecpar. “Desejamos uma boa estadia na Intec e o bom desempenho da empresa é reflexo do nosso trabalho. Nós queremos que os negócios da SaaS Ambiental virem um “case” de sucesso. A área da saúde é uma área relevante para o Tecpar e um dos principais campos de atuação”.
A Intec
A Intec é incubadora pioneira no Paraná, considerada uma das melhores do Brasil. Os cinco critérios principais para pleitear uma vaga são: inovação (desenvolvimento de produto novo, complementar a algum existente, nacionalização de tecnologias ou desenvolvimento de similar), disposição de capital mínimo para investimento inicial, plano de negócios desenvolvido, equipe com formação em áreas complementares e, ainda, é importante que a empresa já tenha alguma iniciativa preliminar – no caso de produto, seria um protótipo ou uma requisição de patente.

Fonte: Tecpar