ACOM Sistemas melhora desempenho em cinco vezes com solução de cloud da Winov

Com foco na satisfação dos clientes, a ACOM Sistemas passou a disponibilizar o sistema EVEREST Gestão Empresarial em uma infraestrutura hiperconvergente de data center virtual fornecida pela empresa Winov.

O novo ambiente, resiliente, não fica off-line e garante processamento cinco vezes mais rápido que uma solução de cloud comum. Isso possibilita extração de relatórios, integração contábil e conciliação financeira que, geralmente, envolvem milhares de informações, de maneira muito mais eficiente.

O desempenho superior permite que a ACOM Sistemas entregue mais qualidade com preços mais atrativos em um modelo SaaS, de software como serviço. Os clientes não precisam mais gastar com infraestrutura própria de tecnologia da informação para usar o EVEREST.

“Nosso sistema roda no que há de melhor em soluções de cloud computing. Contamos com equipamentos de missão crítica hiperconvergente com tecnologia Nutanix, que garantem alta performance. Podemos multiplicar o número de clientes sem aumentar o investimento.”, explica Eduardo Ferreira, Diretor Operacional da ACOM Sistemas.

Raul Cesar Costa, Chief Product Officer da Winov, ressalta que também há um grande ganho em segurança: rígidos protocolos garantem total confiabilidade e alta disponibilidade de telecom, com IP próprio, que recupera dados instantaneamente quando, por exemplo, é mudada a rede em que se trafega.

“Outra facilidade está no atendimento. Nossos clientes podem, literalmente, bater na nossa porta, a qualquer momento, em busca de suporte. Para a equipe da ACOM, que fica a poucos metros da Winov, na cidade de Curitiba, a comodidade é ainda maior”, comenta Raul.

Eduardo Ferreira acrescenta que a ACOM Sistemas busca inovação contínua para que possa melhorar o desempenho dos clientes com uso de tecnologia e adianta: “já estamos estudando o que mais pode ser oferecido de benefícios além do ERP na nuvem”. Mais uma vantagem para a ACOM Sistemas foi a de se tornar, também, provedora de nuvem ao participar de um programa de canais oferecido pela Winov.

Loja Mercado Móveis investe em parceria com Winov Cloud para melhorar rendimentos em vendas

A Loja MM conta com 190 lojas físicas distribuídas pelo Brasil. As movimentações de vendas acontecem nas lojas físicas, e-commerce e atacado. Com 40 anos de história, a empresa vem expandindo sua rede de varejo.

Por isso, precisou ampliar a infraestrutura de servidores para suportar a demanda. Assim, decidiu migrar todo o seu datacenter físico para as soluções de Cloud Computing da Winov, adotando a infraestrutura hiperconvergente. Com a decisão, a empresa consegue ter controle de custos e investimentos proporcionais na área de TI, graças a estabilidade da solução em Cloud.

“Quando estávamos em uma infraestrutura local e comum, precisávamos de um empenho de gerenciamento muito grande. Nossa performance era problemática quando enfrentava grandes picos de processamento como, por exemplo, no Dia das Mães, que é a data em que temos maior volume de acessos. Há alguns meses, passamos a nossa primeira grande experiência dentro da Winov e em equipamentos hiperconvergentes. A performance melhorou cinco vezes, além de toda a agilidade e praticidade do modelo em nuvem”, conta Fernando Silveiro, gerente de administrativo e TI da Loja MM.

Infraestrutura hiperconvergente: um grande diferencial

A Winov é a única empresa no Brasil a oferecer uma infraestrutura hiperconvergente em nuvem, garantindo uma performance até cinco vezes mais rápida que estruturas convencionais de Cloud. A agilidade e desempenho no processamento de dados que hardwares hiperconvergentes em nuvem proporcionam é extremamente importante, em vista de que ambientes de missão crítica abrigam equipamentos e sistemas responsáveis pelo armazenamento de informações que são cruciais para a continuidade de operações de diversos negócios, especialmente lojas virtuais em datas comemorativas.

A infraestrutura hiperconvergente da Winov se concentra em um Data Center padrão TIER 3, ambiente de missão crítica apto a operar ininterruptamente. Por ser hiperconvergente, promove a integração completa entre servidor, SAN e Storage, sendo capaz de suprir a falta de sistemas em casos de falha ou parada por motivos como erros humanos, falhas de operação, equipamento ou sistemas. Além disso, como o Data Center está localizado no Brasil, não há problemas relacionados à latência, como provedores que têm uma infraestrutura no exterior.

“A Winov foi escolhida após percebermos que estariam nos oferecendo uma solução de cloud que se encaixava nas nossas necessidades, tanto de processamento quanto de investimentos. A empresa possui uma equipe pronta a entregar resultados e é comprometida com esse objetivo! Realizou conosco a migração de dados em um atendimento extremamente personalizado. Em nenhum momento foi transmitido a nós que os trabalhos seriam realizados separadamente, foi algo a quatro mãos, lado a lado, desde o planejamento da estrutura até a execução e o término do projeto” exalta Luciano Santos, supervisor de infraestrutura de TI da Loja MM.

Hi Technologies apresenta inovação em exames laboratoriais na nuvem da Microsoft

A Hi Technologies, empresa que desenvolve soluções tecnológicas para humanizar a área médica, apresentou ao setor de saúde nesta quinta-feira, 29 de junho, o Hilab, primeiro serviço de telemedicina que realiza exames laboratoriais para identificação de HIV, vírus Zika, Chikungunya, dengue, hepatite, gravidez, colesterol total, HDL, hemoglobina glicada, vitamina D, glicemia, dentre outros.

Quase indolor e bem mais rápido que os métodos tradicionais, o serviço Hilab, desenvolvido com tecnologias Microsoft e Intel, que também apostam nessa área, revoluciona o mercado ao introduzir uma nova categoria em análises clínicas que associa Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial (IA) para acelerar o diagnóstico médico. O dispositivo Hilab cabe na palma da mão e utiliza gotas de sangue do dedo do paciente para a coleta, possuindo um mecanismo menos invasivo.

“Estamos trazendo três grandes inovações: o primeiro tricorder¹ médico da história, um sistema de telemedicina totalmente disruptivo e uma nova tecnologia de big data para a saúde. O Hilab é um mix disso tudo. Ele traz o laboratório para a mão do médico, e isso muda o cenário da saúde. Nós acreditamos que uma disrupção no sistema de exames laboratoriais tem o potencial de causar mudanças significativas de proporção mundial. Queremos ser o maior laboratório do mundo, sem ter nenhum posto de coleta”, explica Marcus Figueredo, CEO da Hi Technologies.

O funcionamento é simples: após a coleta, o sangue é colocado em contato com os reagentes dentro do dispositivo, onde a amostra é “digitalizada” e transmitida instantaneamente via internet para a equipe de biomédicos da Hi Technologies. Após esse processo, os profissionais analisam o resultado e liberam o laudo validado, obedecendo a padrões de qualidade, confiabilidade e precisão equivalentes aos métodos já disponíveis no mercado.

“O Hilab vai promover avanços importantes ao usar Inteligência Artificial Microsoft para transformar o processo de realização de exames médicos com mais rapidez e assertividade. Esse é um projeto que ajuda a colocar em prática nossa missão de empoderar pessoas e organizações a conquistarem mais e também de democratizar a Inteligência Artificial. E, neste caso, em uma área essencial, que é a saúde”, diz Priscyla Laham, vice-presidente de vendas ao consumidor da Microsoft.

A contribuição da Microsoft ao projeto da Hilab se dá por meio da plataforma de nuvem Azure, pelos dispositivos com Windows 10 IoT e também pela disponibilização de algoritmos de machine learning (aprendizado de máquina) para a análise laboratorial com base em diversos parâmetros pré-estabelecidos.

Com essa tecnologia inédita mundialmente, o médico poderá obter os resultados dos exames laboratoriais no momento da consulta ou em poucos minutos após o término. Para Mauricio Ruiz, diretor-geral da Intel Brasil, este é um bom exemplo de como as soluções tecnológicas podem oferecer novas formas para os diagnósticos e tratamentos médicos, fornecendo agilidade e inclusão de mais pessoas no sistema. “Acreditamos que essas colaborações focadas em saúde são essenciais para melhorar a vida das pessoas e, com essa parceria, reforçamos o nosso desejo de contribuir para o desenvolvimento das empresas locais.”

De acordo com a ANS (Agência Nacional de Saúde), o mercado brasileiro de medicina diagnóstica movimenta cerca de 25 bilhões de reais ao ano. “Estamos entusiasmados com o universo de possibilidades do Hilab, que proporciona vantagens incríveis a pacientes, podendo também ser uma grande oportunidade para pontos de atendimento, como farmácias e hospitais, ampliarem a prestação de serviços. O mercado de exames laboratoriais é enorme e estamos atuando em conjunto com a Hi Technologies para conquistar uma fatia do segmento”, relata Hélio Rotenberg, CEO da Positivo Tecnologia.

A Hi Technologies buscará atuar junto aos consultórios médicos, provendo uma carteira crescente de exames a preços mais competitivos do que os praticados por laboratórios tradicionais. Além das diversas inovações tecnológicas, o serviço Hilab, se comparado à atual realidade no segmento, muda a logística, excluindo etapas que reduzem o engajamento do paciente, retardam o diagnóstico médico e encarecem o processo.

A agilidade no diagnóstico é importante, já que 70% das decisões médicas se baseiam nos resultados desses exames. Com o Hilab, o paciente não precisa retornar ao consultório para ter acesso ao laudo. Por isso, o lançamento inova o modelo de negócio, trazendo conveniência e menor custo, principais requisitos para um movimento de ruptura, sendo uma inovação radical oferecida pelo Brasil para o mundo todo.

¹ Um tricorder médico (termo usado na ficção cientifica) é um dispositivo portátil de mão para escaneamento que pode ser utilizado por qualquer pessoa, servindo para autodiagnosticar condições médicas, em questão de segundos, e coletar sinais vitais básicos.

Fonte: Microsoft

Distribuidora curitibana Abrascort investe em nuvem

Atuando no mercado nacional como importador direto e distribuidor autorizado de correntes de transmissão, engrenagens, rolamentos, mancais e mangueiras industriais e hidráulicas há 39 anos, a gestão da Abrascort percebeu que era preciso ampliar a proximidade entre fornecedor e cliente para ganhar agilidade no atendimento e na resolução de problemas.

Foi em busca dessa maior disponibilidade e desempenho que a empresa adotou a Solução Cloud Computing da CorpFlex, empresa especializada em cloud corporativa e outsourcing de TI, para hospedar seu ERP SAP S/4 HANA.

“O foco na Abrascort foi hospedar o SAP S/4 HANA em um ambiente de nuvem privada, para seus usuários que acessarão a aplicação. Estamos provendo suporte 24×7, com segurança, backup, monitoração e relatórios gerenciais”, explicou Edivaldo Rocha – CEO da CorpFLex.

Com o investimento, a empresa paranaense obteve redução de custos em infraestrutura de TI, flexibilidade de upgrade dos recursos computacionais e ainda conseguiu garantir alta disponibilidade para o sistema de Gestão ERP SAP S/4 HANA, mantendo o foco na gestão do negócio e não na execução.

“ A implementação do SAP S/4 Hana no Grupo Abrascort faz parte de uma estratégia arrojada de modernização e traz a empresa para um outro patamar, reduzimos os nossos custos operacionais e aumentamos a nossa agilidade no atendimento, certamente um diferencial em um mercado altamente competitivo como o que atuamos”, afirmou Jayro Caner, executivo de tecnologia da Abrascort.

O projeto, iniciado em novembro de 2016, possui abrangência sobre todas empresas do grupo. A solução em nuvem, em conjunto com a sustentação Basis, atende às necessidades da Abrascort em quatro diferentes negócios em sete estados.

Empresas apostam na nuvem para capitalizar

Se, por um lado, os usuários corporativos estão usando cada vez mais dispositivos móveis pessoais, serviços de cloud computing, redes sociais e outras ferramentas de software nas salas e rotinas das companhias, por outro, as empresas precisam se adaptar à nova realidade, que está fundamentada em necessidades de negócio das empresas.

Chamado de Consumerização de TI, o movimento que define o novo cenário corporativo pode representar ameaças e oportunidades.

Dados da última pesquisa IDG Enterprise Consumerization of IT in the Enterprise (CITE) ressaltam que o atual cenário de mobilidade não será interrompido e as empresas devem fazer mudanças para proteger dados corporativos acomodando os dispositivos que seus funcionários esperam.

Quase 82% das empresas pesquisadas já estavam fazendo mudanças, como definir o compartilhamento de dados corporativos, investir em soluções de gerenciamento de dispositivos móveis (MDM) e comprar serviços seguros de compartilhamento de arquivos.

A partir dos resultados da pesquisa, especialistas acreditam que – em vez de combater a consumerização da TI – as empresas estão reconhecendo que ela é mais que uma tendência e estão encontrando maneiras de responder e se adaptar.

A nuvem veio para ficar

Uma das formas pelas quais as empresas estão se adaptando é por meio do aumento da dependência de aplicativos baseados em computação em nuvem – 60% dos entrevistados disseram que o uso de tecnologia de consumo aumentaria o uso da computação em nuvem em suas empresas.

A facilidade de acesso remoto a arquivos e programas, apenas por meio da Internet, agiliza muitos processos do mundo corporativo.

Além de facilitar o negócio, o uso da computação em nuvem implica no crescimento das empresas, na facilidade da terceirização de sua infraestrutura, na praticidade do home office, dentre muitos outros benefícios, tanto para a empresa quanto para seus funcionários.

O mundo tecnológico está em constante mudança de melhorias para o dia a dia, e as organizações precisam estar atentas a essas mudanças. Um exemplo de investimento importante para as empresas são as tecnologias SMAC (Social, Mobile, Analytics e Cloud), que incluem aplicativos colaborativos, disponíveis em qualquer dispositivo, que acumula e compartilha dados, os tornando acessíveis de maneira rápida e fácil, pela Internet. Uma dessas aplicações é o Sage X3, uma solução moderna de gerenciamento de negócios baseada na nuvem.

Com o Sage X3 é possível respaldar o gerenciamento de todo o negócio a partir de qualquer lugar, em qualquer dispositivo conectado. É permitido aos usuários a liberdade de acessar de forma segura os dados da empresa, em uma interface Web e móvel intuitiva, possível de personalizar com os widgets e aplicativos de colaboração.

ICI firma parceria com RW3

Da esq.: o assessor Amilto Francisquevis, Samantha Pécoits e Marcelo Prado

O ICI assinou termo de cooperação técnica com a empresa RW3 Tecnologia, parceira Google no Brasil que comercializa soluções para área corporativa pública e privada. O objetivo é o desenvolvimento de uma solução conjunta, que atenda necessidades da administração pública nacional.

O diretor administrativo e financeiro do ICI, Marcelo José de Araújo Prado, acredita que essa cooperação deve gerar bons resultados. Esta também é a expectativa de Samantha Pécoits, diretora de marketing da RW3: “Esperamos que a relação seja frutífera para ambos. Acreditamos no ICI como um instituto inovador e sabemos do conhecimento que tem sobre as demandas da gestão pública. Será um ótimo facilitador para divulgação das ferramentas Google for Work, nas quais acreditamos muito.”

As ferramentas citadas pela diretora são a solução Gmail para área corporativa, e cloud, que corresponde ao armazenamento de informações na nuvem. As soluções foram apresentadas pelo diretor técnico da RW3, Diogo Tedesco, para colaboradores das áreas de Mercado e Infraestrutura do ICI.

A previsão é de que novo encontro seja realizado para que o ICI apresente suas soluções e, na sequência, tenha início um plano de trabalho para o desenvolvimento de um projeto conjunto do Instituto e da RW3.

Fonte: ICI

Dedalus Prime inaugura escritório em Curitiba

A Dedalus Prime, o primeiro Cloud Services Broker brasileiro, acaba de inaugurar sua unidade de negócios em Curitiba com a finalidade de potencializar a oferta de soluções de computação em nuvem. A empresa possui mais de 25 anos de atuação no mercado de TI e destacando-se no mercado nacional com a oferta de portfólio flexível de soluções em cloud computing que incluem projetos de migração em Google Apps, Amazon Web Services, Office 365, além de amplo conjunto de soluções e serviços adicionais.

A inauguração do novo escritório acompanha a estratégia de crescimento da companhia em mercados desenvolvidos. A unidade curitibana fica a cargo de Antônio Viana, gerente comercial.

Mauricio Fernandes, presidente da Dedalus comenta que a expansão da empresa segue o planejado e com boa aceitação dos mercados locais. “Temos atuação forte nos mercados onde a jornada para a computação em nuvem é acentuada. Com a nossa presença local o relacionamento com estes mercados se fortalece e nos posiciona como uma Cloud Services Broker atenta às demandas locais. Não podemos deixar de destacar a importância do mercado paranaense no cenário nacional”.

Além de serviços de gestão (Managed Services), a Dedalus também leva para o Paraná outras tecnologias complementares em Cloud, tais como o CloudLock, RunMyProcess, AODocs, DAT, Backupify, Trend Micro, New Relic, Nazar, entre outras.

A Dedalus tem registrado crescimento anual de 50% em média, o que a posiciona entre as PMEs que mais crescem no Brasil atendendo a mais de 700 clientes que migraram para nuvem com o apoio de seus serviços de migração, suporte e evolução do ambiente. Entre seus clientes paranaense estão: Renault, Sascar, Uatt?, Zenite, Todo Livro, Wolk, Wert, Arvus e Gerdau.

Mais informações: http://www.dedalus.com.br

Brasil supera média mundial de empresas em nuvem

De softwares a sistema de gestão, as empresas estão cada vez mais migrando para o sistema de computação em nuvem. De acordo como a primeira edição do Global Technology Adoption Index (Índice Global de Adoção de Tecnologia, em português), realizado pela Dell, 90% das médias empresas brasileiras entrevistadas afirmam ter algum tipo de aplicação em nuvem. Somente 1% das empresas não consideram adotar algum projeto na área. A média mundial é 79%.

A questão mais preocupante quando falamos de sistema em nuvem é a segurança das informações. No entanto, isso não parece preocupar 78% dos entrevistados no Brasil, contra uma média de 60% no mundo.
Para o empresário Sidney Zynger, sócio da empresa criadora do Bling, software de gestão de empresa em nuvem, este crescimento é notório em vários sentidos. “Neste ano, tivemos um crescimento de 30% em relação às empresas que adotaram o sistema Bling. Sem contar que em 2014 conseguimos fechar parcerias com três empresas de marketplace, que estão entre as maiores do Brasil”, afirma Sydney. “Cada vez mais vemos as pessoas procurando sistemas em nuvem, o que permite que haja estas parcerias”, conclui.

Não é a toa que as empresas estão migrando para esta nova tecnologia. Além da praticidade de poder acessar os serviços de onde quiser, transformam custos fixos e despesas de capital em custos variáveis e despesas operacionais. “As empresas que oferecem esses serviços garantem maior flexibilidade, com melhores opções de infraestrutura e disposição de informações em todos os lugares e a qualquer hora”, afirma Vicente Troiano, diretor de Marketing e Vendas da Recall do Brasil, empresa de armazenamento de documentos em nuvem.

Mas não é só a iniciativa privada que se utiliza da nuvem. Para o diretor da Consultoria em Administração Municipal (Conam), Fabian Rodrigues Caetano, as prefeituras também têm vantagens ao adotar essa tecnologia. “Ela é positiva porque não há necessidade de se investir em infraestrutura própria, não requer espaço físico e nem equipe especializada para isso”, diz o diretor. “No entanto, é recomendável para quem possui comunicação boa e garantida com a internet, já que tudo estaria na nuvem”, completa Caetano.

Abaixo, seguem algumas vantagens para adotar o sistema em nuvem, de acordo com os três profissionais:

– Não é preciso investir em infraestrutura própria ou equipe especializada;
– Não requer espaço físico;
– Backup garantido;
– Disponibilidade garantida;
– Manutenção é mais fácil e barata.

IDC: 2014 será um ano de crescimento, inovação e transformação no uso de tecnologias

De acordo com a IDC, empresa líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências para os mercados de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. o investimento em TI na região será de US$ 139 bilhões, com um crescimento de 8,4% em comparação com o fechamento de 2013. Já os gastos com serviços de telecomunicações alcançarão US$ 219 bilhões, um crescimento de 8%. Os tablets, smartphones, serviços de TI, armazenamento e software embutido serão as categorias de crescimento mais rápido de TI, com 34%, 18%, 11%, 11% e 10% respectivamente. As previsões para 2014 foram apresentadas pela IDC América Latina. As previsões específicas para o Brasil serão apresentadas na primeira semana de fevereiro, pela IDC Brasil.

“A inovação e o valor são dois fatores chave para gerar competitividade sustentável na América Latina durante 2014; onde as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) desempenharão um papel cada vez mais importante. A migração para a terceira plataforma (uma mudança arquitetônica baseada em quatro pilares: Cloud, Big Data, Mobilidade e tecnologias sociais) será o centro da transição entre o valor e a inovação, impulsionada pela transformação dos processos nas organizações, onde a mobilidade será a prioridade desta nova geração de consumidores”, disse Ricardo Villate, Vice-presidente do Grupo na IDC LA.

Com base nas percepções dos principais analistas da IDC América Latina, 2014 será um ano de crescimento mais moderado em comparação com os anteriores, em que as empresas e as indústrias começarão a transformação completa das soluções de outras plataformas que tiveram início em 2013. Além dos dois motores da região (Brasil e México), os fornecedores estarão realizando apostas de longo prazo nos países que vêm mostrando uma clara preferência pelas políticas de livre comércio que incentivam o aumento dos investimentos em TI, tais como Colômbia, Chile e Peru.

Principais previsões para América Latina para 2014:

1. Mudando o poder de compra: Os executivos seniores (C-Suite) continuarão ganhando importância nas decisões de TI
A terceira plataforma tecnológica mostrou que a nova dinâmica do mercado está sendo de ruptura, uma vez que foram minimizadas as conversações técnicas e os processos de negócios estão se tornando o centro das atenções. É importante destacar que, longe de diminuir a relevância da tecnologia, este cenário a transforma até o ponto em que ela mesma já não seja uma ferramenta de negócios, senão, no próprio negócio.

A relevância dinâmica da terceira plataforma é tal que implica em uma transformação integral das linhas de negócios, gerando uma nova forma de pensar sobre como relacionar este novo processo de pensamento de TI. Áreas como marketing, vendas e recursos humanos aumentarão seu envolvimento na aquisição de tecnologia em até 60% em 2014, e cerca de 20% de todo o investimento em hardware, software e serviços das empresas serão ancorados pelos orçamentos das linhas de negócios, resultando em quase US$ 10 bilhões de investimentos.

2. A terceira Plataforma Tecnológica aumentará a pressão sobre a capacidade da rede
Em 2013, a IDC previu o aumento das tecnologias da terceira plataforma e seus quatro pilares: mobilidade, cloud, Big Data e Social; no entanto, a rede não esteve à margem das pressões adicionais de conectividade colocadas pelas novas tecnologias de ponta.
As novas tecnologias que consideram cada vez mais a integração de conceitos tais como globalização, produtividade, colaboração, inovação e orientação para os negócios, conduziram as tendências que demandam melhorias na rede para gerenciar o crescimento de voz e vídeo sobre IP, bem como a proliferação de dispositivos wireless conectados à rede, virtualização e crescimento de cloud computing.
De acordo com uma pesquisa recente da IDC, realizada com líderes de tecnologia na região, mais de 53% das empresas disseram que requerem uma rede mais robusta na América Latina e 61% deles afirmaram que a disponibilidade de banda larga é uma das principais preocupações.
A estratégia da tecnologia será um híbrido e implicará uma série de estratégias combinadas, onde a tecnologia fixa (fibra – FTTx) e a tecnologia móvel (3G – 4G) irão complementar-se. De um ponto de vista técnico, o Wi-Fi aparecerá como uma solução chave para a saturação da rede e do espectro, o que se mostrará como uma opção atrativa, com custos baixos de instalação e de taxas regulamentares.
Em 2014, os mercados da América Latina começarão a ver os planos de multimídias integradas com a Mbps como a unidade de consumo dos preços, bem como mais e mais modelos de serviços transacionais. A IDC visualiza que mais de 70% das empresas da América Latina levará em conta a melhoria da segurança em WAN como seu principal objetivo dentro de seus planos de otimização da rede.

3. O gerenciamento das cargas de trabalho definirá a infraestrutura, facilitando o caminho da Infraestrutura Convergente (IC) e o Software Define Everything – SDx (Tudo definido por software).
A adoção dos sistemas integrados foi pouco acelerada; no entanto, o mercado continua a evoluir, a complexidade do sistema cresce, e as implantações de data centers se expandem. Da mesma forma, as empresas da América Latina começaram a acelerar a opção deste tipo de arquiteturas em 2013. O crescimento dos investimentos em infraestrutura convergente aumentou mais de 60% durante o primeiro semestre de 2013. A crescente adoção da Infraestrutura Convergente foi especialmente rápida nos mercados verticais como finanças, telecomunicações, varejo e manufatura.

A IDC estima um crescimento de dois dígitos da IC para 2014, derivada de uma proposta de valor direcionada pela indústria, bem como a maior capacidade de integração através da camada de middleware. Em muitos casos, as arquiteturas da IC estão posicionadas como um passo seguinte no caminho para a virtualização, em um contexto de fornecimento dinâmico, em que a carga de trabalho e, portanto, o software, é o que irá definir a demanda de infraestrutura.
Em 2014, a expressão “fornecimento dinâmico” será comum e estará fortemente relacionada com qualquer iniciativa de entrega como serviço (as a Service) de uma carga de trabalho; ultimamente, o caminho é do fornecimento dinâmico que também levará ao que se denomina tudo definido por Software (SDx).

O SDx permite que as infraestruturas de computação sejam visualizadas e entregues como um serviço onde a computação, redes, armazenamento ou inclusive o serviço completo de data center são automatizados por software programável, o que resulta em soluções mais dinâmicas e rentáveis. O SDx é apresentado como um conceito de gestão de rede mais simples, ressaltando atributos como a otimização da capacidade da rede, integração além do core da rede, melhores padrões de interoperabilidade, soma de novas camadas de inteligência da rede, e, portanto, novas métricas de desempenho desta.

O SDx facilitará a otimização da capacidade da rede, integração além do core da rede, melhores padrões de interoperabilidade, soma de novas camadas de inteligência da rede, e, portanto, novas métricas de desempenho desta.
A captação dos sistemas de infraestruturas convergentes é resultado da demanda de pressão para a otimização da gestão da carga de trabalho, independentemente de que se trate de riscos de processamento de dados na indústria financeira, gestão de dados de clientes nos setores de telecomunicações ou das indústrias de varejo, ou da análise de negócios em organizações de manufatura ou de serviços.

4. Big Data/Analytics evoluirá da doutrina à realidade
Em 2013, a América Latina entrou em uma fase de educação, em que se refere às tecnologias de Big Data, onde os players do mercado dedicaram grandes esforços para criar uma consciência em torno dos benefícios da implantação de uma inteligência superior ao longo das redes e sistemas. Tais ações de mercado deram seus frutos até o ponto em que os investimentos relacionados com o Big Data (em hardware, software e serviços) foram elevados para US$ 450 milhões na América Latina, somente em 2013. Este nível de investimento pode ser comparado às tecnologias relacionadas com a nuvem durante 2011.
Em 2014, o Big Data se tornará um mercado com massa crítica na América Latina, uma vez que as forças subjacentes que promovem a adoção do Big Data são mais fortes na América Latina que nas regiões desenvolvidas no mundo. Além disso, os dados não estruturados como aqueles gerados nas redes sociais encontram um terreno fértil em uma região como a América Latina, que tem a maior penetração do Facebook em comparação com outras regiões do mundo. As pesquisas da IDC com usuários finais mostram que a maior parte das organizações já captura dados de áudio e vídeo na América Latina, em comparação com os Estados Unidos, e, para 2014, mais de 20% das empresas de médio e grande porte da região estarão analisando o bate-papo social, vídeo e dados de geração por sensor.
Em 2014, as organizações empresariais latino-americanas irão acelerar sua curva de aprendizado para derivar, em última instância, as estratégias de marketing baseadas em métricas e análises sociais. A IDC espera que mais de 60% das empresas na região começarão a utilizar em 2014 as redes sociais públicas para a comercialização / atendimento a clientes / vendas.
A IDC prevê o crescimento sustentável do Big Data na América Latina, onde a soma de hardware, software e serviços em torno do Big Data atingirá US$ 819 milhões durante 2014.

5. A modernização dos aplicativos continuará liderando o caminho para a adoção da nuvem pública.
Em 2013, mais de 60% das principais empresas na América Latina estavam construindo, transformando e ampliando sua rede e infraestrutura para dar suporte às soluções da terceira plataforma e estavam implementando o uso da nuvem pública. A partir do primeiro semestre de 2013, mais de 34% das empresas na região estavam divulgando e/ou tinham planos concretos para mover algumas cargas de trabalho para a nuvem até 2014, tendo um impacto sobre a infraestrutura do data center, uma vez que implica em requisitos adicionais de capacidade. Isto foi validado pelos líderes tecnológicos latino-americanos entrevistados pela IDC, os quais expressaram que, nos próximos cinco anos, a demanda dos data centers aumentará em mais de 80%, o que acrescenta uma pressão extra sobre as redes para oferecer uma capacidade segura, disponível e superior.
Em 2014, os data centers na região continuarão centralizando suas capacidades na prestação de serviços de nuvem pública para as organizações latino-americanas. Os players mais importantes da região no setor de telecomunicações manterão fortes investimentos em infraestrutura moderna, bem como na preparação de recursos humanos, especialmente em relação às certificações de segurança e gestão.
A IDC considera que o crescimento do mercado de serviços de nuvem pública na região será um dos mais elevados em todos os setores de tecnologia, crescendo cerca de 67% até 2014, atingindo mais de US$ 1 bilhão. As empresas mais beneficiadas pela utilização destas soluções serão aquelas que já se inseriram no caminho da nuvem através das opções privadas e estarão prontas para assumir novas mudanças em ambientes de nuvem pública.

6. Do BYOD ao “Mobile First”: as ferramentas de gerenciamento móvel irão empurrar a estratégia de negócios para o próximo nível.
No final de 2012, as empresas na América Latina deram um passo para trás no Bring your Own Device (traga seu próprio dispositivo – BYOD) devido ao crescimento dos dispositivos móveis levados pelos funcionários, então a taxa de empresas que permitiu o uso de dispositivos móveis pessoais na organização foi de 33%; contudo, para o fechamento de 2013 houve uma recuperação, chegando a 43% de crescimento.
Atualmente, as organizações alcançaram melhor compreensão da importância de desenvolver uma estratégia de mobilidade integrada que inclua não apenas os dispositivos, mas todo o ecossistema móvel. Isto se reflete no fato de que a metade das empresas que permitem o uso dos dispositivos pessoais com responsabilidade está incorporada dentro de uma plataforma de movile device management (MDM).
O grande crescimento da base instalada de dispositivos trouxe um forte impacto em correlação com o tráfego de consumidores. De acordo com uma pesquisa recente da IDC, os tomadores de decisão em TI esperam que o tráfego derivado da utilização de tablets cresça 55% em 2014, enquanto o tráfego de smartphones e laptops aumente 34% e 26%, respectivamente.
Esta tendência de mercado está mostrando uma crescente maturidade em termos de usos de dispositivos móveis e ferramentas que conduzirão os conceitos BYOD/consumo da América Latina para se tornarem “Mobile First”. Este conceito requer uma abordagem diferente para a estratégia móvel, para que a gestão móvel se torne a base fundamental para garantir a gestão dos diferentes componentes: dispositivo, conectividade, aplicativos, segurança, acesso, identidade, conteúdo, controle de informação, análise e apresentação de relatórios.

7. A próxima onda de Mobilidade Empresarial: Do E-mail para os aplicativos corporativos
A adoção de aplicativos móveis na América Latina é bastante convencional, sendo o e-mail a principal (e na maioria dos casos a única) ferramenta que está sendo mobilizada em mais de 90% das empresas da região. A mobilização dos aplicativos relacionados ao negócio, tais como o ERP, gestão de relações com clientes (CRM), automação de força de vendas, automação de trabalhos de campo, ainda representa não mais que 20% da adoção em 2013.
No entanto, há inúmeros fatores que permitem prever um padrão diferente para 2014. Em primeiro lugar, os gigantes da indústria de TI estão focando fortemente oferta de mobilidade. Em segundo lugar, a força de trabalho móvel está experimentando um grande crescimento ano após ano no mundo, e a América Latina não é a exceção. No final de 2014, mais de 40% dos funcionários na região será móvel, o que significa que trabalharão longe de suas mesas e o uso de dispositivos móveis será essencial para as rotinas diárias. Além disso, a crescente base de dispositivos com responsabilidade pessoal aponta para um crescente poder de computação nas mãos dos funcionários, que ao mesmo tempo ajudarão as empresas a serem mais produtivas e competitivas, tendo em vista a crescente pressão dos clientes, sócios e funcionários para a inovação.
A IDC espera que mais de 30% das organizações empresariais latino-americanas mobilizem aplicativos relacionados com a empresa, como a automação de serviços de campo, automação do fluxo de trabalho, CRM e ERP durante 2014.

8. A Internet das coisas (Internet of Things – IoT) irá acelerar através do B2B
Muito se falou em 2013 sobre a Internet das coisas (IoT), ampliando a capacidade dos dispositivos conectados praticamente até o infinito. A IoT engloba as soluções tecnológicas que permitem uma comunicação contínua e autônoma entre as máquinas. Neste contexto, é fácil prever que o maior volume de negócios relacionados com a IoT será de empresa ao consumidor (Business to Consumer – B2C) com conceitos como “lar conectado”, “carro conectado”, “carteira móvel”, “roupa inteligente”, entre outros; onde milhões de conexões inteligentes entre os dispositivos irão impulsionar a dinâmica do mercado. No entanto, segundo a IDC, “na América Latina estamos em etapas muito incipientes, de fato que é no campo das empresas (Business to Business – B2B) onde vemos mais oportunidades de negócios criados através da Iot. Em 2014, veremos as organizações evoluindo neste conceito de conectividade através de quatro modelos diferentes de conexão: dados através de redes, pessoas através de dispositivos, processos através de aplicativos e coisas através de máquinas”.
Para 2014, somente na América Latina, a IDC espera que 17,5 milhões de dispositivos novos estejam conectados entre si de forma autônoma. Em termos de receitas, a IDC projeta que no mercado da América Latina, a IoT se tornará um negócio de cerca de US$ 4 bilhões em 2014 (englobando não somente a conectividade, mas também hardware, software, plataformas, integrações e ferramentas de análise), com um crescimento anual de 30% até 2017.

9. As razões para a adoção de dispositivo se distanciarão dos dispositivos, centralizando-se no uso e criação de conteúdo.
O comportamento bipolar do mercado de dispositivos de consumo no último ano não é nenhum segredo. Enquanto o mercado tradicional de PC desktop / portátil tem estado em crise a nível global, na América Latina não foi diferente, já que teve uma redução de 7%, o que representou 34 milhões de unidades vendidas em 2013. Por outro lado, as tecnologias de alta mobilidade (tablets e smatphones) continuaram vendo um forte crescimento de 80%, representando 111 milhões de dispositivos. Cifras que não devem mudar muito em 2014. Quanto à categoria de PCs, está previsto que em 2014 continuem diminuindo (8%); ao contrário dos smartphones/tablets que crescerão 28%, para 142 milhões de unidades.
Este movimento do PC para outros tipos de dispositivos continuará mudando o paradigma do que o ecossistema considera dispositivos essenciais de computação, onde a criação e uso do conteúdo não necessariamente se centralizarão no dispositivo; mas que isso se incluirá além do sistema operacional do dispositivo e tomará forma no contexto do aplicativo e do conteúdo.
2014 será um ano de maior expansão dos diferentes provedores de conteúdo na América Latina, o que os impulsionará a modificar seus modelos de negócios para determinar o conteúdo ideal para fornecer preço e custo, bem como para forjar alianças, como os tradicionais modelos de hardware nestes diversos e rentáveis ecossistemas novos.

10. Os projetos relacionados à educação e à geração “Y” irão impulsionar o crescimento dos dispositivos computacionais na América Latina
Durante a última década, a sociedade da informação na América Latina se beneficiou de inúmeras iniciativas, tanto do setor público como privado, destinadas a ampliar a base instalada de PC e contribuir para fechar a brecha digital. Neste sentido, houve maior diversificação destes meganegócios, onde os PCs de negócios deram lugar aos tablets, notebooks e netbooks nos projetos governamentais e educacionais em geral.
A diversificação destes dispositivos, não só está atraindo os usuários finais na região por causa dos aplicativos versáteis, mas também para os investidores (governos) devido a um custo mais baixo para implantar megaprojetos. Isto nos leva a pensar que se os pontos de preço da tabela continuarem diminuindo em comparação com os preços médios atuais dos netbooks, sua absorção irá acelerar significativamente. A IDC espera que em 2014 tenhamos 1,3 tablets vendidos para cada notebook na América Latina. Mais de 52% dos tablets vendidos em 2014 estarão abaixo de US$ 249, preço que será similar para um laptop de baixo custo.
A América Latina tem sido o lar de muitos megaprojetos para a educação nos últimos anos, sendo a Argentina e Venezuela os campeões claros neste caso, com a entrega de milhões de netbooks aos alunos em um período relativamente curto. Enquanto isso, o governo federal mexicano anunciou que 4,1 milhões de PCs serão implantados em cinco anos.

SOBRE O ESTUDO DE PREVISÕES 2014
Este estudo é parte de uma série de publicações no mundo todo que a IDC realiza todos os anos, em que seus principais analistas compartilham sua opinião sobre as perspectivas para o ano novo sobre os mercados de TI e Telecomunicações. Com a colaboração de mais de 100 analistas da América Latina, este documento analisa os eventos que se espera que transformem o mercado durante 2014 sob a forma de uma lista com “As 10 previsões”. Para obter mais informações, acesse: www.idclatin.com/predictions