8 dicas para dar mais visão de futuro aos seus negócios

Abrir uma empresa no Brasil já não é uma tarefa relativamente fácil, porém, o maior desafio é manter a longevidade da mesma. “Em um mercado tão dinâmico, muitas mudanças ocorrem constantemente e o empreendedor precisa estar atento para se adequar rapidamente”, afirma Alexandre Wyllie, diretor do segmento PME da Sage Brasil, multinacional britânica líder em software de gestão para pequenas e médias empresas.

Para não perder mercado para os concorrentes, as pequenas e médias empresas precisam estar atentas à algumas informações importantes que devem ser tomadas como lições e colocadas em prática. Para superar as inúmeras barreiras, os empresários precisam desenvolver novas habilidades e eleger áreas de foco para gerar crescimento sustentável por um período prolongado, enquanto gerenciam os riscos associados.

Por conta disso, Wyllie apresenta 8 maneiras simples de ter mais sucesso e expandir os seus negócios:

1) Destaque-se

Desenvolva uma mensagem clara e única para sua empresa, focando em seus pontos fortes. Uma das melhores maneiras de diferenciá-la é por meio de um atendimento eficiente e amigável, mas também pelo claro posicionamento de mercado.

Dica: você poderá ser um dos muitos varejistas que vendem aquele tipo específico de produto, mas talvez o seu material seja de origem sustentável, o que pode ser um ótimo argumento de venda para os seus clientes
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2) Tenha uma clara presença digital

Os consumidores pesquisam produtos online antes de comprá-los, o que significa que, se você não estiver online, será a mesma coisa que não existir. Desenvolva um site otimizado, visualmente atraente, fácil de navegar e esteja presente nas mídias sociais, onde você também poderá interagir com seus clientes.

Dica: como dono de uma empresa varejista com clientes regulares, você poderá achar que não precisa de um site porque já conta com pontos físicos. Contudo, a plataforma online pode ser o melhor local para informar a esses mesmos clientes que você está, por exemplo, expandindo sua linha de produtos.

3) Encante os seus clientes

Os consumidores hoje nutrem grandes expectativas e têm à disposição mais opções do que nunca. Entenda o que seus clientes querem e de que maneira pode ajudá-los a concretizar seus desejos
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Dica: uma boa experiência significa clientes satisfeitos – e clientes satisfeitos são clientes fiéis.

4) Encontre novos mercados

Expandir para novos mercados é uma das maneiras mais rápidas de ampliar os seus negócios. Mas, a cada novo mercado, surgem novos concorrentes, diferentes necessidades dos clientes e ameaças desconhecidas. Antes de cada expansão, faça sua pesquisa e identifique mercados com demanda forte e oferta fraca.

Dica:esteja preparado para a possibilidade de precisar modificar seu produto ou serviço para atender às nuances de diferentes mercados. Uma solução de manufatura que funcione bem em uma região do país, pode não ser tão bem aceita em outra.

5) Contrate as pessoas certas

Hoje, tudo é movido a tecnologia, o que faz com que as pessoas se tornem a sua vantagem competitiva real. Investir em pessoas apaixonadas, confiáveis ​​e focadas no cliente pode construir a base para uma empresa de sucesso.

Dica: contrate as melhores pessoas que caibam em seu orçamento ou desenvolva jovens talentosos. Os setores de serviços são os campos de treinamento ideais para atingir um atendimento de excelência ao cliente.

6) Planeje para o sucesso

Um plano de negócios nos obriga a pensar no futuro. Mas os planos não devem ser rígidos ou excessivamente complicados. Eles precisam ser vivos para que possam se adaptar às necessidades de mudança de seus clientes, o ambiente em que você opera e os requisitos regulamentares.

Dica: o setor de alimentação, por exemplo, é um setor altamente controlado. Ele não pode estar vinculado a um plano de negócios rígido, pois poderá precisar se adaptar a diferentes condições de um momento para outro.

7) Formalize os processos

A formalização da estrutura e dos processos da empresa proporciona à administração melhor visibilidade e controle das finanças da organização, acelera a documentação e ajuda a alinhar todos os funcionários aos valores e estratégia da empresa. Isso é bom para os colaboradores, que se sentirão confiantes a respeito dos seus propósitos e responsabilidades.

Dica:para sobreviver, você precisará ter softwares adequados que o ajudem na gestão, documentação das políticas e formalização de outros aspectos da organização para garantir conformidade e produtividade e reduzir o risco de danos à reputação.

8) Gerencie seu fluxo de caixa

A ampliação exigirá investimentos em pesquisa, pessoas e marketing. Certifique-se de que sua empresa pode cobrir esses custos sem entrar em situação de insolvência e que haja mais dinheiro entrando do que saindo.

Em última análise, as empresas operam em uma economia de confiança. Se você conseguir estabelecer confiança junto aos seus clientes por meio de um excelente atendimento enquanto aproveita a experiência de uma equipe qualificada, estará no caminho certo para o crescimento.

Aplicativo gratuito facilita doação de créditos do programa Nota Paraná para ONGs

Idealizado por voluntários da Sage Foundation, app alerta para notas que estão fora do prazo de cadastramento

Um aplicativo desenvolvido por três voluntários da Sage Foundation, instituição ligada à multinacional britânica de software Sage, está colaborando para a captação e doação de créditos do Nota Paraná para instituições sem fins lucrativos do Estado.

Idealizado pelo analista de sistemas da empresa, Rodrigo Daron Wang, 29 anos, o desenvolvimento do app contou com a colaboração de seus colegas de trabalho, Carlos Eduardo dos Santos, 38 anos, arquiteto de sistemas, e Éder Luis Wosniak, 35 anos, gerente de desenvolvimento.

Chamado de Doa Nota Paraná, o programa é capaz de fazer a leitura de até 1.500 notas fiscais por hora.

A ideia de desenvolver o sistema surgiu quando Rodrigo se ofereceu para trabalhar como voluntário na Instituição Pequeno Cotolengo, que faz parte das entidades beneficiadas pela Sage Foundation, em Curitiba. “Os nossos colegas passavam horas fazendo o cadastro manual das notas. Foi então que eu tive a ideia de criar uma plataforma para facilitar o processo. O aplicativo nasceu a partir de um trabalho voluntário, e é 100% gratuito”, explica.

Sediado em Curitiba, o Pequeno Cotolengo acolhe cerca de 200 pessoas com deficiências físicas e intelectuais e foi a primeira instituição beneficiada pelo aplicativo. “Existem outras ferramentas com a mesma finalidade, mas nenhuma delas bate o Doa Nota Paraná. Além de fazer a leitura mais rápida, o aplicativo tem um sistema de alerta que avisa quando a nota fiscal está vencida”, explica Priscila Guimarães, gerente de desenvolvimento institucional do Pequeno Cotolengo.

Segundo Priscila, o recurso colabora para aumentar ainda mais o volume de notas cadastradas já que elimina a etapa de separação de notas fiscais por validade. “Antes do aplicativo, a média de notas castradas por mês era de 50 mil. Hoje, estamos conseguindo cadastrar cerca de 80 mil notas mensalmente, captando mais crédito para a instituição”, comemora.

Para doar os créditos a uma instituição sem fins lucrativos e ajudar a financiar projetos que possuem impacto social, é preciso solicitar a nota fiscal sem o CPF ao finalizar a compra.

Organizações contábeis se preparam para a chegada do e-Social, indica pesquisa

Com a chegada do eSocial para empresas a partir de janeiro de 2018, o setor contábil se prepara para apoiar seus clientes no cumprimento da nova obrigação.

Uma recente pesquisa realizada pela Sage, líder mundial em software de gestão, aponta que 34% dos escritórios de contabilidade estão investindo na capacitação de seus profissionais por meio de cursos e treinamentos. O levantamento foi realizado com 686 organizações contábeis de todo o país.

O objetivo do investimento é garantir que os contadores e todos os profissionais envolvidos com o tema dentro das organizações contábeis estejam preparados para evitar inconsistências nas informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais que, após a entrada em vigor do eSocial, passarão a ser enviadas ao governo pela internet em uma única declaração, em tempo real.

Ainda de acordo com o estudo, 43% dos escritórios de contabilidade se sentem inseguros sobre a qualidade dos dados prestados, enquanto outros 34% consideram que a maior dificuldade para a adequação ao novo sistema é a conscientização das empresas sobre o impacto para a rotina dos escritórios contáveis. “É importante que os contadores estejam preparados para que, efetivamente, o eSocial resulte em benefícios e vantagens competitivas para seus escritórios e clientes”, explica Elton Donato, Diretor da Unidade de Negócios Accountants da Sage Brasil.

Segundo o executivo, os escritórios podem contar com ferramentas que apoiam uma gestão eficiente e automatizada. “Um software de gestão é capaz de validar dados de maneira rápida e eficiente, além de cruzar informações antes do envio dos arquivos, garantindo o cumprimento dos prazos, integridade e confiabilidade às informações prestadas aos órgãos competentes”, finaliza.

A pesquisa também identificou que:

– 21% dos entrevistados realizaram investimentos de até R$10 mil para se adequar às exigências do eSocial;

– As áreas que receberam mais investimentos são: Recursos Humanos (28%), Contabilidade (16%) e TI (14%);

– Atualização dos cadastros dos colaboradores (25%), revisão e ajustes dos processos e rotinas trabalhistas (21%) e adequação do sistema de folha de pagamento (19%) são os itens considerados pelos respondentes como os mais importantes para o cumprimento das novas exigências.

Enquanto as novas tecnologias avançam, mulheres ainda são minoria em TI

Celebrado em 15 de agosto por profissionais de tecnologia em todo o mundo, o Dia da Informática marca a data em que os norte-americanos John Eckert e John Mauchly apresentaram, em 1946, o ENIAC: o primeiro equipamento eletrônico chamado de computador no mundo. Criado a pedido do Exército dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial, o equipamento tinha capacidade de processamento de 5 mil operações por segundo.

Se por um lado muita coisa mudou – de lá para cá – com o surgimento das novas tecnologias, por outro, este mercado pouco avançou com as diferenças de gênero. Apesar de as mulheres já representarem mais de 49% dos postos de trabalho no mundo, a área de TI ainda apresenta-se pouca aberta ao público feminino.

Entre as companhias do S&P 100, o ranking com as maiores empresas do mundo compilado pela agência de risco Standard & Poor’s, 20% delas têm, pelo menos, uma diretora. No Brasil, o quadro não é diferente. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio do IBGE, dos mais de 580 mil profissionais de TI que atuam no país, apenas 20% são mulheres.

A empresa britânica de software de gestão Sage, que tem como vice-presidente de Bots e Inteligência Artificial, Kriti Sharma, uma das 30 especialistas em tecnologia abaixo dos 30 anos escolhidas pela Forbes, vem investindo em uma série de iniciativas para reverter o atual cenário. “As empresas precisam redefinir o conceito de liderança, entender que a diversidade é necessária e benéfica para os seus negócios e, ainda, valorizar as competências das profissionais que têm o potencial para cargos estratégicos”, explica José Carlos Nascimento, diretor de RH da Sage Brasil. Na sua opinião, é inadmissível nos dias de hoje as mulheres ainda enfrentarem eventuais desvantagens em relação aos homens por questões de gênero, como a desigualdade salarial.

O Programa de mentoria chamado Women@Sage é uma das frentes escolhidas pela empresa para apoiar e desenvolver as competências de suas colaboradoras. Desde a sua criação em fevereiro de 2016, quase 80 mulheres já receberam algum tipo de aconselhamento, ideias e insights que ajudaram no enriquecimento das suas experiências profissionais na companhia. Indicados pelos Business Partners da empresa de acordo com suas aptidões e conhecimentos, os 29 mentores – compostos por homens e mulheres vindos de toda a organização, incluindo o comitê executivo – atuam como um consultor confidencial e confiável, fornecendo orientação, treinamento e ferramentas que contribuem para o desenvolvimento e aperfeiçoamento de seus mentorados. “O programa é um importante passo para o nosso compromisso com a diversidade e a inclusão na empresa”, esclarece Nascimento.

Cinco princípios éticos para o desenvolvimento de Inteligência Artificial no mundo dos negócios

Escolhida entre os 30 especialistas em tecnologia abaixo dos 30 anos pela Forbes, vice-presidente de Bots e IA da Sage, Kriti Sharma, aponta os caminhos para o uso responsável da inteligência Artificial no ambiente corporativo

A crescente aplicação da inteligência artificial no mundo dos negócios torna essencial a adoção de princípios sólidos que assegurem a ética e a responsabilidade no uso dessas novas tecnologias. Quem faz o alerta é Kriti Sharma. Escolhida para integrar a lista dos “30 abaixo dos 30” da revista Forbes, a executiva de apenas 29 anos é vice-presidente global de Bots e Inteligência Artificial da Sage, líder de mercado em softwares de gestão para pequenas e médias empresas.

Pensando nisso, a Sage estabeleceu cinco princípios, que passam a nortear toda atuação da companhia nesse segmento, agora reunidos no documento “A Ética do Código: 5 princípios éticos para desenvolver Inteligência Artificial para negócios”. Kriti explica que o estabelecimento de critérios claros nesse sentido mostra-se fundamental para proteger usuários e garantir segurança e confiabilidade dessas ferramentas. É ainda um caminho para que essas soluções sejam inclusivas e expressem a diversidade de seus usuários.

“Desenvolver chatbots e inteligência artificial que sejam úteis para os nossos clientes é a parte fácil. São muitos os questionamentos que emergem com o advento da inteligência artificial. Por isso, desenvolvemos nossa ação nesse segmento com base em uma série de valores. São esses princípios essenciais que, na nossa visão, contribuem para assegurar que nossos produtos serão seguros e éticos”, explica Kriti.

Os cinco princípios que norteiam mundialmente a estratégia da Sage para IA também guiam a atuação da companhia no Brasil. Por aqui, a empresa criou o Sage Labs, uma equipe encarregada de pensar em maneiras de empregar novas tecnologias em software que os clientes usam todos os dias. “Alguns dos funcionários são cientistas de dados e usam várias ferramentas colaborativas para entender como podemos servir melhor nossos clientes. Esta equipe também colabora para manter os nossos colegas atualizados com novos desenvolvimentos de tecnologia e como eles podem ser aplicados em nossos negócios”, esclarece David Pereira, VP de Product Engineering na Sage Brasil.

A Ética do Código: 5 princípios éticos para desenvolver Inteligência Artificial
no mundo dos negócios

1. IA deve refletir a diversidade de seus usuários.
Precisamos criar inteligência artificial que seja diversa em sua origem. Como comunidade industrial e tecnológica, temos de desenvolver mecanismos efetivos para barrar o preconceito e qualquer sentimento adverso que possam ser assimilados pela IA, de forma a assegurar que ela não irá perpetuar estereótipos. A não ser que tenhamos equipes, bases de dados e design cuja natureza seja a diversidade, estamos sob risco de repetir a desigualdade que marcou revoluções passadas.

2. IA deve ser responsável, assim como seus usuários
Nós aprendemos que os usuários estabelecem um relacionamento com a IA e começam a confiar na mesma após algumas poucas interações. Com a confiança, vem a responsabilidade. A IA precisa ser responsabilizada por suas ações e decisões, como se fosse um ser humano. Não se pode permitir que a tecnologia fique inteligente ao ponto de não ser responsável. Não aceitamos esse tipo de comportamento de outras profissões especializadas. Então, por que a tecnologia deveria ser a exceção?

3. Recompense a IA por “mostrar o seu funcionamento”
Qualquer sistema de IA que aprenda com exemplos ruins pode acabar se tornando socialmente inadequado – temos que lembrar que a maior parte da IA de hoje não tem conhecimento do que está dizendo. Somente a ampla audição e a aprendizagem de diversas bases de dados resolverão isso.
Uma das abordagens é desenvolver um mecanismo de recompensa ao treinar a IA. As medidas de aprendizagem de reforço devem ser desenvolvidas não apenas com base no que AI ou robôs fazem para alcançar um resultado, mas também sobre como a IA e robôs se alinham com os valores humanos para atingir esse resultado particular.

4. O jogo da IA deve ser igual para todos
Tecnologia de voz e robôs sociais fornecem novas soluções de acesso, especificamente para usuários desfavorecidos por problemas de visão, dislexia e mobilidade limitada. Nossa comunidade empresarial tecnológica deve acelerar o desenvolvimento desses recursos a fim de oferecer condições igualitárias e ampliar os talentos que temos, tanto nas profissões da área contábil quanto da tecnológica.

5. IA substitui. Mas também deve criar.
O melhor caso de uso da IA é automação – atendimento ao cliente, fluxo de trabalho e processos baseados em regras são os panoramas perfeitos nos quais a IA se revela.

A IA aprende mais rápido que os humanos e é muito boa em tarefas repetitivas, do dia-a-dia. E, no longo prazo, é mais barata que os humanos. Haverá novas oportunidades criadas pela robotização de tarefas e temos que treinar as pessoas para essa perspectiva – permitindo que elas possam se concentrar naquilo em que são boas, construindo relacionamentos e cuidando dos clientes. Sem jamais esquecer a necessidade de empatia humana nas profissões centrais como aplicação da lei, cuidados, proteção e complexas tomadas de decisão.

Liderando pelo exemplo
Com o lançamento de seu chatbot, o Pegg, a Sage lidera uma revolução financeira de contabilidade em vários países.

Projetado com a intenção de liberar os clientes de atividades que os impedem de se concentrar nas tarefas de maior valor, e com 100% de conformidade com os princípios básicos da IA da Sage, o Pegg atua como um assistente inteligente para pequenas empresas, permitindo que os usuários rastreiem despesas e gerenciem finanças por meio de aplicativos de mensagens como o Facebook Messenger.

Um ano após seu amplo lançamento, o sistema já reúne dezenas de milhares de usuários em 135 países em todo o mundo.

No Brasil, a expectativa é que o chatbot de emissão de notas fiscais por meio de um bate-papo com o assistente virtual seja lançado oficialmente até o final do segundo semestre de 2017. “Estamos muito otimistas com a chegada do primeiro emissor de nota fiscal com inteligência artificial no país. Os feedbacks dos clientes que estão testando o sistema são muitos positivos e temos certeza de que o Pegg vai facilitar o dia a dia dos empresários brasileiros”, finaliza Pereira.

“Será que o Excel é tudo isso?” é o tema do novo e-book da Sage

A empresa Sage, líder mundial em software de gestão para pequenas e médias empresas, acaba de lançar mais um e-book dedicado a empreendedores.

Desta vez, a publicação demonstra como o programa Excel, da Microsoft, pode contribuir na gestão de empresas e, ao mesmo tempo, como o crescimento de uma empresa depende de processos mais rápidos e eficazes, funções que um software de gestão consegue realizar em minutos.

Muitas empresas utilizam planilhas do Microsoft Excel para analisar e relatar dados corporativos e o tempo gasto com esses processos pode ser otimizado ao se utilizar um software que automatiza e gera relatórios e dashboards em instantes, facilitando a gestão.

Uma alternativa de ferramenta capaz de organizar e gerir o planejamento de uma empresa é o Sage Start. Dedicado à gestão empresarial, o sistema é dividido em módulos para controle financeiro, vendas, estoque, ponto de venda e emissão de notas.

Quer saber mais? Clique aqui e faça o download do e-book gratuitamente, que pode ser considerado um aliado de quem pretende reorganizar e modernizar os padrões da empresa.

Parceira dos micro e pequenos empresários, a Sage contribui mensalmente para a qualificação do público empreendedor com e-books, webinar e treinamentos gratuitos. Os temas são variados e incluem desde fluxo de caixa até dicas de marketing digital.

Sage lança nova plataforma para fornecedores independentes de software

A Sage, multinacional líder de mercado para sistemas de pagamento, contabilidade e folha de pagamento, lança hoje o “Sage Marketplace”, uma nova plataforma global de distribuição para que fornecedores independentes de software (ISVs, na sigla em inglês) possam apresentar seus suplementos às soluções já oferecidas pela Sage.

O “Sage Marketplace” é um site global único que reúne os aplicativos desenvolvidos como complementos aos produtos da marca Sage, incluindo o Sage One e o Sage Live. As soluções serão disponibilizadas a todos os clientes da Sage, que poderão adquirir os suplementos em contato direto ao fornecedor independente.

A novidade sucede o lançamento do Programa Global de Parcerias da Sage (GPP, na sigla em inglês), um modelo reinventado que proporciona benefícios e incentivos de nível internacional para parceiros, contribuindo para a conquista de novos clientes e ao desenvolvimento dos negócios, por meio do crescente portfólio global, que inclui os produtos Sage One, Sage Live, Sage Impact e Sage X3. Disponível a partir de hoje, o GPP introduziu um modelo simplificado de engajamento para todos os parceiros, incluindo integradores de sistemas, revendedores (incluindo revendedores de valor agregado), ISVs e desenvolvedores.

“Este é apenas o início para o ‘Sage Marketplace’. Muitos fornecedores independentes estão se juntando à Sage no desenvolvimento de extensões ao nosso portfólio online, agregando valor aos clientes em soluções globais, como o Sage One e o Sage Live, com a criação de suplementos que enriquecem o produto para além da sua função principal. É uma excelente oportunidade para que fornecedores independentes passem a integrar a nossa comunidade em crescimento, ampliando seus negócios com a Sage”, diz Michael De Jongh, vice-presidente Global de ISV e Programa de Desenvolvimento.

Já estão disponíveis no Sage Marketplace suplementos que vão desde suporte para fluxo de caixa até extensões para e-commerce. Para mais informações, visite www.sage.com/marketplace.