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O futuro das APIs segundo a Sensedia


Responsável por boa parte dos principais processos de transformação digital com APIs do país, a Sensedia apresentou para o mercado as principais tendências de APIs para os próximos anos. O anúncio foi feito pelos sócios e fundadores da empresa, Kleber Bacili e Marcílio Oliveira, e vai servir para orientar as empresas no caminho para os negócios digitais.

Segundo Kleber Bacili, CEO da Sensedia, as APIs vêm sofrendo um processo de evolução constante. As APIs ganharam relevância a partir de Redes Sociais, gerando a exposição de dados abertos para troca de informações e compartilhamentos, depois, evoluíram para uso em integrações internas e inovação aberta. Para o futuro, a empresa destaca que as APIs serão importantes para criar novas interações com o usuário final e as previsões estão divididas em 5 propostas: Era Pós Apps, Governança, Propriedade de Dados, Internet das Coisas (IoT) e Ecossistemas Digitais.

Para o futuro, a interação não será só via aplicativo ou Bots, mas sim por outro canal ainda desconhecido. “Vamos ter que pensar em expor a API para ser consumida por outro canal. Mais importante do que ter uma arquitetura padronizada, o essencial é ser ágil suficiente para conseguir moldar-se às experiências digitais que ainda não conhecemos”, disse Marcílio Oliveira, COO da Sensedia.

Ao usar as APIs para expor dados, a governança era responsável apenas pela integração interna. Mas o cenário é outro e Kleber Bacili alerta que as grandes empresas já estão usando APIs para adaptação da sua própria arquitetura. “Precisamos trazer para o mundo das APIs as preocupações que só tínhamos nas integrações tradicionais. Taxonomía de API e governança de serviços, que antes estavam na agenda de integração interna, farão parte do calendário de exposição de APIs e serão responsáveis por uma arquitetura mais ágil”, afirma o executivo.

O BBVA é uma referência mundial em Open Banking e durante o APIX 2017, Marcela Zetina, Diretora de Inovação do banco no México destacou na sua apresentação que existe um padrão Europeu, o PSD2, que afirma que o dado é de propriedade do usuário. A norma obriga que todos os bancos do continente disponibilizem acesso programático por meio de APIs para os clientes. “Esperamos que essa tendência caminhe para outros setores da economia. Mesmo quando não estejam cobertas por regulação, as empresas devem ter a consciência de que o dado é do cliente e somente ele pode permitir fluir essas informações na cadeia para que possam ser criadas novas experiências,” disse Bacili.

A consolidação da Internet das Coisas passa, de certo modo, pela evolução dos protocolos de comunicação. Hoje, muitos dos dispositivos estão conectados com wifi, mas existem vários protocolos específicos que estão amadurecendo para permitir uma conectividade dentro de espaços pequenos e de maior proximidade. A previsão da empresa é que tenhamos um aumento nos padrões de API para criar experiências integradas entre dispositivos.

“É preciso estar preparado para consumir mais API do que expor”, essa é a mensagem de Kleber sobre ecossistemas digitais. Segundo o diretor, ao desenvolver um aplicativo de viagem, ao invés de criar um novo ecossistema, a empresa deve se integrar, por exemplo, com a rede de parceiros digitais do TripAdvisor. Para ele, a disputa de quem vai criar e de quem vai conseguir se integrar a ecossistemas, será bastante intensa nos próximos anos.

O anúncio foi feito durante o APIX 2017, evento focado em estratégias de API, realizado no último dia 30 de Maio. No final do encontro, os executivos deram algumas dicas para que as empresas possam identificar quais são as verdadeiras demandas digitais e uma das medidas é colocar APIs na agenda não só do time de Arquitetura, mas também de Produto.

Sobre o APIX

Na sua 3ª edição, e com tema macro “Estratégias de APIs para transformação digital”, o API Experience reuniu os principais players de tecnologia do país para debater economia de APIs, inovação aberta, segurança, ecossistemas de parceiros e experiências digitais. O evento contou com a presença de mais de 700 pessoas, entre executivos de grandes empresas, empreendedores digitais, gestores de tecnologia, arquitetos de TI e desenvolvedores.

As palestras foram divididas em trilhas: Estratégias, com uma seleção de conteúdos voltados para negócios digitais; e Técnicas, para arquitetos e gerentes de tecnologia que aprofundaram os aspectos técnicos de APIs e arquiteturas digitais. Além das palestras, o APIX também foi espaço para Workshop focados em treinamento para conhecer o ciclo completo das APIs RESTful, desde a proposta de valor até a operacionalização – que contou com a prova para a Certificação API Foundation, pioneira no Brasil.


Apostar em franquias ou abrir um negócio próprio? Marcelo Cherto palestra em Curitiba sobre empreendedorismo


Marcelo Cherto, co-fundador da Associação Brasileira de Franchising, vem à Curitiba para palestra sobre o tema: “Abrir um negócio do zero ou investir em uma franquia? ”. Segundo a Serasa Experian, o volume de criação de empresas no Brasil teve a maior alta em sete anos. O crescimento no primeiro trimestre de 2017 foi 12,6% superior em relação ao mesmo período do ano passado.

O evento é realizado pela GGV Consultoria Empresarial, especializada no atendimento a micro, pequenas e médias empresas. O encontro será na quinta-feira (29/06), na PUC-PR – Auditório Tuca, Rua Imaculada Conceição, 1155, das 19:30 às 21:30.

A palestra é destinada para empresários, autônomos, estudantes, ou profissionais do mercado. Pessoas que já foram empreendedores, são atualmente ou que sonham em empreender. De acordo com Cherto, o empreendedorismo, hoje, é visto também como uma alternativa para sobreviver ao cenário de crise.

“As pessoas veem com uma solução para o desemprego. Como não têm emprego, precisam criar os seus próprios. Nem todo mundo consegue e tem perfil, por exemplo, para comprar uma, mas a franquia é uma alternativa, porque já é um negócio que vem razoavelmente mastigado, o risco é mais baixo”, afirma Cherto.

As inscrições podem ser feitas pelo link: https://goo.gl/ktpHUd

Palestra: “Abrir um negócio do zero ou investir em uma franquia?”

Data: 29/06/17
Local: PUC-PR – Auditório Tuca
Endereço: Rua Imaculada Conceição, 1155.
Horário: das 19:30 às 21:30


Planejamento sucessório é a chave para a longevidade das empresas


O Brasil é um país empreendedor. Prova disso é a quantidade de empresas que abrem todos os dias. Entretanto, a maioria delas não sobrevive mais que nove anos. Dados do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) mostram que 15,41% das empresas encerram suas atividades no primeiro ano de vida, 41,86% entre 1 e 5 anos e 75% não chegam aos 14 anos, demonstrando, com isso, que muitas fecham as portas antes de passar por um processo de sucessão. Neste sentido, adotar a governança corporativa estruturada como estratégia de atuação, com planejamento sucessório bem definido, pode ser fundamental para garantir a longevidade da companhia no mercado.

De acordo com o diretor-presidente da GoNext, Eduardo Valério, a característica principal de uma empresa familiar na primeira geração (sem sucessão) é ser uma empresa jovem em que o fundador ainda está no comando. “Nesse caso, ela ainda não constituiu o seu conselho de administração e o fundador está fazendo o papel de principal gestor e até de conselheiro da empresa. Esta é uma oportunidade de se constituir uma governança corporativa estruturada para que o processo de passagem de bastão seja o mais tranquilo possível”, diz Valério.

Um dos principais erros das empresas familiares é não pensar na sucessão. Ou vê-la como algo distante e não dar muita importância. Uma pesquisa da PricewaterhouseCooper (PwC) aponta que apenas 11% das companhias possuem planos de sucessão bem estruturados e documentados. “Ninguém conhece melhor a empresa e a família do que o fundador. Estas informações são muito ricas e decisivas na hora de construir e implementar a metodologia de sucessão”, afirma Valério.

Na GoNext, o planejamento sucessório é sugerido de maneira direcionada e personalizada para cada negócio, com um tempo de implantação que pode levar de seis meses a um ano. “Para que a transição seja efetiva, é importante que essa metodologia não só crie, mas também aplique e, principalmente, acompanhe os resultados. É a partir desse olhar macro que os sucessores passam a enxergar o negócio bem além de sua geração”, avalia o especialista.

Como identificar um sucessor?

O sucessor tem a missão de dar continuidade ao trabalho que já foi realizado até então. Além disso, precisa conhecer bem a empresa e quais os desafios que a companhia terá para os próximos anos. “Estes desafios são facilmente identificados por meio da construção de um bom planejamento estratégico. Assim, com a empresa planejando o seu futuro, ela identifica quais são as necessidades e as competências que os futuros gestores deverão ter para fazer frente aos desafios” explica Valério.

Não basta, entretanto, escolher o sucessor sem prepará-lo para assumir a empresa. “O que acontece, muitas vezes, é que os herdeiros não estão suficientemente preparados para assumir a nova função. Por isso, muitas empresas estão optando pela gestão mista envolvendo pessoas da família (herdeiros e sucessores) e profissionais de mercado”, observa Valério, destacando que nesta combinação de profissionais familiares e externos, cria-se um sistema de gestão seguro que não fica nem predominante familiar nem demasiadamente externo.


Parceira SAP participa do BR Week 2017


Em mais uma edição, a FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software, participa do Brazilian Retail Week 2017 como patrocinadora do evento. Neste ano, a companhia – que possui a maior capacidade instalada do Brasil para projetos omnichannel – apresentará ao público as funcionalidades do SAP Hybris para o varejo. A plataforma tem, entre os diferenciais, capacidade de adaptação a todos os tipos e tamanhos de empresas, uma vez que as soluções são em cloud e podem ser contratadas conforme as necessidades dos clientes.

O SAP Hybris reúne em uma só solução de comércio eletrônico (B2B, B2C ou B2B2C) recursos como automação da força de vendas, atendimento a clientes, autoatendimento, marketing, mapeamento completo da jornada do cliente, entre outros.

De acordo com Sandro A. Stanczyk, Head de Technology da FH, com essa plataforma os clientes podem ter experiências personalizadas e mais impactantes, além da possibilidade de ampliar as vendas de bens, serviços e conteúdo digital em todos os pontos de contato, canais e dispositivos. Ele ainda acrescenta: “a grande tendência para o varejo é a humanização do B2B, que deve possibilitar uma experiência de compra igual ao B2C”.

FH se destaca entre em projetos SAP Hybris

Em 2016, alinhada com o que há de mais tecnológico no mundo SAP, a FH conquistou o prêmio de melhor parceira SAP do Brasil – nas categorias SAP S/4HANA, SAP Hybris e VAR GB. Neste ano, a companhia também recebeu o selo SAP Recognized Expertise em Hybris Commerce, que comprova a expertise da empresa na área de comércio eletrônico.

Entre os cases da FH com projetos SAP Hybris, destacam-se: DPaschoal, Marisa, Cia.Hering, Babyartikel, Amazon, Nestlé, Adveo, Weg, Cantu Pneus, Leroy Merlin, AB Brasil, Grupo Lagoa, Rôgga Empreendimentos, Embraco, entre outros.

BR Week 2017

A FH é a única parceira SAP que estará com um estande (10) durante o evento. “É mais uma oportunidade que temos para apresentar as potencialidades do SAP Hybris ao mercado, já que este é o principal evento de varejo do país”, destaca Stanczyk.

O Brazilian Retail Week 2017 será realizado entre os dias 26 e 29 de junho, em São Paulo, no Hotel Transamérica, das 8h30 às 18h. Para essa edição, o maior e mais completo evento de varejo do Brasil traz como tema “A hora da virada: o varejo na era da experiência”. Na oportunidade, mais de 3 mil congressistas poderão debater as principais inovações para tornar as operações varejistas mais produtivas, rentáveis e sólidas.

BR Week 2017

Data/horário: 26 a 29 de junho, das 8h30 às 18h

Local do evento: Hotel Transamérica – Avenida das Nações Unidas, 18.591 – São Paulo (SP)

Faça sua inscrição: www.brweek.com.br/inscricoes/ ou entre em contato com eventos@gpadrao.com.br | (11) 3125-2215


Infraestrutura de tecnologia: a importância do NOC para empresas de médio e pequeno porte – Por Marcelo Piuma


As grandes empresas já têm por hábito de investir em um NOC (network operation center) que tem por objetivo monitorar toda a infraestrutura de TIC (tecnologia de informação e comunicação), mas as pequenas e médias empresas não têm esse mesmo hábito, seja por desconhecer essa tecnologia, seja por acreditar que é caro e desnecessário.

E por que as empresas de pequeno e médio porte podem se beneficiar com a contratação ou implantação de um NOC? Parafraseando Deming – “Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende e não há sucesso no que não se gerencia”. Só isso já é motivo suficiente para ter um ambiente de TI, por menor que seja, monitorado 24×7 por um NOC.

Mas vamos, primeiro, entender melhor o que pode ser definido, medido e controlado pelo NOC e depois como esse controle auxilia as empresas a crescerem e controlar os investimentos na área de tecnologia e também em marketing.

No geral é possível medir a saúde dos servidores (uso de processador, uso de memória, uso de HD, uso de rede), também o uso de links de internet, uso de bancos de dados, aplicativos e muito mais. Todas as informações podem se transformar em monitoramento de processos, por exemplo: processo de emissão de nota fiscal. O NOC irá alertar situações fora do padrão na infraestrutura e também em processos.

Outra função do NOC e bastante atual é monitorar atividades em redes sociais. Função extremamente importante para a equipe de marketing para traçar estratégias e táticas para reagir mais rapidamente as necessidades do mercado criando um melhor posicionamento da empresa nesse meio de contato com os prospects e clientes.

Agora que sabemos basicamente o que um NOC faz não é difícil de entender como as empresas podem se beneficiar dessas informações. Algumas são bem óbvias outras nem tanto. Vamos falar de algumas.

Planejamento de Investimento

O NOC é um grande aliado no orçamento de TIC das empresas, uma vez que é possível realizar análise de tendência do uso do equipamento e prever com bastante exatidão quando será necessário o investimento em novos equipamentos evitando a compra não programada o que, geralmente, acarreta em pagar mais caro.

Evitar paradas não programadas

Quanto dinheiro a empresa perde com sistemas de TIC parados? Pode ser pouco, mas perde e perder dinheiro é sempre prejudicial. O NOC irá informar instantaneamente qualquer anormalidade no ambiente e a área técnica poderá realizar ajustes que evitem paradas inesperadas, mesmo em finais de semana e feriados.

Minimizar Problemas de Performance

Um link de internet lento, um servidor que não responde adequadamente ou um problema de segurança. Todas essas situações irão trazer problemas de performance para o ambiente de TIC e consequentemente para os negócios da empresa. Com o NOC a área técnica irá reagir muito mais rapidamente a esses problemas.

É claro que existem muitos outros benefícios com a implantação de um NOC, mas vamos nos ater a esses. E como as empresas de pequeno e médio porte se beneficiam? Economizando dinheiro, é claro!!!! Prever com antecedência o investimento ajuda no fluxo de caixa e a pagar menos por equipamentos e acessórios. Evitar problemas de performance e paradas inesperadas é vital para o dia a dia das empresas.

Não deixe de implantar um NOC. O retorno do investimento é rápido e a área técnica terá muito mais tempo para se dedicar a estratégia e menos no operacional.

Marcelo Piuma, diretor de marketing da Qualityware.


Cisco Visual Networking Index prevê que o tráfego global anual de IP vai exceder 3 Zettabytes até 2021


Nos próximos cinco anos (2016-2021), a transformação digital global continuará a ter um impacto significativo nas demandas e requisitos das redes IP, de acordo com dados divulgados no Cisco Visual Networking Index (VNI). O aumento previsto para os usuários da Internet é de 3,3 bilhões para 4,6 bilhões, ou seja, 58% da população mundial[1], com uma maior adoção de dispositivos pessoais e conexões máquina-máquina (M2M) – de 17,1 bilhões para 27,1 bilhões, avanços médios de velocidade de banda larga – de 27,5 Mbps a 53,0 Mbps e mais visualização de vídeo – de 73% para 82% do tráfego IP total. Durante o período de previsão, o tráfego global de IP também deverá aumentar três vezes, atingindo uma taxa anual de 3,3 zettabytes até 2021, em comparação ao índice anual de 1.2 zettabytes em 2016.

Pela primeira vez nos 12 anos da análise, as conexões M2M vão representar mais da metade do total de 27 bilhões de dispositivos e conexões e serão responsáveis por 5% do tráfego IP até 2021. Avanços nas aplicações IoT em casas conectadas, carros e transportes inteligentes, saúde, e uma série de outros serviços M2M de nova geração vão impulsionar esse crescimento incremental — aumento de quase 2,4 vezes, de 5,8 bilhões em 2016 para 13,7 bilhões em 2021. Com o surgimento de aplicações conectadas, como monitores de sinais vitais, dispensadores de medicamentos e conectividade para primeiros-socorros, o setor da saúde será o segmento de mais rápido crescimento (taxa composta de crescimento anual de 30%). Aplicações para carros e cidades conectados terão o segundo crescimento mais alto (29%, cada).

Vídeos continuarão dominando o tráfego IP e o crescimento global do tráfego da Internet— representando 80% de todo o tráfego de Internet em 2021, em relação ao patamar de 67% em 2016. Em nível mundial, haverá quase 1,9 bilhão de usuários de vídeo (excluindo os somente móveis) até 2021, superando o volume de 1,4 bilhão em 2016. O mundo atingirá 3 trilhões de minutos de vídeo na Internet por mês até 2021 ou 5 milhões de anos de vídeo por mês ou ainda aproximadamente um milhão de minutos a cada segundo.

Novas mídias, como vídeo ao vivo na Internet, crescerão 15 vezes e representarão 13% do tráfego na Internet até 2021- ou seja, haverá mais streaming de aplicações de TV e mais streaming pessoal ao vivo nas redes sociais. Ainda que o streaming de vídeo ao vivo seja o futuro do entretenimento, RA (Realidade Aumentada) e RV (Realidade Virtual) não ficarão atrás. Até 2021, o tráfego RV/RA crescerá 20 vezes — representando 1% do tráfego de entretenimento.

“Com a transformação digital global gerando impacto em bilhões de consumidores e empresas, rede e segurança serão essenciais para apoiar o futuro da Internet”, comenta Hugo Baeta, Diretor do Segmento de Operadoras da Cisco no Brasil. E completa. “Temos como prioridade conduzir a inovação e evolução das redes e serviços junto com as Operadoras para atender às demandas de seus clientes que esperam uma experiência com alta confiabilidade, segurança e qualidade.”

Principais resultados e marcos das projeções da previsão completa do VNI 2017 (com dados Brasil)

1. O tráfego IP global crescerá três vezes entre 2016 e 2021.

O tráfego IP global deve chegar a 278 exabytes por mês até 2021, acima dos 96 exabytes mensais em 2016. O tráfego IP global deve atingir um índice anual de 3,3 zetabytes até 2021;
O tráfego na Internet em horários de picos está aumentando mais rápido do que o tráfego médio na Internet. Em horários de picos crescerá 4,6 vezes (taxa composta de crescimento anual de 35%) entre 2016 e 2021, atingindo 4,3 Pbps até 2021, em comparação com o tráfego médio que crescerá 3,2 vezes (taxa composta de crescimento anual de 26%) durante o mesmo período, atingindo 717 Tbps até 2021;
No Brasil, o tráfego IP crescerá duas vezes entre 2016 e 2021, uma taxa de crescimento anual de 18%. No Brasil, o tráfego de IP atingirá 5,5 Exabytes por mês em 2021, acima de 2,4 Exabytes por mês em 2016.
No Brasil, o usuário médio da Internet gerará 44,3 gigabytes de tráfego na Internet por mês em 2021, um aumento de 88% em comparação aos 23,6 gigabytes por mês em 2016, um CAGR de 13%. – tráfego médio por usuário e doméstico.

2. Wi-Fi e dispositivos conectados por celular gerarão 73% do tráfego da Internet até 2021

Percentagem de acesso à Internet em 2021 – Wi-Fi: 53%; Celular: 20%; Fixo: 27%
Percentagem de acesso à internet em 2016 – Wi-Fi: 52%; Celular: 10%; Fixo: 38%
O tráfego Wi-Fi/fixo no Brasil foi de 57% do total em 2016 e será de 53% em 2021.
O tráfego Móvel no no Brasil foi 7% do total em 2016 e será de 16% em 2021.

3. Globalmente, o total de hotspots Wi-Fi públicos (incluindo homespots) crescerá seis vezes entre 2016 e 2021, de 94 milhões em 2016 para 541,6 milhões até 2021.

Globalmente, o total de homespots Wi-Fi crescerá de 85 milhões em 2016 para 526,2 milhões em 2021.
Globalmente, eram 91% de hotspots Wi-Fi públicos em 2016 e se projetam 97% até 2021. Principais países em hotspots: China (170 milhões até 2021), Estados Unidos (86 milhões até 2021), Japão (33 milhões até 2021) e França (30 milhões até 2021).

4. Até 2021, mais da metade (56%) dos aparelhos de TV de tela plana conectados será 4K, em comparação com a parcela de 15% em 2016

Televisores 4K Instalados/em serviço aumentarão de 85 milhões em 2016 para 663 milhões até 2021 e,
No Brasil, as TVs 4K representarão 35% (17,2 milhões) de todas as TVs de tela plana em 2021, em comparação com 6,1% (1,1 milhão) em 2016 (72,5% CAGR).
No Brasil o tráfego de Video em IP alcançará 4.7 Exabytes por mês em 2021, comparado a 1.7 Exabytes por mês 2016. Isso representará 86% do tráfego IP total.

5. O tráfego dos usuários de Internet está cada vez mais próximo à borda das redes: até 2021 mais de um terço do tráfego não passará pelo núcleo das redes.

Globalmente, até 2021 35% do tráfego da Internet será transportado dentro das redes metropolitanas, em comparação com 22% em 2016;

Globalmente, até 2021 23% do tráfego da Internet será realizado em backbones regionais, em comparação com 20% em 2016 e,

Globalmente, até 2021 41% do tráfego da Internet atravessará os backbones globais entre países, em comparação com 58% em 2016.

6. O tamanho médio dos ataques DDoS (Distributed Denial of Service) tem crescimento estável e se aproxima de 1,2 Gpbs — o suficiente para deixar a maioria das organizações completamente off-line.

Incidentes de DDoS podem paralisar as redes ao congestionar servidores e dispositivos de rede com tráfego proveniente de várias origens de IP;
O tamanho médio dos ataques DDoS aumentou 22%, e durante seus picos esse aumento chegou a 60% na relação ano a ano. Isso pode representar até 18% do tráfego total de um País consumido por um ataque durante sua ocorrência;
Os ataques DDoS cresceram 172% em 2016 e vão crescer 2,5 vezes, totalizando 3,1 milhões globalmente até 2021.

Detalhes do crescimento regional do tráfego IP

APAC: 107,7 exabytes/mês até 2021, 26% de taxa composta de crescimento anual, crescimento de 3,2 vezes
América do Norte: 85 exabytes/mês até 2021, 20% de taxa composta de crescimento anual, crescimento de 2,5 vezes
Europa ocidental: 37,4 exabytes/mês até 2021, 22% de taxa composta de crescimento anual, crescimento de 2,7 vezes
Europa central: 17.1 exabytes/mês até 2021, 22% de taxa composta de crescimento anual, crescimento de, 2,75 vezes
América Latina: 12.9 exabytes/mês até 2021, 21% de taxa composta de crescimento anual, crescimento de 2,6 vezes
Oriente Médio e África: 15,5 exabytes/mês até 2021, 42% de taxa composta de crescimento anual, crescimento de 5,8 vezes

Metodologia Cisco VNI

A previsão do Cisco® VNI para tráfego IP global e adoção de serviços para o período de 2016-2021 se baseia na avaliação de analistas independentes e dados sobre uso da rede no mundo real. Sobre essa base são colocadas estimativas da própria Cisco para o tráfego IP global a adoção de serviços. Uma descrição detalhada da metodologia pode ser encontrada na íntegra do relatório. Ao longo de seus 12 anos de história, o estudo Cisco® VNI se tornou uma medida de crescimento da Internet amplamente reconhecida. Governos, reguladores de rede, pesquisadores acadêmicos, empresas de telecomunicações, especialistas em tecnologia, analistas e imprensa, além de área de negócios usam esse estudo anual para ajudar a se planejar para o futuro digital.


Linguagem de programação é o novo idioma nas escolas


A linguagem de programação está presente em praticamente tudo. Além de já ser relevante para quase todas as profissões, ela funciona como um idioma universal, que não muda entre as diferentes nacionalidades e pode ser aprendida por qualquer pessoa. Grandes países como Estados Unidos, Austrália e Suécia já valorizam o ensino dessa linguagem, tornando o conteúdo obrigatório nas escolas.

Apesar de o Ministério da Educação brasileiro não exigir o ensino de programação nas escolas, algumas instituições já reconhecem a necessidade desse conhecimento. Em Curitiba, o Colégio Positivo oferece aulas de linguagem de programação para os alunos de Ensino Médio e Fundamental desde o início de 2016. As turmas têm aulas semanais ou quinzenais e desenvolvem desde aplicativos mobile para o sistema Android, até dispositivos utilizando a plataforma Arduino, que podem ser utilizados em robôs, projetos de automação, projetos de iluminação, entre outras coisas.

O professor de Lógica de Programação do Colégio Positivo, Fernando Dimas Souza, conta que a linguagem aumenta a capacidade cognitiva desses alunos, desenvolvendo, inclusive, a capacidade de solucionar problemas logicamente. “Programar nada mais é que conversar com a máquina e ensiná-la a fazer o que você quer. Quando o aluno desenvolve essa capacidade, ele adquire mais autonomia, raciocínio lógico e confiança”, explica. A intenção, segundo o professor, é que, no futuro, os alunos possam criar os próprios programas e resolver problemas do cotidiano por meio desse conhecimento tecnológico.

“No início, boa parte dos alunos não entendem o motivo da disciplina, mas, no decorrer do ano, eles criam interesse e começam a fazer seus próprios projetos e nos procuram para auxiliá-los”, garante Dimas. Apesar das aulas não contabilizarem notas na grade curricular, as turmas têm boa participação dos alunos e alguns começam a considerar a área de tecnologia da informação como uma possibilidade para o vestibular. “Hoje, a área tecnológica é uma das que crescem mais no mercado, com salários atraentes e inúmeras vagas disponíveis para mão de obra capacitada”, explana o professor, sobre as oportunidades para quem quer seguir carreira.


Curitiba promove encontro para fomentar o ecossistema de empreendedorismo e inovação


Na quarta-feira, 21 de junho, o programa 100 Open Startups, plataforma internacional que conecta startups e grandes empresas, realizará o Demoday 100 Open Startups Curitiba. O evento contará com a participação de startups locais, empresários e investidores ligados aos setores corporativo, de empreendedorismo e inovação. O objetivo é tornar o Paraná um estado ainda mais representativo no segmento, além de abrir espaço para novos negócios e conquistar resultados expressivos para a região.

Realizado em parceria com o Sistema FIEP – Centro Internacional de Inovação, no Campus Indústria, o evento em Curitiba faz parte da primeira Rodada de Demodays 100 Open Startups Brasil do ciclo 2017. A inauguração das ações do novo ciclo seguirá sob o tema Grandes Empresas e Startups: Novos Modelos de Negócio para Inovação. O evento reunirá atores do ecossistema local e grandes empresas, que vão acompanhar a apresentação das startups Top do Estado que foram destaque no Ranking 100 Open Startups Brasil 2017. Além destas, as startups mais atraentes do novo ciclo também farão seus pitches em busca da validação de investidores e a indicação para os próximos níveis.

Todas as startups paranaenses que se destacaram no ranking 100 Open Startups 2017 participarão do DemoDay, inclusive a GoEpik, eleita a startup mais atraente do Brasil. A empresa auxilia a indústria da transformação 4.0, utilizando IoT, digitalização de processos com realidade aumentada e treinamento imersivo. As demais startups são: Beenoculus, Tau Flow, Contraktor, Ubivis e UNA Smart.

Estar entre as top 100 significa ter mais chances de crescimento e desenvolvimento, uma vez que o movimento 100 Open Startups permite o relacionamento com agentes-chave, como grandes empresas, investidores e aceleradoras que procuram soluções nas empresas iniciantes. Na última edição, foram geradas mais de 10 mil avaliações, mas o principal resultado foram os 298 contratos que já foram firmados entre empresas e startups.

O Demoday 100 Open Startups Curitiba terá a presença de grandes líderes locais interessados em novas parcerias, como Novanzymes e Furukawa, além de abrir espaço para novas startups da região apresentarem seus projetos e integrarem o movimento. “As startups têm muito potencial de inovação e esta é a oportunidade para apresentarem seus projetos em um ambiente que dará a oportunidade de prosperarem em seus negócios”, comenta Bruno Rondani, fundador e CEO do programa 100 Open Startups.

“O evento será uma grande oportunidade de descobrir novos talentos inovadores, que abastecerão o nosso tecido industrial de tecnologias e modelos de negócio de ruptura”, completa Filipe M. Cassapo, gerente-executivo do Centro Internacional de Inovação – Sistema FIEP.

Demoday 100 Open Startups Curitiba

Data: 21 de junho (quarta-feira)
Horário: 18h às 21h
Local: Campus Indústria – Sala: Laboratório de Criatividade
Endereço: Av. Comendador Franco 200 – Jardim Botânico – Curitiba/PR


Amcham Curitiba: Fórum de Economia discute desafios e soluções para o mercado


Curitiba recebe o Fórum de Economia – entre a dúvida externa e a dívida interna, no dia 22 de junho, que irá promover um diálogo acerca das ações imprescindíveis rumo à eficiência, estabilização e fortalecimento econômico do país. Entre os assuntos que serão discutidos estão as questões que barram a produtividade e competitividade do Brasil e as medidas para alterar este cenário e impulsionar a economia.

O Fórum é organizado pela Câmara Americana de Comércio (Amcham-Curitiba), que trouxe para a capital quatro grandes nomes do setor:

- Eduardo Giannetti: economista, cientista social, PhD em Economia pela Universidade de Cambridge e um dos maiores pensadores da economia contemporânea;

-Welber Barral: ex-secretário do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), consultor, e conselheiro da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e da Câmara de Comércio Americana (Amcham);

- Andrea Chamma: Vice-Chairwomen do Bank of America Merrill Lynch, eleita pela revista Forbes como uma das mulheres mais influentes do Brasil e voz ativa em questões ligadas à equidade de gênero;

-Bernard Appy: ex-Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda e Diretor do Centro de Cidadania Fiscal.

Inscrições
O evento é voltado para executivos, empresários e empreendedores paranaenses, sócios e não sócios da Amcham-Curitiba. As inscrições podem ser feitas até o dia 21 de junho, às 12h, pelo site www.amcham.com.br/curitiba ou pelo telefone (41) 2104-9350.

Fórum de Economia

Data: 22 de junho, quinta-feira;
Horário: 15h às 19h;
Inscrições e informações: www.amcham.com.br/curitiba ou pelo telefone (41) 2104-9350.
Local: Espaço Torres, Rua Pergentina Silva Soares, 159 Prado Velho


Outro Brasil – Por José Pio Martins


“Eu não quero morar em outro país. Eu quero morar em outro Brasil.” Ouvi essa expressão em palestra do consultor Marcelo Karam, e ela me provocou várias reflexões. A recessão, a corrupção, o desemprego e a violência social são as causas mais citadas por pessoas que manifestam o desejo de ir embora do Brasil. O desencanto com o país é compreensível, pois nossas mazelas são graves e formam um quadro desolador que faz muitos perderem a esperança de melhorias no curto e médio prazo.

Tenho uma filha que atualmente mora e trabalha em Londres, depois de ter residido na Itália e na Alemanha, e isso me faz acompanhar de perto a Europa, principalmente a Inglaterra. Emigrar para Londres, cidade glamourosa e centro importante da história mundial, e lá viver é o sonho dourado de muitos. Mas, quando se tornam reais, os sonhos revelam seus espinhos. A Inglaterra, apesar das vantagens, apresenta vários problemas para o imigrante.

O país aderiu à União Europeia (28 países), porém, com mais oito países, não adotou o euro como moeda comum. No ano passado, o Reino Unido (Inglaterra, Escócia, Irlanda do Norte e País de Gales) decidiu se retirar da União Europeia, o que implicará mudanças na política de imigração na região. Três milhões de cidadãos da União Europeia vivem no Reino Unido e 1,1 milhão de cidadãos do Reino Unido vivem nos demais países da Europa. Os ingleses têm certa restrição aos imigrantes, aos quais gostam de reservar os empregos de menor remuneração.

A vida do imigrante na Inglaterra não é fácil. A maioria mora em residências pequenas e frequentemente é lembrada de que ele é imigrante, não cidadão nacional. Nas pequenas cidades, a hostilidade no mercado de trabalho é maior, e foi o interior que deu a maioria dos votos para aprovar o Brexit (a retirada britânica da União Europeia). O país é organizado, a violência urbana é quase nula, o povo é educado, as coisas funcionam e há muito que admirar na Inglaterra. Mas o imigrante é sempre um estrangeiro e, mais adiante, muitos podem ser instados a deixar o país.

O exemplo da Inglaterra mostra que ser imigrante em qualquer país nos tempos atuais não é exatamente uma coisa fácil. Uma coisa é o glamour, outra é a realidade. Para a maioria dos 207,2 milhões de habitantes do Brasil, a hipótese de ir embora do país não se coloca. A expressão “eu não quero viver em outro país; eu quero viver em outro Brasil” é apropriada e um bom motivo para sabermos que cabe a nós, sociedade e governo, construir outro Brasil, menos pobre, menos corrupto, menos violento e com melhores hábitos; um país onde morar seja seguro e onde se possa ter alegria de viver.

Muitos que manifestam o desejo de ir embora talvez tenham desistido do Brasil e não acreditam que verão um país melhor. A questão é que, apesar dos problemas, a maioria não irá embora, e o melhor é fazermos nossa parte e contribuir para melhorar a nação, superar a pobreza e reduzir o elevado grau de violência contra a vida. Aceitar passivamente a pobreza, o caos e a marca de 60 mil pessoas mortas por assassinato a cada ano não é razoável.

No plano pessoal, as crises e as derrotas produzem lições e nos ajudam a mudar para melhor. Resta saber se o Brasil, como sociedade, aprenderá algo com a tríplice crise atual (a econômica, a política e a moral) e será capaz de melhorar sua economia e as condições sociais. Só o tempo dirá.

José Pio Martins, economista, é reitor da Universidade Positivo.


TI do Paraná precisa de mais “mão na massa” e menos política

Há alguns anos, acompanho de perto o desenvolvimento do setor de tecnologia do Paraná. A TI estadual conta com empresas que desenvolvem soluções de primeira linha para atender aos mais variados segmentos da economia. Quer um bom ERP, um bom CRM, alguma solução eficiente em analytics, software para o setor financeiro, varejo, indústria? Basta procurar no próprio estado, que você encontra gente competente para fornecer. Isso é fruto de esforços, por exemplo, para se alcançar certificações internacionais de qualidade de software como CMMi e ainda ter o maior número de empresas com a certificação nacional mps.br. O Paraná sempre se destacou em nível nacional quando seus empresários fizeram o que sabem de melhor: cuidar da gestão, melhorar o desempenho, inovar no desenvolvimento de software, liderar em hardware com grandes companhias como Bermatech e Positivo Informática. E é disso que o mercado paranaense mais precisa, agora, para deixar a crise nacional para trás e seguir crescendo acima da média. Para isso, o estado precisa de lideranças empresariais focadas em geração de negócios, muito networking, cooperação e geração de oportunidades para novos negócios. O fortalecimento de Arranjos Produtivos Locais e Centrais de Negócios em regiões com Curitiba, Maringá, Londrina, Oeste, Sudoeste e Campos Gerais é vital. A representação política é importante, mas, historicamente, não alavancou o setor. Vejamos o exemplo de Curitiba: lutou para ter programas como Tecnoparque e ISS Tecnológico. Perdeu tudo com a administração municipal passada e depende, agora, do que o novo prefeito vai poder costurar sem que a arrecadação municipal, em baixa, não seja afetada. O Vale do Pinhão surge como esperança para a criação de um grande centro de inovação. Mas vai depender da adesão do empresariado. Em nível estadual, criou-se uma importante Governança de TIC para fazer do Paraná um líder na América Latina em tecnologia. Mas esse tipo de iniciativa, gerou ou vai gerar algum negócio ou vantagem competitiva para as empresas locais? Dificilmente. A classe política está muito em baixa. Está mais preocupada, atualmente, em garantir a própria sobrevivência. Não há verbas para grandes ações de incentivo e as compras públicas locais de tecnologia não costumam mostrar muita variedade entre seus fornecedores. O futuro da TI do Paraná deve alcançar sucesso muito mais pelo esforço de seus empresários do que por um simples "beija-mão" em políticos. Gilberto Campos editor do Curitiba IT

Como analytics pode ajudar a evitar erros e trazer economia de recursos público – Por Cynthia Bianco

Todos os dias são descobertos novos esquemas de fraudes envolvendo programas e instituições governamentais. Estamos falando de recursos públicos em larga escala que deveriam ser destinados a populações mais carentes e que acabam indo parar nas mãos de golpistas, onerando não só os cidadãos como também o erário. Exemplos não faltam, aparecem novos casos diariamente, basta uma rápida folheada nas páginas dos jornais. Para se ter uma ideia do tamanho do rombo, um levantamento do governo mostrou que, somente entre 2013 e 2014, cerca de 2,6 bilhões de reais do total da verba reservada ao Bolsa Família, foram parar no bolso de pessoas não vinculadas ao programa. Já no Seguro Desemprego, mais prejuízo: estima-se que os pagamentos indevidos realizados em 2016 corresponderam a algo entre 3% e 5% dos R$ 36,7 bilhões desembolsados para essa finalidade. Combater essas fraudes não é tarefa fácil e, inevitavelmente, demanda grande organização e metodologia. Primeiramente, é necessário identificar as irregularidades, após, parte-se para a investigação; somente depois de analisados os fatos, confirma-se ou não o golpe. Saber a fundo tudo o que acontece, conhecer os perfis, padrões e até mesmo manter um histórico de informações, é crucial nesse processo. E o analytics é a tecnologia capaz de ajudar a obter as respostas certas. As soluções de inteligência analítica permitem o cruzamento de diferentes informações e bases de dados, independentemente do volume. Tecnicamente falando, significa que sempre que uma fraude é constatada e confirmada, o sistema é capaz de apreender esse comportamento e compará-lo com outras situações similares, já ocorridas no passado ou que possam vir a ocorrer. E assim, desvendar padrões comuns e permitir atuar de maneira preventiva. Foi exatamente o analytics que ajudou o MTb (Ministério do Trabalho) a descobrir uma quadrilha que forjava demissões e levantar suspeita sobre 40 mil pedidos de benefícios de seguro-desemprego que poderiam ser, na verdade, indevidos. Apoiando-se em uma plataforma analítica que reúne diferentes funcionalidades de integração, qualificação, governança e armazenamento de dados, inclusive em grande volume, e cruzando informações tanto de fontes internas como externas (INSS, Caixa Econômica Federal e Receita Federal), o MTb chegou a conclusões que permitiram bloquear milhões, que seriam pagos, entre agosto e dezembro de 2016, a cerca de 11,5 mil trabalhadores que legalmente não eram merecedores desse benefício. Descobriu-se, por exemplo, que uma única pessoa havia solicitado o benefício de seguro-desemprego por seis empresas diferentes; e que um CNPJ de uma microempresa, que normalmente emprega no máximo 10 funcionários, despediu simultaneamente 280 trabalhadores. Tão claro quanto o fato de serem inúmeros os motivos que levam o fraudador a agir ou que viabilizam a sua ação, é evidente a necessidade de evitar esses golpes, seja na esfera pública ou até mesmo na privada. Afinal, as fraudes ocorrem também através de compras fraudulentas e homéricas nos mais variados canais de comércio eletrônico, sites de instituições financeiras invadidos, dados forjados e inúmeros outros estratagemas que vemos por aí. Ser preventivo, estar preparado para o processo de investigação e, principalmente, fazer de tudo para minimizar as perdas, são palavras chave nesse cenário. No qual, sem dúvida nenhuma, o analytics pode ser o grande protagonista. Cynthia Bianco é presidente da MicroStrategy, um dos principais fornecedores mundiais de plataformas de software para empresas, que possui casos de sucesso e aplicações que ajudam a combater fraudes em empresas dos mais diversos segmentos de mercado, globalmente.

Camara-e.net dá dicas de compra segura para o Dia dos Namorados

Com a aproximação do Dia dos Namorados, muitos casais vêm buscando no comércio eletrônico uma maneira de economizar nos presentes. Mas é bom o consumidor ficar atento às ofertas, aos prazos de entrega e aos sites onde efetua a compra. Pensando nisso, a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) revisou seu Guia da Compra Segura e incluiu dicas especialmente para essa data. Verifique se o site da loja exibe endereço, telefone fixo ou filial física. Observe informações como razão social e CNPJ e confirme esses dados no site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br). Se a situação estiver “baixada”, “cancelada” ou “inativa”, desista da compra. Alguns sites não possuem essas informações por conta das políticas da empresa ou formato de comercialização, como é o caso de marketplaces. Pesquise sobre a reputação da loja que você escolheu. O Procon traz uma lista atualizada mensalmente de sites não recomendados: (http://sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite/list/evitesites.php). Consulte os sites que facilitam a comparação de preços, produtos e serviços. Eles são excelentes fontes de informação, e estão constantemente atualizados. Observe os prazos de entrega. Como a data se aproxima e o e-commerce requer alguns dias para a entrega da compra, certifique-se de que o presente será entregue a tempo para o Dia dos Namorados. Tenha antivírus, antispyware, firewall e tudo o que for possível para evitar que qualquer usuário mal-intencionado tenha acesso às suas informações. Ao fazer o cadastro no site para finalizar a compra, registre uma senha forte, contendo letras maiúsculas, minúsculas, números e caracteres especiais. Evite utilizar computadores públicos para as compras, a fim de garantir maior segurança dos seus dados. Lembre-se de que é possível comprar pelo smartphone ou tablet, além do computador convencional. Use sites que tragam serviços de pagamento de renome. Nos que oferecem a opção de boleto, verifique há quanto o tempo a loja está em operação (isso é possível verificar no site da Receita). Verifique se a loja possui conexão de segurança nas páginas em que são informados os dados pessoais do cliente como nome, endereço, documentos e número do cartão de crédito. Geralmente essas páginas são iniciadas por http:// e o cadeado está ativado (ícone visualizado em uma das extremidades da página). Clique no cadeado e observe se a informação do certificado corresponde ao endereço na barra de navegação do computador. Leia a política de trocas e devoluções antes de finalizar a compra. Se tiver dúvidas, ligue entre em contato com a loja para saná-las. Guarde todas as informações e e-mails referentes à compra, como número do pedido, confirmação de pagamento e código de rastreio do envio. Observados estes cuidados, o e-consumidor poderá realizar sua compra de forma segura e tranquila.

Grupo Fleury inaugura unidade a+ Medicina Diagnóstica em Curitiba

O bairro Água Verde, próximo ao Centro de Curitiba, acaba de ganhar uma unidade da a+ Medicina Diagnóstica, com moderno portfólio de exames de análises clínicas e provas funcionais. Este é o quarto lançamento realizado no estado do Paraná em 2017, representando a continuidade do plano de expansão do Grupo Fleury, que deverá inaugurar de 13 a 15 unidades até 2021 na região Sul do País. O estabelecimento reforça o objetivo de proporcionar conforto e comodidade ao evitar grandes deslocamentos dos clientes para a realização de exames. Em fevereiro deste ano foram inauguradas três unidades a+ Medicina Diagnóstica: no bairro Bigorrilho (a+ Champagnat), em Campo Comprido (a+ Ecoville) e no Centro (a+ Centro). Presente em seis estados (RS, PR, SP, RJ, BA, PE), a a+ Medicina Diagnóstica também ampliou recentemente o atendimento móvel em Curitiba para oferecer mais conveniência aos clientes. Unidade Água Verde II Novo endereço: Avenida Presidente Getúlio Vargas, 2219, Água Verde, Curitiba (PR) Horário de atendimento: Segunda a sexta, das 6h30 às 17h; sábado, das 7h às 13h; domingo, fechado.

Fundação Estudar promove palestra sobre o livro Cultura de Excelência na UFPR

A Fundação Estudar promove no dia 8 de junho, às 18h, na Universidade Federal do Paraná, uma palestra sobre o livro Cultura de Excelência, obra escrita pelo jornalista David Cohen e lançada pela editora Sextante, que convida o leitor a conhecer a trajetória da instituição, seus valores e métodos por meio de grandes cases de sucesso. Participam da palestra Tiago Mitraud, diretor executivo da Fundação Estudar; Adilon Garcia, diretor-financeiro da Life Urbanismo, formado pela administração da FGV – EAESP e líder Estudar 2009; e Marcel Konopka, sócio do Tune, formado pela administração da FGV-EAESP e líder Estudar 2009. Em Cultura de Excelência, cada capítulo se debruça sobre um dos seis princípios básicos em que a fundação se baseia para guiar o profissional à tão sonhada excelência. Esses valores - ter metas ambiciosas, trabalhar duro, unir-se a gente boa, investir em conhecimento, assumir o papel de protagonista em sua história e almejar um impacto positivo na sociedade - são o fio condutor do livro e são apresentados por meio de histórias inspiradoras de gente dedicada e comprometida, que seguiu à risca os ensinamentos da Fundação Estudar e hoje tem lugar de destaque no âmbito profissional. e serão apresentados durante a palestra do dia 8 de junho. Palestra Cultura de Excelência 8 de junho, das 18 às 20h UFPR - Av. Professor Lothario Meisner, 632 - Curitiba, Paraná

Com sistema de mobilidade, R. Franco Engenharia ganha eficiência, produtividade e controle integrado de informações

Uma das principais construtoras do Paraná, a R. Franco Engenharia completa duas décadas de atuação em 2017 e investe em melhorias para otimização dos processos internos. Especializada em construção e reformas de obras industriais e comerciais, a empresa adotou o Mobuss Construção, sistema de mobilidade para o segmento, desenvolvido pela Teclógica. Com acesso via dispositivo móvel, a solução permite o registro das atividades no próprio canteiro, sem a necessidade com conexão web. Cinco dos oito módulos disponíveis no sistema estão em uso na R. Franco: Apontamento, Qualidade, Segurança, Documentos e Registros. Segundo Sandro Andrey Ramos da Silva, coordenador de planejamento e suprimentos da companhia, as vantagens do investimento, que representa menos de 1% do custo total da obra, já são visíveis. “O Mobuss Construção nos possibilitou um controle mais efetivo, e reduziu a zero o uso de papel nas obras. Ganhamos ainda na organização dos dados e na consequente padronização dos processos para um controle eficaz. Tudo isso resultou na qualidade do produto final, que pode ser entregue com redução de tempo na execução de algumas tarefas”, diz. O gestor explica que através do módulo de Apontamento, a R. Franco passou a identificar serviços, etapas ou composições que não foram consideradas inicialmente para o projeto. “O registro e evidenciação das horas gastas em atividades não previstas foi um ponto bastante útil. Desta forma foi possível trabalhar com planos de ações em cada obra a fim de minimizar este tempo perdido”, avalia. Outro ponto destacado pela empresa foi a possibilidade de transmissão instantânea de dados e relatórios colhidos em campo para a central. Já na área de qualidade, Sandro pontua que o acompanhamento de inspeções e seus resultados passaram a ser seguidos pela central. “Assim há a possibilidade de gerenciamento de não conformidades detectadas durante o projeto. A gestão a distância que o Mobuss Construção trouxe foi um ponto crucial, já que nossas obras se encontram em regiões e cidades diversas”, comenta. Mais controle para a segurança das equipes Gestão de EPI’s, treinamentos dos profissionais e relatórios das atividades passaram a ser realizadas via tablet, com o módulo de Segurança do Mobuss Construção. Agora, a R. Franco conta com controle de validade destes documentos e pode acessá-los rapidamente. “Assim, estamos mais atentos às validades, emitimos relatórios facilmente e a documentação trabalhista totalmente controlada nos permite, por exemplo, realizar a transferência de um colaborador para outra obra. Isso auxilia também na questão de custos e agilidade na execução de tarefas, já que um profissional precisa estar devidamente legalizado para poder executar suas funções e entregar o trabalho necessário”, explica o coordenador da construtora. Por fim, Sandro conta que a gestão dos documentos e dos registros relacionados às obras da R. Franco passou por uma redução de falhas em relação ao arquivamento. “O sistema utilizado anteriormente neste processo tinha baixo grau de confiabilidade e com os módulos de Documentos e de Registros do Mobuss Construção conseguimos padronizar os processos e reduzir o tempo das operações. Hoje contamos com um local centralizado para a busca e atualização de documentos, maior controle sobre revisões em andamento, redução de circulação e cópias obsoletas. Tudo isso resulta em maior agilidade na rotina da empresa”, finaliza. Atualmente, 90% dos documentos das obras da R. Franco já são controlados através do Mobuss Construção. A construtora conta com as certificações ISO 9.001, ISO 14.001 e OHSAS 18.001 e foi responsável pela execução de projetos de grandes empresas em diferentes locais do país, como Petrobrás, Vale, Walmart, O Boticário e Votorantim.

Casa Di Conti contrata o mais recente ERP SAP com a curitibana Pelissari

A Casa Di Conti, fábrica de bebidas, responsável pela fabricação das famosas cervejas 1500, Burguesa e outras bebidas, expande neste momento a capacidade da sua TI em busca de um maior controle de processos de negócio e apoio, como: desenvolvimento de produtos, vendas, importação e exportação, logística, suprimentos, produção, controladoria e custos. O recente investimento no novo ERP deverá suportar o crescimento da Casa Di Conti daqui para a frente, primeiro suprindo as necessidades básicas iniciais que o modo Standard oferece e posteriormente aproveitando todas as hiperconexões, integrações e funcionalidades que podem ser feitas a partir do S/4 HANA. Para Gilberto Cardoso, gerente de TI da Casa Di Conti “Desde o início da negociação eu sempre acreditei na parceria Conti e Pelissari, e trabalhamos em conjunto para que isso tornasse realidade, tenho certeza de que ambos cumpriram muito bem seu papel. Ficou muito claro o envolvimento e a dedicação que a Pelissari teve no processo para que isso acontecesse. Já iniciamos essa parceria, que tenho certeza vai permanecer, com chave de OURO. Tanto Casa Di Conti como Pelissari, tem algo em comum, ambas valorizam o ser humano, independentemente do setor que atuam e isso com certeza que fez diferença. ” Sendo considerado o ERP pós-moderno mais completo que existe e o único ERP SAP a estar vigente a partir de 2025, o S/4 HANA já prevê uma porta de entrada para uma nova era industrial como afirma Rudi Pelissari, CEO da empresa: “Acreditamos que o S/4 HANA é a plataforma certa para a indústria 4.0 e estamos preparando nossos clientes para esta realidade, estamos cumprindo nosso papel que é o de trazer mais produtividade para as empresas e na sequencia podermos torna-las mais competitivas e por fim transformar seus negócios”.

UP oferece cursos gratuitos em Curitiba

A Universidade Positivo (UP) oferece, durante todo o mês de junho, doze cursos compactos gratuitos para o público. O projeto, coordenado pela área de Pós-Graduação e Educação Continuada da UP, aborda temas de capacitação profissional e posicionamento pessoal no mercado. As aulas são ministradas por professores da universidade e acontecem em diversos pontos de Curitiba e Região Metropolitana. Entre as opções, está o curso de “Como montar seu currículo”, ministrado pela professora Deise Hofmeister, mestre em administração e coordenadora do curso em Gestão de Recursos Humanos da UP, que ensina como construir um currículo vencedor em meio a situação competitiva do mercado brasileiro. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo link https://www.sympla.com.br/oficinasnaslojas. Confira a lista de cursos oferecidos e os respectivos locais de aula: Aumente seus ganhos negociando melhor 07/06 (Rua São José dos Pinhais, 1196, Sítio Cercado - Curitiba, PR) 14/06 (Shopping Palladium, Piso L2, Portão - Curitiba, PR) Como montar seu currículo 03/06 (Rua João Bettega, 6100, Cidade Industrial - Curitiba, PR) Como ser mais criativo 06/06 (Shopping Palladium, Piso L2, Portão - Curitiba, PR 10/10 (Rua São José dos Pinhais, 1196, Sítio Cercado - Curitiba, PR) 13/06 (Rua Abel Scuissiato, 366, Loja 01, Atuba - Colombo, PR) 14/06 (Rua João Bettega, 6100, Cidade Industrial - Curitiba, PR) Como viajar mais 03/06 (Shopping Palladium, Piso L2, Portão - Curitiba, PR) 10/06 (Rua Abel Scuissiato, 366, Loja 01, Atuba - Colombo, PR) Comunicação assertiva para o alcance dos seus objetivos 09/06 (Shopping Palladium, Piso L2, Portão - Curitiba, PR) 23/06 (Rua São José dos Pinhais, 1196, Sítio Cercado - Curitiba, PR) Consultoria X imagem profissional 03/06 (Rua Abel Scuissiato, 366, Loja 01, Atuba - Colombo, PR) 10/06 (Shopping Palladium, Piso L2, Portão - Curitiba, PR) Introdução ao Marketing Digital 07/06 (Rua João Bettega, 6100, Cidade Industrial - Curitiba, PR) 14/06 (Rua Abel Scuissiato, 366, Loja 01, Atuba - Colombo, PR) Modelo de negócio e planejamento operacional 06/06 (Rua João Bettega, 6100, Cidade Industrial - Curitiba, PR) 17/06 (Shopping Palladium, Piso L2, Portão - Curitiba, PR) 24/06 (Rua São José dos Pinhais, 1196, Sítio Cercado - Curitiba, PR) Noções básicas de Marketing pessoal 03/06 (Rua São José dos Pinhais, 1196, Sítio Cercado - Curitiba, PR) 20/06 (Rua Abel Scuissiato, 366, Loja 01, Atuba - Colombo, PR) Relacionamento e encantamento 03/06 (Rua Abel Scuissiato, 366, Loja 01, Atuba - Colombo, PR) 10/06 (Shopping Palladium, Piso L2, Portão - Curitiba, PR) Ser competente. Ser integral. Ser feliz. 17/06 ( Rua São José dos Pinhais, 1196, Sítio Cercado - Curitiba, PR) 24/06 ( Rua João Bettega, 6100, Cidade Industrial - Curitiba, PR) Sommelier de cervejas - bate-papo 05/06 (Shopping Palladium, Piso L2, Portão - Curitiba, PR) 15/06 (Rua São José dos Pinhais, 1196, Sítio Cercado - Curitiba, PR) 16/06 (Rua João Bettega, 6100, Cidade Industrial - Curitiba, PR)

Qualityware reestrutura gestão, volta a crescer e ganha novos mercados em IT services

A crise econômica afetou muitas empresas, que acabaram reduzindo seus investimentos em tecnologia da informação. Houve uma mudança muito grande no tipo de demanda do mercado, com projetos menores, apenas para manutenção do ambiente. Esse compasso de espera foi devastador, principalmente para o segmento de infraestrutura de TI. Para superar a crise e voltar a crescer, a Qualityware reavaliou processos internos, habilidades, capacidades e competências e decidiu buscar, no mercado, um profissional capaz de gerar as mudanças necessárias para que a empresa mantivesse sua posição de liderança em infraestrutura e crescesse nas ofertas de IT Services. Após algumas avaliações, com o aval dos sócios, foi contratado Luís Antônio Verona como CEO para realizar as transformações necessárias na gestão da empresa. A entrada do novo executivo permitiu que os sócios e diretores focassem no que sabem fazer de melhor: atendimento aos clientes e criação de soluções realmente alinhadas com suas necessidades. “A entrada do Verona permitiu que eu cuidasse da área comercial de forma mais eficaz. Minha atenção, agora, está totalmente voltada ao negócio”, afirma Bruno Perboni, Diretor Comercial. Marcelo Piuma, Diretor de Marketing, explica que acumulava atividades das áreas comercial também. “Agora, tenho atuado somente no marketing, criando um ambiente de atendimento realmente diferenciado para nossos clientes”, comemora. “O Verona tem nos trazido novas ideias e melhorado muito nossos processos internos, permitindo que sejamos mais ágeis e eficazes na resposta às necessidades de nossos clientes”, completa Cassio Cardoso, Diretor de Operações. Os resultados já começaram a aparecer: O 1o trimestre da Qualityware, em 2017, foi o melhor em 2 anos. Esse resultado veio da soma de alguns fatores: grandes clientes privados voltaram com seus investimentos, houve uma retomada consistente das contratações pelo mercado público e novos clientes foram conquistados. A Qualityware apresenta um novo conceito no atendimento que é “vender tranquilidade”. Esse reposicionamento tem se mostrado muito alinhado com o mercado, que deseja soluções tecnológicas que tragam estabilidade, segurança e tranquilidade para suas operações. Outra grande transformação foi a criação da área de P&D com a tarefa de buscar e desenvolver soluções inovadoras, focadas na transformação digital que atinge praticamente todas as empresas. Devido aos grandes clientes na área industrial, a Qualityware tem investido em pesquisa para soluções de IoT, primordial para a nova revolução industrial, a chamada Indústria 4.0. Luís Antônio Verona afirma que a Qualityware tem um grande potencial para ser referência nacional, não só em infraestrutura de TI como também em IT Services. “Aceitei o desafio por realmente acreditar que a equipe tem toda a competência para isso, só precisamos organizar alguns fluxos que,antes, não estavam totalmente alinhados ao novo posicionamento por não existir uma pessoa focada nessa transformação. Esse é meu objetivo”, explica o CEO.

Ramo Sistemas inaugura Unidade de Negócio em Curitiba

A Ramo Sistemas, empresa nacional focada em soluções para pequenos e médios negócios e parceira exclusiva da SAP na venda do ERP SAP Business One, inaugura Unidade de Negócio Curitiba (PR) para venda de licenças, implementação e suporte da solução SAP. A estratégia é investir em parceiro com alto rendimento, competência no mercado brasileiro de ERP e regiões com capacidade de crescimento. Em Curitiba, a joint venture foi firmada com a GoLive Consultoria, parceira da Ramo Sistemas na região e que agora atuará também como Unidade Ramo Curitiba. A nova Unidade Ramo Curitiba faz parte da estratégia de expansão da companhia e no auxílio às empresas locais na criação de oportunidades de negócios por meio de gestão centralizada com a implementação do SAP Business One. “A equipe de Curitiba tem experiência na implementação do ERP, profissionais qualificados e com conhecimento do mercado regional e das necessidades dos clientes, contribuindo para o nosso plano de crescimento e atuação nacional em diversos segmentos da indústria”, afirma Décio Krakauer, presidente da Ramo Sistemas. O Paraná representa atualmente 6,3% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, a quarta maior economia do País, alavancadas pelos setores agropecuário, indústria de transformação e automobilística, produção de energia e serviços. A Unidade Ramo Curitiba planeja trabalhar para empresas que necessitam de uma solução de gestão com viabilidade de processos e melhor custo x benefício. “A estratégia da Ramo de investir na abertura da Unidade de Negócio em Curitiba irá favorecer o desenvolvimento de novos negócios e o aumento da base de clientes no Paraná”, comenta Antonio Molina Neto, diretor executivo da Unidade Ramo Curitiba. O SAP Business One atende a uma nova demanda do mercado que exige gestão e processos com qualidade e preços acessíveis. “Desta forma, a negociação fica mais próxima da realidade das pequenas e médias empresas ao oferecermos um software de gestão flexível, de alta qualidade e facilidade de negociação”, conclui Neto. Krakauer esclarece que as Unidades de Negócios não são sócias da Ramo Sistemas. "Estamos aumentando a parceria para apoiar o crescimento e sustentabilidade dos nossos negócios, canal de vendas e clientes". Ele justifica que os novos representantes são parceiros estruturados, com clientes, conhecimento profundo de SAP Business One, do mercado e com condições de oferecer os melhores serviços em suas regiões. A companhia planeja ainda até o final de 2017 a abertura de mais 3 ou 5 novas Unidades de Negócios para sustentar suas metas de crescimento para este ano. Atualmente a companhia opera com uma rede de 170 parceiros. Esses canais estão distribuídos em 50 cidades no Brasil, atendendo as principais regiões, suportando clientes de 12 verticais do mercado. São os setores Alimentício, Agrobusiness, Distribuição de Medicamentos, Laticínios, Distribuição e Logística, Clubes Esportivos, Varejo e Oil & Gas. A Ramo Sistemas é o principal parceiro de SAP Business One no Brasil, com o maior faturamento, volume de vendas, clientes e consultores. Em 2015, a empresa foi reconhecida pela SAP como a melhor em performance de vendas e em 2017 foi premiada como maior venda de SAP Business One.